| Modos de organização pedagógica das trilhas de aprendizagem |
Itinerário formativo, que desenvolve criatividade e flexibilidade, não explicitamente incluídas como competências do curso. |
De-La-Calle-Durán et al. (2022)
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| Requisitos básicos indicados para cumprir recomendações. |
Bartolome et al. (2022)
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| Estratégias empíricas e não sistemáticas, mesmo que ofereçam conveniências para o aprendizado organizacional. Sua formatação é vasta e ilimitada, inclusive contando com os recursos da ciência da informação para organizar e representar a informação, além de outros mais conhecidos, como palestras, seminários, cursos presenciais e à distância, conferências, viagem de estudo, curso de especialização, livros, manuais, artigos, filmes, fóruns, sites, vídeos, coaching e mentoring. |
Albini et al. (2021)
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| Percursos formativos como princípio organizador na individualização dos percursos, ancorados nas competências socioemocionais, de empregabilidade e comunidades de aprendentes. |
Silva (2019)
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| Conjunto sistemático e multimodal de unidades de aprendizagem, com diferentes esquemas de navegação para desenvolvimento de competências. Integra um conjunto de atividades em uma sequência apropriada, possibilitando ao estudante apreender os conteúdos de maneira mais eficaz. Pode ser considerada, em suma, como um caminho, um modelo para aprender. |
Lopes et al. (2019)
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| Itinerário de formação é um processo de coordenação de planos e programas de estudos que se realiza, por um lado, entre os níveis educativos ou dentro deles (secundário, superior e formação contínua) e, por outro, entre instituições prestadoras de formação ou dentro delas, devendo garantir continuidade e fluidez nos estudos entre instituições. |
Arias et al. (2018)
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| Caminho alternativo, flexível e mais apropriado para desenvolvimento profissional e pessoal. |
Mello et al. (2018)
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| Expandem a ideia de um aluno autodirigido, argumentando que os alunos agem estrategicamente quando se trata de desenvolvimento profissional. |
Franken et al. (2018)
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| Sequência específica de edublocks (atividades de aprendizagem). |
Lindín et al. (2022)
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| Conjunto de atividades que são relevantes para o aprendizado do funcionário. Essas atividades são coerentes entre si, formando um todo significativo para o funcionário, permitindo-lhe adquirir novos conhecimentos e habilidades. |
Poell et al. (2014); Van der Rijst et al. (2019)
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| Conjunto de atividades relevantes para a aprendizagem que são coerentes como um todo e significativas para o funcionário. |
Van der Rijst et al. (2019)
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| Funcionalidade dos sistemas de gestão de aprendizagem para ordenar uma série de objetos de aprendizagem de forma que resultem em um roteiro para os alunos, cujos passos são pré-estruturados de uma forma geral (como um mapa de navegação ou um índice) ou de uma forma sequencial muito específica (por exemplo, “concluir o primeiro passo 1 antes de passar para o passo 2”). |
De Smet, Schellens et al. (2016)
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| Centram-se no desenvolvimento cognitivo da aprendizagem do conteúdo, que é a ordem sequencial de diferentes conhecimentos ou aquisição de habilidades. |
Wu et al. (2021)
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| Projetadas em torno de tópicos organizados por níveis de dificuldade. |
González-Salamanca et al. (2020)
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| Implementação de desenho curricular (conjunto de atividades de aprendizagem) para atingir objetivos. |
Nabizadeh et al. (2020)
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| Destacam a sequência de atividades, interações e reflexões que compõem a própria trilha percorrida. |
Kuno et al. (2014)
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| Sequência de módulos para satisfazer conhecimentos requeridos. |
Lopes et al. (2019)
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| Conjunto de objetos de aprendizagem organizados em sequência, como livros, recursos multimídia, imagens e slides. |
Lopes et al. (2019)
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| Sequência de tarefas ou atividades designadas a melhorar o conhecimento ou a habilidade, cujo objetivo é fornecer os objetos de aprendizagem mais adequados de acordo com suas características. |
Lopes et al. (2019)
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| Organização dos objetos de ensino em um roteiro, composto por etapas de aprendizagem que podem ser pré-estruturadas (como um mapa de navegação ou uma tabela de conteúdo) ou como uma sequência de passos ordenados. |
Lopes et al. (2019)
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| Modelo a ser seguido, que direciona o processo de aprendizagem focado em como o aprendiz vai aprender o tema. Configura-se, assim, como uma forma de organização da sequência de aprendizagem. |
Lopes et al. (2019)
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| Representam competências necessárias para aprender um tema, considerando uma possível predeterminação de um percurso a ser seguido. |
Lopes et al. (2019)
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| Ato ou efeito de trilhar um percurso, uma rota, cujos percursos são passíveis de escolhas por parte dos alunos. |
Lopes et al. (2019)
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| Percursos selecionados pelo aprendiz para construir conhecimento, que possibilitam a ele construir o conhecimento de forma gradual. |
Lopes et al. (2019)
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| Caminhos alternativos e flexíveis para o desenvolvimento de pessoas, cuja flexibilidade compreenderia novas formas de se relacionar com o conhecimento. |
Lopes et al. (2019)
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| Rota de navegação, partindo-se do pressuposto de que cada profissional tem um mapa de oportunidades disponíveis, a fim de escolher qual caminho seguir e aonde quer chegar. |
Lopes et al. (2019)
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| Rota escolhida, por meio de uma série de atividades de aprendizagem, para construir conhecimento de forma progressiva. |
Lopes et al. (2019)
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| Baseiam-se nos quatro pilares da educação de Delors: aprender a conviver, aprender a fazer, aprender a conhecer e aprender a ser. |
Mello et al. (2018)
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| Processo de aquisição de novas aprendizagens profissionais. |
Mello et al. (2018)
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| Caminhos de aprendizagem ligados a tipos de trabalho e estruturas de aprendizagem, que podem ser regulamentados e orientados para tarefas; contratual e individual; orgânico e baseado em problemas; e colegial e baseado em métodos. |
Franken et al. (2018)
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| Parte eficaz e necessária para obter progressão de aprendizagem. |
Wu et al. (2021)
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| Atividades de aprendizagem que visam atingir um objetivo específico, podendo variar desde uma atividade relativamente pequena, como ler um livro ou fazer um curso, até seguir um programa ou currículo completo. |
Wu et al. (2021)
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| Conceito relativamente novo proposto com o desenvolvimento da tecnologia, o qual enfatiza características especiais da aprendizagem ao longo da vida e da educação convencional. |
Wu et al. (2021)
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| Também denominadas sequência curricular, são compostas de etapas que orientam a construção de conhecimentos e habilidades. |
Wu et al. (2021)
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| Recursos tecnológicos para o uso das trilhas de aprendizagem não exclusivamente relacionadas à educação |
Os alunos só precisam dominar uma habilidade em cada etapa do caminho de aprendizagem para mudar o estado original do conhecimento. |
Wang et al. (2023)
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| Percurso e sequência de atividades ordenadas de acordo com os objetivos, os conteúdos e as estratégias de aprendizagem. |
Wang et al. (2023)
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| Conjunto de objetos de aprendizagem do mundo real para maximizar a eficácia individual. |
Liu et al. (2020)
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| Rota sequenciada e estruturada de atividades de e-learning para construir conhecimento gradualmente. |
Hwang et al. (2010)
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| Visam maximizar combinação entre compreensão do aluno sobre o material didático e eficácia de aprendizagem do material. |
Xu et al. (2023)
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| Sequências de objetos com métodos ou algoritmos de aprendizado de máquina. |
Xu et al. (2023)
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| Itinerário que liga diversos objetos de aprendizagem. |
Chen (2008)
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| Conceito de armazenamento de conceitos na mente, semelhante à função do cérebro humano. |
De Smet, De Wever et al. (2016)
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| Cadeia de etapas subsequentes. |
Raj et al. (2022)
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| Modelo conceitual de sistema inteligente baseado em caminhos de aprendizagem baseados em portfólios para autorregular a aprendizagem. |
Raj et al. (2022)
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| Sequência de conceitos e recursos descobertos na aprendizagem. |
Durand et al. (2013)
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| Processo de aprendizagem usando tecnologia móvel para apresentação multimídia baseada em localização de cenários reais com conhecimento integrado. |
Normak et al. (2012)
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