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Open-access Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material

Publicação de: Museu Paulista, Universidade de São Paulo
Área: Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas
Versão impressa ISSN: 0101-4714
Versão on-line ISSN: 1982-0267
Creative Common - by 4.0

SOBRE O PERIÓDICO

 

Breve Histórico

 

Anais do Museu Paulista vem sendo publicado desde 1922. A partir de 1993, o periódico passou a circular em nova série, com o subtítulo História e Cultura Material. Trata-se de periódico acadêmico que traz à discussão temas afeitos à cultura material como mediadora de práticas sociais, bem como abordagens inovadoras sobre processos históricos, museológicos e de conservação.

Como um dos periódicos correntes mais antigos da Universidade de São Paulo (USP), Anais do Museu Paulista mantinha sua edição impressa corrente até 2012, distribuída gratuitamente para mais de 350 instituições de ensino superior, museus e órgãos de preservação patrimonial no Brasil e no exterior. Com o agravamento da situação estrutural do edifício, houve uma grande redução de espaço disponível para armazenamento de estoque de publicações, motivo pelo qual a edição foi suspensa.

Em 2018, o periódico passou a operar no sistema de publicação contínua, num único volume anual, com submissões de artigos tramitados exclusivamente na plataforma Open Journal Systems hospedada no Portal de Revistas da USP.

O Periódico, que integra a coleção da SciELO desde julho de 2007, é editado pelo Museu Paulista da USP. A sua disponibilização no Portal de Revistas da USP e nas bases: SciELO, Scopus, REDALyC e DOAJ asseguram sua ampla visibilidade na comunidade científica.

A abreviatura de seu título é An. Mus. Paul., que deve ser usada em bibliografias, notas de rodapé e em referências e legendas bibliográficas. Seu ISSN para a versão impressa é 0101-4714, e para a versão online é 1982-0267.

 

 

Acesso Aberto

 

Anais do Museu Paulista segue o modelo de Acesso Aberto (Open Access), permitindo o acesso virtual, sem restrição (incluindo restrições financeiras), a todos os textos científicos publicados pelo periódico.  Acesso aberto é a condição em que o detentor dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY), permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e autorizando qualquer usuário a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal.

 

 

Conformidade com a Ciência Aberta

 

Em consonância com os princípios da Ciência Aberta, Anais do Museu Paulista incentiva o movimento, que propõe diretrizes para a prática científica colaborativa, compartilhada e pública. O Portal de Revistas da USP, onde também está locado o periódico, que é administrado pela Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (ABCD) da USP, também está em conformidade com o debate das práticas da ciência aberta, com o objetivo de prover acesso pleno, gratuito e comunicar pesquisa com ênfase na transparência dos processos e compartilhamento dos conteúdos em acesso aberto em prol do rigor metodológico e da cooperação entre pesquisadores.

Nesse sentindo, Anais do Museu Paulista aceita manuscritos que foram previamente publicados em preprints em plataformas públicas confiáveis como SciELO Preprints, desde que não tenham sido submetidos simultaneamente à revisão por pares em outro periódico. O periódico incentiva a transparência de compartilhamento de dados e apoia também as Recomendação da UNESCO sobre Ciência Aberta, assim como adota o Formulário sobre Conformidade com a Ciência Aberta.

 

 

Ética na Publicação

 

Anais do Museu Paulista adota as diretrizes éticas do Committee on Publication Ethics (COPE), do Código de Boas Práticas Científicas - FAPESP e as diretrizes do Council of Science Editors (CSE) em relação à publicação.

Os procedimentos seguidos em relação à más condutas e o tratamento em casos de comportamento antiético estão descritos abaixo.

 

 

Foco e Escopo

 

Anais do Museu Paulista publica artigos teóricos e monográficos que tragam à discussão temas afeitos à cultura material como mediadora de práticas sociais, bem como abordagens inovadoras sobre processos históricos, museológicos e de conservação. O periódico possui seis seções: Debates, Estudos de Cultura Material, Museus, Conservação e Restauração, Documentos e Resenhas. 

A seção Debates apresenta trabalhos de natureza conceitual e metodológica ou balanços temáticos potencialmente polêmicos. O texto-base é acompanhado de comentários e da resposta do autor convidado. A seção Estudos de Cultura Material focaliza essa temática a partir de múltiplos enfoques disciplinares, advindas, por exemplo, da história, antropologia, arqueologia, história da arte, arquitetura, urbanismo, geografia e sociologia. A seção Museus apresenta artigos que integram a abordagem do campo da cultura material aos contextos específicos dos museus e da museologia, como questões curatoriais ligadas a exposições, estudos de público, sistemas documentais, colecionismo institucional, práticas educativas etc. Conservação e Restauração reúne trabalhos que exploram debates conceituais, pesquisas e técnicas inovadoras na recuperação de fontes documentais, especialmente objetos, edificações, paisagens e iconografias. A seção Documentos acolhe artigos que problematizam a organização e abordagem de fontes materiais, visuais e textuais, que receberam tratamento em museus ou instituições afins. A última seção publica resenhas. As resenhas devem apresentar obras publicadas em português na área de História ou ciências afins. Devem conter título próprio em português e inglês, e apresentar: dados editoriais, objetivos e metodologia, principais argumentos e conclusões. Caso sejam feitas citações, essas devem referenciar a página exata. Extrapolando os limites de um simples resumo, a resenha deve proporcionar uma análise crítica da obra, seus impactos na historiografia e inserção nos debates sobre o tema tratado, além do público ao qual se destina. Não deve haver relação de orientação estabelecida entre resenhista e resenhado(a).

Os artigos submetidos devem ser inéditos em meios impressos ou eletrônicos, salvo aqueles disponibilizados em repositórios preprints, não sendo admitida a sua submissão simultânea, para avaliação, em outro periódico do Brasil ou do exterior. O idioma principal é o português, mas também se aceitam trabalhos escritos em inglês, francês ou espanhol.

 

 

Preservação Digital

 

O serviço de preservação digital de periódicos eletrônicos brasileiros foi disponibilizado pela Rede Cariniana à Agência USP (ABCD), incluindo os periódicos publicados na plataforma Open Jornal Systems. A Rede de Preservação do PKP (PKP PN) providencia serviços gratuitos de preservação de arquivos para os periódicos alocados no OJS.

O periódico segue também os padrões definidos no programa de Política de Preservação Digital do Programa SciELO.

 

 

Fontes de Indexação

   

 

Ficha Bibliográfica

 
  • Título do periódico: Anais do Museu Paulista
  • Título abreviado: An. Mus. Paul.
  • Publicação de: Universidade de São Paulo, Museu Paulista
  • Periodicidade: Anual
  • Modalidade de publicação: Publicação Contínua (PC)
  • Ano de criação do periódico: 1922
 

 

Websites e Mídias Sociais

   

 

POLÍTICA EDITORIAL

 

Preprints

 

Preprint é definido como um manuscrito pronto para submissão a um periódico e que é depositado em servidores de preprints confiáveis antes ou em paralelo à submissão a um periódico.

O uso do preprint é opção do autor, e supõe-se que, quando da submissão do artigo ao periódico, sejam informados o nome do servidor de Preprints e obrigatoriamente fornecer o DOI correspondente.

Anais do Museu Paulista aceita artigos publicados previamente em plataformas preprint como SciELO Preprints, o que deve ser informado pelo autor imediatamente no momento da submissão.

 

 

Processo de Avaliação por Pares

 

Atendendo às especificações formais das normas editoriais do periódico, os manuscritos passarão por uma triagem inicial, feita pelos Editores-chefes.

Após essa aprovação, os textos ingressam no processo de avaliação de mérito por meio de consulta a dois pareceristas ad hoc (especialistas na área ou nos temas em questão, com título mínimo de doutor) designados pelos Editores-chefes, assegurando o sistema avaliativo duplo cego.

Posteriormente, os pareceres e textos são apreciados em conjunto pela Comissão Editorial. Havendo pareceres conflitantes, pode-se recorrer a um terceiro parecerista ad hoc. Dessa apreciação resultará a aprovação ou reprovação do manuscrito, assim como a solicitação para que o autor proceda às reformulações que atendam parcial ou integralmente às críticas e sugestões dos pareceristas. Caso haja pedido de reformulação, o autor terá o prazo de sessenta dias para apresentar uma nova versão do texto, que será avaliada novamente pelos pareceristas que sugeriram as alterações ou pela Comissão Editorial, a quem compete a decisão final quanto ao aceite ou à recusa do texto.

O mesmo procedimento é aplicado a dossiês temáticos, cuja proposta deverá ser submetida aos Editores-chefes antes da submissão dos manuscritos, mediante apresentação de ementa justificativa, contendo títulos e resumos dos artigos previstos.

Os editores responsáveis pela avaliação de cada artigo/resenha serão citados ao final do artigo publicado.

 

 

Dados Abertos

 

Anais do Museu Paulista incentiva a autoras e autores de artigos publicados que os dados, códigos, e outros materiais resultantes de suas pesquisas sejam disponibilizados em repositórios acessíveis. É preciso apresentar justificativa em caso da negativa na apresentação desses dados.

Recomenda-se que se utilizem repositórios das instituições de um dos autores ou repositórios confiáveis. Para mais informações consultar:

 

 

Cobrança de Taxas

 

Anais do Museu Paulista não cobra taxa de submissão ou publicação de textos.

 

 

Política de Ética e Más Condutas, Errata e Retratação

 

Anais do Museu Paulista desenvolve seu trabalho em conformidade com princípios éticos e de respeito à cultura acadêmica e à produção intelectual, considerando o comportamento ético de todas as partes envolvidas na publicação: autores, editores e avaliadores de manuscritos.

As decisões editoriais do periódico não serão influenciadas por considerações comerciais ou de fontes de receita.

Anais do Museu Paulista tem um compromisso com os padrões intelectuais e princípios éticos e está disposto a publicar correções, esclarecimentos, retratações e desculpas quando necessário.

O plágio, ou a utilização de ideias ou formulações verbais, orais ou escritas de outrem sem lhes dar, expressa e claramente, o devido crédito, de modo a gerar razoavelmente a percepção de que sejam ideias ou formulações de autoria própria, constitui algo eticamente inaceitável pela comunidade científica – e sua omissão ou ocultamento também são intoleráveis.

Os autores devem responder às exigências de originalidade e ineditismo do manuscrito, no todo ou em parte, e garantir a explicitação de todas as fontes e referências que compõem o manuscrito. Anais do Museu Paulista utiliza o Similarity Check (iThenticate) como apoio para identificação de todos os tipos de plágio, incluindo autoplágio. Para mais informações consultar:

 

Deveres da equipe editorial

A decisão de publicação dos manuscritos é de responsabilidade dos Editores-chefe e estes são guiados pelas políticas do periódico, as quais obedecem às exigências legais em vigor sobre difamação, violação de direitos autorais e plágio.

Fatores referentes a posicionamento político ou ideológico, à diversidade étnica, de gênero ou religiosa, bem como às diferenças de perspectivas teóricas e metodológicas, não devem influenciar as ações e decisões realizadas durante o processo editorial.

Os Editores-chefes não divulgarão qualquer informação sobre um manuscrito submetido, a não ser aos pareceristas e ao Conselho Consultivo, mantendo a confidencialidade da submissão. A identidade dos autores e pareceristas serão mantidas em anonimato. A Comissão Editorial trata os manuscritos como documentos confidenciais.

As submissões de dossiês e números especiais serão conduzidas da mesma maneira que qualquer outra submissão. Os manuscritos serão considerados e aceitos somente por seu mérito acadêmico, a salvo de qualquer influência pessoal.

A assistência editorial tratará todos os fatos que envolvem as atividades editoriais com sigilo e máxima discrição, especialmente, aquelas ligadas a gestão dos processos de denúncias de plágio e outras infrações éticas.

A esse respeito, os Editores-chefes tomarão medidas cabíveis quando forem apresentadas reclamações éticas referentes a manuscritos submetidos ou artigos publicados, de modo a cooperar em investigações. A ação da revista será iniciada a partir de uma denúncia formal e claramente identificada.

Em caso de suspeita de má conduta, seja de artigos no prelo ou já publicados, seguindo as orientações do Committee on Publication Ethics (COPE), os Editores-chefes agirão dando aos autores direito de ampla defesa. Todas as denúncias serão investigadas, não importando quando o artigo tenha sido aprovado. A documentação relativa à denúncia permanece sob a guarda da revista.

Quanto aos pedidos de reconsideração dos manuscritos rejeitados, os editores poderão lançar mão de três expedientes, de acordo com decisão previamente discutida entre a referida comissão:

  • determinar se a decisão foi claramente explicada ao autor, garantindo que não foi baseada em informações erradas ou questionáveis, por exemplo, em uma interpretação errada do manuscrito ou falta de orientação do parecerista;
  • reconsiderar manuscritos rejeitados quando o autor fornecer boas razões pelas quais a decisão pode ter sido incorreta e dispondo-se a enviar uma nova versão do manuscrito em resposta aos comentários válidos dos pareceristas e editores;
  • incentivar a ressubmissão de manuscritos potencialmente aceitáveis que foram rejeitados por necessitar de revisões importantes ou dados adicionais, explicando objetivamente o que é necessário para tornar o manuscrito aceitável, bem como o processo e os procedimentos que serão adotados no processo de avaliação da nova versão.

 

Deveres dos avaliadores (pareceristas)

É necessário avaliar o manuscrito de forma objetiva e construtiva.

Os trabalhos recebidos para análise devem ser tratados como documentos confidenciais, não devendo ser divulgadas quaisquer informações sobre o manuscrito, nem mostradas ou discutidas com outras pessoas.

Os pareceristas devem registrar a declaração de conflito de interesse, disponibilizada no formulário de avaliação e manter a confidencialidade de qualquer informação fornecida pelo editor ou pelo autor, sem manter nenhuma cópia do manuscrito. Não devem se utilizar, para proveito pessoal, de informações ou ideias obtidas por meio da leitura dos trabalhos.

Cabe aos pareceristas indicar trabalhos relevantes já publicados que não foram citados pelos autores, bem como chamar a atenção dos editores sobre qualquer semelhança substancial ou sobreposição entre o manuscrito em questão e qualquer outro texto publicado de que tenham conhecimento.

 

Deveres dos autores

Entende-se como autor todo aquele que tenha efetivamente participado da concepção do estudo, do desenvolvimento, análise e interpretação dos dados e da redação final do manuscrito. Todos aqueles que fizeram essas contribuições devem ser listados como coautores. Pessoas que participaram em certos aspectos do projeto de pesquisa devem ser listadas como colaboradores, em notas. O autor principal deve garantir que todos os coautores apropriados estejam incluídos no artigo. O autor principal deve se certificar que todos os coautores viram e aprovaram a versão final do manuscrito e que concordaram com sua submissão para publicação.

Os autores devem conhecer e concordar com as condições para submissão e os termos da declaração de direito autoral que constam no sistema informatizado Open Journal Systems (OJS), hospedado no Portal de Revistas da USP. Devem seguir as normas da revista para a apresentação de manuscritos e enviar as permissões para uso, reprodução e publicação de gráficos, mapas, diagramas, fotografias, entrevistas realizadas etc.

Os autores devem garantir que os manuscritos sejam originais, caso não sejam preprints depositado em servidores confiáveis. Textos utilizados para sua execução devem ser devidamente citados. Plágio, em todas as suas formas, constitui um comportamento antiético e inaceitável. Devem também assegurar que o manuscrito não foi submetido a avaliação nem foi publicado em qualquer outro veículo.

Qualquer informação relevante que afete a análise deve ser declarada em “Comentários para editor”, que consta no processo de submissão do Portal de Revistas da USP. Devem também relatar eventuais conflitos de interesses que possam afetar o trâmite de avaliação editorial, bem como explicitar os cuidados tomados para mitigar tais conflitos.

É responsabilidade do autor notificar imediatamente o editor do periódico caso identifique erros significativos em sua publicação, cooperando para a divulgação de erratas, adendos, correções ou mesmo a retratação do artigo, quando isso for considerado necessário.

Também é responsabilidade dos autores informar todas as fontes de financiamento e apoio que contribuíram para a realização da pesquisa e da produção do manuscrito.

É responsabilidade dos autores conhecer e aceitar as regras de licença de uso da Creative Commons Attribution BY 4.0.

 

PROCEDIMENTOS NOS CASOS DE COMPORTAMENTO ANTIÉTICO

Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material se compromete a averiguar, após denúncia formal e claramente identificada, casos de:

  • Apropriação indevida de conteúdo alheio – essa infração ocorre quando se faz uso do conteúdo de terceiros sem a devida autorização, particularmente em casos de conteúdo ainda não publicado.
  • Plágio – consiste em assumir autoria total ou parcial de material de terceiros, o que não apenas infringe a ética em pesquisa científica como constitui crime.
  • Autoplágio – consiste na mera replicação de resultados de trabalhos anteriores sem a apresentação de novos resultados.
  • Autoria indevida – ocorre quando se alega autoria individual, excluindo os demais coautores. Essa má conduta também se aplica quando trabalhos em coautoria são apresentados ou publicados sem a autorização dos demais coautores, ainda que com a devida atribuição.
  • Violação de práticas de pesquisa amplamente aceitas – ocorre quando existe adulteração ou falsificação de fontes documentais, citações e dados estatísticos ou analíticos para obtenção de resultados desejados, o que compromete a integridade da pesquisa e, consequentemente, do artigo submetido ou publicado.

Constituem formas de comportamento inapropriado em caso de suspeita de má conduta na averiguação dos casos acima citados:

  • Falta de boa vontade para cooperar no esclarecimento de questões diante de suspeita de má conduta científica em relação ao autor.
  • Falta de comunicação de casos ou suspeitas de má conduta.
  • Destruição de evidências relacionadas a casos de infração.
  • Retaliação contra pessoas envolvidas na delação de má conduta científica.
  • Levantamento de falso testemunho referente à má conduta de terceiros.

As infrações éticas averiguadas, após investigação e amplo direito de defesa por parte das pessoas alvo de denúncia, serão tratadas de acordo com sua gravidade, por meio de:

  • Notificação do caso à parte ou a todos os envolvidos – o autor principal, todos os autores, a instituição que emprega o(s) autor(es), o financiador do estudo e os terceiros alvo de apropriação indevida e de plágio.
  • Publicação de notícia formal detalhando a má conduta em veículo que se julgar oportuno.
  • Publicação de retratação formal do artigo já publicado.

As queixas recebidas pelos Anais do Museu Paulista serão avaliadas e respondidas pelos Editores-chefes, responsáveis pela investigação dos problemas que surgirem, que ocorrerá de maneira sigilosa.

Nos casos de manuscritos suspeitos, seja por denúncia dos pareceristas ou mediante constatação dos Editores-chefes, o processo avaliativo poderá:

  • Ser interrompido, quando há prova clara de sua má conduta.
  • Ser suspenso, até que se averiguem a validade das acusações realizadas.
  • Gerar notificação aos terceiros prejudicados, conforme os casos de má conduta elencados acima.

Se houver eventual denúncia formal contra os editores, caberá a uma comissão designada pela Direção do Museu Paulista da USP a responsabilidade pela investigação.

Alegações, reclamações ou infrações éticas diferentes das citadas neste documento serão examinadas pelo Corpo Editorial à luz das práticas fornecidas pelo COPE, pelas Diretrizes do CSE da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC Brasil) e do Código de Boas Práticas Científicas da FAPESP

 

 

Política sobre Conflito de Interesses

 

O conflito de interesses pode ser de natureza pessoal, comercial, política, acadêmica ou financeira. Conflitos de interesses podem ocorrer quando autores, revisores ou editores possuem interesses que podem influenciar na elaboração ou avaliação de manuscritos. Ao submeter o manuscrito, os autores são responsáveis por reconhecer e revelar conflitos financeiros ou de outra natureza que possam ter influenciado o trabalho. Caso haja, ainda que potencialmente, conflito de interesse, o(s) autor(es) deve(m) informá-lo em documento próprio assinado e anexado à plataforma de submissão. Para mais informações ver: Disclosure of Financial and Non-Financial Relationships and Activities, and Conflicts of Interest.

Os Editores-chefes não conduzirão processo editorial de manuscritos em relação aos quais se estabeleça conflito de interesses. Quando necessário, os Editores designarão um editor específico e isento para cuidar do processo editorial do manuscrito ou consultar o Conselho Consultivo para discutir a melhor maneira de encaminhar a avaliação do estudo.

 

 

Adoção de Softwares de Verificação de Similaridade

 

Anais do Museu Paulista utiliza a plataforma iThenticate em todos os textos recebidos (artigos, resenhas, etc) para detecção de plágio ou similaridades logo após a submissão. 

Os manuscritos que tenham sido plagiados serão rejeitados e as/os Autores/as poderão incorrer em sanções determinadas pelos Editores-chefes de acordo com os procedimentos já citados acima.

 

 

Adoção de Softwares Uso de Recursos de Inteligência Artificial

 

O COPE declara que “as ferramentas de IA não podem ser listadas como autores de um artigo, pois não cumprem com os requisitos de autoria uma vez que não podem assumir a responsabilidade pelo trabalho submetido”.

Dessa forma, em concordância com essas declarações, Anais do Museu Paulista não admite que Inteligência Artificial generativa sejam incluídas como autores de artigos submetidos e tão pouco gerem trechos, produção de imagens e elementos gráficos ou coletem e analisem dados durante o processo de escrita, pois os (as) autores (as) são totalmente responsáveis pelo conteúdo de seus textos e são, portanto, devem responder por qualquer violação da ética de publicação.

 

 

Questões de Sexo e Gênero

 

A equipe editorial dos Anais do Museu Paulista, além dos autores que publicam na revista, devem sempre observar as diretrizes sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research – SAGER). As diretrizes SAGER compreendem um conjunto de diretrizes que orientam o relato de informações sobre sexo e gênero no desenho do estudo, na análise de dados e nos resultados e interpretação dos achados. Além disso, o periódico observa a política de equidade de gênero na formação de seu corpo editorial.

 

 

Comitê de Ética

 

Anais do Museu Paulista recomenda que as/os Autoras/es submetam suas pesquisas aos Comitês de Ética de suas instituições, responsáveis por aprovarem o atendimento das suas diretrizes de acordo com as exigências de cada área do conhecimento.

 

 

Direitos Autorais

 

As/os Autoras/es de artigos publicados por Anais do Museu Paulista mantêm os direitos autorais de seus trabalhos, licenciando-os sob a licença Creative Commons Attribution BY 4.0, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado. Os autores concedem à revista o direito de primeira publicação sob a Licença CC BY 4.0.

 

 

Propriedade Intelectual e Termos de Uso

 

Todo o conteúdo e os artigos publicados por Anais do Museu Paulista, exceto onde especificado de outra forma, estão licenciados sob a licença Creative Commons Attribution CC-BY 4.0.

Autores de artigos publicados pelo periódico mantém os direitos autorais de seus trabalhos, licenciando-os sob a licença Creative Commons Attribution, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado.

Anais do Museu Paulista encoraja os Autores a autoarquivar seus manuscritos aceitos, publicando-os em blogs pessoais, repositórios institucionais e mídias sociais acadêmicas, bem como postando-os em suas mídias sociais pessoais, desde que seja incluída a citação completa à versão do website do periódico.

 

 

Patrocinadores e Agências de Fomento

 

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Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais

 

Imagem organização

 

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

 

 


CORPO EDITORIAL

 

Editores-Chefes

   

 

Conselho Consultivo

   

 

Equipe Técnica

 

Assistência editorial

  • Virginia de Carvalho Ferraz, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil. E-mail: vicferraz@usp.br

 

Capa e projeto gráfico

  • Isabela de Oliveira Dias, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil. E-mail: isabeladias@usp.br

 

Conversão XML

  • Foco Digital Serviços e Editoria Eireli

 

Diagramação e tratamento de imagens

  • Ana Alice Koga, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil. E-mail: anaalicekoga@usp.br

 

Revisão ortográfica e normalização bibliográfica

  • Tikinet Edição Ltda. EPP
 

 


INSTRUÇÕES PARA OS AUTORES

DOI (Digital Object Identifier) nos manuscritos publicados

 

Todos os trabalhos aprovados quando da sua publicação final em Anais do Museu Paulista receberão seu Digital Object Identifier (DOI).

 

 

Tipos de Documentos Aceitos

 

Anais do Museu Paulista publica artigos teóricos e monográficos e também resenhas de caráter crítico que aportem novos conhecimentos. Os manuscritos submetidos devem ser inéditos em meios impressos ou eletrônicos, salvo aqueles disponibilizados em repositórios preprints, não sendo admitida a sua submissão simultânea, para avaliação, em outro periódico do Brasil ou do exterior. São aceitas versões substancialmente ampliadas e reelaboradas de trabalhos publicados em preprints ou anais de eventos científicos. O idioma principal é o português, mas também se aceitam trabalhos escritos em inglês, francês ou espanhol.

As resenhas devem apresentar obras publicadas em português na área de História ou ciências afins. Devem conter título próprio em português e inglês, e apresentar: dados editoriais, objetivos e metodologia, principais argumentos e conclusões. Caso sejam feitas citações, essas devem referenciar a página exata. Extrapolando os limites de um simples resumo, a resenha deve proporcionar uma análise crítica da obra, seus impactos na historiografia e inserção nos debates sobre o tema tratado, além do público ao qual se destina. Não deve haver relação de orientação estabelecida entre resenhista e resenhado(a).

 

 

Contribuição dos Autores

 

Em caso de textos de autoria múltiplas, Anais do Museu Paulista pode solicitar a descrição, em notas de rodapé, da participação específica de cada um dos signatários no trabalho publicado, de acordo com o padrão Contributor Roles Taxonomy (CRediT).

 

 

Preparação do Manuscrito

 

O arquivo deve conter o manuscrito de forma anônima, apresentando seu título, resumo (com no máximo 250 palavras), palavras-chave (de três a seis), título em inglês, abstract e keywords. Os autores devem evitar qualquer menção de autoria no corpo do texto, bem como nas notas de rodapé, de modo a garantir a avaliação cega por pares.

Quando da submissão, após o total preenchimento do perfil do autor principal, preencher no sistema todos os metadados de forma completa:

  • Título do manuscrito em dois idiomas (pt e en). 
  • Resumo do manuscrito em dois idiomas (pt e en), no caso de resenhas críticas não será preciso o preenchimento do resumo.
  • Palavras-chaves: de 3 a 6 (pt e en).
  • Nome (s) completo (s) do (s) coautor (es), e-mail, país e registro de ORCID (obrigatório).
  • Afiliação completa dos autores (deve-se indicar instituição + cidade, estado e país conforme exemplo: Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil).
  • Em caso de textos de autoria múltiplas descrever a participação específica de cada um dos signatários no trabalho publicado, de acordo com o padrão Contributor Roles Taxonomy (CRediT).
  • Resumo da biografia.
  • Financiamento dos artigos.
  • Demais informações solicitadas pelo sistema.
 

 

Formato de Envio dos Artigos

 

O manuscrito deverá:

  1. Ser inédito e destinar-se EXCLUSIVAMENTE ao periódico Anais do Museu Paulista (exceto os preprints). São aceitas versões substancialmente ampliadas e reelaboradas de trabalhos publicados em anais de eventos científicos.
  2. Conter no mínimo 20 laudas (sem ilustrações, notas e bibliografias), considerando que uma lauda equivale a 2100 caracteres com espaçamento. Como limite, aceitamos 50 (cinquenta) laudas digitadas (sem ilustrações, notas e bibliografias). Esse número poderá ser flexibilizado após consulta ao Editores-chefes.
  3. Ser escrito em português, inglês, francês ou espanhol.
  4. Estar em formato.doc ou .docx, com fonte Times New Roman e corpo 12, com numeração consecutiva das páginas.
  5. Ser enviado através do sistema de submissões OJS, hospedado no Portal de Revistas da USP, após prévio cadastro. 
  6. As imagens devem ser inseridas no corpo do manuscrito, podendo ser com formato reduzido e baixa resolução. As chamadas de figuras devem ser posicionadas diretamente no corpo do texto, entre parênteses. A numeração deverá ser sequencial e sem indicações decimais. Os arquivos deverão ser nomeados segundo sua chamada no texto e vir acompanhados de suas respectivas legendas e indicação de origem. As legendas devem estar dispostas ao longo do texto em pontos próximos à inserção das figuras e devem proporcionar uma breve descrição do elemento representado graficamente, com os créditos completos, não devendo ultrapassar trezentos caracteres.

Em relação à FORMATAÇÃO do arquivo:

  • Margens laterais 3 cm, superiores e inferiores em 2,5 cm.
  • RESUMO e ABSTRACT: Texto na mesma linha, após dois-pontos, primeira palavra em cAb, redondo, justificado, até 250 palavras. Não pode conter chamadas de referência. 
  • PALAVRAS-CHAVE e KEYWORDS: Entre 3 e 6 palavras-chave. Caixa-alta e baixa nas primeiras palavras. Separadas por ponto.
  • Texto com espaçamento simples. Em citações longas, recuo de 4 cm, tamanho 11, espaçamento 1,5; supressões utilizam colchetes: […].
  • Não há notas para agradecimentos ou indicação de fontes de financiamento, estas devem vir ao final do artigo, antes das referências bibliográficas, registradas em “AGRADECIMENTOS”, imediatamente após o final do artigo. 
  • Os subtítulos deverão vir indicados da seguinte forma: Estilo sub1 (NEGRITO, cA); Estilo sub2 (Negrito, só a inicial em cA) e Estilo sub3 (Itálico, só a inicial em cA).
  • As Figuras/gráficos devem receber título abaixo, em redondo, com ponto-final e, quando houver, Cidade, Ano da coleta dos dados.
  • As Tabelas/quadros devem ter título acima, redondo, sem ponto final, no formato de texto comum, sem recuo de parágrafo e centralizado.
  • As legendas deverão figurar abaixo da tabela/quadro/figura/gráfico, com ponto-final, e quando possuir chamada inserir: Autor, ano.
  • Figuras e todo tipo de ilustração (desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros) devem trazer a indicação da fonte nas legendas, mesmo que seja produção do próprio autor.
  • Os títulos de obras citados no corpo do texto, em notas e em referências serão destacados em itálico; assim como palavras em língua estrangeira. Transcrições de trechos de documentos ou obras bibliográficas (quando não ultrapassarem três linhas) serão citadas entre aspas, dentro do parágrafo e sem destaque na fonte.
 

 

Ativos Digitais

 

As Tabelas e imagens devem ser inseridas no corpo do texto, conforme detalhado acima. Após aprovação para publicação, será solicitado o envio dos arquivos digitais de alta resolução (com no mínimo 300 dpi, 15 x 18 cm e 2.048 x 1.536 pixels), devendo ser enviados pelas plataformas de compartilhamento de arquivos como Wetransfer.com, Google Drive ou Dropbox, nos formatos TIFF ou JPEG. Os arquivos dos Gráficos e tabelas deverão ser enviados em Excel.

A responsabilidade de obtenção dos direitos de reprodução (copyright) cabe exclusivamente aos autores. Após a aprovação do manuscrito, as devidas autorizações devem ser enviadas à Assistência editorial de Anais do Museu Paulista, acompanhadas de uma carta assinada pelo autor na qual se declara responsável pela publicação das imagens.

 

 

Citações e Referências

 

Tendo por base a NBR 6023/2018 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Anais do Museu Paulista adota o sistema autor-data para as citações indiretas do texto, que seguirão em notas de rodapé, e não no corpo do texto. Inseri-las em tamanho 11, espaçamento simples. A numeração das notas de referência é feita por algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para as chamadas autor-data e as notas explicativas. O padrão das notas é:

  • Autoria em cAb, data de publicação entre parênteses: 

Exemplo: Adorno (1998).

 

  • Se coincidir o ano de publicação de obras do mesmo autor, acrescenta-se à nota letra sequencial em minúscula. 

Exemplo: Holanda (2009a, 2009b).

 

  • Quando há mais de um autor os nomes são separados por vírgulas, como se estivessem num texto corrido:

Exemplo: Dois autores: Chaplin e Keaton (1920).

Exemplo: Três autores: Chaplin, Keaton e Marx (1940).

 

  • Em caso de diversas obras de autorias diversas, também se padroniza conforme um texto corrido. Os parênteses terão a função de diferenciar cada uma. Não havendo prejuízo para o sentido do texto, deve-se organizá-las em ordem alfabética:

Exemplo: Adorno (1998), Furtado (1999) e Prado Jr. (2000).

 

  • Em caso de citação de título sem autor, indicar as três primeiras palavras, seguidas de reticências. 

Exemplo: Carta aos fazendeiros… (1871).

 

  • Não usar ponto e vírgula para separar autores ou obras.
  • Nunca inserir expressões latinas dentro de parênteses:

Exemplo: Adorno (1998) e Furtado, op. cit. 

 

  • Quando o uso de uma expressão latina puder causar alguma dúvida sobre seu referente, repita a referência por completo.

Exemplo: 12 Adorno (1998), Furtado (1999) e Prado Jr. (2000).

 

  • Uma das principais características do periódico é seu duplo uso das notas: indicar as chamadas e inserir informações complementares ao artigo. No segundo caso, convém aplicar o sistema autor/data, visto que manter as de chamada em meio ao texto pode tornar imperceptível o que é chamada daquilo que é texto corrido.

Exemplo: 24 Cf. Diderot (2002). Era uma artimanha comum aos enciclopedistas o uso de referências cruzadas na confecção da obra (ROMANO, 1999). Isso permitia conduzir o leitor de um verbete inócuo para textos abertamente proibidos pelos censores (MATTOS, 2014).  

 

  • Quando não houver página ou menção literal ao autor no corpo do texto, a chamada ficará: Cf. Bardin (2009). Não usar cf. se for indicado o nome do autor ou a página.
  • As chamadas de citações "Cf." podem ser traduzidas para o idioma original da publicação. Sugestão de Voir para o francês e See para o idioma inglês.
  • Todas as expressões latinas (Id., ibid., apud, et al., op. cit. e loc. cit) SEMPRE são grafadas em itálico.
  • As chamadas para as notas de rodapé (números sobrescritos) deverão aparecer depois da primeira pontuação. 

Exemplo: “Pela primeira vez, a cidade (Paris), como nenhuma outra antes, acolheu artistas de todo o planeta, sem distinção de raça, dinheiro, estilo ou técnica”23.

 

Todas as referências bibliográficas e documentais utilizadas devem ser apresentadas ao final do texto, separadas em: “Fontes manuscritas”, “Fontes impressas”, “Livros, artigos e teses”, “Sites” e “Entrevistas”. NÃO inserir referências que não foram citadas no corpo do texto. A apresentação deve:

  • Indicar os autores pelo último sobrenome, em maiúsculas, seguido do prenome e demais sobrenomes por extenso. Quando houver mais de um autor, os nomes serão separados por ponto e vírgula seguido de espaço. Exemplos:

AMARAL, Aracy Abreu. (um autor)

GERODETTI, João Emilio; CORNEJO, Carlos. (dois autores)

HOLANDA, Sérgio Buarque de; DURAND, José Carlos; BRUNO, Ernani Silva. (três autores)

AMERICANO, Jorge et. al. (quatro autores ou mais)

 

  • Artigos de periódico devem ser referenciados da seguinte forma:

CAMPOS, Eudes. Nos caminhos da Luz, antigos palacetes da elite paulistana. Anais do Museu Paulista, São Paulo, v. 13, n. 1, p. 11-57, 2005.

 

  • Livros devem ser referenciados da seguinte forma:

BREFE, Ana Cláudia Fonseca. O Museu Paulista: Affonso de Taunay e a memória nacional 1917-1945. São Paulo: Editora Unesp: Museu Paulista da USP, 2005.

 

  • Capítulos de livros devem ser referenciados da seguinte forma:

RODGERS, Sylvia. Women’s Space in a Man’s House: the British House of Commons. In: ARDENER, Shirley (ed.). Women and Space: Ground Rules and Social Maps. Oxford: Berg, 1997. p. 46-69. Obs.: Subtítulos não apresentam itálico.

 

  • Capítulos de livros, com mesmo autor para o livro e o capítulo, devem ser referenciados da seguinte forma:

SAMARA, Eni de Mesquita. Mão-de-obra feminina, oportunidades e mercado de trabalho, no Brasil do século XIX. In: SAMARA, Eni de Mesquita. As ideias e os números do gênero: Argentina, Brasil e Chile no século XIX. São Paulo: Hucitec, 1997. p. 23-61. Obs.: Subtítulos não apresentam itálico.

 

  • Trabalho publicado em evento devem ser referenciados da seguinte forma:

BUENO, Beatriz Piccolotto Siqueira. Questão fundiária e imobiliária na história da cidade colonial e imperial: estudo comparativo de São Paulo e Santos. In: SEMINÁRIO DE HISTÓRIA DA CIDADE E DO URBANISMO, 9., 2006, São Paulo. Anais […]. São Paulo: FAU-USP, 2006. p.66-69.

 

  • Teses e dissertações devem ser referenciados da seguinte forma:

CABRAL, Edson. Análise das alterações climáticas da cidade de São Paulo (1887-1995) no contexto da expansão de sua mancha urbana. 1997. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1997.

 

  • Textos traduzidos devem ser referenciados da seguinte forma:

BARTHES, Roland. O sistema da moda. Tradução de Lineide do Lago Salvador Mosca. São Paulo: Nacional: Edusp, 1979.

 

Para indicar elementos complementares (edição do livro, tradução), é preciso que todas as referências do texto sigam o mesmo padrão. Por isso, recomendamos que apenas os dados essenciais sejam informados. A indicação complementar será excepcionalmente permitida em artigos que comparam diferentes traduções ou edições de uma obra, por exemplo.

As referências devem ser listadas tendo como diretriz a NBR 6023/2018 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que também deverá ser consultada para outros tipos de documentos não exemplificados nessas normas editoriais. Na listagem das referências, observar:

  • Nome de autores completo e por extenso e em ordem alfabética.
  • Caso os autores de um capítulo sejam também os autores/organizadores do livro, suprimir informação.
  • Títulos das obras grafados em itálico.
  • Páginas de um site que não sejam homepages ficam na seção Sites. Ex.: BEIGUELMAN, Giselle. Atropelados pela pandemia, museus rastejam na internet. Folha de S. Paulo, São Paulo, 17 abr. 2020. Disponível em: https://bit.ly/3kzyf1V. Acesso em: 1 out. 2020.
  • Informações complementares (edição, tradução etc.) devem ser evitadas. Apenas apontar o que for relevante.
  • Não precisa indicar a UF das cidades, exceto para “Brasília, DF” e “Washington, DC”.
  • Inserir hiperlink em todo link que seja necessário às referências.
  • Sempre indicar DOI, se houver, e inserir o hiperlink. Padrão: DOI: 10.1590/1982-3703003219132
  • Em referências de autoria institucional, indicar apenas o nome por extenso. Ex.: WORLD HEALTH ORGANIZATION.
  • Em imprentas com mais de uma editora e um mesmo local, citar apenas a primeira editora.
  • Buscar encurtar os links longos com encurtadores de URL.
  • Em referências de artigos de periódico, inserir os meses de publicação somente se a revista não tiver volume ou número.
  • Em referências com primeiro autor igual e mais de um autor, ordenar primeiro as referências com uma autoria, depois com duas, depois com três e depois et al.
  • As fontes citadas nas referências como jornais, programas e relatórios NÃO devem ter suas datas traduzidas. Devem seguir o idioma original da publicação.
 

 

Declaração de Financiamento

 

Se a pesquisa que originou o artigo houver recebido qualquer apoio financeiro, isso deve ser informado. A fonte de apoio deve ser nomeada, e é necessário indicar o número do contrato ou do processo administrativo junto à agência de fomento.

 

 

Contato

 

Museu Paulista da Universidade de São Paulo
Anais do Museu Paulista
Rua Bom Pastor, 731, Ipiranga, CEP 04203-050, São Paulo/SP, Brasil.
Tel.: (55 11) 2065-6641
E-mail: anaismp@usp.br

 

 

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