O envelhecimento populacional brasileiro ocorre majoritariamente em áreas urbanas. Com o avanço da idade, os deslocamentos do indivíduo tendem a se restringir ao domicílio e entorno imediato. Considerando o paradigma do aging in place, este trabalho exploratório discute a mobilidade, acessibilidade e caminhabilidade da população idosa na escala do bairro, no contexto da cidade de Campinas, no estado de São Paulo (SP). Utilizou-se a técnica de entrevista caminhada, combinada a mapas, fotos, rastreador0 GPS e à observação direta. Resultados qualitativos convergem com a literatura existente, sugerindo que fatores pessoais, como gênero, renda, cor, idade, além de disponibilidade de destinos, acesso a transporte público ou carro, segurança, socialização, diversidade de usos do solo e aspectos estéticos influenciam os deslocamentos cotidianos e a qualidade de vida das pessoas idosas.
Palavras-chave:
gerontologia ambiental; pesquisa qualitativa; mobilidade ativa; cidades para pessoas; direito à cidade
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Fonte: elaboração dos autores, em 2025, com base em fotos de campo e imagem aérea da Empresa de Sistema de Informação Geográfica (Esri) de março de 2025.
Fonte: elaboração dos autores, em 2025, com base em fotos de campo e imagem aérea da Empresa de Sistema de Informação Geográfica (Esri) de março de 2023.