Breve Histórico
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A ‘Saúde em Debate’, criada em 1976, é uma publicação do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), inicialmente disponibilizada em versão impressa (ISSN 0103-1104) e, a partir de 2014, em versão online (ISSN 2358-2898). Segue a modalidade de fluxo contínuo, mantendo a organização em números regulares trimestrais (online) e especiais temáticos (online), que podem ser impressos a partir de demandas específicas. |
Sobre a editora (publisher)
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O Cebes é uma organização social sem fins lucrativos, criada em 1976, com o lema “saúde é democracia, democracia é saúde”, que reflete a estreita conexão entre a luta por uma sociedade justa e democrática e a defesa do direito à saúde como direito humano fundamental. Desde sua origem, a entidade ocupou-se da produção e difusão de conhecimentos científicos que contribuíssem para o debate acerca dos problemas de saúde da população, da política de saúde e da construção de sistemas de saúde universais, integrais e igualitários. Nesse sentido, foi protagonista central do Movimento da Reforma Sanitária (MRS) e da criação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. A ‘Saúde em Debate’ se constituiu no principal veículo de disseminação do pensamento da Reforma Sanitária Brasileira (RSB). Ao longo de suas cinco décadas, permanece sendo um espaço de divulgação do pensamento crítico da saúde coletiva, da política de saúde e dos avanços e desafios enfrentados pelos sistemas universais de saúde, no âmbito nacional e internacional. Com isso, o Cebes tem contribuído para a formação de uma rede de ativistas com potencial para influenciar e operacionalizar políticas de saúde. |
Atualizações e histórico
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A ‘Saúde em Debate’ é o primeiro periódico científico brasileiro do campo da saúde coletiva. Situa-se entre os periódicos nacionais que mais publicam análises sobre políticas de saúde, estimulando o debate sobre os problemas atuais dos sistemas de saúde e sobre as grandes questões da saúde nacional e internacional. É reconhecida como um dos principais veículos de difusão do pensamento da RSB, constituindo-se, ela mesma, em campo de estudos acadêmicos, como dissertações e teses. O periódico tem implementado um processo permanente de qualificação da equipe editorial, com participação de editores e da equipe técnica em eventos, cursos e treinamentos, especialmente oferecidos pela Scientific Electronic Library Online (SciELO) e pela Associação Brasileira de Editores Científicos (Abec). Principais conquistas dos últimos anos da ‘Saúde em Debate’: 2025
2024
2023
2022
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Indicadores
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A ‘Saúde em Debate’ está classificada como A2 no Qualis/Capes – área-mãe saúde coletiva. No ranking do Google Acadêmico/Google Scholar, encontra-se entre os primeiros periódicos científicos do Brasil. Acesse as métricas em: https://analytics.scielo.org/?journal=0103-1104&collection=scl |
Acesso aberto
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O periódico segue o modelo de Acesso Aberto (Open Access), permitindo o acesso gratuito, virtual e sem qualquer restrição (incluindo restrições financeiras) a todos os textos publicados. Acesso Aberto é a condição em que o detentor dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY), permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e autorizando qualquer usuário a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal. |
Conformidade com a Ciência Aberta
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A ‘Saúde em Debate’ adota a política de Acesso Aberto do tipo Golden Open Access, com os artigos disponibilizados para acesso integral e gratuito na internet. Os autores, no ato da submissão, devem preencher o Formulário sobre conformidade com a Ciência Aberta e inserir no sistema OJS, na etapa upload dos arquivos, como ‘Componentes do artigo, Documento complementar’. |
Ética na publicação
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O periódico segue as Recomendações para elaboração, redação, edição e publicação de trabalhos acadêmicos em periódicos médicos, do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE), e adota as diretrizes internacionais de integridade científica, como as recomendações dos códigos de conduta ética em publicação e de boas práticas de editoração do Committee on Publication Ethics (Cope). Além disso, segue as orientações do ‘Guia SciELO de Boas Práticas para o Fortalecimento da Ética na Publicação Científica’ e os ‘Princípios de Transparência e Boas Práticas em Publicações Acadêmicas’ recomendados pelo Directory of Open Access Journals (Doaj). A ‘Saúde em Debate’ não admite plágio (apresentar frases, ideias, conceitos ou teorias como se fossem suas, ou seja, sem citar o autor original), autoplágio (utilizar, total ou parcialmente, textos próprios já publicados como se fossem inéditos) e publicação duplicada (apresentar um manuscrito que se sobreponha substancialmente a um já publicado). Salienta que plágio é crime previsto no Código Penal brasileiro. Manuscritos que adotem tais práticas são rejeitados. Os artigos derivados de trabalhos acadêmicos (dissertações e teses) depositados em repositórios institucionais não constituem autoplágio. O depósito de teses e dissertações em repositórios institucionais não compromete o ineditismo e deve ser reconhecido como parte legítima da comunicação científica. O periódicoreafirma seu compromisso com a Ciência Aberta, defendendo políticas editoriais que assegurem a transparência, valorizem a declaração da origem dos manuscritos e fortaleçam a disseminação pública do conhecimento científico. A publicação de artigos com resultados de pesquisas envolvendo seres humanos está condicionada ao cumprimento dos princípios éticos contidos naDeclaração de Helsinki e ao atendimento à legislação específica do país onde foi realizada. Pesquisas realizadas no Brasil devem seguir os princípios éticos estabelecidos nas Resoluções nº 466/2012 enº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e vir acompanhadas de cópia do parecer de aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP). Pesquisas que envolvem animais devem seguir os princípios éticos internacionais e a Resolução nº 30/2016 do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), apresentando documento de aprovação por CEP Animal. Em quaisquer casos, todas as informações devem ser registradas na seção ‘Material e métodos’, incluindo o número do parecer de aprovação do respectivo Comitê. Pesquisas clínicas devem conter o número de identificação em um dos registros de ensaios clínicos validados pela da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE). Nesses casos, o número de identificação deve constar no final do resumo e na seção ‘Material e métodos’. |
Foco e escopo
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A ‘Saúde em Debate’ publica manuscritos que contribuam para o conhecimento científico e para a prática do campo da saúde coletiva, especialmente os que incorporem em seus objetos as dimensões da política, do planejamento e/ou da gestão em saúde. Destina-se à comunidade acadêmica, aos trabalhadores e gestores da saúde e das demais políticas sociais, aos movimentos sociais e à população geral. |
Preservação digital
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O periódico é parte da Rede SciELO e segue os padrões definidos na Política de Preservação Digital do Programa SciELO. A SciELO utiliza a infraestrutura da Rede de Preservação Cariniana, Lockss para a preservação das suas coleções. Atualmente, estão disponibilizadas na SciELO as publicações partir de 2011. A coleção completa, iniciada em 1976, encontra-se nos acervos digitais da plataforma DocPro, que promove o depósito legal digital na Biblioteca Nacional, disponível em: https://www.docvirt.com/asp/saudeemdebate/default.asp. |
Fontes de indexação
Ficha bibliográfica
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Título do periódico: Saúde em Debate Título abreviado: Saúde Debate, usado em bibliografias, notas de rodapé, referências e legendas bibliográficas Publicação de: Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) Periodicidade: a periodicidade é trimestral, e, a critério do Comitê Editorial, são publicados números especiais temáticos que seguem o mesmo processo de submissão e avaliação dos números regulares. Modalidade de publicação: contínua, organizada em números regulares e em números especiais temáticos. Ano de criação do periódico: 1976 |
Websites e mídias sociais
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Facebook: https://web.facebook.com/cebesbrasil Instagram: https://www.instagram.com/cebesbrasil?igsh=MTloZW5hbDF3emEwbg== X: https://x.com/i/flow/login?redirect_after_login=%2FCebesBR |
Preprints
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A ‘Saúde em Debate’ aceita artigos em preprint desde que não tenham sido submetidos a outro periódico e estejam depositados em servidores reconhecidos, como SciELO Preprints, bioRxiv, medRxiv, OSF Preprints (SocArXiv, PsyArXiv), Research Square. Um preprint é definido como um manuscrito pronto para submissão, depositado em servidores confiáveis antes ou em paralelo à submissão a um periódico. Essa prática se junta à da publicação contínua como mecanismo para acelerar a comunicação dos resultados das pesquisas. Artigos em preprint recebem o mesmo tratamento que os artigos depositados diretamente na revista, exceto pela impossibilidade de manter o anonimato dos autores no processo de avaliação por pares. |
Processo de avaliação dos manuscritos
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A plataforma de submissão online da ‘Saúde em Debate’ é o OJS. É um sistema completo de gerenciamento de fluxo de trabalho de periódicos científicos que inclui: submissão, revisão por pares, produção e publicação. O processo de avaliação depende da disponibilidade de editores associados e de avaliadores, assim, a decisão final pode levar até 120 dias. Avaliação inicial Todos os manuscritos submetidos passam por uma avaliação inicial, realizada por um editor-chefe, na qual consideram-se a linguagem, a originalidade, a relevância, a atualidade, o escopo e a aderência à política editorial. Manuscritos que não atenderem a esses requisitos serão rejeitados. Revisão técnica Manuscritos não rejeitados na avaliação inicial passam por revisão técnica, em que são analisados a documentação e o cumprimento das normas da revista. O parecer técnico é anexado no sistema OJS e enviado aos autores com os pareceres emitidos pelos avaliadores. Avaliação por pares (peer review) Manuscritos que seguem no processo de avaliação são encaminhados a um editor associado, que os analisa e pode sugerir sua rejeição ou indicar pareceristas de acordo com o tema e a expertise, os quais devem emitir seu parecer com base no roteiro disponibilizado no sistema, podendo sugerir aprovação, rejeição ou recomendar alterações no texto. Caso haja divergência entre os pareceres, o manuscrito é encaminhado a um terceiro parecerista. Com base nos pareceres recebidos, o editor associado recomenda a aceitação, a rejeição ou a reformulação do manuscrito. No caso de solicitação de reformulação, os autores devem devolver o manuscrito revisado no prazo de 15 dias, que pode ser prorrogado a pedido deles. Não havendo manifestação dos autores no prazo estabelecido, o manuscrito é excluído do sistema. A versão corrigida pelos autores é analisada pelo editor associado, que pode decidir pelo aceite do manuscrito (se considerar que todas as recomendações dos pareceristas foram cumpridas) ou criar uma segunda rodada de avaliação para emissão de novos pareceres, que podem indicar aceite, rejeição ou solicitação de novas correções, e assim sucessivamente até a decisão final. O editor associado também é responsável pela leitura e aprovação da versão final do manuscrito diagramado. Em consonância com os princípios da Ciência Aberta, a ‘Saúde em Debate’ publica, no final do manuscrito aprovado, o nome, a afiliação institucional e o Orcid do editor associado responsável pela avaliação do artigo. A ‘Saúde em Debate’ adota três modalidades de avaliação por pares:
A modalidade de avaliação mais comum adotada pela revista é a duplo-cega. Entretanto, nos casos de preprint, o anonimato dos autores não é assegurado. Decisão editorial As editoras-chefes têm plena autoridade para decidir sobre a aceitação final do trabalho, bem como sobre as alterações efetuadas. Não são admitidos acréscimos ou modificações posteriores à aprovação final do trabalho. Após o aceite do manuscrito, a equipe técnica dará as orientações e fará os encaminhamentos para a produção editorial, que envolve: normalização, revisão ortográfica e gramatical, tradução, diagramação (PDF e XML) e envio às bases de dados. Esse processo pode demorar até 60 dias. Submissões internas Os editoriais publicados nos números regulares e as apresentações publicadas nos números especiais temáticos não são submetidos à avaliação por pares, contudo, são revisados e aprovados pelo Comitê Editorial da revista. |
Dados Abertos
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A ‘Saúde em Debate’ incentiva os autores a disponibilizarem todos os dados da pesquisa (banco de dados, métodos, códigos e outros materiais utilizados e resultantes da pesquisa) em repositórios confiáveis de Acesso Aberto. Possui uma página na SciELO Data para que os autores depositem seus dados de pesquisa, que pode ser acessada em: https://data.scielo.org/dataverse/brsdeb. Caso os autores decidam depositar os dados em outro repositório, há opções disponíveis em: https://www.scielo.org/pt-br/sobre-o-scielo/metodologias-e-tecnologias/lista-de-repositorios-para-deposito-de-dados-de-pesquisa/. Para auxiliar no depósito de dados, recomendamos consultar o ‘Guia de Preparação de dados de pesquisa’ e o ‘Guia de depósito de dados’. |
Cobrança de Taxas
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Taxa de submissão A ‘Saúde em Debate’ não cobra taxas de submissão. Taxa de publicação É cobrada taxa de publicação no valor de R$ 1.000 (atualizada em fevereiro de 2026). O valor dos manuscritos aprovados para as seções de entrevista e resenha é de R$ 800. O Comitê Editorial avaliará solicitações de desconto ou de isenção da taxa de publicação. Outros custos Custos adicionais referem-se a: 1) revisão ortográfica e gramatical (obrigatória), realizada por profissional especializado, sendo facultada aos autores a escolha de um revisor da lista disponibilizada pela revista; 2) tradução para a língua inglesa, espanhola e/ou portuguesa (opcional), com base em uma lista de tradutores indicados pela revista. Nos dois casos, a negociação deve ocorrer entre autores, revisores/tradutores. |
Política de Ética e Más Condutas, Errata e Retratação
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A ‘Saúde em Debate’ está comprometida com princípios éticos e de transparência na pesquisa e nas comunicações científicas. Segue as orientações e as recomendações do ICMJE para elaboração, redação, edição e publicação de trabalhos acadêmicos. Adota, nos processos editoriais,osprincípios de transparência e de boas práticas em publicações acadêmicasdo Cope, que incluem procedimentos diante de erros ou de más condutas em pesquisa e na comunicação científica, além do ‘Guia de boas práticas para o fortalecimento da ética na publicação científica’ da Rede SciELO. Erratas A ‘Saúde em Debate’ adota a política de correções pós-publicação em conformidade com o ‘Guia para registro e publicação de errata’ da SciELO, assegurando a precisão e a transparência do registro científico. As correções, por meio de erratas, podem ocorrer quando forem identificados erros científicos, factuais ou editoriais que não invalidam o conteúdo central do artigo, mas que exijam atualização ou ajuste para garantir a exatidão das informações. A solicitação pode ser feita pelos autores, editores ou leitores e deve ser encaminhada ao e-mail oficial da revista (revista@saudeemdebate.org.br), com a descrição detalhada do erro e da correção proposta. Após avaliação editorial, a correção é publicada como errata, mantendo-se o manuscrito original e registrando-se a alteração ao final do texto, com vinculação por Digital Object Identifier (DOI). Retratações A ‘Saúde em Debate’ adota diretrizes rígidas para prevenir e identificar eventuais más condutas nas pesquisas. A retratação será efetuada quando houver comprovação de erro grave que comprometa os resultados ou as conclusões do estudo, bem como em casos de fraude, fabricação ou manipulação de dados, plágio, publicação redundante ou violações éticas relativas à pesquisa com seres humanos ou animais. A apuração é conduzida pelo Conselho Editorial em conformidade com as diretrizes Cope. Confirmadas as irregularidades, a decisão final pela retratação é tomada dando ciência aos autores. Dois tipos de retratação são possíveis: 1) retratação total: cancela todo o conteúdo do documento publicado; 2) retratação parcial: cancela parte do conteúdo do documento publicado. A revista explicita, de forma clara, o motivo pelo qual o documento está sendo objeto de retratação em texto que deve incluir a citação completa do documento retratado na norma bibliográfica adotada pelo periódico. |
Política sobre Conflito de Interesses
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Conflitos de interesses podem ocorrer quando autores, revisores ou editores possuem interesses que podem ter influenciado na elaboração do manuscrito e/ou influenciar no processo de avaliação. Ao submeter o manuscrito, os autores são responsáveis por reconhecer e declarar conflitos financeiros ou de outra natureza que possam ter influenciado o trabalho. Exemplos de conflitos de interesses: vinculação empregatícia, consultoria, financiamento recebido, participação acionária em empresas, honorária, testemunho de especialistas pagos, patentes, entre outros. Caso haja, ainda que potencialmente, conflito de interesses, o(s) autor(es) deve(m) informá-lo na folha de rosto anexada ao sistema no momento da submissão. Da mesma forma, os revisores devem informar, ao editor responsável, qualquer conflito de interesses que possa influenciar na análise do manuscrito, declarando-se impossibilitado de decidir sobre ele.
Quando um editor tiver conflito de interesses, deve delegar a decisão a outros editores. |
Adoção de Softwares de Verificação de Similaridade
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Os manuscritos recebidos passam por um software de detecção de plágio durante a avaliação técnica, com emissão de relatório. A ‘Saúde em Debate’ utiliza o software Crossref Similarity Check integrado ao iThenticate. Os autores podem ser questionados sobre as informações identificadas pela ferramenta, a fim de garantir a originalidade dos manuscritos, referenciando todas as fontes utilizadas. Caso seja comprovada a existência de plágio, o manuscrito é rejeitado. Os artigos derivados de trabalhos acadêmicos (dissertações e teses) depositados em repositórios institucionais não constituem autoplágio. O depósito de teses e dissertações em repositórios institucionais não compromete o ineditismo e deve ser reconhecido como parte legítima da comunicação científica. A ‘Saúde em Debate’ reafirma seu compromisso com a Ciência Aberta, defendendo políticas editoriais que assegurem a transparência, valorizem a declaração da origem dos manuscritos e fortaleçam a disseminação pública do conhecimento científico. |
Adoção de Softwares Uso de Recursos de Inteligência Artificial
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A equipe editorial informa que não utiliza ferramentas de Inteligência Artificial (IA) generativa no processo editorial. Contudo, a ‘Saúde em Debate’ reconhece que a IA pode ser empregada como ferramenta auxiliar em atividades de pesquisa. A revista permite que autores utilizem a IA (LLMs, chatbots ou criadores de imagens) nas seguintes situações: revisão linguística, correção gramatical e organização textual. O uso de IA deve ser registrado na seção ‘Material e métodos’, informando o nome da ferramenta e o motivo do uso. A utilização dessas tecnologias deve ser realizada sob a supervisão dos pesquisadores, com a autoria permanecendo exclusivamente humana, conforme os critérios do ICMJE e as recomendações da World Association of Medical Editors (Wame). Se for constatada a utilização de aplicativo de IA durante a análise de similaridade e isso não foi adequadamente informado, o manuscrito será automaticamente desconsiderado para publicação. |
Questões de Sexo e Gênero
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A equipe editorial da ‘Saúde em Debate’, assim como os autores que publicam nela, devem seguir as orientações sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa(Sex and Gender Equity in Research, Sager). As diretrizes Sager compreendem um conjunto de diretrizes que orientam o relato de informações sobre sexo e gênero no desenho do estudo, na análise e na interpretação dos resultados. Além disso, o periódico observa a política de equidade de gênero na formação de seu corpo editorial. Assegura que os processos de avaliação e decisão sejam conduzidos com imparcialidade, transparência e respeito à pluralidade de saberes, identidades e experiências. Nenhum manuscrito é recusado liminarmente com base em características dos autores, tais como cor da pele, etnia, nacionalidade, religião, orientação sexual, identidade ou expressão de gênero, deficiência, condição socioeconômica, idade, posicionamento político ou qualquer outro fator discriminatório. A revista incentiva a publicação de temáticas e abordagens que enfrentam as desigualdades sociais em saúde e reafirma seu compromisso com a ampliação da acessibilidade dos conteúdos, em consonância com os princípios da Ciência Aberta e das boas práticas editoriais. |
Comitê de Ética em Pesquisa
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Os autores devem anexar, no ato da submissão, o comprovante de aprovação do CEP da instituição responsável pela aprovação da pesquisa. Toda pesquisa conduzida com seres humanos deve prever o consentimento de seus participantes ou de seus responsáveis legais, que devem conhecer os objetivos da pesquisa, os potenciais riscos e os benefícios. A eles, deve ser fornecido o contato dos pesquisadores e garantida a opção de se retirar do estudo a qualquer momento. A forma de obtenção do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e o seu conteúdo devem ser analisados e aprovados pelo CEP. |
Direitos Autorais
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Em caso de publicação do manuscrito na ‘Saúde em Debate’, os autores mantêm os direitos autorais sobre ele, permitindo, por meio da Licença Creative Commons Attribution BY 4.0,que seja utilizado e distribuído sem restrição desde que o trabalho original seja corretamente citado. Os autores, sob essa licença, autorizam a primeira publicação na ‘Saúde em Debate’. |
Propriedade Intelectual e Termos de Uso
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RESPONSABILIDADE DO SITE O site da ‘Saúde em Debate’ garante a integridade, a credibilidade e a ética das informações e dos processos de publicação, mantendo as políticas editoriais atualizadas. Adere às diretrizes éticas do Cope, assegurando a validade e a relevância científica dos textos publicados, e segue a Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil, garantindo a proteção dos dados pessoais dos seus usuários (autores, revisores e leitores). A ‘Saúde em Debate’ se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, visando manter o padrão culto da língua, respeitando o estilo dos autores. RESPONSABILIDADE DO AUTOR Autores de artigos publicados pela ‘Saúde em Debate’ mantêm os direitos autorais de seus trabalhos, concedendo à revista o direito de primeira publicação, licenciando-os sob a Licença Creative Commons Attribution (CC BY 4.0), que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição desde que haja reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista. As opiniões expressas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade. A ‘Saúde em Debate’ encoraja os autores a autoarquivar seus manuscritos aceitos, publicando-os em blogs pessoais, repositórios institucionais e mídias sociais acadêmicas, bem como postando-os em suas mídias sociais pessoais, desde que seja incluída a citação completa da versão disponível no site da revista. Os autores são responsáveis por assegurar a originalidade, a precisão e a integridade dos manuscritos submetidos à ‘Saúde em Debate’, garantindo que a pesquisa tenha sido conduzida e relatada de forma ética e transparente. As submissões devem seguir as diretrizes editoriais do periódico e observar padrões internacionais de boas práticas científicas, como os estabelecidos pelo ICMJE e pelo Cope. O cumprimento desses princípios é fundamental para a credibilidade da publicação e para a confiabilidade do conhecimento produzido no campo da saúde. Devem, ainda, atender prontamente às solicitações do Comitê Editorial ou dos avaliadores, respondendo de forma clara, dentro dos prazos estabelecidos, e fornecendo esclarecimentos ou materiais complementares quando requisitados. Comunicar imediatamente à editoria qualquer erro relevante identificado no artigo, antes ou depois da publicação, colaborando com a emissão de errata, retratação ou outras medidas necessárias para preservação da integridade científica.
RESPONSABILIDADES DOS EDITORES Garantir que as diretrizes do processo de avaliação por pares permaneçam atualizadas e disponíveis de forma transparente, assegurando que autores e avaliadores sejam claramente informados sobre os procedimentos, os critérios e as responsabilidades envolvidos no fluxo editorial. Assegurar o cumprimento dos prazos de avaliação e publicação, promovendo agilidade e eficiência em todas as etapas do processo editorial. Garantir que a decisão sobre a aceitação ou rejeição de um artigo seja fundamentada exclusivamente em critérios acadêmicos, rigor metodológico e relevância científica. Estabelecer e manter mecanismos eficazes para identificar, prevenir e gerenciar conflitos de interesses envolvendo autores, avaliadores e membros da editoria. Tratar todas as submissões com equidade, livre de discriminação por gênero, nacionalidade, afiliação institucional, posição acadêmica ou qualquer outro fator alheio ao mérito científico. Atuar com diligência e rapidez diante de suspeitas de má conduta acadêmica, plágio, manipulação de dados ou outras irregularidades, adotando os procedimentos éticos cabíveis.
Garantir independência editorial, assegurando que decisões sobre avaliação e publicação não sejam influenciadas por interesses pessoais, institucionais, econômicos ou políticos. Manter canais acessíveis para recebimento e encaminhamento de reclamações, dúvidas ou contestações por parte de autores, avaliadores e leitores, promovendo transparência e responsabilidade editorial. Buscar continuamente melhorias no processo de gestão e na política editorial da revista, incorporando ferramentas, práticas e recomendações atualizadas de organismos reconhecidos na área de editoração científica. Desenvolver estratégias de divulgação científica que ampliem a visibilidade e o alcance social da revista, promovendo a disseminação de seus conteúdos em diferentes plataformas e fortalecendo o acesso público ao conhecimento produzido RESPONSABILIDADES DOS AVALIADORES Verificar se o manuscrito está alinhado à sua área de expertise e, caso contrário, informar à editoria para que outro avaliador seja indicado. Declarar imediatamente eventuais conflitos de interesses (financeiros, profissionais, acadêmicos ou pessoais) e, quando pertinente, recusar a avaliação. Manter abertura a novas abordagens, métodos e perspectivas, avaliando-as com equidade e respeito à diversidade epistemológica da saúde coletiva, reconhecendo o caráter dinâmico da ciência e o valor de contribuições inovadoras. Cumprir os prazos acordados e comunicar prontamente ao Comitê Editorial qualquer impedimento, contribuindo para a fluidez e a previsibilidade do processo editorial. Informar ao Comitê Editorial sobre possíveis questões éticas identificadas durante a leitura (por exemplo, plágio, publicação redundante, manipulação/fabricação de dados, tratamento inadequado de seres humanos ou animais, semelhanças relevantes com trabalhos já publicados). A ‘Saúde em Debate’ reforça a importância de os avaliadores manterem o mais alto padrão ético em suas avaliações, evitando preconceitos e respeitando o direito de propriedade intelectual, pautando-se exclusivamente no mérito científico e na aderência ao escopo da revista. Recomenda que os pareceres sejam respeitosos, objetivos, críticos, imparciais e construtivos, garantindo que sejam úteis aos autores para aprimorar a qualidade metodológica, a coerência argumentativa e a transparência da pesquisa. Recomenda-se aos pareceristas a leitura das diretrizes de revisão por pares da Cope. |
Patrocinadores e Agências de Fomento
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A ‘Saúde em Debate’ não trabalha com anúncios e publicidade. O Cebes concede bolsas para a manutenção da equipe técnica da revista. Submetemos projetos às chamadas para Programas Editoriais do CNPq e de outras agências de fomento do Brasil, visando garantir a sustentabilidade financeira da revista. Além disso, a ‘Saúde em Debate’ publica números especiais temáticos financiados por meio de parcerias institucionais. A proposta dos números temáticos é avaliada pelo Comitê Editorial e, se aprovada, é realizada chamada aberta para captação de manuscritos. O processo de submissão e avaliação dos manuscritos segue os mesmos critérios dos números regulares; nesse caso, os autores são isentos da taxa de publicação.
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Editoras-chefes
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Maria Lucia Frizon Rizzotto, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Cascavel, Paraná/PR, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/7877904356698023, Orcid:https://orcid.org/0000-0003-3152-1362, e-mail: marialuciarizzotto@gmail.com Ana Maria Costa, Universidade do Distrito Federal, Escola Superior de Ciências da Saúde, Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/7288065169001393, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-1931-3969, e-mail: dotorana@gmail.com Lenaura de Vasconcelos Costa Lobato, Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói, Rio de Janeiro/RJ, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/0424725782547579, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-2646-9523, e-mail:lenauralobato@uol.com.br |
Editora adjunta
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Ingrid D’avilla Freire Pereira, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro, RJ , Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5474471781659941, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-2042-2871, e-mail: ingriddavilla@gmail.com |
Comitê editorial
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É composto pelas editoras-chefes, editora adjunta e pela diretora de política editorial do Cebes. O Comitê Editorial é consultado para definir a publicação de números especiais, editores convidados e avaliação de casos de contestação de decisão. |
Editores associados
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Camila Elizandra Rossi, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFSS), Realeza, Paraná/PR, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/4570265927067952, Orcid:https://orcid.org/0000-0003-0925-0703, e-mail: camilarossi@uffs.edu.br Elda Coelho de Azevedo Bussinguer, Faculdade de Direito de Vitória (FDV), Vitória, Espírito Santo/ES, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/8933361259561564, Orcid:https://orcid.org/0000-0003-4303-4211, e-mail: elda.cab@gmail.com Eli Iola Gurgel Andrade, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte Minas Gerais/MG, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/6869396953297183, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-0206-2462, e-mail: iola@medicina.ufmg.br Fátima Sueli Neto Ribeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/6080881395968179, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-8201-4806, e-mail: fatsuerj@gmail.com Gicelle Galvan Machineski, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Cascavel, Paraná/PR, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7267047092491530, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-8084-921X, e-mail: gmachineski@gmail.com Jamilli Silva Santos, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador, Bahia/BA, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5997468854789199, Orcid:https://orcid.org/0000-0001-8965-0904, e-mail: jamilli.santos@ufba.br Leonardo Vidal Mattos, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/0343170437330734, Orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4800-0010, e-mail: leonardomattos@iesc.ufrj.br Manoelito Ferreira Silva Junior, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Jequié, Bahia/BA, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/1260232140260557, Orcid:https://orcid.org/0000-0001-8837-5912, e-mail: manoelito.junior@uesb.edu.br Mario Parada, Universidad de Valparaíso (UV), Valparaíso, Chile. Orcid:https://orcid.org/0000-0003-2526-5972, e-mail: mapale.2008@gmail.com Maura Vanessa Silva Sobreira, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Caicó, Rio Grande do Norte/RN, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/4231913524179274, Orcid:https://orcid.org/0000-0001-6804-4198, e-mail: maurasobreira@ufrn.br Raquel Abrantes Pego, Pesquisadora autônoma, Belo Horizonte, Minas Gerais/MG, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5598091671127726, Orcid:https://orcid.org/0009-0005-6111-257X, e-mail: rabra.pego@gmail.com Ronaldo Teodoro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/8382058274832824, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-0125-7700, e-mail: ronaldosann@gmail.com |
Conselho editorial
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A ‘Saúde em Debate’ conta com um Conselho Editorial composto por especialistas reconhecidos no campo da saúde coletiva, que contribuem para a definição da política editorial da revista, revisada periodicamente. Os membros do Conselho integram o banco de pareceristas em suas áreas específicas. Ademar Arthur Chioro dos Reis, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), São Paulo, SP, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9454572596499303, Orcid:https://orcid.org/0000-0001-7184-2342, e-mail: arthur.chioro@unifesp.br Alicia Stolkiner, Universidad de Buenos Aires (UBA), Buenos Aires, Argentina. Orcid:https://orcid.org/0000-0001-9372-7556, e-mail:astolkiner@gmail.com Breno Augusto Souto Maior Fontes, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife, Pernambuco/PE, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/4908250087435573, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-7285-9012, e-mail:brenofontes@gmail.com Carlos Botazzo, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9399101827181317, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-8646-1769, e-mail: cbotazzo@hotmail.com Debora Diniz, Universidade de Brasília (UnB), Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3865117791041119, Orcid:https://orcid.org/0000-0001-6987-2569, e-mail:d.diniz@anis.org.br Eduardo Luis Menéndez Spina, Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social (Ciesas), Ciudad de México, México. Orcid:https://orcid.org/0000-0003-1483-0390, e-mail:emenendez1@yahoo.com.mx Eduardo Maia Freese de Carvalho, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Recife, Pernambuco/PE, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5360319263720896, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-8995-6089, e-mail: freese@cpqam.fiocruz.br Elda Coelho de Azevedo Bussinguer, Faculdade de Direito de Vitória (FDV), Vitória, Espírito Santo/ES, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/8933361259561564, Orcid:https://orcid.org/0000-0003-4303-4211, e-mail: elda.cab@gmail.com Eli Iola Gurgel Andrade, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais/MG, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/6869396953297183, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-0206-2462, e-mail: iola@medicina.ufmg.br Elias Kondilis, Queen Mary University of London (QMUL), London, England. Orcid:https://orcid.org/0000-0001-9592-2830, e-mail:kondilis@qmul.ac.uk Fátima Sueli Neto Ribeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/6080881395968179, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-8201-4806, e-mail: fatsuerj@gmail.com Heleno Rodrigues Corrêa Filho, Universidade de Brasília (UnB), Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/6679654672181428, Orcid:https://orcid.org/0000-0001-8056-8824, e-mail: helenocorrea@uol.com.br Hugo Spinelli, Universidad Nacional de Lanús (UNLa), Lanús, Argentina. Orcid:https://orcid.org/0000-0001-5021-6377, e-mail:hugospinelli09@gmail.com Ingrid D’avilla Freire Pereira, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5474471781659941, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-2042-2871, e-mail: ingriddavilla@gmail.com Jairnilson Silva Paim, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador, Bahia/BA, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3961248159240172, Orcid: https://orcid.org/0000-0003-0783-262X, e-mail:jairnil@ufba.br Jamilli Silva Santos, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador, Bahia/BA, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5997468854789199, Orcid:https://orcid.org/0000-0001-8965-0904, e-mail: jamilli.santos@ufba.br Jean Pierre Unger, Institut de MédicineTropicale (IMT), Anvers, Bélgica. Orcid:https://orcid.org/0000-0001-5152-6545, e-mail: contact@jeanpierreunger.com José da Rocha Carvalheiro, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1818832385881541, Orcid: https://orcid.org/0000-0002-3745-4802, e-mail:jrcarval@fiocruz.br Kenneth Rochel de Camargo Jr., Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/3585073727110885, Orcid: https://orcid.org/0000-0003-3606-5853, e-mail: kenneth@uerj.br Ligia Giovanella, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/4385037327951834, Orcid: https://orcid.org/0000-0002-6522-545X, e-mail:ligiagiovanella@gmail.com Luiz Augusto Facchini, Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Pelotas, Rio Grande do Sul/RS, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5795415938371676, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-5746-5170, e-mail:luizfacchini@gmail.com Luiz Odorico Monteiro de Andrade, Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, Ceará/CE, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/4138758876612437, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-3335-0619, e-mail:odorico@saude.gov.br Mario Esteban Hernández Álvarez, Universidad Nacional de Colombia (Unal), Bogotá, Colombia. Orcid: https://orcid.org/0000-0002-3996-7337, e-mail:mariohernandez62@gmail.com Mario Parada, Universidad de Valparaíso (UV), Valparaíso, Chile. Orcid:https://orcid.org/0000-0003-2526-5972, e-mail: mapale.2008@gmail.com Mario Roberto Rovere, Universidad Nacional de Rosario (UNR), Rosario, Argentina. Orcid:https://orcid.org/0000-0002-6413-2120, e-mail:roveremarior@gmail.com Paulo Duarte de Carvalho Amarante, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro/RJ, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/5548618710308950, Orcid: https://orcid.org/0000-0001-6778-2834, e-mail: pauloamarante@gmail.com Paulo Marchiori Buss, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro/RJ, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5771733693652268, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-9944-9195, e-mail:paulo.buss@fiocruz.br Paulo de Tarso Ribeiro de Oliveira, Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém, Pará/PA, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9266787581530443, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-1969-380X, e-mail:pttarso@gmail.com Raquel Abrantes Pego, Pesquisadora autônoma, Belo Horizonte, Minas Gerais/MG, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5598091671127726, Orcid:https://orcid.org/0009-0005-6111-257X, e-mail: rabra.pego@gmail.com Ronaldo Teodoro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/8382058274832824, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-0125-7700, e-mail: ronaldosann@gmail.com Rubens de Camargo Ferreira Adorno, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo (SP), Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7427719296567082, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-8772-3222, e-mail:radorno@usp.br Sonia Maria Fleury Teixeira, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9598943377170446, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-7678-7642, e-mail: profsoniafleury@gmail.com Sulamis Dain, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5347631502837998, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-4118-3443, e-mail:sulamis@uol.com.br Walter Ferreira de Oliveira, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina/SC, Brasil. Lattes:http://lattes.cnpq.br/7164075918880484, Orcid:https://orcid.org/0000-0002-1808-0681, e-mail: wfolive@terra.com.br |
Editora executiva
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Mariana Chastinet, Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Rio de Janeiro/RJ, Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9207943886703570, Orcid: https://orcid.org/0000-0003-2652-3435, e-mail: revista@saudeemdebate.org.br |
Equipe técnica | Produção editorial
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Diagramação e editoração eletrônica Rita Loureiro, Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Rio de Janeiro (RJ), Brasil. e-mail: rita.loureiro@apoioacultura.com.br Revisão técnica Luiza Nunes, Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9703261480379007, Orcid:https://orcid.org/0009-0004-3644-644X, e-mail: luizapnunes@gmail.com Wanderson Ferreira da Silva, Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Rio de Janeiro (RJ), Brasil. e-mail: revisao@cebes.org.br |
Orientações gerais
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A ‘Saúde em Debate’ aceita submissões de trabalhos inéditos – em português, inglês e espanhol –, que possuam qualidade acadêmica, relevância social, contribuições teóricas e metodológicas e que estejam em consonância com o escopo da revista. Manuscritos redigidos em inglês, caso aprovados, devem ter a versão final traduzida para o português. No caso de submissão em preprint, o autor deve informar, no Formulário sobre Conformidade com a Ciência Aberta, o número do DOI atribuído e o nome do servidor onde foi depositado. A comunicação de submissão do manuscrito em preprints deve ser feita ao periódico mesmo que o depósito ocorra após a sua submissão. A ‘Saúde em Debate’ adota a política de dados abertos, incentivando os autores a disponibilizarem todos os dados da pesquisa (banco de dados, métodos, códigos e outros materiais utilizados e resultantes da pesquisa) em repositórios confiáveis de Acesso Aberto (Ver Lista de repositórios para depósito de dados de pesquisa). Caso os dados estejam disponibilizados, deve ser informado o repositório no Formulário sobre Conformidade com a Ciência Aberta e ser citado no texto e nas referências, preferencialmente com um identificador persistente como o DOI (ver ‘Guia de citação de dados de pesquisa’). Como citar dados
Exemplo do Prado Pagotto, Daniel; Marques, Wanderson; Carvalho de Aquino, Érika; Alves Guimarães, Rafael; Vieira Borges Júnior, Cândido; Isidro da Silva Filho, Antônio, 2025, “Dados de replicação para: Avaliação da retenção de profissionais médicos nas regiões de saúde no Brasil”, SciELO Data, https://doi.org/10.48331/SCIELODATA.XBRO0N Os artigos deverão ser submetidos exclusivamente por meio eletrônico pelo site: www.saudeemdebate.org.br. Após seu cadastramento, o autor responsável pela submissão criará seu login e senha, para o acompanhamento do trâmite. Digital Object Identifier nos manuscritos publicados Todos os trabalhos aprovados quando da sua publicação final na ‘Saúde em Debate’ receberão seu DOI. |
Tipos de Documentos Aceitos
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Em todos os tipos de trabalhos, o número máximo de palavras inclui o corpo do texto e as referências (máximo de 35 referências e de 50 referências para artigos de revisão). Não são incluídos na contagem: título, resumo, palavras-chave, tabelas, quadros, figuras e gráficos. Artigo original Contribuições destinadas à divulgação de resultados de pesquisa original e inédita, de natureza empírica ou teórica, com potencial de replicação e/ou generalização. O manuscrito não pode ultrapassar 6 mil palavras. Revisão Compreende submissões que realizam revisão crítica da literatura sobre temas de interesse da saúde coletiva, com apresentação minuciosa do método de revisão utilizado, incluindo critérios de busca, seleção, classificação, registro e protocolos adotados. Aceitam-se revisão sistemática, metanálise, revisão integrativa e revisão de escopo. O manuscrito não pode ultrapassar 8 mil palavras. Ensaio Consiste em uma análise crítica sobre um tema específico de relevância e interesse para a conjuntura das políticas de saúde brasileira e/ou internacional. Sua estrutura é flexível, mas deve manter coerência entre as seções. A argumentação deve apoiar-se em referenciais teóricos e/ou em trabalhos empíricos já publicados. O manuscrito não pode ultrapassar 7 mil palavras. Artigo de opinião Texto de natureza argumentativa e interpretativa, em que o autor apresenta seu ponto de vista sobre um tema atual de relevância científica, social ou política. O manuscrito não pode ultrapassar 7 mil palavras. Relato de experiência Descrição de experiências acadêmicas, assistenciais ou de extensão, com até 5 mil palavras que aportem contribuições significativas para a área. Resenha Resenhas de livros de interesse para a área da saúde coletiva, a critério do Comitê Editorial. Os textos devem apresentar uma visão geral do conteúdo da obra, de seus pressupostos teóricos e do público a que se dirige, com tamanho de até 1.200 palavras. A capa em alta resolução deve ser enviada pelo sistema da revista. Entrevista Texto produzido, no mínimo, por duas pessoas, no qual o entrevistado é sempre o primeiro autor, com, no máximo, 7 mil palavras. |
Contribuição de autoria
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A revista aceita até sete autores por manuscrito. Excepcionalmente (em casos de pesquisas multicêntricas), podem ser incluídos mais autores, cuja solicitação deve constar na carta ao editor que analisará a pertinência da solicitação. A autoria confere crédito ao trabalho e traz importantes implicações acadêmicas, sociais e financeiras. As contribuições individuais de cada autor na elaboração do artigo devem ser especificadas segundo a taxonomia https://credit.niso.org/ e demais critérios de autoria recomendados pelo ICMJE, que determina que o reconhecimento da autoria se baseia em contribuição substancial, contemplando os seguintes aspectos:
Essas quatro condições devem ser integralmente atendidas. A contribuição de cada um dos autores deve ser explicitada na Declaração de Responsabilidade, direitos autorais e autoria, assinada por todos os autores e enviada no ato da submissão no sistema. As informações sobre a participação de cada autor, com respectivo Orcid, constarão no final do manuscrito, no item ‘Contribuições de autoria’. Pessoas que colaboraram para a pesquisa, mas não cumprem esses requisitos, não podem ser consideradas autoras, mas devem ser reconhecidas e constar dos ‘Agradecimentos’. |
Preparação do Manuscrito
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Na elaboração dos manuscritos, os autores devem orientar-se pelas recomendações do ICMJE e seguir as orientações dos guias de redação científica para cada tipo de pesquisa, disponíveis no site da Enhancing the QUAlity and Transparency of health Research (EQUATOR). Tais guias visam garantir qualidade e transparência na publicação de pesquisas em saúde. Para todos os tipos de estudos de melhoria de qualidade, consultar o guia ‘Revised Standards for Quality Improvement Reporting Excellence’ (SQUIRE 2.0 – checklist); Ensaio clínico randomizado, utilizar o guia ‘Consolidated Standards of Reporting Trials’ (Consort – checklist); Estudos observacionais, consultar o guia ‘Strengthening the reporting of observational studies in epidemiology’ (Strobe – checklists); Estudos qualitativos, utilizar o guia ‘Consolidated Criteria for Reporting Qualitative Research’ (Coreq); Para revisão sistemática, metanálise, metassíntese e revisão integrativa, utilizar o guia ‘Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-Analyses’ (Prisma - checklist e fluxograma) e suas extensões (Prisma para busca; Prisma para resumos e Prisma para revisão de escopo); Revisão sistemática sem metanálise, utilizar o guia ‘Synthesis without meta-analysis’ (SWiM – checklist); Estudos de métodos mistos, utilizar o guia ‘Mixed Methods Appraisal Tool’ (MMAT). Com relação ao guia Consort, é obrigatório o registro em etapa anterior à realização de coleta de dados do estudo de ensaios clínicos em uma das entidades mencionadas no tópico ‘Registro de ensaios clínicos’. Estudos de revisão sistemática: é obrigatório o registro em etapa anterior à realização da busca dos estudos na base Prospero – International Prospective Register of Systematic Reviews. Para outros tipos de revisão, é obrigatório o registro em etapa anterior à realização da busca de estudos em um dos seguintes repositórios: Open Science Framework (OSF) ou Figshare. Inclua o nome do site, o número do protocolo e o link do registro do protocolo. Formatação do manuscrito O texto deve ser digitado no programa Microsoft® Word ou compatível, em folha padrão A4 (210X297mm), margem de 2,5 cm em cada um dos quatro lados, fonte Times New Roman tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5. Gravado em formato doc ou docx, e anexado no campo correspondente do formulário de submissão. A ‘Saúde em Debate’ disponibiliza templatecom a formatação adotada no projeto gráfico. O periódico não utiliza sublinhados, negritos ou itálico para destacar termos. Utilizar aspas simples para chamar a atenção de expressões ou títulos de obras. Exemplos: ‘porta de entrada’; ‘Saúde em Debate’. Aspas duplas são usadas para citações e depoimentos no corpo do texto. Palavras de línguas estrangeiras devem ser grafadas em itálico, com exceção de nomes próprios, como nomes de instituições, programas, softwares etc. Evitar o uso de iniciais maiúsculas no texto, com exceção das absolutamente necessárias. Evitar repetições de dados ou informações nas diferentes partes que compõem o texto. A revista não aceita notas de rodapé, notas explicativas e apêndices. Não é permitido o uso de abreviações no título do manuscrito e no resumo, apenas siglas reconhecidas internacionalmente. Pesquisas clínicas devem conter o número de identificação em um dos registros de ensaios clínicos validados pela OMS e pelo ICMJE . Nesses casos, o número de identificação deve constar no final do resumo e na seção ‘Material e métodos’. |
Formato de envio do manuscrito
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Texto do manuscrito Título – Em português, inglês e espanhol, em negrito, centralizado, apenas com iniciais maiúsculas para nomes próprios, com até 15 palavras. Resumo – Em português, inglês e espanhol, com até 200 palavras, no qual fiquem claros: o tipo de pesquisa, o objetivo, o método empregado (desenho, população e procedimentos utilizados), os principais resultados e as conclusões do trabalho. Escrito de forma não estruturada, sem empregar tópicos (introdução, métodos, resultados etc.), sem citações ou siglas, exceto abreviaturas reconhecidas internacionalmente. Os ensaios clínicos, os estudos observacionais analíticos e os estudos de revisão devem apresentar o número do registro ao final do resumo. Palavras-chave – Em português, inglês e espanhol, contendo de três a cinco palavras-chave, separadas por ponto, com apenas a primeira inicial maiúscula, utilizando os descritores principais apresentados no vocabulário estruturado Descritores em Ciências da Saúde/Medical Subject Headings (DeCS/MeSH), disponíveis em: https://decs.bvsalud.org/. Introdução Deve ser breve, definir claramente o problema do estudo, justificando sua importância e as lacunas do conhecimento. Incluir referências atualizadas de abrangência nacional e internacional. Descrever as hipóteses ou pressupostos do estudo, quando aplicáveis. Citar o objetivo no final dessa seção, com redação idêntica à que consta no resumo. Material e métodos
Descrever de forma objetiva e clara, de modo a permitir a reprodutibilidade da pesquisa, e citar o guia redacional da Rede Equator utilizado, de acordo com cada tipo de estudo.
Para estudos de revisão, seguir as diretrizes dos guias PRISMA, contemplando: tipo de revisão, protocolo e registro, critérios de elegibilidade (pergunta de pesquisa, acrônimo/mnemônico utilizado, critérios de inclusão e de exclusão), fontes de informação (bases de dados, bibliotecas eletrônicas, literatura cinzenta etc.), estratégias de busca, seleção dos estudos, coleta de dados (ou Extração de dados), avaliação crítica dos estudos, ou síntese, ou sumário dos resultados. Para as revisões sistemáticas, é fundamental incluir: avaliação do risco de viés, medidas de efeito e certeza da evidência. Caso tenha sido utilizada ferramenta de IA, deve ser informado nesta seção, assegurando a ausência de plágio, conforme modelo: “Durante a preparação deste trabalho, o(s) autor(es) utilizou(aram) [NOME DA FERRAMENTA/SERVIÇO] com o objetivo de [revisão linguística, correção gramatical e/ou organização textual]. Após a utilização da ferramenta/serviço, o(s) autor(es) revisou(aram) e editou(aram) o conteúdo conforme necessário, assumindo total responsabilidade pelo seu conteúdo”. Resultados Apresentam os dados coletados de maneira clara, objetiva e em sequência lógica, buscando atender aos objetivos da pesquisa. Podem utilizar textos, gráficos, tabelas e figuras para sua apresentação. Discussão
No caso de pesquisas qualitativas, a discussão pode ser apresentada com os resultados. Conclusões ou Considerações finais Reafirma a tese/objetivo do trabalho, tendo como base o conhecimento novo gerado, sem repetições textuais. Destaca os principais achados e as contribuições e limitações do estudo. Indica a necessidade de novas pesquisas, assim como as implicações dos achados para o campo da saúde em geral e da saúde coletiva em particular. Não inserir referências ou citações nesta seção. |
Ativos Digitais
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O número de figuras, gráficos, quadros ou tabelas deve ser, no máximo, de cinco por texto (com, no máximo, duas páginas cada), os quais devem estar em formato aberto/editável. No caso de fotografias, desenhos e mapas, enviar em alta resolução (no mínimo 300 DPIs), em cores, preto e branco ou escala de cinza. Figuras, gráficos, quadros e tabelas devem ser submetidos em arquivos separados, um a um, seguindo a ordem que aparecem no texto (devem ser numerados e conter título e fonte). No texto, apenas identificar o local onde serão inseridos, com respectivo número e título. Em caso de uso de fotos, os sujeitos não podem ser identificados, a menos que autorizem, por escrito, para fins de divulgação científica. Os títulos de figuras, gráficos, quadros ou tabelas devem ser claros, informativos e apresentar o seu conteúdo. Informar o local e ano de realização do estudo. Separar os termos por vírgula e não incluir ponto final nos títulos. |
Citações e Referências
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Citações Enumeradas consecutivamente, em algarismos arábicos, sobrescritos, sem parênteses e sem menção do nome dos autores (exceto os que constituem referencial teórico ou de método). Quando forem sequenciais, indicar o primeiro e o último número, separados por hífen. Ex.: Saúde em Debate1-4; quando intercaladas, deverão ser separadas por vírgula. Ex.: ... Saúde em Debate1,2,4. Entre a citação numérica e a palavra que a antecede, não deve haver espaço. Ex.: ...Saúde em Debate3-6,16,21. Referências A ‘Saúde em Debate’ adota as referências em conformidade com o Estilo Vancouver. Nas referências, devem constar apenas os autores citados no texto. Para exemplos de como citar artigos publicados na revista, recomenda-se consultar o template. |
Documentos Suplementares
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DOCUMENTOS A SEREM INSERIDOS NO SISTEMA NO ATO DE SUBMISSÃO DO MANUSCRITO 1) Carta de apresentação (cover letter) Modelo de carta ao editor Prezado(a) Editor(a)-chefe, Encaminho para apreciação o manuscrito intitulado ‘Título do manuscrito’, para possível publicação na ‘Saúde em Debate’. O estudo apresenta (breve descrição do tipo de estudo — ex.: uma análise documental, uma pesquisa empírica, uma revisão sistemática/de escopo, um ensaio teórico etc.), abordando (tema central e principais contribuições do trabalho).
O manuscrito contribui de maneira relevante para (destacar brevemente a importância, a originalidade ou a aplicabilidade dos resultados). Declaramos que o manuscrito não está sendo avaliado por outro periódico e que segue as diretrizes de submissão estabelecidas pela revista. Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos e adequações que se fizerem necessários ao longo do processo editorial. Atenciosamente, (Nome completo do(s) autor(es)) (Afiliação institucional) (E-mail de contato) 2) Folha de rosto Deve conter:
3) Parecer de aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa Caso a pesquisa envolva seres humanos ou animais, anexar documento de aprovação do CEP correspondente, ou, para pesquisas realizadas em outros países, anexar declaração indicando o cumprimento integral dos princípios éticos e das legislações existentes. 4) Declaração de responsabilidade, direitos autorais e autoria Todos os autores devem preencher e assinar a Declaração de responsabilidade, direitos autorais e autoria e anexá-la ao sistema no ato da submissão do manuscrito. 5) Formulário de conformidade com a Ciência Aberta A revista adota a política de ciência aberta, que deve ser seguida pelos autores. Nesse sentido, os autores devem preencher o Formulário sobre Conformidade com a Ciência Aberta e anexar ao sistema da revista como ‘Componentes do artigo – Documento complementar’. 6) Registros O pré-registro é obrigatório para revisões sistemáticas, revisões de escopo e ensaios clínicos. Os autores devem informar o nome do repositório e o número de registro na seção ‘Material e métodos’ e anexar o checklist correspondente. DOCUMENTOS A SEREM INSERIDOS NO SISTEMA APÓS ACEITE DO MANUSCRITO 1) Declaração de revisão ortográfica e gramatical Depois de aprovado, o texto passa por normalização, feita pela equipe editorial, que encaminhará, por e-mail, a versão normalizada aos autores para que finalizem a revisão e procedam à revisão ortográfica e gramatical, a ser realizada por profissional especializado, sendo facultada aos autores a escolha de um revisor da lista disponibilizada pela revista. A devolução da versão com revisão ortográfica e gramatical deve vir acompanhada de declaração assinada pelo revisor. 2) Declaração de tradução Caso haja interesse em traduzir o manuscrito para o inglês, no caso de artigos submetidos em português ou espanhol, os autores devem manifestar o interesse na devolução do manuscrito revisado na língua original. Para a tradução do manuscrito, os autores receberão uma lista de profissionais qualificados, indicados pela revista. A devolução do manuscrito traduzido deve ser acompanhada de declaração assinada pelo tradutor. 3) Comprovante de pagamento da taxa de publicação É cobrada taxa de publicação no valor de R$ 1.000 (atualizada em fevereiro de 2026) para os manuscritos aprovados. Para manuscritos aprovados para as seções de entrevista e resenha, o valor é de R$ 800. Após a aprovação do manuscrito, os autores receberão e-mail com orientações sobre os procedimentos para o pagamento da taxa de publicação. O comprovante de pagamento deve ser enviado para o e-mail revista@saudeemdebate.org.br com o manuscrito revisado. |
Informações Adicionais
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Abreviações e símbolos Termos que geram abreviaturas, siglas ou acrônimos devem ser escritos por extenso na primeira vez em que aparecem no texto, com as iniciais em letras maiúsculas, com a sigla ao lado entre parênteses. Ex.: Diabetes Mellitus (DM), Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), Sistema Único de Saúde (SUS). Depois, basta mencionar a sigla. Siglas com até três letras são escritas integralmente em maiúsculas (SUS, ONU, CPF, UFF). As siglas com quatro letras ou mais, lidas letra por letra, são grafadas com todas as letras maiúsculas (UFRJ, IRPF, INPS). Exceção: as grafias adotadas pelas próprias instituições deverão ser respeitadas, inclusive em casos em que a escrita oficial da sigla se alterna entre letras maiúsculas e minúsculas (SciELO; CNPq; IRBr; MoMA; UFSCar; UnB etc.). Siglas com quatro letras ou mais que são lidas como palavras (acrônimo) são grafadas apenas com a inicial em maiúscula (Anvisa, Capes, Embrapa, Fiocruz, Capes, Sudene, Uerj, Ufal etc.). Siglas em que a leitura seja mista (parte é pronunciada pela letra e parte como palavra) são grafadas com todas as letras maiúsculas: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). Ao citar cidades, deve-se indicar o estado. Em textos escritos, a sigla do estado deve vir entre parênteses. Ex.: ‘a cidade de Niterói (RJ) apresentou o melhor desempenho no índice de qualidade de vida e o desempenho social e ambiental do estado’. Não abreviar nomes de cidades (ex.: Belo Horizonte – BH).
Embora seja admissível o plural de siglas (PMs, CPIs etc.), a ‘Saúde em Debate’ adota a forma singular delas. O plural pode ser indicado pelo uso do artigo ou do termo no plural. Ex.: Agentes Comunitários de Saúde (ACS); Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI), Polícias Militares (PM). Na frase: os ACS; As CPI... as PM de todos os estados. Unidades de medida
Os símbolos (sistema métrico, unidades, elementos químicos) são invariáveis, não utilizam plural nem são seguidos de ponto (ex.: 5 kg, e não 5 kgs. ou 5 kg.). Use espaço entre o número e o símbolo: 20 s; 1 min; 10 m; 30 kg; 50 km; n = 5; 4 < 10; 7 > 3; IC 95%. Exceção: símbolo de porcentagem (10%, 30%). Unidades de medida, abreviações e símbolos devem ser apresentados com casas decimais. Valores numéricos de medidas que não sejam estatísticas fornecidas pelos autores devem, preferencialmente, incluir uma casa decimal, salvo quando maior precisão for essencial à interpretação. Não utilize mais de duas casas decimais para informações demográficas básicas. Ex.: ‘Altura média dos participantes: 1,7 m’; ‘Peso: 68,5 kg’; ‘A sala possui 25 m²’; ‘A distância entre os prédios é de 120,5 m’. Estatísticas Valores de p: podem ser apresentados com duas casas decimais, exceto para p < 0,001, que deve incluir três casas decimais. Apresente os valores de p significativos e não significativos com no máximo três casas decimais. Utilize p < 0,001 para valores menores que 0,001. Não utilize ‘NS’ para indicar resultados não significativos. Intervalos de Confiança (IC) e razões de risco ou de perigo (RR/HR) devem ser limitados a duas casas decimais. Para percentagens, utilize, no máximo, uma casa decimal. Para amostras com 25 participantes ou menos, prefira números (‘1 de 4 casos’) em vez de percentagens (25%). Para instrumentos ou escalas, indique o intervalo de referência em tabelas (em nota de rodapé) ou figuras, com referência à fonte. Números e expressões numéricas Use algarismos (1, 2, 3…) na maioria das circunstâncias. Escreva por extenso apenas: números de zero a dez (inclusive) e os termos cem, mil, milhão, bilhão, trilhão e outros do mesmo tipo; números no início de frases, títulos ou subtítulos; frações comuns (ex.: três quartos, meio segundo); usos idiomáticos ou expressões consagradas; ordinais de primeiro a nono e ainda centésimo, milésimo, milionésimo, bilionésimo (use outros em algarismos: 11º, 20º, 46º, 90º); quando o número estiver entre aspas ou em títulos publicados. Décadas e intervalos: use anos 1980, anos 1990 (e não anos 80, anos 90, 1980s ou 1990s). Intervalos de confiança: IC 95%, 20-30 (não é necessário expandir). Para valores negativos: IC 95%, -20 a -30. Produção e provas A versão diagramada (prova digital) será enviada por e-mail aos autores para revisão final, que deverão devolvê-la no prazo estipulado. Nessa etapa do processo editorial, os autores terão oportunidade de comunicar se ainda há necessidade de correções. Não são permitidas alterações de conteúdo. Ordem e prioridade de publicação Os manuscritos aprovados são publicados na seguinte ordem: Editorial, Apresentação, Artigo Original, Ensaio, Revisão, Artigo de Opinião, Relato de Experiência, Resenha e Entrevista. |
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