Os danos acometidos por doenças, pragas ou intempéries climáticas nos estádios reprodutivos da cultura do milho resultam em redução na produtividade de grãos, porém o estudo da contribuição das folhas em novos híbridos é uma alternativa que possibilita a redução desses danos. Sendo assim objetivou-se o estudo de contraste do efeito da desfolha artificial no estádio R1, nas características agronômicas de diferentes híbridos de milho, em região de alta altitude em duas épocas de semeadura. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, no esquema fatorial 4 × 4 × 2, referente a quatro níveis de desfolha (1- sem remoção do limbo foliar; 2- remoção de todas as folhas; 3- remoção de todas as folhas acima da espiga e 4- remoção de todas as folhas abaixo da espiga) × quatro híbridos (P1225 VYH, P3016 VYHR, DKB 345 PRO3 e P4285 VYHR) x duas épocas de semeadura (outubro e novembro), com quatro repetições. A perda da área foliar acima da espiga, diminui o número de grãos por espiga 19,5%, massa de mil grãos 11% e produtividade de grãos 44,5% para híbridos e época de semeadura. A produtividade de grão aumentou na semeadura em outubro em 23% frente a de novembro. Nas condições de Guarapuava, o híbrido DKB 345 PRO3 obteve maior produtividade de grãos em todos os níveis de desfolha no estádio R1.
Palavras-chave:
Zea mays; zoneamento climático; desempenho produtivo; interceptação da radiação
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