RESUMO
Introdução: A falta de orientação profissional para alunos do ensino médio é um problema no Brasil. Além disso, o acesso à educação superior, principalmente para alunos de escolas públicas, apresenta desafios significativos, sobretudo no curso de Medicina. Este estudo investigou o impacto de um programa educacional curto e de baixo custo realizado com estudantes dos ensinos fundamental e médio e de pré-vestibular, a fim de oportunizar vivências sobre as profissões da saúde.
Objetivo: Este estudo teve como objetivo investigar o impacto do programa educacional MedProject nas percepções sobre a carreira médica e na confiança para a escolha da profissão em estudantes de escolas públicas.
Método: Trata-se de um estudo transversal, qualiquantitativo, baseado em respostas de questionários avaliativos aplicados ao final de quatro edições do programa em datas e instituições públicas de ensino distintas.
Resultado: Foram obtidas 134 respostas. Os resultados quantitativos demonstraram altos níveis de satisfação com o programa, e a análise qualitativa destacou percepções aprimoradas de carreira e aquisição de conhecimento.
Conclusão: Apresentamos um modelo de programa educacional que aprimorou significativamente as percepções de carreira entre estudantes de escolas públicas brasileiras, oferecendo insights valiosos sobre o ensino superior e os caminhos profissionais, especialmente na área médica.
Palavras-chave:
Educação Médica; Orientação Vocacional; Escolha da Profissão; Ensinos Fundamental e Médio
ABSTRACT
Introduction: The lack of vocational guidance for high school students is a problem in Brazil. Furthermore, access to higher education, especially for public school students, presents significant challenges, particularly for medical degrees. This study investigated the impact of a short, low-cost educational program conducted with elementary, high school, and pre-university students to provide experiences related to the health professions.
Objective: To investigate the impact of the MedProject educational program on perceptions of the medical career and confidence in career choice among public school students.
Method: This was a cross-sectional, quali-quantitative study, based on responses to evaluation questionnaires administered at the end of four editions of the program at different public educational institutions.
Result: 134 responses were obtained. The quantitative results demonstrated high levels of satisfaction with the program, and the qualitative analysis highlighted enhanced career perceptions and knowledge acquisition.
Conclusion: This study presents an educational program model that significantly enhanced career perceptions among Brazilian public school students, offering valuable insights into higher education and career paths, especially in the medical field.
Keywords:
Education, Medical; Vocational Guidance; Career Choice; Education, Secondary
INTRODUÇÃO
Poucos são os estudos que abordam a escolha de carreira por alunos do ensino médio. No Brasil, o aconselhamento de carreira e a aplicação de testes vocacionais ao término do período escolar são incomuns1, apesar de haver extensa literatura nacional sobre a orientação profissional2), (3.
O ensino superior ainda é considerado inatingível por muitos estudantes, provenientes de escolas públicas. Tamanha é a disparidade de ensino público e privado, que diversas políticas afirmativas passaram a ser adotadas no país nas últimas décadas - como as cotas, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (Prouni) - com o intuito de democratizar o acesso de alunos provenientes de escolas públicas ao ensino superior de qualidade4. Ademais, diversas universidades passaram a ter em sua agenda políticas de permanência estudantil, visando reter os alunos no ambiente acadêmico até a conclusão de seu curso5. Contudo, o acesso do aluno ao ensino superior, especialmente nas populações de baixa renda, pode muitas vezes ser oneroso, devido ao custo de uma faculdade, quando privada. E mesmo em instituições públicas, cursar uma instituição de ensino superior significa despender horas do seu dia sem um ganho monetário direto. Tais fatores sobressaem no curso da Medicina, devido ao seu currículo integral, com seis anos de duração e com faculdades privadas muitas vezes chegando a cobrar mensalidades de valor superior a dez mil reais6.
No entanto, além dessas questões concretas, o constructo da decisão de carreira estabelece que a autoeficácia7 é fator importante na decisão. A autoeficácia, de forma simplificada, representa a percepção do próprio aluno da sua capacidade em seguir uma carreira. A carreira médica apresenta uma baixa percepção de autoeficácia entre alunos do ensino médio8. Compreender as formas de ampliar o acesso à informação sobre as diferentes carreiras é essencial na promoção do ensino superior no país. Dessa forma, programas que divulguem ou que oportunizem vivências para que esses jovens estudantes conheçam as possibilidades de carreira profissional na área da saúde são de grande valia não só para a democratização do ensino superior, como também para a formação de cidadãos que entendam o seu papel na sociedade.
O presente estudo objetivou investigar o impacto global de um programa educacional baseado em vivências práticas e na aproximação dos estudantes de ensino médio com o ensino superior, denominado MedProject, e os efeitos da participação nesse projeto na confiança perante escolhas de carreira.
MATERIAIS E MÉTODOS
Trata-se de uma pesquisa transversal observacional, utilizando métodos qualiquantitativos, baseada em respostas de questionários avaliativos aplicados ao final do programa educacional denominado MedProject. Os procedimentos adotados nesta pesquisa estiveram em conformidade com os critérios da ética em pesquisa com seres humanos, de acordo com a Resolução nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde e os princípios éticos estabelecidos na Declaração de Helsinque. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da instituição proponente (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo). Todos os dados utilizados mantiveram-se anonimizados desde o armazenamento até o final da análise, e os resultados foram apurados e apresentados de forma agregada, sem possibilidade de identificação dos sujeitos envolvidos.
Os autores declaram o uso de ferramentas de inteligência artificial (Grok, xAI, Gemini, Google) como auxílio na preparação deste manuscrito, especialmente nas seções de resumo, introdução, discussão e conclusão. As ferramentas foram utilizadas para a busca de referências na literatura, o refinamento da linguagem, a reestruturação de parágrafos, a verificação do formato de referências e a tradução de trechos de texto. Os autores humanos revisaram todo o conteúdo gerado e assumem total responsabilidade pela versão final do trabalho.
Programa MedProject
O projeto MedProject foi criado em 2015 com o intuito de proporcionar aos alunos do fim dos ensinos fundamental e médio e aos egressos uma vivência na área da saúde. O projeto foi divulgado nas redes sociais, e utilizou-se a metodologia de bola de neve, em que uma pessoa indicava outras duas a participar. Para ser incluída no projeto, a escola deveria ser de natureza econômica pública.
Após selecionadas, os responsáveis pelo MedProject reuniam-se com os diretores das escolas para apresentação do projeto e programação das atividades que eram realizadas na própria escola, com duração de três horas. As diretorias das escolas ficaram responsáveis pela seleção dos participantes.
A equipe do MedProject foi composta de um professor de medicina, que também é médico, e três a quatro estudantes do curso de Medicina que aqui chamamos de monitores. O professor guiava o encontro e conduzia a roda de conversa. Já os monitores ficavam responsáveis por auxiliar as atividades nos módulos práticos.
As atividades foram estruturadas em dois módulos. O primeiro - denominado “A carreira médica e a saúde” - teve como objetivos discutir as características esperadas de um aluno de medicina e de um futuro médico (resiliência, dedicação, empatia, comunicação, liderança); apresentar a estrutura das escolas médicas e de saúde, e quais elementos devem ser observados na sua escolha, por exemplo, nacionais ou internacionais; compartilhar de que forma se dá o desenvolvimento na carreira médica (tempo para entrar no mercado de trabalho e as suas características). Para tanto, ofereceu-se uma preleção dialogada para até cem alunos, na própria escola participante. Foi capitaneada pelo professor médico e compartilhada com pelo menos um aluno de Medicina.
Já o segundo módulo - denominado “Vivência médica” - teve como objetivos principais: debater conceitos básicos de saúde que são importantes para o conhecimento geral da população adolescente e discutir os aspectos a que um futuro médico deve se atentar na sua prática que vão além de exames e dados objetivos. Para esse módulo, oferecemos a possibilidade de oferta de três temáticas diferentes, a serem escolhidas pela direção da escola conforme a necessidade: suporte básico de vida (BLS), saúde mental e educação sexual. Tais atividades foram conduzidas pelos monitores (alunos de Medicina), previamente treinados pelo responsável do projeto. A temática escolhida pela direção da escola, em todas as quatro edições analisadas, foi o suporte básico de vida (BLS).
Desenho do estudo
Coleta de dados
Ao final de cada edição, os estudantes foram convidados a preencher um formulário com seus próprios celulares. O questionário utilizado foi apresentado aos estudantes, com autorização dos pais e da coordenação da escola, e respondido de forma digital (via Google Formulários) presencialmente no final das atividades do MedProject. Para compor a amostra, os critérios de inclusão foram: ser estudante de escola pública brasileira (cursando do nono ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio) ou de curso pré-vestibular e ter participado de uma edição do programa MedProject. Não se aplicaram quaisquer critérios de exclusão.
O questionário envolveu dados demográficos, como idade, sexo e ano do curso do ensino médio. Além disso, continha duas perguntas fechadas sobre o impacto da atividade na vida dos alunos; uma pergunta aberta (“Como você acha que o MedProject contribuiu para o seu conhecimento sobre medicina? O que você aprendeu?”); e, por fim, seis afirmações a serem graduadas na escala Likert relacionadas à vivência sobre carreira, habilidades e conhecimentos na área da saúde.
Análise dos dados
Os dados numéricos foram processados por meio de análise estatística descritiva, com cálculo de média e desvio padrão das notas dadas utilizando o aplicativo Google Sheets. Para o cálculo do Net Promoter Score (NPS), consideramos detratores aqueles que atribuíram notas 1 a 6, indiferentes notas de 7 e 8 e promotores como notas 9 e 10. Os dados obtidos nas seis afirmações graduadas na escala Likert foram utilizados para obter um índice geral de favorabilidade, entendido como o valor estatístico global de aceitação positiva das sentenças propostas. Os dados qualitativos foram classificados em categorias de respostas e apresentados de forma descritiva.
RESULTADO
Para este estudo, consideramos os dados das quatro últimas edições do MedProject realizadas nos anos de 2022 e 2023. As intervenções ocorreram em quatro instituições de ensino distintas: uma escola estadual, uma escola municipal e dois cursos pré-vestibulares comunitários. O número de alunos estimados que participaram do projeto foi de cerca de 280. O tamanho amostral obtido na base de dados dos formulários aplicados ao fim dessas edições foi igual a 134 (respostas ao questionário).
A amostra foi composta majoritariamente por mulheres (n = 101, 75,3%). A idade média foi de 20,17 (desvio padrão - DP = 5,4 anos) (Gráfico 1).
Quanto à escolaridade, a maior parte da amostra (n = 66, 77,6%) já havia concluído o ensino médio, enquanto os demais alunos estavam no último ano do ensino fundamental (n = 8, 9,4%) ou no último ano do ensino médio (n = 11, 12,9%).
Ao serem solicitados a atribuir nota à atividade bate-papo - carreira médica e “Vivência médica” -, obtivemos as seguintes médias, respectivamente: 9,69 (DP = 0,63) e 9,56 (DP = 1,16). Já para o questionamento “Qual a chance de você recomendar que o MedProject fosse realizado em outras escolas?”, também na escala de 0 a 10, foi possível calcular o NPS9, com o resultado médio de 94,0%, sendo a amostra dividida em 129 (96,3%) promotores, dois (1,5%) indiferentes e três (2,2%) detratores.
Com relação ao segundo grupo de perguntas - “De que forma você acredita que o MedProject impactou sua visão sobre a carreira médica?” (Gráfico 2), “De que forma você acredita que o MedProject impactou sua visão sobre carreira de uma forma geral?” (Gráfico 3) e “Como você acha que o MedProject contribuiu para o seu conhecimento sobre medicina? O que você aprendeu?” (Gráfico 4) -, observaram-se padrões de respostas semelhantes, com a maioria dos participantes entendendo que a intervenção ampliou sua visão ou seus conhecimentos.
Sobre as respostas à pergunta “De que forma você acredita que o MedProject impactou sua visão sobre a carreira médica?”.
Sobre as respostas à pergunta “De que forma você acredita que o MedProject impactou sua visão sobre carreira de uma forma geral? (em qualquer área ou profissão)”.
Sobre as respostas à pergunta “Como você acha que o MedProject contribuiu para o seu conhecimento sobre medicina? O que você aprendeu?”.
Para análise dessas questões abertas, utilizamos ainda a ferramenta digital Wordclouds para agrupar as palavras-chave mais frequentes. Assim, considerando as respostas recebidas, formou-se uma nuvem com o tamanho de cada palavra, de modo a representar a frequência com que apareceu nas respostas (Figura 1).
Por fim, quanto às seis afirmações avaliadas pelos alunos participantes pela escala Likert, obteve-se um índice de favorabilidade correspondente ao valor de 87,08%.
DISCUSSÃO
Conforme apontado na introdução, a baixa autoeficácia é um obstáculo estruturante para estudantes do ensino médio que consideram a carreira médica8. Para endereçar essa questão, experiências como mentorias e vivências práticas (shadowing) são reconhecidas internacionalmente como ferramentas potentes para aumentar a confiança e o interesse de jovens nessa área10),(11. De forma complementar, programas de engajamento comunitário também se mostram eficazes em ampliar o repertório e a motivação de estudantes de grupos sub-representados12),(13. Contudo, observa-se uma notável lacuna de publicações que documentem e avaliem iniciativas com essa finalidade no cenário educacional brasileiro. O MedProject, avaliado neste estudo, insere-se precisamente nesse espaço, ao adaptar modelos de sucesso para a realidade de estudantes de escolas públicas do país, promovendo, conforme nossos resultados, maior confiança e autonomia na decisão de carreira.
Essa percepção de maior confiança e autonomia é corroborada pela análise dos resultados, com os dados quantitativos e qualitativos se complementando para explicar o impacto do programa. A satisfação dos participantes, evidenciada pelo índice de favorabilidade (87,08%) e pelo NPS de 94,0%, atinge o primeiro nível de avaliação de Kirkpatrick: a “reação”. Essa receptividade positiva pode ser atribuída à presença de mentores universitários, um fator que reduz o “estranhamento” dos alunos com o ambiente acadêmico, conforme aponta a literatura14, e cuja abordagem é corroborada por modelos internacionais15. Contudo, o impacto transcende a reação. A análise qualitativa revela um avanço para o segundo nível de Kirkpatrick, a “aprendizagem”, em que “aprendi” e “ampliação da visão” surgem como os temas mais proeminentes. Essa expansão de repertório é vividamente ilustrada pela fala de um participante: “Em tudo, eu tinha muita pouca noção sobre como é a vida de uma pessoa que cursa ou trabalha na área da Medicina, geralmente vemos na TV uma versão bem curta de como é, e escutar uma pessoa falando sobre de [sic] como é a vida, é muito gratificante”. Isso indica que a interação com os monitores não apenas gerou uma experiência positiva, mas também expandiu de forma significativa o repertório dos estudantes sobre a carreira e a universidade, um achado consistente com os estudos que correlacionam a exposição prática com o aumento do interesse em carreiras científicas16.
Os achados deste estudo transcendem a avaliação de uma iniciativa isolada e apontam para o valor de uma via de mão dupla entre a universidade e a escola pública. Para a instituição de ensino superior, programas como o MedProject não são apenas uma forma de extensão, mas também uma estratégia ativa para a democratização do acesso, permitindo a identificação de vocações e a quebra de estereótipos que afastam potenciais talentos. Em contrapartida, para o estudante do ensino básico, o contato direto com mentores universitários materializa a possibilidade da carreira médica, transformando o “estranhamento” em sentimento de pertencimento, e a dúvida, em autoeficácia. Dessa forma, a principal implicação é que tais parcerias representam um investimento de alto impacto e baixo custo na formação de capital humano e na construção de um ecossistema educacional mais justo e integrado.
Apesar dos resultados promissores, há limitações que devem ser ponderadas. A principal restrição metodológica reside na avaliação do programa, que se concentrou nos dois primeiros níveis do modelo de Kirkpatrick17 - reação e aprendizagem. Isso impede, no momento, conclusões sobre a aplicação do aprendizado em novas atitudes (nível 3) ou sobre o impacto de longo prazo na trajetória profissional dos participantes (nível 4). Adicionalmente, o escopo do estudo limita a generalização dos achados, uma vez que se restringiu a escolas públicas de uma única região e manteve o foco na carreira médica, explorando de forma menos aprofundada outras profissões da área da saúde. Por fim, reconhece-se um potencial viés de pesquisador, dado que a condução e a análise foram realizadas pelos próprios idealizadores do programa18.
As limitações apontadas não diminuem os resultados do estudo, mas, ao contrário, abrem caminhos promissores para futuras pesquisas. A principal delas seria a condução de um estudo longitudinal para acompanhar os participantes, permitindo assim avaliar os níveis 3 (comportamento) e 4 (resultados) de Kirkpatrick e mensurar o impacto real do programa na escolha de carreiras de saúde e no ingresso nelas. Além disso, futuras iniciativas poderiam expandir o escopo do MedProject para diferentes contextos (como áreas rurais ou escolas privadas) e investigar os efeitos do programa sobre os próprios mentores - os estudantes de Medicina. Tais ampliações consolidariam o MedProject como um modelo pedagógico bidirecional e escalável, reforçando o valor de iniciativas que constroem pontes entre os diferentes níveis do sistema educacional brasileiro.
CONCLUSÃO
O programa MedProject demonstrou ser uma intervenção eficaz e de baixo custo para aumentar o repertório e a autoeficácia de estudantes de escolas públicas em relação à carreira médica. Por meio de vivências práticas e mentoria com universitários, o programa atua como uma ponte entre o ensino básico e o superior, combatendo o estranhamento e fortalecendo a confiança dos alunos em suas trajetórias. Portanto, o estudo valida um modelo de intervenção escalável, com potencial para ser replicado por outras instituições como uma ferramenta valiosa na democratização do acesso à educação médica no Brasil.
REFERÊNCIAS
-
1 Campos VB. A importância das ações de orientação profissional/vocacional aos estudantes da etapa final da educação básica nas escolas públicas brasileiras. Nova Paideia: Revista Interdisciplinar em Educação e Pesquisa. 2022;4(3):548-59. doi: https://doi.org/10.36732/riep.vi.184.
» https://doi.org/https://doi.org/10.36732/riep.vi.184 -
2 Lemos Abade F. Orientação profissional no Brasil: uma revisão histórica da produção científica. Revista Brasileira de Orientação Profissional. 2005;6(1):15-24 [acesso em 25 abr. 2026]. Disponível em: Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=203016890003
» https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=203016890003 - 3 Sparta M. O desenvolvimento da orientação profissional no Brasil. Revista Brasileira de Orientação Profissional . 2003;4(1-2):1-11.
-
4 Vargas Carneiro LA, Bridi FR de S. Políticas públicas de ensino superior no Brasil: um olhar sobre o acesso e a inclusão social. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação. 2020;15(1):146-58 [acesso em 25 abr. 2026]. Disponível em: Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/12059
» https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/12059 -
5 Estrada AA. Permanência na educação superior: aspectos da assistência estudantil. Revista Atlante: Cuadernos de Educación y Desarrollo, fev 2014. ISSN: 1989-4155. [acesso em 25 abr. 2026]. Disponível em: Disponível em: https://www.eumed.net/rev/atlante/2014/02/assistencia-estudantil.html
» https://www.eumed.net/rev/atlante/2014/02/assistencia-estudantil.html -
6 Araujo B. Quanto custa uma faculdade de Medicina no Brasil? Descubra! Terra; 2023 [acesso em 10 mar 2024]. Disponível em: Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/educacao/quanto-custa-uma-faculdade-de-medicina-no-brasil-descubra,747be7075a2f8f72132e6c7279c576f51hll4klw.html
» https://www.terra.com.br/noticias/educacao/quanto-custa-uma-faculdade-de-medicina-no-brasil-descubra,747be7075a2f8f72132e6c7279c576f51hll4klw.html - 7 Ambiel RAM, Noronha APP. Autoeficácia para escolha profissional: teoria, pesquisas e avaliação. Rev Psicol Pesqui. 2012;6(2):171-8.
- 8 Dantas MA, Azzi RG. Autoeficácia ocupacional e interesses percebidos por estudantes do ensino médio público. Psicol Ensino Form. 2015;6(1):52-71.
- 9 Reichheld FF. The one number you need to grow. Harv Bus Rev. 2003 Dec;81(12):46-54.
-
10 Baveja RD, Fonkeu Y, Kelly 4th JD. The value of medical shadowing for high school students: a three-dimensional view. Med Teach. 2024 Apr;46(4):584-9. doi: https://doi.org/10.1080/0142159X.2023.2243024.
» https://doi.org/https://doi.org/10.1080/0142159X.2023.2243024 - 11 Robinson MA, Douglas-Vail MB, Bryce JN, van Zyl TJ. Medical school outreach and mentorship for rural secondary school students: a pilot of the Southwestern Ontario Medical Mentorship Program. Can J Rural Med. 2017;22(2):62-7.
-
12 Patel SI, Rodríguez P, Gonzales RJ. The implementation of an innovative high school mentoring program designed to enhance diversity and provide a pathway for future careers in healthcare related fields. J Racial Ethn Health Disparities. 2015;2(3):395-402. doi: https://doi.org/10.1007/s40615-015-0086-y.
» https://doi.org/https://doi.org/10.1007/s40615-015-0086-y -
13 Quan IL, Sriram N, Lam E, Jain R, Boadi N, Singh A, et al. Project MED (Medicine, Exposure, and Development): promoting access to healthcare education for historically underrepresented groups through community engagement, sustainability, and technology. Clin Obstet Gynecol. 2023 Mar 1;66(1):4-13. doi: https://doi.org/10.1097/GRF.0000000000000743.
» https://doi.org/https://doi.org/10.1097/GRF.0000000000000743 -
14 Piedade CHP. Pelo diálogo e aproximação entre universidade e ensino médio: condições necessárias e efetivação democrática. Res Soc Dev. 202110(9):e34710917513 [acesso em 10 mar 2024]. Disponível em: Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/17513
» https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/17513 - 15 Veber V, Ershevskaya A, Okonenko T, Antropova G, Rumyantsev Y. Modern forms of career guidance: partnership between schools and higher education institutions. In: Toropova EV, Zhukova EF, Malenko SA, Kaminskaya TL, Salonikov NV, Makarov VI, et al., editors. Man, society, communication. London: European Publisher; 2021. p. 1649-55. (European Proceedings of Social and Behavioural Sciences, v. 108).
- 16 Grinnell F, Dalley S, Hill J, Kennedy M, Myers P. High school science fair: experiences of two groups of undergraduate bioscience students. PLoS One. 2021;16(6):e0252627.
- 17 Kirkpatrick DL. Evaluating training programs: the four levels. San Francisco: Berrett-Koehler; 1998.
-
18 Boet S, Sharma S, Goldman J, Reeves S. Review article: medical education research: an overview of methods. Can J Anaesth. 2012 Feb;59(2):159-70. doi: https://doi.org/10.1007/s12630-011-9635-y.
» https://doi.org/https://doi.org/10.1007/s12630-011-9635-y
Os dados de pesquisa só estão disponíveis mediante solicitação.






Fonte: Elaborado pelos autores.
Fonte: Elaborado pelos autores.
Fonte: Elaborado pelos autores.
Fonte: Elaborado pelos autores.
Fonte: Elaborada pelos autores.