Margareth Oliveira foi professora da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal no período de 1998 a 2024. Com uma longa trajetória em áreas como alfabetização e coordenação pedagógica, atuação em salas de leitura e formação de professoras/es, sua experiência com linguagens na educação básica se torna inspiradora. Mulher negra, professora de escola pública e militante política, Margareth, nesta entrevista realizada por videoconferência, partilha suas histórias e a maneira como elas vão constituindo o seu tornar-se. Assuntos como políticas públicas para educação, sociedade capitalista, individualismo, raça, racismo e adoecimento docente alinhavam os sentidos que ela narra ao enfocar seu passado, presente e futuro. Trata-se de valiosa discussão, em profundo diálogo universidadescola, sobre educação linguística crítica e formação crítica de professores/as de línguas.
Palavras-chave:
educação linguística crítica; formação docente crítica; educação antirracista; histórias docentes