Open-access Escalas sem repetição de oitava como uma forma de organização tonal

Embora a maioria das escalas do mundo seja repetida na oitava, o fato é que escalas sem repetição de oitava têm sido empregadas para organizar o conteúdo tonal em diferentes culturas musicais desde a Idade Média até os dias atuais. No entanto, há poucos estudos acadêmicos que tratam do assunto de uma perspectiva global, além da aplicação de determinadas escalas sem repetição de oitavas em contextos musicais específicos. Portanto, a extensão em que essas estruturas serviram para determinar o conteúdo da altura na música não foi até agora amplamente ampliada ou prontamente disponível para pesquisadores e músicos potencialmente interessados no assunto. O presente artigo se baseia em uma variedade de fontes diferentes para apresentar uma visão geral detalhada e estruturada do uso de escalas sem repetição de oitava em uma ampla gama de ambientes musicais, confirmando, assim, a hipótese de que essas estruturas provaram ser uma forma útil e comprovada de organizar o conteúdo de altura na música.

PALAVRAS-CHAVE:
Escalas sem repetição de oitava; Teoria da música; Análise musical; Teoria das escalas; Composição; Improvisação

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