A Psicologia, como ciência e profissão, sempre comprometida com as demandas sociais, com a saúde mental e bem-estar das populações, defende veementemente o modelo de ensino presencial na graduação, visando garantir um mínimo de qualidade nesse processo. Essa defesa se baseia em princípios científicos, pedagógicos e éticos, promovendo processos formativos que vão além da assimilação pura e simples de conteúdos ou técnicas, exigindo vivências, interações sociais, empatia, escutas e diálogos face a face com as pessoas, grupos, organizações e instituições. Neste artigo, buscamos compreender o processo de abertura política-econômica para a modalidade da educação a distância (EaD) no Brasil, o posicionamento do Conselho Nacional de Saúde e da própria comunidade da Psicologia nesse debate, principalmente diante do novo Marco Regulatório da EaD. Finalizamos com vantagens e desvantagens para a EaD, e os desafios para o desenvolvimento de competências e habilidades no processo formativo da Psicologia quando nessa modalidade de educação.
Palavras-chaves
Psicologia; Formação; Presencialidade; EaD
Thumbnail
Fonte: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep,