Open-access A mecânica de quique de um corredor olímpico: um relato de caso

Este estudo examina a mecânica de corrida de um maratonista de elite (ER) comparado a nadadores (SWI) e jogadores de futebol (SOC) em velocidades de 3.9, 4.4 e 5.0 m·s−1. O ER mostrou 22–25% mais rigidez vertical (kvert) que o SWI e 4–6% a mais que o SOC, devido a forças máximas maiores e menor deslocamento vertical. As menores razões tce/tae e tbrake/tpush sugerem transições eficientes e melhor conservação de energia. Ao contrário do SWI e SOC, com menor rigidez e maior tempo de frenagem, o padrão de corrida do ER revela adaptações para eficiência energética e resistência, especialmente na mecânica de rebote. Essas características destacam estratégias biomecânicas exclusivas, diferenciando atletas de resistência de outros esportes.

Palavras-chave:
Rigidez vertical; Histórico esportivo; Corredor de maratona; Biomecânica da corrida

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