| Fernandes e colaboradores; 2017 11 |
Vivências maternas na realidade de ter um filho com câncer |
BVS |
A revelação do diagnóstico de câncer é recebida como notícia inesperada e gera em muitas mães sentimentos inicialmente inexplicáveis, como tristeza, medo e conformação. A tristeza é um sentimento que faz parte da vida de qualquer indivíduo e todo ser humano está sujeito a ela. |
| Ferreira e colaboradores; 2019 12 |
Um olhar fenomenológico sobre o cuidador familiar e os cuidados paliativos ao paciente oncológico |
BVS |
Compreende-se que há diferenças nas vivências de cada cuidador familiar, ainda que alguns fatores se assemelhem; e, apesar da situação de extremas mudanças em sua vida, a função é desempenhada de maneira que esses cuidadores se sentem bem, recompensados e dignificados. |
| Bastos; 2019 13 |
Na iminência da morte: cuidado paliativo e luto antecipatório para crianças/adolescentes e os seus cuidadores |
SciELO |
A experiência da criança, do adolescente e dos pais demonstrou ser regulada de forma interdependente, e o luto antecipatório assemelhou-se ao processo de luto não reconhecido, por não haver espaço social para sua expressão e elaboração. O luto antecipatório dos pais envolve intensa carga emocional, a qual demonstrou restringir a capacidade imaginativa direcionada ao futuro, orientando, dessa forma, a construção de significados focalizada no presente. |
| Santos e colaboradores; 2018 14 |
Vivências de mães com crianças internadas com diagnóstico de câncer |
Lilacs |
Em vista do esgotamento físico e mental experimentado pelas mães, este estudo revela a necessidade de profissionais de saúde serem sensíveis às necessidades de suporte emocional, além de desenvolver competências emocionais para atendimento integral da criança e da família, com uma rede de apoio socioafetivo, constituindo mecanismo de conforto para as mães. |
| Silva e colaboradores; 2021 15 |
Resiliência de cuidadores familiares de crianças e adolescentes em tratamento de neoplasias e fatores associados |
Lilacs |
Evidenciaram-se correlações fracas a moderadas, de forma direta, entre nível de resiliência e qualidade de vida; e de forma inversa, entre estresse e distúrbios psíquicos menores. |
| Vieira e colaboradores; 2017 16 |
Mães/acompanhantes de crianças com câncer: apreensão da cultura hospitalar |
SciELO |
Receber a notícia do câncer infantil provoca transformações físicas, emocionais e sociais na unidade familiar. A família acredita estar vivenciando um pesadelo, vê-se inserida em um mundo que traz medo e angústia e sente-se culpada pelo adoecimento da criança. Essas reações acontecem pois o contexto do câncer remete, impreterivelmente, a família à finitude. Ela interpreta as palavras recebidas com dor e sentimentos de tristeza, desesperança e medo da morte. |
| Oliveira e Gaspar; 2024 17 |
Câncer infantil e resiliência familiar: estudo com famílias que vivenciaram o tratamento |
Lilacs |
Durante o processo de enfrentamento inicial do câncer, os sentimentos mais comuns vivenciados por familiares estão relacionados a choque, desespero, susto, revolta e angústia diante do diagnóstico da doença, responsáveis por gerar tumulto na vida dos familiares dos pacientes com câncer. |