Breve Histórico
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Histórico e Marcos da Trajetória O periódico Horticultura Brasileira é o órgão oficial de divulgação científica da Associação Brasileira de Horticultura (ABH), fundada em 1961. O periódico Horticultura Brasileira é publicado de forma regular e ininterrupta há 42 anos. O volume 1 foi publicado em 1983, com dois números anuais. Em 1999, o periódico tornou-se quadrimestral; em 2002, trimestral e; desde 2023, assumiu a periodicidade anual com publicação contínua. Desde 2017, Horticultura Brasileira publica exclusivamente em inglês (embora aceite e tramite os trabalhos submetidos também em português e espanhol) e, desde 2020, é publicada exclusivamente de forma eletrônica (www.horticulturabrasileira.com.br; SciELO - Horticultura Brasileira). Ao longo desses anos, Horticultura Brasileira firmou-se como o principal periódico publicado no Brasil dedicado exclusivamente a trabalhos com hortaliças e plantas aromáticas, condimentares, medicinais e ornamentais. Missão do periódico Horticultura Brasileira destina-se à publicação de artigos técnico-científicos originais que envolvam hortaliças e plantas aromáticas, condimentares, medicinais e ornamentais, e que contribuam significativamente para o desenvolvimento destes setores. |
Acesso Aberto
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Este periódico segue o modelo de Acesso Aberto (Open Access), permitindo o acesso virtual, sem restrição (incluindo restrições financeiras), a todos os textos científicos publicados pelo periódico. Acesso aberto é a condição em que o detentor dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY), permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e autorizando qualquer usuário a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal. |
Conformidade com a Ciência Aberta
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Nossa política editorial segue a comunicação de pesquisa no modus operandi de Ciência Aberta. O movimento Ciência Aberta propõe diretrizes para a ciência colaborativa, compartilhada e pública. Em linha com essas diretrizes de Ciência Aberta, Horticultura Brasileira adota uma série de práticas, como a política de acesso livre, o código de boas práticas para editores e o uso de redes sociais para divulgação de trabalhos publicados. Além disso, o periódico demanda a indicação precisa da contribuição de cada um dos autores em artigos com múltipla autoria e a citação, referenciamento e declaração de dado de pesquisa. Horticultura Brasileira também aceita avaliar artigos publicados como |
Ética na Publicação
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Os autores devem observar o estrito atendimento às normas de conduta e, onde houver, à legislação que rege todas as questões éticas, inclusive as questões de gênero, no país em que foram executadas as atividades, assim como a redação, que resultaram no trabalho submetido à Horticultura Brasileira. Todos os autores devem ter participado efetivamente da elaboração do manuscrito, responsabilizando-se pelo conteúdo e pela veracidade das informações apresentadas. O autor correspondente é o responsável por garantir que todos os coautores estejam cientes da submissão e concordem com a publicação do trabalho. É obrigatória a indicação da contribuição individual de cada autor, conforme a taxonomia CRediT bem como a declaração explícita sobre a existência ou não de conflitos de interesses. O processo editorial do periódico Horticultura Brasileira é totalmente igualitário e inclusivo, não havendo privilégios de nenhuma ordem. Editores e pareceristas agem de forma imparcial, íntegra e confidencial na sua avaliação, priorizando críticas construtivas e cumprindo os prazos acordados. Horticultura Brasileira se orienta pelo Guia de Boas Práticas para o Fortalecimento da Ética na Publicação Científica, disponível em COPE (Committee on Publication Ethics). |
Foco e Escopo
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Horticultura Brasileira destina-se à publicação de artigos técnico-científicos originais que abordem qualquer uma das etapas da cadeia produtiva de hortaliças e plantas aromáticas, condimentares, medicinais e ornamentais, incluindo aspectos étnicos, sociais, econômicos e ambientais a elas relacionados, e que contribuam significativamente para o desenvolvimento da horticultura. |
Fontes de Indexação
Ficha Bibliográfica
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Título do periódico: Horticultura Brasileira Título abreviado: Hortic. Bras. Publicação de: Horticultura Brasileira Periodicidade: Anual Modalidade de publicação: Publicação contínua Ano de criação do periódico: 1983 |
Websites e Mídias Sociais
Preprints
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O Uso de |
Processo de Avaliação por Pares
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Os manuscritos são avaliados preliminarmente pela Comissão Editorial, que verifica a aderência do trabalho ao escopo do periódico, atendimento às normas de publicação, relevância técnica e/ou científica e qualidade do texto. A decisão da Comissão Editorial (adequado para tramitação ou não) é informada por meio do sistema de submissão eletrônica. Caso sejam necessárias modificações, os autores poderão submeter uma nova versão para avaliação. Assim que a tramitação é aprovada, o trabalho é encaminhado a pelo menos dois assessores ad hoc. Tão logo haja dois pareceres, o trabalho é avaliado por um Editor, que emitirá seu parecer: (1) recomendado para publicação, (2) necessidade de alterações, ou (3) não recomendado para publicação. Na situação 2, o trabalho é devolvido aos autores, que devem elaborar uma nova versão e disponibilizá-la no sistema eletrônico de submissão. O Editor poderá recomendar ou não a nova versão. Nenhuma alteração é incorporada ao trabalho sem a aprovação dos autores. Após o aceite em definitivo do trabalho, o autor de correspondência recebe uma cópia eletrônica da versão formatada, que deverá ser devolvida à Comissão Editorial em 48 horas. Nesta fase, não são aceitas modificações extensivas de conteúdo ou estilo. Alterações, adições, deleções e edições implicarão em novo exame do trabalho pela Comissão Editorial. Erros e omissões presentes no texto devolvido à Comissão Editorial são de inteira responsabilidade dos autores. O periódico Horticultura Brasileira publica, no final do artigo aprovado, o nome do(a) editor(a) responsável pela avaliação. A forma padrão de avaliação adotada pelo periódico é a duplo-cega. Contudo, nos casos de preprint, não é possível garantir o anonimato dos autores e, por isso, a avaliação pode ser simples-cega ou aberta. |
Dados Abertos
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Horticultura Brasileira segue a comunicação de pesquisa no modus operandi de Ciência Aberta. Os manuscritos submetidos devem vir acompanhados da declaração de disponibilidade dos dados de pesquisa. |
Cobrança de Taxas
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Horticultura Brasileira tem uma taxa de R$ 65,00 por página publicada e uma taxa de R$ 3,50 para indexação de cada referência bibliográfica a partir da 26ª referência do artigo. A cobrança dessas taxas será efetuada após o manuscrito ter sido aceito para publicação. |
Política de Ética e Más Condutas, Errata e Retratação
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Presume-se que, durante o desenvolvimento do trabalho, os autores tenham cumprido integralmente as normas éticas e legais vigentes no país em que foram realizadas as atividades, incluindo a redação e a condução experimental. Isso abrange o respeito às diretrizes institucionais e legais sobre ética na pesquisa, bem como às questões relativas a sexo e gênero quando aplicáveis. Inclui-se também a redação, que resultou no trabalho submetido à Horticultura Brasileira. O autor correspondente assume total responsabilidade pelo manuscrito submetido, incluindo a veracidade das informações, a conformidade com as normas editoriais da revista e a garantia de que todos os coautores participaram efetivamente do trabalho, leram a versão final e concordam com sua submissão. Não será exigida declaração de anuência individual dos demais autores, cabendo ao autor correspondente zelar pela integridade do processo. Caso o autor responsável pela submissão não seja o autor correspondente, essa atribuição poderá ser formalmente transferida por meio de declaração na carta de encaminhamento. Nos casos de má conduta no processo de publicação de artigos, os autores serão comunicados, será instaurado um processo investigativo e, caso confirmada a má conduta, a publicação será removida da plataforma. A utilização de erratas e a realização de retratação são regidas pelos guias disponibilizados pela Scielo: Guia para o registro, marcação e publicação de Errata Guia para o registro, marcação e publicação de retratação Todos autores devem indicar a contribuição dada e informar se há ou não conflito de interesses. O processo editorial do periódico Horticultura Brasileira é totalmente igualitário e inclusivo, não havendo privilégios de nenhuma ordem. Editores e pareceristas agem de forma imparcial, íntegra e confidencial na sua avaliação, priorizando críticas construtivas e cumprindo os prazos acordados. Horticultura Brasileira se orienta pelo Guia de Boas Práticas para o Fortalecimento da Ética na Publicação Científica. |
Política sobre Conflito de Interesses
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O conflito de interesses pode ser de natureza pessoal, comercial, política, acadêmica ou financeira. Conflitos de interesses podem ocorrer quando autores, revisores, editores e pareceristas possuem interesses que podem influenciar na elaboração ou avaliação de manuscritos. Ao submeter o manuscrito, os autores são responsáveis por reconhecer e revelar conflitos financeiros, ou de outra natureza, que possam ter influenciado o trabalho, inclusive conflitos de interesse que possam existir com relação a editores e pareceristas. Caso haja, ainda que potencialmente, conflito de interesse, o(s) autor(es) deve(m) informá-lo em documento próprio assinado e anexado à submissão. Para mais informações, veja Disclosure of Financial and Non-Financial Relationships and Activities, and Conflicts of Interest. Todos os artigos aceitos deverão conter, antes da seção de referências, uma seção intitulada: Declaração de Conflito de Interesses Os autores declaram não haver conflito de interesses. (ou) Os autores declaram os seguintes conflitos de interesse: [descrever claramente]. |
Adoção de Softwares de Verificação de Similaridade
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Horticultura Brasileira opera com sistemas e serviços reconhecidos de controle e verificação de similaridade de textos dos manuscritos recebidos com outros documentos para auxiliar na detecção de textos não devidamente citados ou situações que se caracterizam como plágio. |
Adoção de Softwares Uso de Recursos de Inteligência Artificial
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A Horticultura Brasileira reconhece que ferramentas baseadas em inteligência artificial (IA) podem ser empregadas eticamente em diferentes etapas da redação científica, desde que o uso seja transparente e devidamente informado. Essa diretriz segue as recomendações do Guia de uso de ferramentas e recursos de Inteligência Artificial na comunicação de pesquisas na Rede SciELO. Autores devem informar claramente o uso de IA no manuscrito, especificando a tecnologia empregada (nome, versão e origem), bem como sua finalidade. Esse uso deve ser descrito em seção específica, bem como quando for o caso na seção Material e Métodos. Essa exigência se aplica a qualquer ferramenta utilizada na redação, produção de imagens ou gráficos, tradução, compilação ou análise de dados. A simples utilização de IA para revisar ou parafrasear conteúdo originalmente escrito pelos autores, de modo similar a ferramentas gramaticais, não configura autoria compartilhada com a tecnologia, mas ainda assim deve ser informada de forma clara. O uso de IA para tradução automática completa do texto não é recomendado. Editores e pareceristas também podem utilizar ferramentas de IA como apoio técnico, por exemplo, para identificar similaridade textual, desde que respeitados os princípios de confidencialidade e integridade do processo editorial. Todos os manuscritos aceitos deverão incluir, antes da seção de referências, uma seção intitulada: Declaração sobre o uso de tecnologias de inteligência artificial Os autores declaram que não utilizaram ferramentas de inteligência artificial na redação, tradução, geração de imagens ou análise de dados neste manuscrito. (ou) Os autores declaram que utilizaram a ferramenta [nome, versão, origem], com a finalidade de descrever brevemente o uso, conforme informado na seção Material e Métodos. |
Questões de Sexo e Gênero
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A equipe editorial da Revista Horticultura Brasileira, juntamente com seus colaboradores, aderem às diretrizes de Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research – SAGER). Essas diretrizes oferecem uma estrutura para a integração de informações sobre sexo e gênero no desenho da pesquisa, na análise de dados, bem como na interpretação e divulgação dos resultados. O processo editorial do periódico Horticultura Brasileira é totalmente igualitário e inclusivo, não havendo privilégios de nenhuma ordem. Editores e pareceristas são orientados a atuar com imparcialidade, considerando os princípios de equidade, diversidade e inclusão em todas as etapas da tramitação editorial. |
Comitê de Ética
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Quando necessário, os autores devem anexar uma declaração do Comitê de Ética da instituição responsável por aprovar a execução das atividades relatadas no manuscrito. |
Direitos Autorais
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A Revista Horticultura Brasileira adota a licença Creative Commons Attribution BY 4.0. Essa política visa maximizar a disseminação de artigos e se alinha às políticas dos principais periódicos e editoras de acesso aberto do mundo todo. Os autores mantêm o direito autoral do manuscrito e concedem à Horticultura Brasileira o direito de primeira publicação. |
Propriedade Intelectual e Termos de Uso
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Autores de artigos publicados pelo periódico Horticultura Brasileira mantém os direitos autorais de seus trabalhos, licenciando-os sob a licença Creative Commons Attribution CC-BY 4.0, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado. Os dados, opiniões e conceitos emitidos nos artigos, bem como a exatidão das referências bibliográficas, são de inteira responsabilidade do(s) autor(es). Horticultura Brasileira encoraja os autores a arquivarem seus manuscritos aceitos, publicando-os em blogs pessoais, repositórios institucionais e mídias sociais acadêmicas, bem como postando-os em suas mídias sociais pessoais, desde que seja incluída a citação completa à versão do website do periódico. |
Patrocinadores e Agências de Fomento
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Horticultura Brasileira é mantida pela Associação Brasileira de Horticultura (ABH) e tem recebido apoio financeiro do Programa de Apoio a Publicações Científicas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e da Coordenação Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Ministério da Educação (MEC). |
Editor-Chefe
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Editores
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Tipos de Documentos Aceitos
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Os trabalhos enviados à Horticultura Brasileira devem ser originais, ainda não relatados ou submetidos à publicação em qualquer outro periódico ou veículo de divulgação. Após a submissão à Horticultura Brasileira e até o final de sua tramitação, é vedada a submissão do trabalho, em todo ou em parte, a qualquer outro periódico ou veículo de divulgação.
O Uso de Horticultura Brasileira incentiva que o primeiro autor do manuscrito seja filiado à Associação Brasileira de Horticultura (ABH) ou a associações nacionais com as quais a ABH mantenha Acordo de Reciprocidade, com anuidade regularizada. Embora essa filiação não seja obrigatória para submissão ou publicação, sua adoção é recomendada como forma de apoiar a manutenção e o fortalecimento da revista, cuja sustentabilidade depende diretamente do compromisso de seus associados. Todas as submissões aprovadas para publicação serão publicadas em inglês. Entretanto, trabalhos escritos em português ou espanhol também podem ser submetidos. Neste caso, quando o trabalho estiver em sua versão final, aprovada para publicação, os autores tanto podem providenciar a tradução para o inglês, quanto autorizar a Comissão Editorial a providenciá-la. Quando a versão traduzida fornecida pelos autores não atingir o padrão idiomático requerido para publicação, a Comissão Editorial encaminhará o texto para revisão por um especialista. Todos os custos decorrentes de tradução e revisão idiomática serão cobertos pelos autores. O periódico Horticultura Brasileira publica no final do artigo aprovado o nome do(a) editor(a) responsável pela avaliação. A forma padrão de avaliação adotada pelo periódico é a duplo-cega. Contudo, nos casos de preprint, não é possível garantir o anonimato dos autores e, por isso, a avaliação pode ser simples-cega ou aberta. Todos os artigos publicados receberão número de DOI. O periódico Horticultura Brasileira publica trabalhos nas seguintes seções:
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Contribuição dos Autores
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Para definir os autores do trabalho, adote os seguintes critérios, baseados em https://www.biomedcentral.com/getpublished/editorial-policies#authorship
Todos os manuscritos devem conter ao final do texto (antes das Referências), uma seção intitulada “Contribuição dos autores”, na qual sejam descritas de forma objetiva as responsabilidades e atividades desempenhadas por cada autor, conforme o modelo CRediT (Contributor Roles Taxonomy). Essa informação será publicada como parte integrante do artigo. A simples coleta de dados; cessão de genótipos, sementes ou outros insumos; discussão sobre os experimentos ou sobre os resultados e; a supervisão geral ou financiamento do grupo de pesquisa, por si só, não justificam a autoria e devem ser incluídos em Agradecimentos. |
Submissão do Manuscrito
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O arquivo do manuscrito deve ser submetido online em Acesso | Horticultura Brasileira (scielo.br). Os trabalhos submetidos entrarão em tramitação somente se:
Normas para publicação Estrutura do manuscrito (seções Pesquisa e Nota Científica) 1. Título: limitado a 90 caracteres, excluindo espaços. O nome científico da espécie deve ser incluído apenas quando a planta não possuir nome comum na língua do artigo. 2. Nome dos autores: os nomes devem ser apresentados por extenso. Abrevie apenas sobrenomes intermediários; os prenomes devem ser mantidos completos. Exemplo: Anne Marie Sullivan Radford deve ser escrito como Anne Marie S Radford. Utilize números sobrescritos para associar os autores às respectivas afiliações. 3. Afiliações institucionais: indicar o nome completo da instituição e, quando pertinente, do departamento, incluindo o endereço postal completo para todos os autores. Deve-se também informar o e-mail do autor correspondente. As afiliações devem ser vinculadas aos respectivos autores por meio de números sobrescritos. 4. Resumo e palavras-chave: o resumo deve conter no máximo 1.700 caracteres (sem espaços). As palavras-chave devem ser limitadas a seis, iniciando-se obrigatoriamente pelo nome científico do(s) organismo(s) estudado(s). Evite repetir termos já presentes no título. 5. Título, resumo e palavras-chave em português ou espanhol: para autores não falantes de português, a revista fornecerá a versão traduzida para o português. 6. Introdução (com até 60 linhas). 7. Material e Métodos. 8. Resultados e Discussão e Conclusões: o texto pode ser apresentado em uma única seção combinada (Resultados e Discussão) ou em duas ou três seções separadas (Resultados e Discussão e Conclusões), a critério dos autores. 9. Agradecimentos, quando aplicável 10. Contribuições dos autores: as contribuições individuais devem ser informadas de acordo com a taxonomia CRediT (Contributor Roles Taxonomy), que especifica as funções assumidas por cada autor durante a concepção e execução do trabalho. Exemplo: Conceptualização: Silva JMF, Oliveira R, Zeist AR. Metodologia: Silva JMF, Oliveira R. Análises formais: Oliveira R, Zeist AR. Investigação: Silva JMF, Oliveira R. Redação – versão original: Silva JMF, Oliveira R. Revisão e edição final: Zeist AR, Silva JMF. Supervisão: Zeist AR. Administração do projeto: Silva JMF. Aquisição de financiamento: Zeist AR. Declarações obrigatórias: o manuscrito deve incluir, antes da seção de Referências, as seguintes declarações, conforme aplicável: - Conflito de interesses: todos os autores devem declarar explicitamente a existência ou inexistência de conflitos de interesses relacionados ao manuscrito. Exemplo: “Os autores declaram não haver conflitos de interesse relacionados a este manuscrito.”; - Uso de tecnologias de inteligência artificial: caso tenham sido utilizadas ferramentas baseadas em IA (como auxílio à escrita, tradução, análise de dados, geração de imagens ou gráficos, entre outros), os autores devem incluir inclusive quando for o caso, na seção de Material e Métodos, o nome, a versão, o modelo e a fonte da tecnologia empregada. Independentemente disso, o manuscrito deve conter uma declaração explícita sobre o uso ou não de IA. Exemplo: “Foi utilizada a ferramenta ChatGPT (versão GPT-4, OpenAI, https://openai.com) para apoio na tradução do resumo do manuscrito. A revisão final foi realizada pelos autores. Nenhuma parte analítica, gráfica ou interpretativa foi conduzida por inteligência artificial.”; - Disponibilidade de dados: deve ser informado se os dados utilizados na pesquisa estão disponíveis em repositórios públicos, mediante solicitação ao autor correspondente ou se há restrições quanto ao acesso. Exemplo: “Os dados que suportam os achados deste estudo estão disponíveis mediante solicitação ao autor correspondente.” 11. Referências: recomenda-se limitar o número de referências bibliográficas a 25. A inclusão de um número superior não é proibida, mas implicará em cobrança adicional no processo de publicação. Pelo menos metade das referências deve corresponder a publicações dos últimos dez anos. Casos excepcionais devem ser devidamente justificados no campo “Comentários ao Editor” no sistema de submissão. Recomenda-se evitar a citação de resumos de eventos, dissertações e teses. No mínimo 90% das referências devem ser compostas por artigos publicados em língua inglesa. 12. Tabelas e Figuras: recomenda-se o limite de três tabelas e três figuras por artigo, com um máximo de cinco no total. Casos excepcionais devem ser justificados no campo “Comentários ao Editor”. Evite redundância entre texto, tabelas e figuras. Os títulos devem, obrigatoriamente, incluir local, instituição responsável e ano(s) de coleta dos dados, nesta ordem. Gráficos não devem ser inseridos como figuras, e o conteúdo original deve estar acessível. O autor correspondente assume integral responsabilidade pelo manuscrito, incluindo a conformidade com as normas editoriais. Caso o autor responsável pela submissão deseje, poderá assumir esse papel mediante declaração explícita na carta de encaminhamento. Em caso de dúvidas ou necessidade de outras orientações para a preparação do manuscrito, recomenda-se consultar os artigos mais recentes de Horticultura Brasileira ou entrar em contato com a Comissão Editorial.
Estrutura de manuscritos para outras seções Para manuscritos submetidos às demais seções (abaixo), não há uma estrutura rígida, mas recomenda-se seguir, sempre que possível, a mesma lógica das seções Pesquisa e Nota Científica, adaptando a estrutura à natureza do conteúdo.
Para todas as seções, permanecem obrigatórias: – As declarações finais (conflito de interesses, uso de IA, disponibilidade de dados) – A descrição das contribuições dos autores segundo a taxonomia CRediT – A inclusão das referências bibliográficas conforme os mesmos critérios de quantidade, atualidade e idioma já especificados.
As seguintes recomendações de estilo e formato do manuscrito foram preparadas para auxiliar o(s) autor(es) na preparação do seu trabalho científico. A observância das indicações aqui contidas agilizará significativamente a tramitação do seu trabalho. Este conjunto de recomendações possui duas partes: a primeira trata do estilo de escrita científica que esperamos encontrar nos textos que são submetidos à Horticultura Brasileira, enquanto a segunda trata da adequação do texto às normas de publicação que seguimos na revista. Utilize a primeira parte (Estilo) para preparar e revisar seu texto. Utilize a segunda parte quando o texto já estiver pronto, para adequá-lo às nossas normas.
Parte 1. Estilo Todo artigo científico é escrito para comunicar um novo conhecimento à sociedade. Para cumprir este papel, o artigo tem que ser lido e compreendido. Portanto, o texto é escrito para os leitores, não para os autores. Para ser lido, deve ser agradável. A leitura deve fluir e prender a atenção dos leitores. Para ser compreendido, deve ser claro e preciso e privilegiar a mensagem principal. Toda a primeira parte desse manual foi desenvolvida para auxiliar os autores a atingirem esses dois objetivos. Coloque-se sempre na posição do leitor: o que, de fato, você aprecia em um texto científico? O que, no seu entender, é um texto adequado? Que tipo de texto favorece a sua compreensão? Indicações de Ordem Geral 1. O texto científico deve ser claro e preciso: quanto menos palavras, melhor. As mensagens principais devem aparecer o mais cedo possível e se sobressaírem no texto; 2. Utilize frases curtas, na ordenação direta do idioma: sujeito, verbo e objeto. Essa construção comprovadamente favorece a compreensão da mensagem; 3. Utilizar verbos no lugar de seus substantivos correspondentes também comprovadamente favorece a compreensão do leitor. Por exemplo, prefira estabelecer a estabelecimento; desenvolver a desenvolvimento, descrever a descrição, e assim por diante; 4. Antes de submeter seu trabalho, peça a colegas que não estejam familiarizados com o tema para revisá-lo. Verifique com eles se as mensagens principais foram compreendidas. Caso não tenham sido, identifique as causas e refaça o texto; Título 5. O título é a seção mais lida de qualquer artigo científico. É também o primeiro contato entre o leitor e o trabalho. Deve ser ao mesmo tempo atraente, conciso e esclarecedor. Deve ser criativo e inovador, mas não pode ser confuso. O título deve despertar o interesse do leitor pelo trabalho. Escape dos ultrapassados e aborrecedores “Efeito de...”, “Comportamento de ...”, “Avaliação de ...” e similares. Veja você mesmo: quais dos títulos abaixo despertam mais o seu interesse? “Levantamento dos principais quesitos demandados pelos consumidores de hortaliças orgânicas” ou “O que desejam os consumidores de hortaliças orgânicas?” “Efeito da adubação fosfatada na produtividade de tomateiro” ou “Doses crescentes de fósforo duplicam a produtividade do tomateiro”. “Uso de correlação entre características agronômicas e de produção de óleos essenciais na seleção de genótipos de hortelã” ou “Correlação entre características agronômicas e produção de óleos essenciais: nova ferramenta no melhoramento de hortelã”. “Uso de características morfológicas para descrição de cultivares de crisântemo” ou “Descrição morfológica inequívoca de cultivares de crisântemo”. “Influência da temperatura e da lâmina de irrigação na produção de maxixe no sertão nordestino” ou “Produção de maxixe: superando o calor e o déficit hídrico” 6. A menos que traga destaque ao trabalho, evite incluir limitações à aplicabilidade dos resultados no título tais como, por exemplo, restrições geográficas ou condições de crescimento. 7. O resumo é a segunda seção mais lida em um artigo científico, logo após o título. Por isso, tem influência direta no impacto do trabalho. Um bom resumo deve despertar no leitor o interesse pelo trabalho completo; 8. O bom resumo atrai a atenção de leitores em geral e não somente aqueles familiarizados com o tema. Por isso, deve ser fácil de compreender; 9. O resumo deve ser conciso, claro e direto, mas também informativo; 10. Apesar da limitação de espaço, o bom resumo deve apresentar: (a) Uma breve justificativa do problema e a importância/relevância do trabalho; (b) Objetivo(s); (c) Principais elementos de Material e Métodos; (d) Resultados, se possível respaldados por números; (e) Principal(is) conclusão(ões); (f) Contribuição dos resultados para a solução/mitigação do problema e/ou para o avanço do conhecimento; 11. Abstract e resumo devem ser a melhor versão um do outro e não apenas meras traduções; Palavras-chave/Keywords 12. Quanto mais adequadas forem as palavras-chave, maior será o público efetivo do trabalho, aumentando em muito o seu impacto; 13. Palavras-chave/Keywords devem ser versões adequadas umas das outras; Introdução 14. Contextualize o trabalho, identificando: (a) O problema científico objeto do artigo; (b) A importância (justificativa) do problema; (c) O estado-da-arte a respeito do problema (trabalhos recentemente realizados, últimas discussões e resultados sobre o objeto, etc.); (d) Por que você realizou o seu trabalho? Em que ele difere do que já foi feito? Em que aspecto ele é inovador em relação aos demais? Porque é importante que o leitor conheça os seus resultados; 15. Quando apresentar números relativos à importância socioeconômica do problema, utilize informações recentes (no máximo, de três a cinco anos atrás); 16. Encerre a introdução com o principal objetivo do trabalho: apresente-o da forma mais clara e direta possível; Material e Métodos 17. A função básica da seção Material e Métodos é demonstrar ao leitor que o trabalho foi conduzido em obediência ao método científico e que os resultados são robustos. Este objetivo deve guiar a elaboração da seção; 18. Materiais e métodos devem ser descritos de forma a demonstrar a confiabilidade dos resultados, porém evitando detalhes supérfluos; 19. Os métodos devem permitir que o(s) objetivo(s) do trabalho seja(m) alcançado(s); 20. Apresente a localização e a data ou época de realização do(s) experimento(s); 21. Mencione o delineamento experimental utilizado, o número de repetições o tamanho das parcelas; 22. Indique a análise estatística utilizada e, quando for o caso, as transformações dos dados aplicadas; Resultados e Discussão 23. Coloque-se na posição de leitor: quantas vezes você abandonou a leitura de um trabalho porque não conseguiu encontrar os resultados para os quais o título (e resumo) atraiu a sua atenção? Evite isso no seu próprio trabalho; 24. Dê destaque absoluto aos seus resultados mais relevantes: liste-os já no primeiro parágrafo; 25. Especialmente em trabalhos em que são avaliadas muitas características, não caia na armadilha de dar a todas elas a mesma importância. Logo após o parágrafo de abertura de Resultados e Discussão, onde os resultados mais importantes devem ser indicados, basta mencionar rapidamente os resultados menos importantes em um segundo parágrafo, partindo imediatamente a seguir para a interpretação dos resultados mais impactantes nos parágrafos seguintes. Mantenha o foco no que é relevante. Não perca a atenção do seu leitor; 26. Discuta seus resultados à luz do conhecimento disponível. Discuti-los, porém, não é enfileirar artigos que encontraram resultados semelhantes ou distintos. Discuti-los é utilizar o conhecimento disponível para explicá-los e teorizar a respeito; 27. Frases como: “Como se vê na Tabela 1, ...”, “A Figura 1 mostra...”, “Os resultados de ... são apresentados na Tabela 1.” não devem ser utilizadas. Os resultados devem ser interpretados e discutidos no texto, indicando-se, entre parênteses, o gráfico, figura ou tabela onde podem ser encontrados, como segue: - A produtividade da cultivar Alpha no plantio de verão foi superior ao observado no inverno (Tabela 1); - O desenvolvimento das plantas aconteceu de forma exponencial na primeira parte do ciclo (Figura 1), independente da incidência diferencial de doença observada nesta fase (Tabela 1); 28. Encerre a seção com a(s) principal(is) conclusão(ões) do trabalho, indicando a sua contribuição para o avanço do conhecimento no tema. Agradecimentos 29. Use a seção para reconhecer as contribuições relevantes ao trabalho e ao artigo, tais como: - Os autores agradecem à Sementes do Brasil S/A pela disponibilização das sementes das cultivares Alfa e Beta; - Agradecemos à Dra. Victoria Tozzi pelo auxílio na análise estatística; - Gostaríamos de agradecer ao Dr. Christopher Koppe pela cuidadosa revisão do texto e pela valiosa contribuição na discussão dos resultados; - Os autores são gratos a Liliana Baptista e Geraldo Mendes por sua contribuição na coleta de dados e processamento das amostras; - O primeiro autor (opcionalmente, mencione o nome do autor, como aparece no início do trabalho) é bolsista do CNPq. O terceiro autor é bolsista de Iniciação Científica do CNPq; - Os autores agradecem à FAPEMIG, convênio 1923/2025, pelo financiamento parcial do trabalho; Referências 30. Limite as referências ao mínimo necessário para cobrir o tema; 31. Devem indicar que os autores estão atualizados com o tema; Gráficos, Figuras e Tabelas 32. Menos é mais: quanto mais gráficos, figuras e tabelas, menos destaque é dado aos resultados realmente relevantes; 33. Gráficos, figuras e tabelas devem servir ao leitor, não ao autor. Não registre nos gráficos, figuras e tabelas todos os seus dados experimentais, mas somente aqueles que, de fato, ilustram os resultados relevantes do trabalho; 34. Gráficos, figuras e tabelas devem ser claros, objetivos e autoexplicativos. O leitor não deve ter necessidade de recorrer às demais seções do manuscrito para compreendê-los; 35. Figuras, tabelas e gráficos não devem ser redundantes; 36. O uso de decimais deve ser observado com atenção. Se forem realmente necessários, o número de casas decimais deve ser reduzido ao mínimo. Quanto mais algarismos na tabela, maior é a poluição visual e maiores serão as chances do leitor perder o foco.
Parte 2. Formato A segunda parte deste manual diz respeito a adequar o manuscrito já elaborado às normas da revista Horticultura Brasileira. Se você busca indicações de como elaborar o texto do artigo, por favor refira-se à primeira parte deste manual. Indicações de Ordem Geral 1. O termo “variedade” deve ser utilizado apenas em sua acepção taxonômica. Quando não for o caso, deve ser substituído por “cultivar”; 2. Nomes científicos devem ser escritos em itálico, somente, e não em itálico e negrito (Solanum tuberosum); 3. Uma vez feita a conexão entre o nome científico e o nome comum, deve ser utilizado no trabalho preferencialmente o nome comum; Citação de Autores no Texto 4. A inicial do sobrenome deve ser maiúscula (Thompson, 2012); 5. A citação bibliográfica deve ser feita entre parênteses (Resende & Costa, 2015); 6. Quando houver mais de dois autores, utilize a expressão latina et alli abreviada, em itálico (Diederich et al., 2016); 7. Identifique os artigos do(s) mesmo(s) autor(es), no mesmo ano, por uma letra minúscula logo após o ano de publicação (Morel et al., 2017a,b); 8. Artigos do(s) mesmo(s) autor(es) publicados em anos diferentes devem ter os anos de publicação separados por vírgula (Inoue-Nagata et al., 2013, 2016); 9. Quando vários trabalhos forem citados em série, deve ser utilizada a ordem cronológica de publicação (Popescu et al., 2010; Anderson & Singh, 2015; Alagba et al., 2016; Ouma & Little, 2017); Título 10. Em negrito; 11. Letras maiúsculas são utilizadas apenas na primeira letra da primeira palavra e nos substantivos próprios; 12. No título, utilize nome comum e não o nome científico da espécie objeto do trabalho, a menos que não haja um nome comum; 13. O título deve obedecer ao limite de 120 caracteres, incluindo os espaços; Autores e endereço (veja exemplo após o número 20) 14. Nome dos autores em negrito, separados por ponto e vírgula; 15. Nome completo dos autores, abreviando-se os sobrenomes intermediários, mas sem abreviar os nomes próprios, mesmo quando compostos. Por exemplo: - Luiz Felipe Andrade Monteiro deve aparecer como Luiz Felipe A Monteiro (note que não há ponto após a abreviação de Andrade); - Exceção: sobrenomes compostos, com ou sem hífen, como, por exemplo, Smith-Lane ou Castelo Branco. Ambos devem aparecer por extenso; 16. Relacione os autores a suas respectivas instituições com uso de números sobrescritos e use ponto-e-vírgula para separar o endereço dos autores; 17. Apresente o nome da instituição e departamento, quando for o caso, seguido da cidade, estado e país, e do endereço eletrônico do autor; 18. Não apresente titulações (Dr., Prof., etc.); 19. Transfira as menções a bolsas para Agradecimentos; 20. Quando estudantes de graduação ou pós-graduação forem autores ou coautores, basta relacioná-los à instituição de ensino. Não é necessário indicar que são estudantes; Exemplo Pedro Augusto B de Lima1; Ann Claire Dolan2; José Enrique Cruz-Sosa3 1Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), Campos dos Goytacazes-RJ, Brazil, pedro.lima@uenf.br; 2University of York, York, United Kingdom, acdolan@york.ac.uk; 3Universidad Nacional de Colombia (UNAL), Palmira, Colombia, cruz-sosa@unal.edu.co Palavras-chave 21. Inicie sempre com o nome científico da espécie objeto do trabalho; 22. Não é necessário incluir palavras que já estejam no título; 23. Não use mais do que seis palavras-chave (ou termos de referência); Resumo e Abstract 24. O manuscrito deverá conter Resumo em português, e também o Abstract, em inglês. Ambos são limitados a 1200 caracteres, incluindo-se os espaços; 25. Não utilize tradutores eletrônicos para produzir o abstract; Material e Métodos 26. Apresente as coordenadas geográficas entre parênteses, da seguinte forma: (22º32’27’’S, 54º42’35’’O, 765 m de altitude); 27. Nas datas, utilize sempre o nome do mês: 12 de fevereiro de 2015, 14 de abril de 2017; 28. Sempre indique a análise estatística utilizada e, quando for o caso, as transformações dos dados aplicadas; 29. Apresente unidades de medida da seguinte forma: t/ha, mg/dm3 etc.; 30. Apresente os números até quinze por escrito (p.e., quatro avaliações, oito canteiros, quinze bandejas, etc.). A partir daí, utilize algarismos (p.e., 16 dias após o plantio, 20 pontos de observação, 42 parcelas); 31. Sempre utilize algarismos para representar quantidades seguidas de unidades de medida, assim como dias do mês e ano (2 t/ha, 8 g, 15 mL, 18 cm, 7 de fevereiro de 2017); Gráficos, Figuras e Tabelas 32. O limite para cada categoria (figuras, tabelas e gráficos) é três, com limite geral de cinco (duas figuras e três tabelas ou vice-versa, por exemplo); 33. Termine o enunciado indicando sempre, nessa ordem: local de realização do trabalho, instituição(ões) responsável(eis) e ano; 34. Use decimais apenas quando necessário, evitando assim gráficos e tabelas poluídas por muitos algarismos. Números muito pequenos devem ser apresentados multiplicados por 103 ou potência superior, indicando a unidade de medida junto à descrição da característica na primeira linha da tabela ou na legenda do gráfico; 35. Gráficos, figuras e tabelas devem ser autoexplicativos. Utilize o rodapé, se necessário, para fornecer as informações adicionais; 36. O padrão da revista para enunciados e rodapés deve ser rigorosamente observado, incluindo a menção à análise estatística (Tabela 1). Tabela 1. Produção comercial, peso médio dos tubérculos comerciais, aproveitamento após a fritura e tolerância ao esverdeamento em tubérculos de batata. Brasília, Embrapa Hortaliças, 2017.
Médias seguidas de mesma letra nas colunas não diferem estatisticamente entre si, Teste de Tukey, p < 0,05. 1/ Tubérculos com diâmetro transversal superior a 45 mm; 2/ Porcentagem de palitos adequados à comercialização após a fritura; 3/ Tolerância ao esverdeamento avaliada através de escala de notas de 1 (sem esverdeamento) a 9 (esverdeamento intenso), após quinze dias de exposição à luz. |
Ativos Digitais
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Tabelas, quadros e figuras: serão numerados consecutivamente com algarismos arábicos e, no manuscrito, devem estar localizados ao final do texto. Porém, a localização do ativo no texto deve ser claramente indicada. Os títulos e cabeçalhos devem ser descritivos e o ativo deve ser compreensível por si só, sem que seja necessário consultar outra parte do manuscrito. Devem ser editáveis, em preto e branco, em tamanho adequado, para que ao serem reduzidos não se percam detalhes relevantes. Os ativos devem ser visualmente limpos e de fácil compreensão. Evite o excesso de informações, concentrando-se naquelas que sejam de fato relevantes. Imagens: assim como os demais ativos, as imagens devem ter enunciados, títulos e legendas que as tornem compreensíveis independentemente do texto. Devem ser numeradas consecutivamente com algarismos arábicos em arquivos separados em formato .jpg ou .png de alta resolução (desejável 600 dpi). Os enunciados, títulos e legendas devem ser incluídos ao final o manuscrito. Porém, a localização da imagem no texto deve ser claramente indicada. |
Citações e Referências
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Os padrões para citação de referências no texto e apresentação das referências bibliográficas ao final do artigo seguem as normas específicas da revista Horticultura Brasileira, baseadas no sistema autor-data. A lista de referências deve ser apresentada em ordem alfabética e conter apenas os documentos citados no corpo do texto. Para citação no texto, utilizar: (Silva and Lima, 2023) quando houver dois autores, e (Silva et al., 2023) para três ou mais autores. Quando disponível, o DOI deve ser incluído ao final da referência.
a) Periódico SILVA, CQ; RODRIGUES, R; BENTO, CS; PIMENTA, S. 2017. Heterosis and combining ability in ornamental chili pepper. Horticultura Brasileira 35: 349-357. https://doi.org/10.1590/S0102-053620170306 b) Livro: FILGUEIRA, FAR. 2008. Novo manual de olericultura. Viçosa, BR: UFV. 412p. c) Capítulo de livro MUHAMMAD, L; UNDERWOOD, E. 2004. The maize agriculture context in Kenya. In: HILBECK, A; ANDOW, DA (eds). Environmental risk assessment of genetically modified organisms. v.1. A case study of Bt maize in Kenya. Wallingford, UK: CABI International. p. 21-56. d) Dissertações e teses HIJBEEK, R. 2017. On the role of soil organic matter for crop production in European arable farming. Wageningen, NL: Wageningen University. 211 p (Ph.D. thesis). e) Trabalhos completos publicados em anais de congressos (quando não incluídos em periódicos). Somente cite trabalhos publicados em anais de congressos após consultar a comissão editorial: van JOST, M; CLARK, CK; BENSON, W. 2007. Lettuce growth in high soil nitrate levels. In: INTERNATIONAL CONFERENCE ON NITROGEN USE IN HORTICULTURE, 4. Annals... Utrecht, NL: ISHS. p. 122-123. f) Citações de meios eletrônicos f.1) Website AUTORIA OU FONTE. Ano. Título ou cabeçalho principal da página. Available at: URL/endereço eletrônico. Acessado em Janeiro 15, 2018. f.2.) Publicação AUTORIA, AUTORES OU FONTE. Ano. Título do documento. Responsável/Editor. Available at: URL. Acessado em Janeiro 15, 2018. |
Documentos Suplementares
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Compulsórios Os documentos suplementares solicitados aos autores para que o trabalho submetido e aceito pela Comissão Editorial entre em tramitação são os seguintes:
Durante a avaliação do trabalho, outros documentos suplementares podem ser solicitados como, por exemplo, direito de uso de imagem (para o caso de fotografias com pessoas), termo de aprovação de comitês de ética e consentimento para uso de termos comerciais ou marcas, se necessário.
Opcionais Caso o trabalho tenha dados suplementares, o autor correspondente deverá apresentar uma declaração de disponibilidade indicando o local, natureza e referenciamento desses dados. Os links seguintes dão suporte quanto a informações sobre dados suplementares:
A partir da 26a referências bibliográficas, os autores serão responsáveis pelo custo de conversão de cada referência adicional em metadados; Pelo menos metade das referências deve ser de trabalhos publicados há no máximo dez anos, exceto em casos especiais, devidamente justificados pelos autores; Não use resumos de congresso e trabalhos publicados em anais de congresso, exceto em casos especiais, devidamente justificados pelos autores; Todos os trabalhos citados no texto devem ter sido listados nas referências e vice-versa; Não deve haver discordância na grafia do sobrenome dos autores e no ano de publicação entre a citação no texto e as referências; Apresente as referências em ordem alfabética pelo sobrenome do primeiro autor. |
Declaração de Financiamento
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Caso deseje informar as fontes de apoio financeiro, econômico ou logístico (in-kind), utilize a seção Agradecimentos e inclua o nome dos patrocinadores (com número do contrato, se desejar) e uma breve referência ao tipo de apoio recebido. |
Informações Adicionais
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Assuntos relacionados à Associação Brasileira de Horticultura (ABH), tais como afiliação, pagamento de anuidade, mudança de endereço e outros devem ser encaminhados à Diretoria da ABH, no seguinte endereço:
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