Resumo
Objetivo: Verificar a prevalência de gravidez não planejada entre mães participantes de programa de incentivo ao aleitamento materno em uma comunidade carente e comparar o tempo de aleitamento das que planejaram ou não a gravidez.
Métodos: Estudo exploratório, descritivo, retrospectivo, documental, quantitativo. Amostra 202 prontuários (N = 202).
Resultados: Os dados sociodemográficos revelaram idade média de 24,68 anos (DP ± 6,07), 153 (75,74%) com companheiro, 103 (50,99%) com ≥ 8 anos de estudo, 168 (83,16%) do lar e renda familiar média R$ 971,82 (DP ± 463,12). Identificou-se 95 (47,03%) de primíparas, 197 (97,52%) realizaram pré-natal, 103 (50%) não planejaram a gravidez. O tempo médio de aleitamento foi de 110,92 dias e a mediana 112 dias. Na comparação do tempo de aleitamento entre as que planejaram ou não a gravidez foi utilizado o teste t-Student e não houve diferença estatisticamente significante (p = 0,346).
Conclusão: Planejar ou não a gravidez não influenciou no tempo de aleitamento nessas mães.
Palavras-chave:
Aleitamento materno; Gravidez não planejada; Enfermagem obstétrica
Abstract
Objective: Determine the prevalence of an unplanned pregnancy among mothers participating in the breastfeeding incentive program in a poor community and compare the breastfeeding durations of both a planned and unplanned pregnancy.
Method: It was an exploratory, descriptive, retrospective documentary, and quantitative study. A sample of 202 records were integrated (N = 202).
Results: Sociodemographic data revealed a mean age of 24.68 years (DP ± 6.07), 153 (75.74%) with a partner, with 103 (50.99%) ≥ 8 years of formal education, 168 (83.16%) were homemakers with an average family income of R$ 971.82 (DP ± 63.12). It was identified that, although 95 (47.03%) were primiparous, 197(97.52%) had received prenatal care and 103 (50%) had not planned their pregnancy. The average time of breastfeeding was 110.92 days, and the median was 112 days. In comparing the time difference between mothers with a planned and unplanned pregnancy the t-Student test was used and no statistically significant difference was observed (p = 0.346).
Conclusion: Planned or unplanned pregnancy had no influence over the breastfeeding of these mothers.
Keywords:
Breastfeeding; Pregnancy, Unplanned; Obstetric Nursing
Resumen
Objetivos: Verificar la prevalencia de embarazo no planificado entre madres participantes de programa de incentivo a la lactancia materna en una comunidad carente y comparar el tiempo de lactancia de las que planearon o no el embarazo.
Métodos: Un estudio exploratorio, descriptivo, retrospectivo, documental, cuantitativo. Integraron la muestra 202 archivos (N = 202).
Resultados: Los datos sociodemográficos revelaron edad media de 24,68 años (DP ± 6,07), 153 (75,74%) con compañero, 103 (50,99%) con ≥ 8 años de estudio, 168 (83,16%) no trabajaban y renta familiar media R$ 971,82 (DP ± 463,12). Se identificó 95 (47,03%) de primíparas, 197 (97,52%) con atención prenatal y 103(50%) no planearon el embarazo. El tiempo medio de lactancia fue de 110,92 días y la mediana 112 días. En la comparación del tiempo de lactancia entre las madres que planearon o no el embarazo fue utilizado la prueba t-Student y no hubo diferencia estadísticamente significante (p = 0,346).
Conclusión: Planear o no el embarazo no influenció el tiempo de lactancia en estas madres.
Palavras-Clave:
Lactancia Materna; Embarazo no Planeado; Enfermería Obstétrica
INTRODUÇÃO
O aleitamento materno (AM) principalmente o exclusivo (AME) tem sido cada vez mais valorizado tendo em vista seus benefícios para a saúde das crianças1. O AM é um aliado importante para a redução da taxa de mortalidade infantil. O Brasil teve redução desta taxa no período entre 1990 e 2006, chegando a ocupar o segundo lugar entre os países com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças2.
A meta para 2015 é a redução do número de óbitos por mil nascidos de 19 para 17,9. É uma ação desafiadora devido a desigualdade social, mas há a probabilidade de se atingir esta meta, pelos resultados que a política pública vem alcançando3. Por isso, a importância do apoio e incentivo para as mães aleitarem.
Os pesquisadores têm procurado identificar os fatores que dificultam ou impedem a prática do AM e entre os motivos mais alegados pelas mães, destacam-se a "figuração" do leite fraco ou escasso, traumas mamilares, falta de experiência e de apoio, trabalho fora do lar, o querer e o poder amamentar4. Outra situação que interfere na manutenção do AM e, provavelmente reduz sua duração é a gravidez não planejada. Entretanto, este fator é pouco evidenciado nas publicações.
Gravidez não planejada é aquela que não foi programada pelo casal ou, pela mulher e pode ser diferenciada em indesejada e inoportuna. A indesejada ocorre contra o desejo do casal e a inoportuna, quando acontece em um momento desfavorável da vida dos pais. Qualquer uma delas pode ocasionar agravos à saúde da mãe ou do bebê5.
O fato de não ter planejado a gravidez pode interferir na decisão da mãe em amamentar e no estabelecimento do vínculo com o bebê. Pesquisa sobre AM6 refere que há uma correlação positiva entre o tempo de amamentação e o planejamento da gravidez, ou seja, mães que programaram a gestação mantêm o aleitamento por mais tempo.
A prevalência de gravidez não planejada apresentada em algumas publicações é alta, um dos estudos aponta prevalência de 66,5%6 de gravidez indesejada e outro 75%7. Ou seja, a maioria das mulheres nos referidos estudos6,7 não contava ou não desejava a gravidez naquele momento, o que representa um risco para o estabelecimento da amamentação e sua manutenção.
Este fato deve ser um alerta aos profissionais de saúde para apoiarem e incentivarem estas mães de modo que seja estabelecido o vínculo com o bebê e o processo de aleitar tenha sucesso.
O presente estudo teve como objetivos: verificar a prevalência de gravidez não planejada entre gestantes participantes de programa de incentivo ao Aleitamento Materno em uma comunidade carente e comparar o tempo de aleitamento materno das mães que planejaram ou não a gravidez.
MÉTODOS
Estudo exploratório, descritivo, retrospectivo, documental com abordagem quantitativa, desenvolvido com o banco de dados do Núcleo São Lucas de Atendimento à Saúde da Mulher e da Criança elaborado em um projeto primário.
O Núcleo está localizado em uma comunidade carente do município de São Paulo e teve início em 1999 como trabalho voluntário de uma das autoras. Hoje faz parte das atividades de extensão da Universidade e não está vinculado ou tem parceria com a Unidade de Saúde. As atividades ocorrem em uma creche situada na comunidade e que cede o espaço físico para o Núcleo. As ações desenvolvidas estão direcionadas à promoção da saúde de gestantes e de seus bebês e o objetivo primordial do Núcleo é contribuir para a diminuição das taxas de morbimortalidade infantil pelo incentivo ao aleitamento materno (AM), principalmente o exclusivo.
As gestantes aderem espontaneamente ao Núcleo e, comparecem semanalmente para as reuniões onde são discutidos temas de seu interesse e voltados para o cuidado de si e seu bebê. Após o nascimento as crianças são acompanhadas em consultas de enfermagem e puericultura por uma enfermeira pediatra que retoma as orientações de acordo com as necessidades de cada binômio e reforça a importância do AM exclusivo. A primeira consulta é direcionada também para a puérpera e são identificadas as dificuldades da mulher e, efetuadas as orientações pertinentes.
Todas as mães e bebês que frequentam o Núcleo têm um prontuário do qual constam os dados sociodemográficos da mãe, sua história obstétrica pregressa, dados do pré-natal atual e dados do parto. Do prontuário do bebê constam dados de seu nascimento, peso, comprimento, Apgar e carteira de vacina. Em cada consulta são registrados no prontuário dados sobre o Aleitamento Materno e sobre o desenvolvimento do bebê. Esses dados são alimentados no banco de dados do Núcleo.
Neste estudo foram analisados todos os prontuários das 498 mães que participaram dos grupos de gestantes e retornaram para as consultas de enfermagem no período de 2001 a 2012. Da amostra constaram os 202 (N = 202) prontuários que atenderam ao critério de inclusão da mãe ter comparecido a pelo menos três (3) das seis (9) consultas programadas.
Os dados de interesse para o presente estudo foram coletados no banco de dados da pesquisa primária e transcritos para uma ficha de registro elaborada para o estudo atual.
Os dados foram submetidos a análise descritiva e as variáveis quantitativas estão apresentadas em média e desvio padrão e as varáveis categorias em frequência absoluta e relativa. Para a comparação do tempo de aleitamento em relação aos dois grupos (gestação planejada X gestação não planejada) foi aplicado o teste de comparação de médias t-Student. O nível de significância assumido foi de 5% (p ≤ 0,05).
O projeto primário foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Guarulhos - CEP/sob o nº 182/2010.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prontuários dos anos de 2001 e 2002 não fizeram parte da amostra, pois nenhuma das mães compareceu a pelo menos três consultas, assim, os dados estão apresentados a partir de 2003.
O perfil sociodemográfico apresentado na Tabela 1 pode ser assim delineado: idade média de 24,68 anos (DP ± 6,07), a maioria (75,74%) vive com o companheiro, 49% são procedentes da região Nordeste, 50,99% têm ≥ 8 anos de estudo e 83,16% eram do lar. A renda familiar média daqueles que forneceram esta informação foi de R$ 971,82 (DP ± 463,12) e a maioria dos domicílios (75,74%) é compartilhada por 2 a 4 pessoas.
Distribuição dos dados sociodemográficos das mulheres que compuseram a amostra de 2003 a 2012. São Paulo, 2013
O maior percentual de mulheres encontrado procede da região nordeste do país o que pode ser explicado pelo êxodo migratório a São Paulo conforme censo 2010 (IBGE)8.
No que se refere à idade os resultados deste estudo apontam tratar-se de uma população jovem, uma vez que a média da idade foi de 24,68 anos. Estudo7 sobre gravidez não planejada identificou média de idade semelhante (24 anos).
O fato de 75,74% das mulheres terem companheiro é um aspecto positivo para o aleitamento materno, estudo1 aponta a importância da influência da presença paterna para a manutenção do AM. Por outro lado, não ter planejado a gravidez pode dificultar o estabelecimento do vínculo com o bebê e acarretar o desmame precoce9,10.
A metade das gestantes (50,99%) estudou ≥ 8 anos, o restante tem baixa escolaridade. Estudos1,9 relacionam a baixa escolaridade e o baixo poder socioeconômico com o desmame precoce, devido à falta de conhecimento das mães e dificuldade de compreensão da importância do AM. Entretanto, estudo identificou que a interrupção precoce do aleitamento materno foi menor em mães com nível socioeconômico mais elevado11.
Em relação à situação empregatícia, o presente estudo identificou que a maioria das gestantes 83,16% é do lar. Não ter emprego remunerado permitiria à mãe permanecer mais tempo ao lado do filho e manter por mais tempo o AME. Alguns autores12,13 indicam o trabalho da mulher fora do lar, como um obstáculo ao AM, porque nem todas as empresas liberam a licença maternidade por seis meses.
Os dados obstétricos apresentados na Tabela 2 evidenciam que, 51,98 % das mulheres que fizeram parte da amostra tiveram mais de um filho e 47,03% eram primíparas. Estudo9 mostra que após ter o primeiro filho aumenta a chance de a mulher ter uma gravidez não planejada e quanto maior a quantidade de filhos, maior é o risco de não planejar a próxima gravidez.
Distribuição dos dados obstétricos das mulheres que compuseram a amostra de 2001 a 2012. São Paulo, 2013
O alto percentual de mulheres que realizaram o pré-natal (97,52%) e o exame colpocitológico (70,79%) pode ser reflexo da assistência básica de saúde efetivada nesta comunidade uma vez que, a Estratégia Saúde da Família (ESF) está aí implantada. Estudo14 identificou a influência positiva desta estratégia na cobertura pré-natal.
No que se refere ao tipo de parto, 61,39% das mulheres tiveram parto normal, esta frequência é diferente da encontrada em estudos que apontam percentuais elevados de partos operatórios. A UNICEF15 em seu relatório sobre a infância 2011 destaca que no Brasil a taxa de cesarianas é muito elevada e vem em um crescente, em 2000 o percentual era de 38,9% e passou para 46,5% em 200716.
As complicações pós-parto foram em percentual baixo uma vez que 87,13% não indicaram este problema, o fato de terem realizado o pré-natal pode explicar os baixos percentuais de complicações. A assistência pré-natal previne a morbimortalidade materna e perinatal, pois permite a detecção e o tratamento oportuno de doenças, além de diminuir os fatores de risco que trazem complicações para a saúde da mulher e do bebê17.
Dados sobre o Aleitamento Materno Exclusivo e Planejamento da Gestação
Na apresentação dos dados sobre Aleitamento materno a amostra passou a ser de 184 mulheres (n = 184), uma vez que foram excluídas as mães que nunca amamentaram exclusivamente.
A Tabela 3 evidencia que o tempo médio de AME foi de 110,92 dias e a mediana 112 dias. Observa-se, também, uma amplitude considerável entre o mínimo de dias, sete (7) e o máximo (196 dias). A média pode ser considerada boa se comparada com a média nacional que foi de 54,1 dias, segundo estudo realizado pelo MS18 sobre a prevalência do aleitamento materno exclusivo no Brasil em 2008.
A média identificada neste estudo pode estar relacionada e ser reflexo do Programa de Incentivo ao AM do qual as mães que fizeram parte da amostra participaram no Núcleo.
Observa-se na Tabela 4 que 50% das mulheres não planejaram a gravidez e em 13% dos prontuários esta informação não estava disponível. O percentual elevado de gestação não planejada (50%) é de grande relevância para reorientar ações voltadas à saúde sexual e reprodutiva no âmbito da atenção básica. O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza cursos de planejamento familiar e também contraceptivos, as mulheres deveriam ser estimuladas pelos profissionais de saúde a participarem do planejamento familiar, o que poderia evitar outras gestações não desejadas.
Estudos18,19 relacionam o não planejamento da gravidez a problemas apresentados pelas mulheres como usar menor quantidade de ácido fólico do que o prescrito, a fumar durante a gestação, depressão pós-parto e desmame precoce.
Na Tabela 5 observa-se que a média de AME das mães que planejaram a gravidez foi de 113,53 dias e daquelas que não planejaram 106,03 dias. Na comparação do tempo de AME entra as mães que planejaram ou não a gravidez não houve diferença estatisticamente significativa (p = 0,346).
Comparação entre o tempo de amamentação exclusiva e gestação planejada ou não. São Paulo, 2013
Alguns autores19,20 mencionam que planejar a gravidez interfere no tempo de aleitamento exclusivo, entretanto, neste estudo não houve diferença no tempo do AM entre as mulheres que planejaram ou não a gestação. Estudo21 realizado nas Filipinas aponta diferença significativa no início do aleitamento materno entre crianças nascidas de gravidez planejada ou não.
Uma explicação para este resultado pode ser o fato de que das mulheres que não planejaram a gravidez (92), 26 referiram que, embora não tenham planejado a gestação para aquele momento aceitaram e estavam felizes em ter a criança. Essas mães provavelmente estabeleceram o vínculo com o bebê e esta gravidez embora inoportuna, não foi indesejada a ponto de rejeitar a criança.
CONCLUSÃO
A média de Aleitamento Exclusivo na população estudada foi superior à média nacional. Pode-se com isto inferir que participar do programa de incentivo ao AME, no Núcleo, influiu positivamente para que as mães mantivessem a amamentação. As orientações, o acolhimento e o acompanhamento individualizado das nutrizes no programa pode ter representado o diferencial para a melhoria das médias de AME, assim como para o estabelecimento do vínculo da mãe com o bebê, uma vez que não houve diferença no tempo de manutenção do AME entre as mulheres que planejaram ou não a gravidez.
O desenvolvimento de novos estudos em comunidades, onde sejam desenvolvidos programas semelhantes ao do Núcleo são necessários para comprovação e comparação dos resultados.
REFERÊNCIAS
- 1 Giugliani ERJ. Amamentação exclusiva. In: Carvalho MR de, Tavares LAM. Amamentação: bases científicas. 3 ed. Rio de Janeiro: Koogan Guanabara; 2010. p.28-35.
- 2 Ministério da Saúde (BR). Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar. 1a ed. Brasília (DF); 2009.
-
3 Presidência da República (BR). Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: Relatório Nacional de Acompanhamento. Brasília (DF); 2014. Disponível em: http://www.pnud.org.br/Docs/5_RelatorioNacionalAcompanhamentoODM.pdf
» http://www.pnud.org.br/Docs/5_RelatorioNacionalAcompanhamentoODM.pdf -
4 Rocci E, Fernandes RAQ. Dificuldades no aleitamento materno e influência no desmame precoce. Rev. Bras. Enferm. [on line]. 2014 jan/fev; [citado 2015 out 26 ]:67(1):22-7. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reben/v67n1/0034-7167-reben-67-01-0022.pdf
» http://www.scielo.br/pdf/reben/v67n1/0034-7167-reben-67-01-0022.pdf -
5 Prietsch SOM, Chica DAG, Cesar JA, Sassi RAM. Gravidez não planejada no extremo Sul do Brasil: prevalência e fatores associados. Cad. Saúde Pública [Online]. 2011 out; [citado 2014 jun 25];27:(10):[aprox.10 telas]. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2011001000004&lng=en&nrm=iso&tlng=pt
» http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2011001000004&lng=en&nrm=iso&tlng=pt -
6 Chinebuah B, Escamilla RP. Unplanned Pregnancies Are Associated with Less Likelihood of Prolonged Breast-Feeding among Primiparous Women in Ghana. J. Nutr. [periódico na internet]. 2001 april; [citado 2015 dez 23];131(4):1247-49. Disponível em: http://jn.nutrition.org/content/131/4/1247.long
» http://jn.nutrition.org/content/131/4/1247.long -
7 Coelho EAC, Andrade MLS, Vitoriano LT, Souza JJ, Silva DO, Gusmão MEN et al. Associação entre gravidez não planejada e o contexto socioeconômico de mulheres em área da Estratégia Saúde da Família. Acta Paul Enferm. [on line]. 2012 mai/jun; [citado 2014 mar 6];25(3):[aprox.8 telas]. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-21002012000300015&script=sci_arttext
» http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-21002012000300015&script=sci_arttext -
8 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Migração e Deslocamento. 2010. Disponível em: http://7a12.ibge.gov.br/vamos-conhecer-o-brasil/nosso-povo/migracao-e-deslocamento
» http://7a12.ibge.gov.br/vamos-conhecer-o-brasil/nosso-povo/migracao-e-deslocamento -
9 Ramos VW, Ramos JW. Aleitamento materno, desmame e fatores associados. CERES: Nutrição e Saúde [periódico na internet]. 2007 jan/dez; [citado 2014 ago 30];2(1): [aprox.8 telas]. Disponível em: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/ceres/article/view/1849/1409
» http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/ceres/article/view/1849/1409 - 10 Plamplona V, Aguiar AM de . Aspectos psicossexuais na lactação. In: Carvalho MR de, Tavares LAM . Amamentação: bases científicas. 3 ed. Rio de Janeiro: Koogan Guanabara; 2010. p.182-192.
- 11 Carrascoza KC, Costa Jr AL, Moraes ABA. Fatores que influenciam o desmame precoce e a extensão do aleitamento materno. Estud. Psicol. 2005 out/dez;22(4):433-40.
-
12 Salustiano LPQ, Diniz ALD, Abdallh VOS, Pinto RMC. Fatores associados à duração do aleitamento materno em crianças menores de seis meses. Rev Bras Ginecol Obstet [on line]. 2012 jan; [citado 2015 fev 19];34(1):[aprox.6 telas]28-33. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v34n1/a06v34n1
» http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v34n1/a06v34n1 -
13 Machado AKF, Elert VW, Pretto ADB, Pastore CA. Intenção de amamentar e de introdução de alimentação complementar de puérperas de um Hospital-Escola do sul do Brasil. Cienc saude colet. [on line]. 2014 set; [citado 2015 fev 19]; 19(7):[aprox.7 telas]. Disponível em: http://www.scielosp.org/pdf/csc/v19n7/1413-8123-csc-19-07-01983.pdf
» http://www.scielosp.org/pdf/csc/v19n7/1413-8123-csc-19-07-01983.pdf - 14 Cesar JÁ, Sutil AT, Santos GB, Cunha AF, Sassi RAM. Assistência pré-natal nos serviços públicos e privados de saúde: estudo transversal de base populacional em Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil. Cad. Saúde Públ. 2012 nov;28(11):2106-14.
-
15 Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Alerta sobre o alto percentual de cesarianas no Brasil. 2011. Disponível em: http://www.unicef.org/brazil/pt/media_21237.htm
» http://www.unicef.org/brazil/pt/media_21237.htm -
16 Patah LEM, Malik AM. Modelos de assistência ao parto e taxa de cesárea em diferentes países. Rev. Saúde Públ [on line]. 2011 jan/mar; [citado 2014 maio 27];4(1):[aprox.10 telas] 185-194. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-89102011000100021&script=sci_arttext
» http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-89102011000100021&script=sci_arttext -
17 Viana RC, Novaes MRCG, Calderon IMP. Mortalidade Materna - uma abordagem atualizada. Com Ciências Saúde [on line]. 2011; [citado 2015 out 26]:22 (Sup 1): 141-52. Disponível em: http://www.escs.edu.br/pesquisa/revista/2011Vol22_16mortabilidade.pdf
» http://www.escs.edu.br/pesquisa/revista/2011Vol22_16mortabilidade.pdf -
18 Ministério da Saúde (BR). Pesquisa de Prevalência do Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras e Distrito Federal. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2009. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pesquisa_prevalencia_aleitamento_mater
» http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pesquisa_prevalencia_aleitamento_mater -
19 Brasileiro AA, Possobon RFP, Carrascoza KC, Ambrosano GMB, Moraes ABA. Impacto do incentivo ao aleitamento materno entre mulheres trabalhadoras formais. Cad. Saúde Pública [on line]. 2010;[citado 2014 jun 24]; 26(9): [aprox.9 telas]. Disponível: http://www.scielosp.org/pdf/csp/v26n9/04.pdf.
» http://www.scielosp.org/pdf/csp/v26n9/04.pdf. -
20 Vieira GO, Almeida JAG, Silva LR, Cabral VA, Neto PVS. Fatores associados ao aleitamento materno e desmame em Feira de Santana, Bahia. Rev Bras. Saude Matern. Infant [on line]. 2004 abr/jun; [citado 2014 mar 6];4(2): [aprox.8 telas]. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbsmi/v4n2/21000.pdf
» http://www.scielo.br/pdf/rbsmi/v4n2/21000.pdf -
21 Ulep VGT, Borja MP. Association between pregnancy intention and optimal breastfeeding practices in the Philippines: a cross-sectional study. BMC Pregnancy and Childbirth. [Online] 2012 jul; [citado 2015 out 26]:12:69. Disponível em: http://www.biomedcentral.com/1471-2393/12/69
» http://www.biomedcentral.com/1471-2393/12/69
