O ensaio sustenta-se na compreensão de que as práticas corporais são necessidades humanas, historicamente e socialmente produzidas, fundamentais ao processo de humanização. O objetivo do texto foi analisar o processo de trabalho com as práticas corporais no Sistema Único de Saúde considerando as diferentes perspectivas de educação em saúde. Para tal, apoiamo-nos nas bases teórico-metodológicas do movimento sanitário latino-americano. Concluímos que a organização do processo de trabalho exige planejamento participativo, monitoramento integral e avaliação coletiva no trato com conhecimentos sistematizados da Educação Física, o que pressupõe considerar o caráter educativo e crítico-reflexivo dessas práticas nos processos contraditórios do cuidado e na luta social pela saúde.
Palavras-chave:
Práticas corporais; Educação em saúde; Determinação social da saúde; Integralidade em saúde
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