|
Intervenções multidimensionais
|
| Rasmussen et al., 201510, Dinamarca |
Cluster
|
1) Exercícios físicos |
Ergonomia participativa (prevenir esforço e dor) |
3 meses |
Auxiliares de enfermagem, cozinha e pessoal de limpeza, bem como zeladores (trabalhadores empregados no cuidado de idosos em lares de idosos ou em atendimento domiciliar)
|
As análises produziram efeitos significativos na redução dos dias de dor lombar, intensidade da dor e incômodo após a intervenção em comparação com o grupo de controle. |
| Foram quatro grupos, cada um fazendo uma atividade em tempos diferentes. |
|
594 participantes
|
| 1) Treinamento físico (introduzir diferentes tipos de exercícios físicos para apresentar diferentes tipos de atividades físicas: 1) consciência corporal e posturas corporais; 2) treinamento de força e coordenação; 3) atividade física geral |
21 clusters divididos em quatro grupos
|
|
População do estudo para análise = 586
|
| 2) Terapia cognitivo-comportamental |
- Grupo 1: cinco clusters/12 equipes, n = 126 participantes |
Uma intervenção multidimensional no local de trabalho consistindo em treinamento físico e TCC foi eficaz na redução dos dias de dor lombar, intensidade da dor e incômodo entre trabalhadores em locais de trabalho com idosos. |
| 2) Treinamento cognitivo-comportamental (TCC): workshops com foco na modificação de comportamentos de dor não adaptativos e processos cognitivos. |
- Grupo 2: cinco clusters/14 equipes, n = 146 participantes |
| - Grupo 3: cinco clusters/13 equipes, n = 158 participantes |
| - Grupo 4: seis clusters/15 equipes, n = 164 participantes |
| Jay et al., 201511, Dinamarca |
ECR Individuado |
1) Exercícios físicos |
O tratamento de intervenção experimental (grupo PCMT) consistia em quatro elementos principais |
10 semanas |
Trabalhadores de grande empresa farmacêutica
|
- Redução de dor dentro do grupo de PCMT e REF 52% e 15%; |
| 2) Cognitivo e comportamental |
1) Treinamento individualizado de controle motor. |
Grupo controle (n = 56): recebeu um e-mail com incentivo para participar das iniciativas já existentes, como treinamentos semanais com elástico e pausas ativas. |
- Associações significativas para a mudança na dor com o número de sessões de treinamento físico-cognitivo por semana e número de sessões de atenção plena. |
|
- Mindfulness
|
2) Resistência individualizada e treinamento específico para a área afetada pela dor. |
Grupo intervenção - PCMT (n = 56): Treinamento baseado em grupo de atenção plena; treinamento físico de 20 minutos com horários flexíveis; atenção plena guiada (mindfulness) |
- Redução significativa da dor musculoesquelética em comparação com o grupo de referência após a intervenção. |
| 3) Cognitivo e educação de modificação comportamental, enfatizando preocupações individuais específicas sobre dor e movimento. |
- Os autores esperavam reduzir a dor por influência do estresse, pois se diminui o estresse, diminui a dor e vice-versa; porém, se a atenção plena pode ajudar a aliviar dor, a análise de dose-resposta mostrou um efeito oposto. |
| 4) Mindfulness (atenção plena geral). |
- A participação nas sessões de atenção plena aumentou a percepção da dor a cada sessão assistida. |
| Stevens et al., 201912, Dinamarca |
Cluster
|
1) Exercícios físicos |
Treinamento participativo de ergonomia: duas oficinas de três horas e duas sessões de avaliação de uma hora, focado na redução do esforço físico no trabalho e modificando as tarefas de trabalho percebidas como fisicamente exigentes. |
3 meses |
Trabalhadores em assistência a idosos
|
Efeitos da intervenção na diminuição da evitação do medo, aumentando o uso de dispositivos auxiliares, mas não na percepção da força muscular ou esforço físico. |
| 2) Treinamento cognitivo-comportamental |
1) Programa de exercícios físicos: 12 sessões semanais de uma hora (vários tipos de atividade física). |
N = 420 |
| 2) Programa de treinamento cognitivo-comportamental: duas oficinas de três horas, com foco no uso de processos cognitivos para modificar comportamentos de dor não adaptativos. |
Grupo controle: não realizou atividade. |
A intervenção fez reduzir as crenças de evitar o medo e aumentar o uso de dispositivos auxiliares no trabalho, mas isso não se traduziu em mudanças nos padrões de lombalgia (número de dias com lombalgia, intensidade e dias com algum desconforto). |
| Grupo intervenção: realizou as atividades propostas. |
| Becker et al., 201713. Alemanha |
ECR Individuado |
1) Fisioterapia |
1) Fisioterapia O tratamento padrão para queixas musculoesqueléticas é uma terapia de movimento monitorado guiada. Além disso, deve ser desenvolvida uma apreciação pela postura e por movimentos proprioceptivos para aliviar o medo do movimento. A fisioterapia preventiva foi realizada em cinco locais de práticas de fisioterapia. |
10 semanas |
Enfermeiras de cinco hospitais da região de Paderborn (Alemanha)
|
Foi possível perceber uma melhora significativa em ambos os grupos ao longo do tempo. |
| 2) Coaching
|
2) Coaching O coaching se concentra na consulta, em particular de pessoal qualificado e gestão, com referência às questões do desenvolvimento individual no trabalho. |
Grupo controle (34): recebeu apenas os exercícios do programa de fisioterapia. |
Tendência de mais dor devido ao grau máximo de movimento no GI. O resultado da interação tempo × grupo mostrou que a intervenção combinada de fisioterapia e coaching, em comparação com a fisioterapia por si só, ajuda a melhorar a mobilidade atual. A intervenção combinada de fisioterapia e coaching, em comparação com a fisioterapia sozinha, reduziu o nível de dor nos movimentos diários no primeiro acompanhamento. |
| Grupo intervenção (34): recebeu os exercícios de fisioterapia e a intervenção de coaching psicossocial. |
| Becker et al., 202014, Alemanha |
ECR Individuado |
1) Fisioterapia |
Ambos os grupos receberam exercícios de fisioterapia durante um período de 10 semanas (com foco no status funcional individual e nas demandas físicas específicas do trabalho; 10 × 45 min.). Adicionalmente, o grupo intervenção aderiu a um coaching psicossocial relacionado ao trabalho durante esse período. Essa intervenção de coaching psicossocial consistiu em 1 × 120 minutos de introdução ao modelo teórico de seleção, otimização e compensação. |
10 semanas |
Enfermeiras
|
Um efeito significativo de intervenção foi encontrado na restrição de movimento de grau máximo da coluna vertebral para os conjuntos de dados imputados apenas, o que significa que houve maior diminuição de incapacidades no GI do que no GC no terceiro acompanhamento. Nenhum outro efeito significativo da intervenção foi encontrado. |
| 2) Coaching
|
Grupo controle (n = 31): realizou apenas a fisioterapia |
| Grupo intervenção (n = 32): além da fisioterapia, fez as sessões de coaching. |
|
Intervenções sobre o indivíduo
|
| Pereira et al., 201915, Austrália |
Cluster
|
1) Orientações Ergonômicas |
Grupo 1) EET -> Ergonomia do local de trabalho e treinamento físico específico para o pescoço: exercício no trabalho em grupos por 20 minutos, três vezes semanalmente. |
12 semanas |
Trabalhadores de escritório
|
Ao fim do programa, os participantes do EET com dor cervical apresentaram menor absenteísmo em 12 meses em comparação com os participantes do grupo EHP. |
| Não houve grupo controle, foram dois grupos com atividades distintas para comparação. |
| 2) Exercícios Físicos |
Grupo 2) EHT -> Ergonomia do local de trabalho e informações de promoção da saúde: receberam uma série semanal de seminários de promoção da saúde, cada um com duração de uma hora por 12 semanas. |
EET -> Ergonomia do local de trabalho e treinamento físico específico para o pescoço: exercício no trabalho em grupos por 20 minutos, três vezes semanalmente. |
| EHT -> Ergonomia do local de trabalho e informações de promoção da saúde: receberam uma série semanal de seminários de promoção da saúde, cada um com duração de uma hora por 12 semanas. |
| Akyurek et al., 202016, Turquia |
ECR Individuado |
1) Exercícios físicos |
Programa Workplace Health Promotion Programs (WHPP): |
5 semanas |
Enfermeiras
|
Os autores mostraram nos resultados que, após o WHPP, o grupo de intervenção teve melhora significativa na dor, na fadiga, no estresse, nas habilidades de enfrentamento e na qualidade de vida profissional logo após o fim do programa, comparando-se com os dados do baseline. Os resultados (melhorias) se mantiveram após um ano. |
| 2) Orientações ergonômicas |
1) Exercícios físicos: |
Grupo controle (n = 15): descansou em uma sala com material para leitura, porém sem outras atividades. Os indivíduos foram orientados a não alterar suas atividades ou formas de relaxamento por um ano. |
| - Relaxamento muscular progressivo (PMR). |
| - Exercícios posturais (fortalecimentos e alongamentos específicos). |
| - Exercícios respiratórios. |
| 2) Orientações ergonômicas (orientações posturais, posição da cadeira, entre outras). |
Grupo intervenção (n = 15): realizou toda a atividade proposta duas vezes por semana. |
| Jakobsen et al., 201517, Dinamarca |
Cluster
|
Exercícios físicos |
Qualquer exercício físico no trabalho ou em casa. |
10 semanas |
Profissionais de saúde de três hospitais dinamarqueses.
|
- Intensidade da dor diminuiu no grupo WORK |
| Grupo controle (de exercício físico domiciliar - HOME) |
| - Participantes receberam uma sacola com os equipamentos de ginástica. |
- Força muscular (lombar) aumentou no grupo WORK |
| - Ambos os grupos foram encorajados a fazer o exercício durante 5 a 10 minutos por semana, por 10 semanas. |
- Folders explicativos dos exercícios. |
| Grupo intervenção (exercício físico no local de trabalho - WORK) |
- Redução do uso de analgésicos maior no grupo WORK |
| - Treinamento de força supervisionado de alta intensidade com elásticos (Thera-Band) e kettlebells durante o horário de trabalho no hospital. |
| Ambos os grupos - Treinamento ergonômico e educação na transferência de pacientes e no uso de dispositivos auxiliares. |
- 10 exercícios. |
- O estudo mostrou diminuição significativa da intensidade da dor musculoesquelética, aumento da força muscular e redução do uso de analgésicos entre trabalhadoras da saúde em resposta a 10 semanas de exercícios no local de trabalho em comparação com o exercício feito em casa. |
| - 5 sessões de coaching de 30 a 45 minutos para motivação para os exercícios. |
| - Um dos objetivos do coaching era incentivar a participar da intervenção - fosse o exercício físico ou as sessões de coaching (estimular os outros colegas). |
| Jakobsen, et al., 201718, Dinamarca |
Cluster
|
Exercícios físicos |
Qualquer exercício físico no trabalho ou em casa, ambos os grupos foram encorajados a fazer o exercício durante 5 a 10 minutos por semana. |
10 semanas |
Profissionais de saúde de três hospitais dinamarqueses.
|
Os autores identificaram que uma maior adesão ao treinamento também levou a um melhor resultado. |
| Ambos os grupos - Treinamento ergonômico e orientação na transferência de pacientes e no uso de dispositivos auxiliares. |
Grupo controle (n = 89, 9 clusters) (de exercício físico domiciliar - HOME). |
| Grupo intervenção (n = 111, 9 clusters) (exercício físico no local de trabalho - WORK). |
No entanto, o estudo revelou que, mesmo quando a análise foi ajustada para adesão ao treinamento (entre outros parâmetros), a execução de exercícios físicos e coaching motivacional no local de trabalho foi mais eficaz do que a realização de exercícios domiciliares na redução da intensidade da dor musculoesquelética em região baixa das costas, do pescoço e dos ombros. |
| Jakobsen et al., 201819, Dinamarca |
Cluster
|
Exercícios físicos |
Intervenção: exercício físico no local de trabalho ou em casa (de cinco a 10 minutos). |
10 semanas |
Profissionais de saúde de três hospitais
|
Segundo os autores do estudo, mesmo a adesão tendo sido maior no grupo que realizou a intervenção no local de trabalho, nas análises foi feito o ajuste para adesão ao treinamento e o grupo WORK obteve melhores resultados. |
| *Grupos: |
| # WORK |
| - Treinamento de força supervisionado |
Grupo controle (nove clusters, n = 89): fez parte do grupo HOME e realizou os exercícios em casa. |
| - 2 a 20 trabalhadores por sessão |
| - 4 a 6 exercícios (dos preestabelecidos) |
*Acredita-se que as sessões de coaching, com motivação para participar do programa, também tenham interferido nos resultados. |
| - O grupo que realizou exercício no trabalho (WORK) também participou de cinco treinamentos motivacionais de 30 a 45 minutos em grupo de cinco a 12 participantes. |
Grupo intervenção (nove clusters, n = 111): fez parte do grupo WORK e participou das atividades propostas. |
| # HOME |
| - Participantes instruídos a realizar exercício por 10 minutos, cinco vezes por semana, quatro exercícios (dos 10 propostos). |
| - O grupo em casa (HOME) realizou as atividades durante o lazer. |
| Korshøj et al., 201820, Dinamarca |
Cluster
|
Exercícios físicos |
Primeira fase da intervenção |
12 meses |
Empresas de limpeza na área suburbana de Copenhagen, Dinamarca, recrutadas por contato.
|
- 4 meses: nenhuma mudança significativa, exceto no quadril; |
| Grupo controle (de referência): duas aulas/palestras de 2h/aula |
| Grupo intervenção: 2 × 30 min. --> 32 sessões (16 horas) |
| Segunda fase da intervenção |
| Grupo controle (de referência): três aulas/palestras de 2h/aula |
Grupo controle (de referência) (20 clusters, n = 59): palestras com orientações sobre vida saudável. |
- 12 meses: mudanças significativas em ombros, braços, punhos e tendência em joelhos, pés e tornozelos; |
| Grupo intervenção: grupo exercício: 2 × 30 min. --> 52 sessões (26 horas). |
| Na segunda fase, a supervisão dos exercícios do grupo intervenção diminuiu gradualmente, ocorrendo da seguinte forma: |
| - período da linha de base até 4 semanas: 6 sessões supervisionadas |
| - período de quatro a oito semanas: cinco sessões supervisionadas |
Grupo intervenção (20 clusters, n = 57): atividade física (no local ou próximo dele, durante a jornada). |
- o estudo mostrou resultados significativos em MMSS, entretanto apresentou piora em MMII. |
| - período de 8 a 12 semanas: quatro sessões supervisionadas |
| - período de 12 a 16 semanas: duas sessões supervisionadas |
| - período de 16 a 20 semanas: uma sessões supervisionadas |
| A participação foi registrada apenas quando o instrutor estava presente. |
| Moreira et al., 202021, Brasil |
ECR Individuado |
Exercícios físicos |
Intervenção: programa de exercícios terapêuticos duas vezes por semana por 12 semanas, cada sessão de 30 minutos. |
12 semanas |
Auxiliares de enfermagem ativos de hospital geral brasileiro.
|
Resultados sobre a dor lombar: positivo, alívio da dor (foram realizadas medidas antes e após a intervenção), embora não seja possível prever os efeitos a longo prazo. |
| Grupo controle (n = 44): não recebeu nenhum tipo de intervenção, só após o término das análises. |
| Grupo intervenção (n = 46): intervenção proposta. |
| Doda et al., 201522, Austrália |
Cluster
|
Abordagem comportamental (SOC - Stage of Change) |
As intervenções abordaram vários tipos de recomendações para controlar o MSD, incluindo redesenho de ferramentas, estações de trabalho, processos de trabalho, compra de novos equipamentos, rotação de tarefas, programas de inspeção do local de trabalho, treinamento de manuseio manual e exercícios. |
12 meses |
29 grupos de trabalho de 23 companhias de tamanho médio (entre 20 e 200 funcionários) e grande porte (mais de 200 funcionários)
|
As intervenções adaptadas de acordo com o SOC mostraram benefício relativo, particularmente para dor lombar e desconforto. |
| - No total, 25 intervenções (13 padronizadas e 12 customizadas) foram monitoradas em uma gama de 21 empresas e oito setores industriais. |
Grupo de intervenções personalizadas com base no SOC (15 grupos de 14 companhias, n = 109) e grupo de intervenções padronizadas (14 grupos de 12 companhias, n = 133). |
| As intervenções foram implementadas pelo gerente para os trabalhadores. O ergonomista acompanhava as intervenções a cada três meses, por meio de ligação telefônica com o gerente. O foco principal da questão da pesquisa não era o efeito da intervenção em nível individual. |
| Viester et al., 201523, Holanda |
ECR Individuado |
Abordagem comportamental |
- Programa de coaching de estilo de vida |
12 meses |
Trabalhadores de uma grande empresa de construção. |
A prevalência de sintomas musculoesqueléticos diminuiu, porém, a redução não foi estatisticamente significativa. |
| - Informações personalizadas sobre estilo de vida, sessões de coaching de estilo de vida, instruções de exercícios e o ‘VIP (vitalidade na prática) em construção com Caixa de Ferramentas’ |
Grupo controle (n = 152): recebeu os cuidados de costume, sem qualquer outra intervenção. |
| - Participantes receberam formulário de “plano de energia pessoal” para registrar os objetivos e planos de ação. |
Grupo intervenção (n = 162): realizou intervenção proposta. |
| Danquah et al., 201724, Dinamarca/Groenlândia |
Cluster
|
Abordagem comportamental |
A intervenção Take a Stand! incluiu cinco elementos: (1) nomeação de embaixadores locais, gestão e apoio; (2) mudanças ambientais, (3) uma palestra; (4) um workshop com o objetivo de garantir adaptação local do indivíduo, nível de escritório e local de trabalho; e (5) e-mails e mensagens de texto. A intervenção se concentrou em quatro estratégias para reduzir o tempo sentado usar uma mesa com suporte para se sentar, pausas por períodos prolongados, ficar em pé, reuniões ambulantes e definição de objetivos comuns a no nível do escritório. |
3 meses |
Trabalhadores de escritório |
Ao comparar os grupos de intervenção e controle em um e três meses, levando em consideração os níveis de linha de base, houve uma ligeira redução na pontuação total da dor. |
| Grupo controle (nove escritórios, n = 144): orientado a manter suas atividades habituais. |
Depois de três meses, a prevalência de dor pescoço-ombro foi ligeiramente reduzida na intervenção em comparação com o grupo controle, mas para dor nas costas e extremidades não foram encontradas alterações (análises exploratórias). Para pontuação total de dor, houve uma ligeira redução na intervenção em comparação ao grupo controle com um e três meses de acompanhamento. |
| Grupo intervenção (10 escritórios, n = 173): seguiu a proposta do programa de intervenção. |