A pesquisa apresentada neste artigo é parte da dissertação de mestrado ‘Bebês no Museu de Arte: Processos, Relações e Descobertas’. A partir da análise de sessões do programa No Colo, do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, buscou-se compreender a inclusão de bebês nos programas de educação em museus de arte. Com base na investigação e análise das práticas em questão, em diálogo com o referencial teórico adotado - Vigotski, Trevarthen, Vecchi - constatou-se que o contato com os artefatos, com as experiências coletivas e com as propostas de experimentação sensorial pode ser significativo para o desenvolvimento socioemocional e cognitivo dos bebês e para sua inserção na cultura. A inclusão desse público pode oportunizar novas maneiras de estar e pensar os espaços expositivos, contribuindo para sua democratização e ampliação do repertório de mediação.
Palavras-chave:
Arte; Museus; Educação; Bebês; Estética
Fonte: Foto do Instituto Tomie Ohtake/ Registro atividade.
Fonte: Foto da Pesquisadora.
Fonte: Foto do Instituto Tomie Ohtake/ Registro.
Fonte: Foto do Instituto Tomie Ohtake/ registro atividades.
Fonte: Foto da Pesquisadora.
Fonte: Foto da Pesquisadora.
Fonte: Fotos da Pesquisadora e Instituto Tomie Ohtake/ Registro atividade.
Fonte: Fotos do Instituto Tomie Ohtake/ registro atividades e Pesquisadora.
Fonte: Foto da Pesquisadora.
Fonte: Foto da Pesquisadora.
Fonte: Fotos da Pesquisadora e Instituto Tomie Ohtake/ divulgação.
Fotos: Pesquisadora e Instituto Tomie Ohtake/ Registro atividades.