Objetivo Pessoas com transtorno de uso de substâncias apresentam capacidade cognitiva comprometida pelos prejuízos nas funções executivas. Vinte minutos de exercício aeróbio moderado ou de força promoveu melhora na capacidade cognitiva dessas pessoas, contudo, não há uma padronização de tipo, programa, intensidade, duração e frequência. Este estudo avaliou o exercício funcional de alta intensidade sobre as funções executivas de pessoas com tal transtorno.
Método Quarenta pacientes foram alocados nos grupos: Intervenção (N = 22) e Controle (N = 18), e, avaliados, antes e após uma sessão aguda de treinamento funcional de alta intensidade ou de um período de repouso, respectivamente.
Resultados O grupo Intervenção melhorou: capacidade cognitiva, desempenho na flexibilidade mental, controle inibitório, memória de trabalho e respostas perceptuais positivas para esforço e afeto (“Clarear a Mente”, “Facilitar a Caminhada”) em comparação com o grupo Controle. Os resultados sugerem que esta intervenção pode ser uma alternativa terapêutica acessível, funcional e afetivamente positiva.
Palavras-chave
Transtornos relacionados ao uso de substâncias; Usuários de drogas; Funções executivas; Treinamento físico; Exercício físico
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Note: Day 1 includes consent and baseline assessments (surveys): free and informed consent form (FICF), Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP, Brazilian Association of Research Companies), Alcohol,Smoking and Substance Involvement Screening Test (ASSIST); Day 2 shows the resting activity, executive function tests, heart rate (HR), blood pressure (BP), Trail Making Test A (TMT A), Trail Making Test B (TMT B), rest for the control group and physical exercise for the High-intensity Interval Functional Training (HIFT) group and post-activity assessments for both groups.