Este estudo examinou se a mecânica da marcha já difere em adultos de meia-idade. Trinta adultos jovens (18–30 anos) e trinta adultos de meia-idade (50–59 anos) caminharam em velocidades autosselecionadas, lentas e rápidas. As variáveis espaço-temporais aumentaram com a velocidade em ambos os grupos, mas os adultos de meia-idade apresentaram incrementos menores na velocidade média e na velocidade adimensional. No nível angular, as diferenças foram mais evidentes no joelho, onde os adultos de meia-idade exibiram maior flexão. A análise energética revelou menor recuperação de energia e maior congruência energética, indicando eficiência pendular reduzida. Esses achados sugerem que as adaptações precoces da marcha surgem na meia-idade, especialmente sob maiores demandas mecânicas.
Palavras-chave:
Análise da marcha; Energia mecánica; Estudo cinemático; Modelagem biomecânica
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