Este trabalho, vinculado às discussões acerca da cultura material escolar, tem como objetivo compreender as relações existentes entre a fábrica Móveis Cimo e o mercado escolar. Para tanto, os investimentos se concentram nas relações entre as escolas públicas primárias, a indústria e o Estado. A escolha por estas categorias se fundamentou na compreensão de que a escola de massas é um fenômeno do mundo ocidental que se articulou com a expansão industrial. Compreende-se que a circulação de ideias pedagógicas difundiu saberes que modificaram a idealização dos artefatos escolares a partir de um padrão referencial, aceito internacionalmente e que a Móveis Cimo buscou adequar seus mobiliários a um modelo de escola ideal, o que contribuiu para a comercialização de seus produtos.
Palavras-chave:
história da educação; cultura material; mobiliário escolar
Fonte: Indústrias Reunidas de Madeiras [entre 1932 a 1944a]. Acervo do Arquivo Público de Rio Negrinho, SC. Disponível em Klostermann (2007).
Fonte: Representantes comerciais (1930) e Representantes comerciais (1934). Disponível em Acervo do Arquivo Público de Rio Negrinho, SC.


Fonte: Indústrias Reunidas de Madeira [entre 1932 a 1944d]. Disponível no Acervo do Arquivo Público de Rio Negrinho, SC.
Fonte: Indústrias Reunidas de Madeira [entre 1932 a 1944b] e Cia. Industrial de Móveis [entre 1944 a 1954a]. Disponível em Klostermann (2007).
Fonte: Machado (2004, p. 294).
Fonte: Representantes comerciais (1934). Disponível no Acervo do Arquivo Público de Rio Negrinho, SC.