As lesões esplênicas são frequentes nas vítimas de trauma fechado e a melhor conduta deve considerar o status fisiológico e complexidade anatômica das lesões. As alternativas devem ponderar, em pacientes estáveis e sem peritonite, a simplicidade e resolutividade da esplenectomia bem como as complicações e consequências imunobiológicas deste procedimento frente às modernas ferramentas diagnósticas e terapêuticas minimamente invasivas. Este artigo apresenta o consenso da Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT) para manejo destas lesões, baseado na literatura atual e adaptado à realidade dos centros de trauma brasileiros.
Palavras-chave:
Traumatismo Múltiplo; Ruptura Esplênica; Esplenectomia
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