| Cai et al.10
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Avaliar e discutir o tempo ideal de remoção dos stents ureterais após transplante renal. |
Metanálise baseada em cinco ensaios clínicos randomizados. totalizando 568 pacientes transplantados renais. Comparou-se a remoção precoce do stent ureteral (≤ 7 dias) versus tardia (≥ 14 dias) após o transplante. Foram avaliadas incidências de ITU e complicações urológicas maiores, como estenose, obstrução e extravasamento ureteral. |
A remoção precoce do stent foi associada a menor incidência de ITUs, sem diferença significativa em complicações urológicas maiores. Além disso, mostrou potencial para reduzir custos e risco de infecção, com heterogeneidade moderada entre os estudos (I² = 50% para complicações e I² = 36% para ITUs). |
| Sarier et al.11
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Avaliar a frequência da colonização do stent ureteral (USC) e os valores das culturas de urina na identificação de bactérias colonizadoras, a importância do tempo de permanência para a USC em receptores de transplante renal de doador vivo e o papel do biomarcador da relação neutrófilos/linfócitos na USC. |
Estudo prospectivo com 107 transplantados renais vivos, divididos conforme o tempo de permanência do stent (3ª, 4ª e 5ª semanas). Foram realizadas análises de urina, sangue (relação neutrófilo/linfócito) e culturas dos stents removidos, avaliando a relação entre tempo de permanência, colonização e biomarcadores inflamatórios. |
Colonização do stent ocorreu em 22,4% dos pacientes e bacteriúria em 7,4%, sendo que apenas 30% das colonizações tiveram urocultura positiva. A colonização foi mais frequente na 5ª semana e menos na 4ª (11%), associando-se a maior relação neutrófilo/linfócito. Enterococcus spp. foi o microrganismo mais prevalente. |
| Ooms et al.12
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Avaliar os efeitos de dois tipos de stents ureterais externos no número de complicações urológicas após transplante renal. |
Estudo retrospectivo de 366 transplantes renais realizados de janeiro de 2013 a janeiro de 2015, divididos em dois grupos conforme o tipo de stent externo utilizado: tipo A (n = 197) e tipo B (n = 169). Avaliaram necessidade de nefrostomia percutânea, infecção urinária, rejeição aguda, complicações relacionadas ao stent, reintervenções cirúrgicas, função do enxerto e sobrevida. |
A necessidade de nefrostomia percutânea foi maior com o stent tipo A, enquanto infecção urinária e rejeição aguda do enxerto foram mais frequentes com o tipo B. Não houve diferença entre os grupos quanto à função ou sobrevida do enxerto, e ambos apresentaram taxas semelhantes de remoção precoce (< 8 dias) e complicações como obstrução, migração ou necessidade de reimplante ureteral. |
| Patel et al.13
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Comparar os benefícios e complicações da remoção precoce e tardia do stent após a cirurgia. |
Ensaio clínico randomizado com 227 transplantados renais em seis centros do Reino Unido, comparando remoção precoce (5º dia) versus tardia (6 semanas) do stent. Avaliaram-se complicações relacionadas ao stent em até 3 meses, além de desfechos secundários como complicações maiores, qualidade de vida, tempo de internação e necessidade de anestesia. |
A taxa de complicações relacionadas ao stent foi menor na remoção precoce, assim como a incidência de ITU. Sintomas como dor, hematúria e migração ocorreram apenas na remoção tardia, enquanto a qualidade de vida foi superior no grupo precoce na 6ª semana. O uso de anestesia geral para retirada foi mais comum no grupo tardio. Já as complicações urológicas maiores foram discretamente mais frequentes no grupo precoce, sem significância estatística. |
| Asgari et al.14
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Comparar os benefícios e complicações da retirada precoce e tardia do stent ureteral após a cirurgia. |
Ensaio prospectivo com 91 receptores de transplante renal randomizados para retirada do stent em 10, 20 ou 30 dias. Um mês após a retirada, foram avaliados por ultrassonografia, urocultura e creatinina sérica, analisando complicações como ITU, hidronefrose, urinoma e coleções perirrenais. |
A retirada precoce do stent (10 dias) não aumentou complicações em comparação a 20 ou 30 dias. Houve redução de ITU após a retirada, sem diferenças significativas em hidronefrose, urinoma, coleções líquidas ou creatinina sérica. Além disso, a retirada precoce reduziu tempo de internação e custos hospitalares. |
| Kroth et al.15
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Avaliar a incidência, os fatores de risco e os desfechos de sobrevida associados à pielonefrite aguda do enxerto nos 30 dias após o transplante renal. |
Estudo de coorte retrospectivo com 708 receptores de transplante renal ou renopancreático após exclusão de perdas precoces. Foram comparados pacientes com e sem pielonefrite aguda do enxerto nos primeiros 30 dias, avaliando características clínicas, uso de stent, rejeição, infecções, tempo de internação e função renal. A análise incluiu modelo multivariado e curvas de Kaplan-Meier para sobrevida. |
A prevalência de pielonefrite aguda do enxerto nos primeiros 30 dias foi de 15,8%. Os principais fatores de risco foram uso de stent ureteral, idade avançada, tempo de internação e uso de globulina antitimócito. Escherichia coli foi o agente mais frequente, seguido de Enterococcus faecalis e Klebsiella pneumoniae. Embora a função renal tenha sido pior nos pacientes com pielonefrite, sem significância estatística, a sobrevida do enxerto e a sobrevida do paciente foram significativamente menores. |
| Barghouthy et al.16
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Explorar o risco de encrustação e formação de biofilme em stents ureterais de silicone em comparação com stents de polímero PercuflexTM Plus, por meio de um estudo multicêntrico randomizado. |
Estudo prospectivo, randomizado, multicêntrico, cego único e comparativo, envolvendo 141 pacientes tratados por ureteroscopia flexível para cálculos renais. Os participantes foram randomizados. |
Após a remoção, foram analisados stents de dois grupos: silicone e PercuflexTM Plus. O tempo médio de permanência foi semelhante entre eles. No entanto, observou-se maior formação de biofilme e maior encrustação mineral nos stents do grupo PercuflexTM Plus em comparação com os de silicone. |
LaFranca et al.17
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Avaliar o momento ideal para a remoção do stent ureteral após o transplante renal, comparando os efeitos da remoção precoce (menos de 3 semanas) com a remoção tardia (mais de 3 semanas) sobre complicações urológicas, como ITU, extravasamento urinário e estenose ureteral. |
Revisão sistemática e metanálise com sete ensaios clínicos randomizados, conduzida conforme diretrizes PRISMA. Foram incluídos estudos que comparavam remoção precoce (≤ 3 semanas) com remoção tardia (> 3 semanas) do stent ureteral em pacientes submetidos ao transplante renal. |
A remoção precoce do stent antes de 3 semanas esteve associada a menor incidência de infecção urinária. Porém, não houve diferença significativa em relação ao extravasamento urinário ou à estenose ureteral quando comparada à remoção tardia. |
| Yahav et al. 18
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Avaliar o impacto da remoção precoce (< 14 dias) versus tardia (≥ 14 dias) do stent duplo J em pacientes submetidos ao transplante renal, com foco na prevenção de ITU e complicações urológicas. |
Revisão sistemática e metanálise de ensaios clínicos randomizados que compararam a duração do stent de < 14 dias com ≥ 14 dias. |
A remoção precoce do stent, em até 14 dias, esteve associada a menores taxas de infecção urinária e de estenose ureteral. Já em relação a complicações urológicas maiores, não houve diferença significativa entre remoção precoce e tardia. |
Oudmaijer et al.19
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Comparar a eficácia de dois tipos de stents ureterais em pacientes submetidos ao transplante renal: o stent duplo J de longo prazo e o stent simples J de curto prazo. |
Estudo prospectivo, randomizado e unicêntrico, realizado de novembro de 2018 a agosto de 2023, com 300 pacientes submetidos ao transplante renal. Os participantes foram aleatoriamente designados para receber um stent duplo J ou um stent simples J, com remoção conforme os protocolos respectivos. O desfecho primário foi a necessidade de nefrostomia percutânea dentro de 6 meses. |
O uso do stent duplo J esteve associado a menor necessidade de nefrostomia percutânea em comparação ao stent simples J. A análise multivariada confirmou essa associação, e estimou-se que seriam necessários 10 pacientes tratados com o stent duplo J para prevenir uma nefrostomia percutânea. Os demais desfechos foram semelhantes entre os grupos, mas o tempo de internação e a custo-efetividade favoreceram o stent duplo J. |
| Wang et al.20
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Explorar o momento ideal para a remoção do stent ureteral após o transplante renal. |
Revisão sistemática e metanálise de sete ensaios clínicos randomizados, seguindo PRISMA, com buscas no PubMed, Embase e Cochrane. Dois revisores independentes selecionaram estudos, extraíram dados e avaliaram risco de viés. Incluíram-se pacientes submetidos a transplante renal, comparando remoção precoce (≤ 3 semanas) versus tardia (> 3 semanas) do stent ureteral. |
A retirada precoce do stent ureteral mostrou-se eficaz para reduzir significativamente o risco de infecção do trato urinário, sem aumentar a incidência de complicações como extravasamento urinário ou estenose. Esses achados indicam que a manutenção prolongada do stent favorece a ocorrência de ITU, sendo o período de 14 a 21 dias considerado o mais adequado para a remoção. |
Ciancio et al.21
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Descrever os resultados da aplicação de uma técnica modificada de ureteroneocistostomia extravesical, sem o uso de stent ureteral, em 500 receptores consecutivos de transplante renal, com foco na redução das complicações urológicas e comparação descritiva com técnicas previamente reportadas na literatura. |
Coorte retrospectiva com 500 pacientes consecutivos submetidos a transplante renal em hospital terciário, todos operados pelo mesmo cirurgião com técnica extravesical modificada, sem uso de stents. O seguimento foi de 12 meses, avaliando complicações urológicas. |
No acompanhamento de 12 meses após o transplante, apenas 1,4% dos pacientes apresentaram complicações urológicas quando não se utilizou o stent de forma rotineira, resultado considerado excelente frente à literatura. Além disso, nenhum paciente precisou de cirurgia apenas para retirada do dispositivo. A incidência de ITU nesse grupo foi de 11,2%, com infecção recorrente em apenas 2,6%, possivelmente relacionada à ausência do uso sistemático do stent. |
| Lee et al.22
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Investigar se a profilaxia antibiótica para remoção de stents estava associada à redução da incidência ITU. |
Coorte retrospectiva com 277 receptores de transplante renal submetidos à retirada de stent. Os pacientes foram divididos entre os que receberam antibiótico adicional no momento da retirada (n = 56) e os que não receberam (n = 221). A incidência de ITU até 4 semanas foi analisada por regressão logística para identificar fatores associados. |
Observou-se que 18% dos pacientes desenvolveram ITU nas quatro semanas após a retirada do stent. A presença de infecção durante o período em que o dispositivo permaneceu implantado aumentou de forma importante o risco de infecção posterior. Em contrapartida, a profilaxia com sulfametoxazol-trimetoprim esteve associada à redução significativa desse risco . |
| Abrol et al.23
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Revisar todos os ensaios clínicos randomizados controlados publicados para examinar o papel do implante profilático de stents na prevenção de complicações urológicas graves em transplantes renais com ureteroneocistostomia extravesical. |
Revisão sistemática e metanálise de seis ensaios clínicos randomizados, conforme PRISMA, incluindo apenas estudos com técnica extravesical de anastomose ureterovesical (Lich-Gregoir). Compararam-se pacientes com e sem stent, utilizando modelo de efeitos aleatórios e teste de Cochran-Mantel-Haenszel. |
A ocorrência de extravasamento urinário foi mais frequente em pacientes sem stent, embora sem significância estatística. Já a incidência de ITU foi consideravelmente maior nos pacientes com stent, evidenciando que o uso rotineiro do dispositivo tem papel limitado na prevenção de complicações como fístula ou obstrução, mas aumenta de forma expressiva o risco de infecção. Nessas situações, recomenda-se, quando necessário, a remoção precoce. |
Manassero et al.24
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Avaliar retrospectivamente uma série de pacientes submetidos a transplante renal que desenvolveram complicações ureterais (estenoses ou fístulas) e, a partir dessa experiência, fornecer indicações sobre a abordagem minimamente invasiva mais adequada para reduzir a necessidade de reintervenção cirúrgica e o risco de perda do enxerto. |
Estudo retrospectivo de coorte, realizado em centro único (Universidade de Pisa). Foram analisados 838 pacientes transplantados de 2000 a 2012, com avaliação da incidência, tratamento e desfecho de 24 complicações urológicas (seis fístulas e 18 estenoses) |
Incidência geral de complicações urológicas: 2,6%. Tratamento inicial com stent duplo J foi bem-sucedido em 75% dos casos abordados por via retrógrada. Abordagem anterógrada foi bem-sucedida em 50% dos casos. Houve três perdas de enxerto (nenhuma devido à complicação urológica direta). Abordagens minimamente invasivas evitaram cirurgia em 45,8% dos casos. |
| Bzoma et al.25
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Avaliar a influência da utilização do stent ureteral na prevenção de complicações urológicas (como fístula urinária e estenose ureteral) e sua relação com infecção urinária em receptores de transplante renal. |
Estudo retrospectivo observacional comparativo. Foram incluídos 628 pacientes transplantados de 2011 a 2016. Compararam-se dois grupos: com stent duplo J (n = 502) e sem stent (n =126), ambos com ureteroneocistostomia extravesical (técnica de Lich-Gregoir). Avaliação dos desfechos: fístula urinária, estenose ureteral, linfoceles, ITU e necessidade de reoperação. |
A colocação do stent reduziu significativamente fístula urinária e estenose ureteral, além de menor necessidade de reoperação. Embora a ITU tenha sido mais frequente no grupo com stent, essa diferença não foi significativa, possivelmente pelo uso de antibióticos profiláticos e retirada precoce. O stent não foi preditor independente de ITU, e o índice global de complicações urológicas foi de 6,2%. |
Dadkhah et al.26
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Avaliar os benefícios e complicações da remoção do stent ureteral em diferentes tempos (10, 20 e 30 dias) após o transplante renal. |
Ensaio clínico randomizado. 529 pacientes transplantados de maio de 2011 a agosto de 2014 foram divididos aleatoriamente em três grupos conforme o tempo de retirada do stent (10, 20 e 30 dias). Avaliação pré e pós-retirada com creatinina, urocultura e ultrassonografia. Exclusão de pacientes com fatores de confusão clínicos. |
Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos quanto à ocorrência de complicações urológicas (hidrouréter, urinoma, coleções). Retirada precoce do stent (10 dias) não aumentou complicações. Redução da taxa de ITU e necessidade de nova internação. Procedimento foi seguro e custo-efetivo. |
Fockens et al.27
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Comparar o impacto do stent interno duplo J versus o externo suprapúbico sobre complicações urológicas, infecção urinária e função do enxerto em transplante renal. |
Estudo retrospectivo de coorte com 419 pacientes transplantados com rim de doador falecido de 2008 a 2013. Comparou-se o uso de stent interno (JJ, n = 236) com stent externo suprapúbico (n = 183), ambos com anastomose ureterovesical por técnica extravesical. Analisou-se a incidência de complicações urológicas, infecção urinária, função do enxerto e taxa de revisão cirúrgica. |
O uso de stent duplo J (interno) foi superior ao stent suprapúbico (externo) na prevenção de estenose ureteral e complicações urológicas totais, com significância estatística. A taxa de infecção urinária foi alta em ambos os grupos, sem diferença entre eles. O grupo com stent JJ tinha mais pacientes com obesidade, diabetes e disfunção do enxerto, o que pode explicar a estimated glomerular filtration rate (eGFR) ligeiramente menor. Mesmo com mais fatores de risco clínico, o grupo JJ teve menos complicações urológicas maiores, reforçando a eficácia preventiva do stent interno. |
| Alci et al.28
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Investigar a relação entre o uso de stent duplo J e características demográficas, complicações cirúrgicas, infecção urinária e hematúria em pacientes submetidos a transplante renal. |
Estudo retrospectivo com 331 pacientes transplantados de 2008 a 2011. Os pacientes foram divididos em três grupos: sem stent (n = 254), com stent primário (n = 52) e com stent secundário (n = 25). Avaliaram-se complicações cirúrgicas, ITU, hemoculturas positivas, necessidade de reoperação e outras variáveis clínicas. |
A incidência de ITU foi maior nos pacientes com stent, assim como complicações cirúrgicas, reoperações, hemoculturas positivas e hematúria. O stent foi mais utilizado em pacientes de maior risco ou de doadores falecidos, o que explica parte das diferenças. Ainda assim, observou-se que tanto o stent primário quanto o secundário estiveram associados a piores desfechos, sugerindo que o uso rotineiro do dispositivo pode não ser necessário, devendo ser restrito a casos específicos. |
| Warzyszynska et al.29
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Avaliar a correlação entre a colocação de cateter duplo J, a incidência de infecção urinária precoce e a função do enxerto renal em 1 ano após o transplante. |
Estudo observacional retrospectivo em 753 pacientes transplantados com rim de doador falecido de 2010 a 2017. Foram comparados pacientes com e sem ITU precoce. Foram analisadas a presença de stent ureteral, função renal no D30 e D360, eGFR prévio do doador (modification of diet in renal disease e modelo hipotético heGFR), além de regressões lineares e múltiplas para associação entre variáveis clínicas e evolução do enxerto. |
ITU precoce ocorreu em 31,8% dos pacientes. Presença de stent dobrou o risco de ITU. Função renal (eGFR) foi significativamente menor no grupo com ITU, tanto no D30 quanto no D360, p < 0,01. Stent ureteral foi o único preditor independente de ITU na análise multivariada. ITU associou-se a menor função renal após 1 ano. |