Open-access Efetividade dos Exercícios sem Restrição de Amplitude de Movimento de Ombro no Pós-operatório de Câncer de Mama: Revisão Sistemática da Literatura

RESUMO

Introdução:  O câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente nas mulheres no mundo. Uma vez que a abordagem cirúrgica é uma escolha de tratamento para o câncer de mama, no pós-operatório, técnicas fisioterapêuticas podem ser empregadas para reabilitação, como a cinesioterapia.

Objetivo:  Revisar a efetividade de exercícios de membros superiores no pós-operatório de câncer de mama em relação à melhora de amplitude de movimento e função de membros superiores, ganho de força muscular e aparecimento de seroma.

Método:  Revisão de ensaios clínicos randomizados que avaliou os efeitos de um programa de exercícios sobre a amplitude de movimento, força muscular, função de membros superiores e seroma no braço e mama homolateral à cirurgia de câncer de mama em participantes do sexo feminino.

Resultados:  Foram encontrados 284 estudos nas bases de dados, dos quais cinco foram incluídos nesta revisão. Três artigos avaliaram a amplitude de movimento, dois, a incidência de seroma, outros dois, a função de membros superiores e um artigo, a força de membros superiores.

Conclusão:  Realizar uma intervenção imediata no pós-operatório de câncer de mama confere aos pacientes uma melhor amplitude de movimento para realização de suas atividades de vida diária e minimiza atrasos para as terapias adjuvantes. Iniciar o programa de exercícios no pós-operatório imediato, tanto no 1° ou 15° dia, quanto iniciar após a retirada de pontos e drenos, conforme previamente protocolado, terá a mesma probabilidade para formação de seroma.

Palavras-chave:
Neoplasias da Mama/cirurgia; Exercício Físico; Amplitude de Movimento Articular; Força Muscular; Seroma/cirurgia

ABSTRACT

Introduction:  Breast cancer is the most common type of cancer in women worldwide. Since surgical approach is a treatment choice for breast cancer, in the postoperative, physiotherapeutic techniques can be used for rehabilitation, such as kinesiotherapy.

Objective:  To review the effectiveness of upper limb exercises in the postoperative period for breast cancer in improving range of motion and function of the upper limbs, gaining muscle strength and the appearance of seroma.

Method:  Review of randomized clinical trials that evaluated the effects of an exercise program on range of motion, muscle strength, upper limb function and seroma in the arm and breast ipsilateral to breast cancer surgery in female participants.

Results:  284 studies were found in the databases, after eligibility, five studies were included in this review. Three articles evaluated range of motion, two evaluated the incidence of seroma, two articles evaluated the function of the upper limbs and one article the strength of the upper limbs.

Conclusion:  Performing an immediate intervention in the postoperative of breast cancer gives patients a better range of movement to carry out their activities of daily living, while minimizing delays for adjuvant therapies. Starting the exercise program immediately on the postoperative period, either on the 1st or 15th day, or starting after removing stitches and drains, as previously protocolled, will have the same probability of seroma formation.

Key words:
Breast Neoplasms/surgery; Physical Exercise; Range of Motion Articular; Muscle Strength; Seroma/surgery

RESUMEN

Introducción:  El cáncer de mama es el tipo de cáncer más común en las mujeres a nivel mundial. Dado que el enfoque quirúrgico es una opción de tratamiento para el cáncer de mama, en el posoperatorio se pueden utilizar técnicas fisioterapéuticas para la rehabilitación, como la kinesioterapia.

Objetivo:  Revisar la efectividad de los ejercicios de miembros superiores en el posoperatorio de cáncer de mama para mejorar la amplitud de movimiento y función de los miembros superiores, ganar fuerza muscular y la aparición de seroma.

Método:  Revisión de ensayos clínicos aleatorios que evaluaron los efectos de un programa de ejercicios sobre la amplitud de movimiento, la fuerza muscular, la función de las extremidades superiores y el seroma en el brazo y la mama ipsilateral a la cirugía de cáncer de mama en participantes femeninas.

Resultados:  Se encontraron 284 estudios en las bases de datos, después de la elegibilidad, se incluyeron cinco estudios en esta revisión. Tres artículos evaluaron la amplitud de movimiento, dos evaluaron la incidencia de seroma, dos artículos evaluaron la función de los miembros superiores y un artículo la fuerza de los miembros superiores.

Conclusión:  Realizar una intervención inmediata en el posoperatorio del cáncer de mama brinda a las pacientes una mejor amplitud de movimiento para realizar sus actividades cotidianas, minimizando retrasos para terapias adyuvantes. Iniciar el programa de ejercicio inmediatamente después de la operación, ya sea el día 1 o 15, o iniciarlo después de retirar puntos y drenajes, como se protocoló previamente, tendrá la misma probabilidad de formación de seroma.

Palabras clave:
Neoplasias de la Mama/cirugía; Ejercicio Físico; Amplitud del Movimiento Articular; Fuerza Muscular; Seroma/cirugía

INTRODUÇÃO

O câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente nas mulheres e ocupa o segundo lugar na lista dos cânceres que mais matam no mundo1. Para o Brasil, estimam-se 74 mil casos novos de câncer de mama para cada ano do triênio 2023-20252. Apesar dos altos números de incidência e mortalidade por câncer de mama, as possibilidades de tratamento vêm sendo ampliadas em face aos avanços tecnológicos e científicos, fazendo com que se perceba um aumento de tratamentos bem-sucedidos e de sobrevida3.

A abordagem cirúrgica é uma escolha de tratamento para o câncer de mama e está relacionada ao aumento da sobrevida. As cirurgias são divididas em conservadoras ou não conservadoras, e podem acarretar alterações funcionais, levando a impacto na qualidade de vida das pacientes. Entre esses comprometimentos, podem-se citar dor, linfedema, parestesia, perda da força muscular, retrações cicatriciais e diminuição da amplitude de movimento (ADM) do ombro homolateral à cirurgia4.

O papel da fisioterapia no tratamento de disfunções decorrentes do câncer de mama é de grande importância, propondo-se a minimizar ou reparar os efeitos das cirurgias. O fisioterapeuta tem como objetivo principal reabilitar a paciente oncológica, tratar as disfunções musculoesqueléticas para que suas atividades de vida diária possam ser retomadas, e, assim, resultar na melhora da qualidade de vida5.

A reabilitação precoce minimiza atrasos para as terapias adjuvantes, como a radioterapia, em que a paciente precisa adotar uma postura específica de flexão com abdução de ombro. Técnicas fisioterapêuticas podem ser empregadas na reabilitação da paciente com câncer de mama, entre elas, pode-se citar a cinesioterapia, uma prática voltada à terapia por meio dos movimentos que tem como objetivo restabelecer a funcionalidade da paciente6.

O presente estudo visa contribuir com um maior conhecimento para a prática clínica e proporcionar maior segurança para os fisioterapeutas para indicar exercícios no pós-operatório de mastectomia. Assim, o objetivo do presente estudo é revisar a efetividade de exercícios para membros superiores (MMSS), sem restrição de ADM de ombro a 90 graus, comparado a exercícios com a restrição ou que não iniciaram de forma precoce no pós--operatório de câncer de mama. Além disso, objetiva-se também avaliar a melhora da função de MMSS, ganho de força muscular, se há maiores repercussões pós-cirúrgicas quando não é limitado o movimento a 90 graus, e o aparecimento de seroma.

MÉTODO

O protocolo para esta revisão sistemática foi pré-registrado no registro International Prospective Register of Systematic Reviews (PROSPERO)7, número CRD42021270451. Os critérios de elegibilidade foram desenvolvidos usando a abordagem Participantes, Intervenção, Comparador e Desfechos (PICO) (Quadro 1).

Quadro 1.
Critérios de inclusão e exclusão

Foram realizadas pesquisas nas bases de dados em março de 2022 usando combinações de Medical Subject Headings (MeSH), incluindo pluralização e variações ortográficas do inglês dos EUA/Reino Unido e sufixos/prefixos: Breast Cancer, Postoperative Period, Range of Motion, Articular, Exercise, Seroma, Muscle Strength, Motor activity, randomized controlled trial. As seguintes bases de dados foram as fontes de pesquisa: Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL), Cochrane Library, Physiotherapy Evidence Database (PEDro) e PubMed (Quadro 2).

Quadro 2.
Truncagens para buscas nas bases de dados

A avaliação de qualidade dos estudos incluídos nesta revisão foi realizada por meio da Escala PEDro8 (Quadro 3), trata-se de uma ferramenta da base de dados exclusiva para estudos que analisam a eficácia de intervenções em fisioterapia. Ela se baseia na lista de Delphi, desenvolvida por Verhagen et al.9, todavia inclui dois itens adicionais (os itens 8 e 10 da escala PEDro). O objetivo da escala PEDro é auxiliar os usuários da base de dados PEDro em relação à qualidade metodológica dos estudos controlados aleatorizados, além de avaliar se o estudo contém informações estatísticas mínimas para que os resultados possam ser interpretáveis10.

Quadro 3.
Escala PEDro

RESULTADOS

A busca nas bases de dados resultou na identificação de 284 estudos com análise de 48 artigos de texto completo, 43 foram excluídos, sendo então cinco incluídos (Figura 1 11). Entre os estudos, dois artigos foram publicados entre 1990 e 2008 e três, em 2020. Nos artigos avaliados, verificou-se que mais de um desfecho estudado pelo presente estudo foi encontrado em um mesmo artigo.

Figura 1.
Fluxograma

A seleção de estudos foi realizada de forma independente por dois revisores (CA, MP) e um terceiro revisor (KP) resolveu todas as divergências. Após a seleção dos artigos, os dados foram extraídos e descritos na Tabela 1. A avaliação de qualidade dos estudos incluídos nesta revisão foi realizada por meio da escala PEDro (Quadro 3).

Tabela 1.
Extração de dados

DISCUSSÃO

Mulheres que tenham sido submetidas a tratamento cirúrgico para câncer de mama podem realizar exercícios para MMSS com intuito de melhora na ADM, força muscular, função de MMSS sem que ocorra a formação de seroma. No presente estudo, três artigos avaliaram a ADM12,14,15, dois, a incidência de seroma15,16, dois, a função de MMSS12,14 e, por fim, um artigo, a força de MMSS14.

O seroma é um líquido seroso proveniente de um processo exsudativo (característico da fase inflamatória do processo cicatricial) que se acumula nos espaços mortos após o fechamento da ferida cirúrgica. Está associado a diversos fatores de risco, como obesidade, idade, índice de massa corporal (IMC), duração e tipo de cirurgia, tratamentos neoadjuvantes, tamanho do tumor, quantidade de perda de sangue intraoperatória e duração da drenagem17,18. Além da imobilização do ombro, descrita como fator que previne a formação do seroma, alguns estudos entre 1997 e 2007 indicaram que o início do exercício no primeiro dia de pós-operatório imediato resulta em maior incidência de formação de seroma, com diferenças significativas quando comparado ao início tardio17,18,19,20.

Entretanto, no presente estudo, a maioria da literatura demonstra que mulheres com câncer de mama que iniciaram um programa de exercícios para a mobilidade do ombro no primeiro dia de pós-operatório, apresentaram melhora significativa na mobilidade do ombro-braço (função de MMSS), força e melhora de ADM, em comparação com as que não realizaram. Ao avaliar a incidência de complicações da ferida cirúrgica, incluindo seroma, Teodózio et al.16 não observaram diferença estatisticamente significativa entre os grupos para nenhum dos desfechos que o estudo avaliou (p > 0,05). O estudo comparou 461 mulheres divididas em um grupo intervenção com exercícios livres desde o primeiro dia de pós-operatório e um grupo restrito a 9016. Já Rizzi et al.15 decidiram comparar os dois grupos apenas após 15 dias de pós-operatório, antes disso, os dois grupos permaneceram com ADM limitada a 90°, com uma amostra de 60 mulheres, e não observou diferença significativa entre os grupos15. Jansen et al.13, com amostra de 144 mulheres, observaram que pacientes do grupo controle tiveram 14% menos volume de drenagem da ferida (600 ± 436 ml vs. 701 ± 398 ml) do que pacientes do grupo intervenção, mas essa diferença não foi estatisticamente significativa13.

Os artigos que avaliaram seroma não observaram diferença significativa entre os grupos em relação à incidência de seroma. O estudo de Jansen et al.16 avaliou a presença de seroma pela inspeção e palpação e se houvesse a necessidade de punção, já o estudo de Rizzi et al.15, pelo volume nos drenos.

Os estudos têm mostrado que os exercícios podem ser iniciados no primeiro dia de pós-operatório, sem a necessidade da restrição de movimento do ombro a 90º, tendo em vista que, na maioria dos estudos, a incidência de seroma se manteve sem diferença significativa entre grupos com ADM restrita ou livres. Assim, os outros fatores que influenciam no surgimento do seroma podem estar mais relacionados a sua incidência em pós-operatórios de câncer de mama do que nos exercícios para mobilidade de ombro com amplitude livre. É importante ressaltar que todos os estudos verificaram a presença de seroma ou deiscência durante o estudo, e se algum destes estivesse presente, os pacientes eram orientados a continuar os exercícios, porém limitando-os a 90° de ADM, de acordo com as orientações do Bergmann21.

Para a avaliação da ADM, os estudos foram realizados por meio da goniometria12,14,15. Em Cinar et al12, as diferenças ao longo do tempo nos movimentos de flexão, abdução e adução, também foram significativamente melhores no grupo intervenção comparado ao grupo controle (p < 0,01, p < 0,001, p < 0,005, respectivamente). As amplitudes médias de flexão e abdução retornaram aos valores pré-operatórios próximos mais rapidamente no grupo intervenção em relação ao grupo controle12. Em Majed et al.14, houve diferenças significativas na segunda e na quarta semana após a cirurgia. A flexão em duas semanas para o grupo intervenção foi maior do que para o grupo controle (p = 0,04). Assim como para Rizzi et al.15 que também não encontraram diferença entre os grupos em relação às alterações na ADM do ombro15. Dos artigos que analisaram ADM como desfecho, todos notaram maior ganho de ADM no grupo intervenção em comparação com dois estudos que não observaram diferenças significativas entre os grupos12,14,15. Portanto, realizar uma intervenção imediata em pós-operatório de câncer de mama confere aos pacientes uma melhor ADM para realização de suas atividades de vida diária e minimiza atrasos para as terapias adjuvantes.

Para Cinar et al.12, a recuperação da pontuação do questionário funcional da extremidade superior também foi significativamente melhor no grupo intervenção em comparação com o grupo controle (p < 0,05). No grupo intervenção, o escore do questionário funcional no sexto mês de seguimento foi menor que o basal, indicando que os pacientes apresentavam melhores funções dos MMSS em relação ao período pré-operatório. O questionário Disabilities of the Arm, Shoulder and Hand (DASH) também foi usado no estudo de Rizzi et al.15 e a análise de variância do estudo não mostrou diferença na função do membro superior entre os grupos durante o seguimento11. Em relação à função dos MMSS, um artigo descreveu uma diferença significativa entre os grupos em que a intervenção apresentou melhora quanto a esse desfecho, contra um estudo que não observou uma diferença significativa entre os grupos comparados. Deve-se considerar a discrepância entre os instrumentos utilizados nos dois artigos.

Os potenciais vieses para o estudo que podem ser considerados são: a heterogeneidade dos programas de exercícios testados; a diversidade de instrumentos utilizados para a avaliação de cada desfecho; o cegamento adequado da alocação dos participantes, pelo menos dos terapeutas que realizavam as avaliações; e falta de informações sobre análise do risco de viés em alguns estudos. A diferença de abordagem cirúrgica entre os participantes de cada estudo pode também ser um fator limitante para resultados mais fidedignos.

Em consonância com os resultados deste estudo, uma revisão Cochrane em 2010, que incluiu 24 estudos envolvendo 2.132 mulheres com câncer de mama, examinou o efeito da implementação precoce vs. tardia do exercício pós-operatório. Tal estudo22 concluiu que o exercício precoce foi mais eficaz do que o exercício tardio em significância estatística e clínica na ADM. Os autores recomendaram mais pesquisas que monitorem de perto a frequência e a intensidade do programa de exercícios. Em Yang et al.23, uma revisão sistemática mais recente em 2018, de seis estudos, incluindo dois ensaios clínicos randomizados, concluiu que programas de treinamento para pacientes submetidos à cirurgia de câncer de mama podem reduzir a dor e melhorar a recuperação funcional, especialmente no aumento da ADM do ombro22.

CONCLUSÃO

Mulheres que tenham sido submetidas a tratamento cirúrgico para câncer de mama podem realizar exercícios para MMSS, para melhora na ADM, força muscular, função de MMSS sem que ocorra a formação de seroma. Realizar uma intervenção imediata em pós-operatório de câncer de mama confere aos pacientes uma melhor ADM para realização de suas atividades de vida diárias e minimiza atrasos para as terapias adjuvantes. Iniciar o programa de exercícios no pós-operatório imediato tanto no 1° ou 15° dia, quanto iniciar após retirada de pontos e drenos, conforme previamente protocolado, terá a mesma probabilidade para formação de seroma. É importante que novos estudos sejam realizados, a fim de mensurar quais outros fatores estão relacionados ao surgimento do seroma.

REFERÊNCIAS

  • 1 Bray F, Laversanne M, Sung H, et al. Global cancer statistics 2022: GLOBOCAN estimates of incidence and mortality worldwide for 36 cancers in 185 countries. CA Cancer J Clin. 2024;74(3):229-63. doi: https://doi.org/10.3322/caac.21834
    » https://doi.org/10.3322/caac.21834
  • 2 Instituto Nacional de Câncer. Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil [Internet]. Rio de Janeiro: INCA; 2022. [acesso 2024 maio 15]. Disponível em: Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//estimativa-2023.pdf
    » https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//estimativa-2023.pdf
  • 3 Stallbaum JH, Baldissera C, Santos LF, et al. Influência do tratamento cirúrgico do câncer de mama sobre a funcionalidade do membro superior. Rev inspirar [Internet]. 2022[acesso 2024 ago 25];4(19):1-16. Disponível em: Disponível em: https://www.inspirar.com.br/wp-content/uploads/2020/02/702-1.pdf
    » https://www.inspirar.com.br/wp-content/uploads/2020/02/702-1.pdf
  • 4 Pinheiro TS, Barros HVO, Borges KWC. Atuação da fisioterapia no tratamento de sequelas incapacitantes em pacientes com cancer de mama. Liberum Accessum. 2020;4(1):1-8.
  • 5 Silveira LG. Cinesioterapia no pós-operatório de mastectomia: uma revisão integrativa [monografia na Internet]. Santa Catarina: Universidade do Sul de Santa Catarina; 2020. Disponível em: https://repositorio.animaeducacao.com.br/bitstream/ANIMA/16169/1/Cinesioterapia%20no%20P%C3%B3s%20Operat%C3%B3rio%20de%20Mastectomia%20-%20Luana%20G.%20Silveira.pdf
    » https://repositorio.animaeducacao.com.br/bitstream/ANIMA/16169/1/Cinesioterapia%20no%20P%C3%B3s%20Operat%C3%B3rio%20de%20Mastectomia%20-%20Luana%20G.%20Silveira.pdf
  • 6 Petito EL, Esteves MT, Elias S, et al. The influence of the initiation of an exercise programme on seroma formation and dehiscence following breast cancer surgery. J Clin Nurs. 2014;23(21-22):3087-94. doi: https://doi.org/10.1111/jocn.12544
    » https://doi.org/10.1111/jocn.12544
  • 7 University of York. Centre for Reviews and Dissemination. New York: University of York; 2019. PROSPERO - International prospective register of systematic reviews. 2023. [acesso 2023 ago 31]. Disponível em: Disponível em: https://www.crd.york.ac.uk/PROSPERO/
    » https://www.crd.york.ac.uk/PROSPERO/
  • 8 PEDro: Escala PEDro [Internet]. Database Physiotherapy Evidence. Sydney: Universidade de Sydney; IMH; 1999. [acesso 2024 jan 23]. Disponível em: Disponível em: https://pedro.org.au/portuguese/resources/pedro-scale/
    » https://pedro.org.au/portuguese/resources/pedro-scale/
  • 9 Verhagen AP, Vet HC, Bie RA, et al. The Delphi list: a criteria list for quality assessment of randomized clinical trials for conducting systematic reviews developed by Delphi consensus. J Clin Epidemiol. 1998;51(12):1235-41
  • 10 Shiwa SR, Costa LOP, Moser ADL, et al. PEDro: a base de dados de evidências em fisioterapia. Fisioter Mov [Internet]. 2011;24(3):523-33. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0103-51502011000300017
    » https://doi.org/10.1590/S0103-51502011000300017
  • 11 Moher D, Liberati A, Tetzlaff J, et al. Principais itens para relatar revisões sistemáticas e meta-análises: a recomendação PRISMA. Epidemiol Serv Saúde. 2015;24(2):335-42. doi: https://doi.org/10.5123/S1679-49742015000200017
    » https://doi.org/10.5123/S1679-49742015000200017
  • 12 Cinar N, Seckin Ü, Keskin D, et al. The Effectiveness of early rehabilitation in patients with modified radical mastectomy. Cancer Nursing. 2008;31(2):160-5.
  • 13 Jansen RFM, van Geel AN, Groot HGW, et al. Immediate versus delayed shoulder exercises after axillary lymph node dissection. Am J Surg. 1990;160(5):481-4. doi: https://doi.org/10.1016/s0002-9610(05)81008-6
    » https://doi.org/10.1016/s0002-9610(05)81008-6
  • 14 Majed M, Neimi CA, Youssef SM, et al. The impact of therapeutic exercises on the quality of life and shoulder range of motion in women after a mastectomy, an RCT. J Cancer Educ. 2022;37(3):843-51.
  • 15 Rizzi SKLA, Haddad CAS, Giron PS, et al. Exercise protocol with limited shoulder range of motion for 15 or 30 days after conservative surgery for breast cancer with oncoplastic technique: a randomized clinical trial. Am J Clin Oncol. 2021;44(6):283-90. doi: https://doi.org/10.1097/coc.0000000000000811
    » https://doi.org/10.1097/coc.0000000000000811
  • 16 Teodózio CGC, Marchito LO, Fabro EAN, et al. Shoulder amplitude movement does not influence postoperative wound complications after breast cancer surgery: a randomized clinical trial. Breast Cancer Res Treat. 2020;184(1):97-105. doi: https://doi.org/10.1007/s10549-020-05826-9
    » https://doi.org/10.1007/s10549-020-05826-9
  • 17 Iida S, Furukawa K, Yanagihara K, et al. An analysis of factors that influence the duration of suction drainage in breast cancer surgery J Nippon Med Sch. 2008;75(6):332-6. doi: https://doi.org/10.1272/jnms.75.332
    » https://doi.org/10.1272/jnms.75.332
  • 18 Gautam AP, Maiya AG, Vidyasagar MS. Effect of home-based exercise program on lymphedema and quality of life in female postmastectomy patients: Pre-post intervention study. J Rehabil Res Dev. 2011;48(10):1261. doi: https://doi.org/10.1682/jrrd.2010.05.0089
    » https://doi.org/10.1682/jrrd.2010.05.0089
  • 19 Schultz I, Barholm M, Gröndal S. Delayed shoulder exercises in reducing seroma frequency after modified radical mastectomy: a prospective randomized study. Ann Surg Oncol. 1997;4(4):293-7. doi: https://doi.org/10.1007/bf02303577
    » https://doi.org/10.1007/bf02303577
  • 20 Shamley DR, Barker K, Simonite V, et al. Delayed versus immediate exercises following surgery for breast cancer: a systematic review. Breast Cancer Res Treat. 2005;90(3):263-71.
  • 21 Bergmann A, Ribeiro MJP, Pedrosa E, et al. Fisioterapia em mastologia oncológica: rotinas do Hospital do Câncer III/INCA. Rev Bras Cancerol. 2006;52(1):97-109. doi: https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2006v52n1.1906
    » https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2006v52n1.1906
  • 22 McNeely ML, Campbell K, Ospina M, et al. Exercise interventions for upper-limb dysfunction due to breast cancer treatment. Cochrane Database Syst Rev. 2010;16:(6):CD005211. doi: https://doi.org/10.1002/14651858.cd005211.pub2
    » https://doi.org/10.1002/14651858.cd005211.pub2
  • 23 Yang A, Sokolof J, Gulati A. The effect of preoperative exercise on upper extremity recovery following breast cancer surgery. Int J Rehabil Res. 2018;41(3):189-96. doi: https://doi.org/10.1097/mrr.0000000000000288
    » https://doi.org/10.1097/mrr.0000000000000288
  • FONTES DE FINANCIAMENTO
    Não há.

Editado por

  • Editor-associado:
    Fernando Lopes Tavares de Lima. Orcid iD: https://orcid.org/0000-0002-8618-7608
  • Editora-científica:
    Anke Bergmann. Orcid iD: https://orcid.org/0000-0002-1972-8777

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    13 Jan 2025
  • Data do Fascículo
    2024

Histórico

  • Recebido
    06 Maio 2024
  • Aceito
    14 Ago 2024
location_on
Instituto Nacional de Câncer Rua Marquês de Pombal, 125 - 2º andar, Centro , CEP 20230-240, Tel.: +55 21 3207-6132 - Rio de Janeiro - RJ - Brazil
E-mail: rbc@inca.gov.br
rss_feed Acompanhe os números deste periódico no seu leitor de RSS
Ir para o topo Reportar erro