| 1. Percepção distorcida, barreiras de interpretação e prioridades estratégicas vagas |
| 1.1 Miopia ou incapacidade de a organização olhar para o futuro com clareza (Barr et al., 1992; Escobar et al., 2023; Hanelt et al., 2021; Krüger, 1996; Rumelt, 1995; Santos, 2023; Vial, 2019). |
| 1.2 Negação ou recusa em aceitar qualquer informação que não seja esperada ou desejada (Barr et al., 1992; Cieslak & Valor, 2025; Escobar et al., 2023; Rumelt, 1995). |
1.3 Perpetuação de ideias, tendência a permanecer com os mesmos pensamentos diante de mudanças do contexto (Barr et al., 1992; Benavides et al., 2020; Krüger, 1996; Rumelt, 1995; Zeffane, 1996). |
| 2. Baixa motivação para a mudança |
| 2.1 Custo direto da mudança (Rumelt, 1995; Sarwar et al., 2023). |
| Fontes de resistência |
| 2.2 Custos de canibalização, mudanças que trazem sucesso ao projeto, mas podem acarretar prejuízos a outros, exigindo algum tipo de sacrifício (Kusmaryanto & Santoso, 2025; Rumelt, 1995). |
| 2.3 Falhas passadas (Figueiredo et al., 2022; Rumelt, 1995). |
| 2.4 Diferentes níveis de interesse entre funcionários e gestores (AlMaazmi et al., 2024; Waddell & Sohal, 1998). |
| 3. Falta de resposta criativa |
| 3.1 Mudanças ambientais rápidas e complexas que não permitem uma análise adequada da situação (Ansoff, 1988; Hanelt et al., 2021; Rumelt, 1995; Santos, 2023). |
3.2 Mentalidade reativa, resignação ou tendência a acreditar que os obstáculos são inevitáveis (Rumelt, 1995; Venson et al., 2024). |
| 3.3 Visão estratégica inadequada ou falta de compromisso claro da alta direção com a mudança (AlMaazmi et al., 2024; Cieslak & Valor, 2025; Escobar et al., 2023; Rumelt, 1995; Santos, 2023; Waddell & Sohal, 1998). |
| 4. Impasse político-cultural |
| 4.1 Quando há uma relação negativa entre o clima de implementação, os valores de mudança e os valores organizacionais, resistência e oposição à mudança tendem a ocorrer (Escobar et al., 2023; Klein & Sorra, 1996; Santos, 2023; Scott, 1990; Venson et al., 2024). |
| 4.2 Política departamental (Scott, 1990; Rumelt, 1995; Beer & Eisenstat, 1996; Sarwar et al., 2023). |
| 4.3 Crença incomensurável, ou desacordo forte e definitivo entre os membros do grupo (Beer & Eisenstat, 1996; Rumelt, 1995; Sarwar et al., 2023; Scott, 1990). |
| 4.4 Valores profundamente enraizados e lealdade emocional (Krüger, 1996; Nemeth, 1997; Paletta & Moreiro-González, 2020; Scott, 1990; Strebel, 1994). |
| 5. Outras fontes de resistência |
| 5.1 Inação da liderança, eventualmente devido ao medo gerado por incerteza ou pela mudança do status quo (Cieslak & Valor, 2025; Escobar et al., 2023; Krüger, 1996; Maurer, 1996; Rumelt, 1995; Santos, 2023; Venson et al., 2024). |
| 5.2 Rotinas incorporadas (Hannah & Freeman, 1984; Joia et al., 2014; Rumelt, 1995; Starbuck et al., 1978). |
| 5.3 Problemas de ação coletiva (Rumelt, 1995; Sarwar et al., 2023). |
| 5.4 Falta de capacidade necessária para implementar a mudança (Benavides et al., 2020; Kusmaryanto & Santoso, 2025; Rumelt, 1995; Santos, 2023). |
| 5.5 Cinismo (Maurer, 1996; Moraes et al., 2022; Reichers et al., 1997; Scott, 1990). |