| Abordar o papel da enfermagem dentro de um departamento de emergência e o impacto final em casos forenses com as evidências preservadas14. |
Os profissionais de emergência são responsáveis pela avaliação, coleta, documentação, e seguem corretamente com a cadeia de custódia. |
| Apresentar como é realizada a coleta de evidencias no departamento de emergência em uma situação de agressão sexual15. |
É necessário avaliar, conhecer os rudimentos de coleta, armazenamento de evidência física, documentar lesões por meios fotográficos, evitar a degradação biológica e dar seguimento a cadeia de custódia. |
| Abordar obstáculos enfrentados para implantação da equipe de resposta a agressões sexuais16. |
Os obstáculos foram financiamento, composição da equipe e treinamento adequado dos profissionais foram os maiores desafios. |
| Descrever as funções do enfermeiro forense no departamento de emergência17. |
Reconhecer potencial situação forense, prosseguir com a coleta, preservação, documentação completa de sinais objetivos e subjetivos, dar seguimento na cadeia de custódia, notificar parentes mais próximos, ver o elo de ligação entre paciente, médico e investigador. |
| Revisar a literatura relacionada ao reconhecimento e coleta de materiais forenses em departamentos de emergência por enfermeiros18. |
O reconhecimento e coleta de evidências deve ser realizado pelos enfermeiros para encaminhar às autoridades. Esses profissionais devem identificar vestígios físicos e não físicos, fazer a documentação e manutenção da cadeia de custódia. |
| Avaliar a prática clínica de enfermagem como examinadora de agressão sexual um centro de atendimento de urgência de ataque sexual19. |
A prática consistiu na avaliação física, coleta de evidências e documentação de agressão e ferimentos, rastreio de Infecções Sexualmente Transmissíveis e gravidez, fornecer tratamento e medicamentos, e testemunhar em tribunal. |
| Avaliar os programas da enfermagem como examinadora de agressão sexual20. |
Foi fornecido atendimento médico 24 horas por dia para sobreviventes de estupro. A minoria das vítimas recebia informação para compreensão dos serviços médicos, como risco de gravidez, contracepção para prevenir a gravidez e sobre o risco de Infecções Sexualmente Transmissíveis. |
| Comparar a coleta de examinadores de agressão sexual (SANE*) em kits de evidências padronizados, com outros departamentos de emergência sem o SANE*(21. |
Os examinadores treinados no programa SANE* realizam coleta mais completa e mais compatível com os padrões de evidências forenses. |
| Avaliar nível de instrução dos enfermeiros de trauma de prática clínica em um centro de trauma22. |
Profissionais do pronto socorro receberam mais instruções de protocolos forenses sobre a manutenção da cadeia de custódia, coleta de evidências e documentação de alta qualidade. |
| Descrever a percepção da importância dos comportamentos de papéis forenses desempenhados por enfermeiros em departamentos de emergência23. |
Em casos de abuso físico infantil, deve-se identificar e realizar a prática forense. Esta é uma das principais funções desempenhadas pelos enfermeiros forenses. |
| Avaliar o impacto da introdução de um programa de agressão sexual e violência doméstica no departamento de emergência com coleta de evidências forenses24. |
Houve aumento expressivo na realização de exames pélvicos, no uso do kit forense, e na cadeia forense. Diminuíram as taxas de lesões anogenitais, de gravidez e das Infecções Sexualmente Transmissíveis. O fluxo no departamento de emergência foi otimizado. |
| Desenvolver um conjunto de diretrizes baseadas em evidências para coleta de evidências forenses25. |
As diretrizes abordam uso de equipamentos pelos profissionais; uso do kit de coleta de evidências; avaliação física geral do paciente; coleta adequada de fluidos, pertences e materiais; armazenamento e documentação adequada, uso de fotografias; coleta de evidências deixadas pela vítima durante sua avaliação. |
| Descrever os tipos de evidências forenses de ferimentos por arma de fogo e descrever o papel dos enfermeiros no tratamento das vítimas de ferimentos a bala26. |
As principais evidências em vítima por arma de fogo são as roupas, balas, pólvoras e primer. A enfermagem tem o papel de atuar na clínica, na comunicação e colaboração com as autoridades. |
| Descrever e comparar o conhecimento forense, prática e experiências de enfermeiras e médicos da emergência27. |
Os médicos e os enfermeiros têm o mesmo nível de conhecimento, e demonstraram confiança na coleta e documentação de possíveis evidências. |
| Comparar a qualidade de indicadores de atendimento em um departamento de emergência pediátrica antes e depois a implementação de um programa de examinadores de enfermagem de agressão sexual pediátrica28. |
A implementação do programa maximizou os cuidados, reduziu o tempo de atendimento, aumentou a coleta de kits de violência sexual, a avaliação e documentação de teste de gravidez e Infecções Sexualmente Transmissíveis. |
| Mostrar o papel da coleta e preservação das evidências como competência da enfermagem do departamento de urgência29. |
Para coleta e preservação deve ocorrer evidência informativa, (histórias, expressões, odores); evidências físicas tangíveis (macroscópica e/ou microscópica) mediante protocolos e técnicas, com uso de kits forenses; para estabelecimento da cadeia de custódia. |
| Descrever os pontos de vista dos enfermeiros sobre os cuidados forenses prestados às vítimas de violência e suas famílias nos departamentos de emergências30. |
A maioria sabia sobre os protocolos de atendimento, cooperavam com as autoridades e envolviam as famílias no processo de cuidado da vítima. |
| Identificar as categorias de pacientes forenses na unidade de terapia intensiva, unidade de cuidados intensivos e departamentos de emergência31. |
A identificação de 27 categorias de pacientes forenses permitiu reconhecer, documentar e coletar evidências de forma correta de acordo com cada lesão, antes de oferecer os cuidados necessários para as feridas do paciente. |
| Avaliar profissionais que trabalhavam em 112 postos de emergência sobre como agir em casos forenses6. |
A maioria dos profissionais não soube reconhecer, preservar, proteger e não comunicaram adequadamente as autoridades. |
| Descrever a necessidade de relacionamento colaborativo entre a prática avançada da enfermagem forense no departamento de emergência e ambientes de cuidados intensivos32. |
Os enfermeiros são a ligação entre o paciente, o sistema de saúde e a lei. Têm como função o reconhecimento, coleta, documentação, foto documentação e preenchimento de relatórios, para que as provas sejam entregues às autoridades. |
| Abordar incidentes com atiradores ativos nos Estados Unidos em locais públicos, inclusive hospitais33. |
Reação espontânea, ações pós-evento e procedimentos de coleta de evidências devem fazer parte das ações contínuas dos enfermeiros de emergência. |
| Definir os cuidados de enfermagem em casos de trauma sobre a coleta e a preservação de evidências forense no departamento de emergência34. |
A enfermeira deve reconhecer o impacto do trauma no paciente, reconhecimento precoce de evidências, de modo que a coleta e preservação faça parte do plano de cuidados, colaborar com outros profissionais da emergência e orientar a privacidade e os direitos dos pacientes. |
| Investigar o conhecimento e prática dos profissionais da emergência sobre os processos forenses durante os atendimentos às vítimas de violência7. |
Metade desconhecia os procedimentos de coleta, documentação e preservação. Não havia o hábito de coletar e documentar objetos presentes no corpo da vítima, materiais hospitalares e dispositivos usados durante os procedimentos. |
| Determinar os níveis de conhecimento de profissionais de saúde do departamento de emergência no tratamento de casos forenses frequentemente encontrados35. |
Existia baixo nível de treinamento forense e os profissionais, que não estão preparados para realização das práticas, devem fazer o próprio registro de identificação para as autoridades. |
| Determinar o nível de conhecimento de profissionais da enfermagem quanto à abordagem a casos e provas forenses36. |
Os profissionais de enfermagem não tinham conhecimentos e competência técnica em realizar tarefas forenses, uma vez que não receberam treinamento adequado para tal, por isso achavam que o papel seria da polícia. |
| Avaliar a relação entre conhecimento dos enfermeiros e desempenho de procedimentos de evidências forenses37. |
A maioria dos enfermeiros conheciam os itens para documentação, e realizavam na prática. Apenas 10,2% conheciam os procedimentos de preservação e coleta de evidências, porém, menos de 1% praticava. |