RESUMO
Introdução: O transplante hepático é um tratamento definitivo para pacientes com doença hepática terminal e neoplasias hepáticas. As complicações vasculares mantêm-se como uma importante causa de morbimortalidade nesses pacientes. A embolização da artéria esplênica (EAE) é uma alternativa para melhorar as condições clínicas e hemodinâmicas de tais pacientes.
Métodos: A pesquisa foi realizada em outubro de 2025 nas plataformas PubMed e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), baseada nos descritores “Splenic artery”, “Embolization, therapeutic” e “Liver Transplantation”, sendo escolhidos 15 artigos com base nos critérios de elegibilidade.
Resultados: Foram encontrados sete relatos de caso e oito estudos de coorte ou séries de casos retrospectivos, refletindo o nível de evidência atual sobre a aplicação da EAE em pacientes submetidos ao transplante hepático. A análise dos artigos permitiu a síntese dos dados em três categorias temáticas centrais: as indicações do procedimento, as técnicas empregadas e os desfechos clínicos, incluindo as complicações.
Conclusão: A EAE é uma estratégia terapêutica minimamente invasiva, segura e eficaz para o manejo de complicações selecionadas após o transplante hepático, como a síndrome do roubo da artéria esplênica, a ascite refratária, o hidrotórax e o hiperesplenismo.
Descritores
Artéria Esplênica; Embolização Terapêutica; Transplante Hepático
ABSTRACT
Introduction: Liver transplantation is a definitive treatment for patients with end-stage liver disease and liver neoplasms. Vascular complications remain an important cause of morbidity and mortality in these patients. Splenic artery embolization is an alternative to improve the clinical and hemodynamic conditions of such patients.
Methods: The research was conducted in October 2025 on the PubMed and Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) platforms, based on the descriptors: “Splenic artery,” “Embolization, therapeutic,” and “Liver Transplantation”; 15 articles were selected based on eligibility criteria.
Results: Seven case reports and eight cohort studies, or retrospective case series were found, reflecting the current level of evidence on the application of splenic artery embolization in patients undergoing liver transplantation. Analysis of the articles allowed the data to be synthesized into three central thematic categories: indications for the procedure, techniques used, and clinical outcomes, including complications.
Conclusion: Splenic artery embolization is a minimally invasive, safe, and effective therapeutic strategy for the management of selected complications after liver transplantation, such as splenic artery steal syndrome, refractory ascites, hydrothorax, and hypersplenism.
Descriptors
Splenic Artery; Embolization, Therapeutic; Liver Transplantation
INTRODUÇÃO
O transplante hepático é um tratamento definitivo para pacientes com doença hepática terminal, bem como em situações específicas de certas neoplasias. Mesmo com os avanços nas técnicas empregadas atualmente, as complicações vasculares mantêm-se como uma importante causa de morbimortalidade pós-transplante. Com isso, procedimentos radiológicos intervencionistas, como a embolização da artéria esplênica (EAE), são alternativas importantes para melhorar as condições clínicas e hemodinâmicas de tais pacientes1.
A EAE consiste na oclusão parcial ou total do fluxo arterial para o baço, mediante agentes embolizantes, como plugs vasculares, partículas ou coils. O principal objetivo dessa técnica é o redirecionamento do fluxo esplênico para o fígado, por meio da redução do volume de sangue direcionado ao sistema porta e, consequentemente, do aumento compensatório da perfusão arterial hepática2,3. As principais aplicações dessa técnica envolvem a síndrome do roubo da artéria esplênica (SRAE)3, o hiperesplenismo4, a ascite refratária (AR) e hidrotórax hepático5.
Apesar dos inúmeros benefícios da EAE associados ao aumento da perfusão hepática e à diminuição da hipertensão portal, tal procedimento não é isento de complicações. Dentre essas, destacam-se febre, dor abdominal, abscessos e, em alguns casos, infarto esplênico e sepse6. No contexto atual dos pacientes submetidos ao transplante hepático, tais complicações ganham destaque, devido ao impacto negativo sobre a morbimortalidade desses pacientes.
Embora os resultados disponíveis na literatura atualmente sejam encorajadores, a maioria é proveniente de séries de casos e estudos retrospectivos, o que demonstra a necessidade de revisões integrativas capazes de reunir e avaliar criticamente as evidências sobre as indicações, técnicas empregadas e resultados clínicos da EAE. Com isso, o presente estudo objetiva analisar criticamente, por meio de uma revisão integrativa da literatura, os estudos disponíveis sobre o papel da EAE no manejo das complicações após o transplante hepático, considerando suas indicações, técnicas utilizadas, eficácia clínica e perfil de segurança.
MÉTODOS
Este estudo foi relatado de acordo com o Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses Extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR) Checklist. Os métodos utilizados para a realização desta revisão integrativa basearam-se na análise de artigos nos bancos de dados PubMed e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Para guiar o estudo, foi utilizada a estratégia PICo (acrônimo em inglês para população, interesse e contexto), que serviu como base para o delineamento da seguinte pergunta: qual o papel da embolização esplênica no manejo das complicações pós-transplante hepático?
A metodologia de busca, realizada em outubro de 2025, baseou-se na combinação dos seguintes descritores: “Splenic artery”, “Embolization, therapeutic” e “Liver Transplantation”, tendo sido selecionados com base nos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e no Medical Subject Headings (MeSH) e combinados com o operador booleano “AND”. A estratégia de pesquisa implementada em ambas as plataformas de busca, LILACS e PubMed, foi “Splenic artery” AND “Embolization, therapeutic” AND “Liver Transplantation”. Não foram empregadas restrições com relação ao idioma e ao tipo de estudo.
Os critérios de inclusão utilizados foram estudos publicados no período de 2015 a outubro de 2025, abordando a temática proposta com textos disponibilizados na íntegra, em todos os idiomas. Quanto aos critérios de exclusão, foram considerados o enfoque temático não cabível ao conteúdo desta revisão, como o uso de embolização em pacientes não submetidos ao transplante hepático; o formato do artigo, como editoriais, cartas e guias de prática clínica; e os estudos repetidos. Com isso, foram encontrados 39 artigos no PubMed e 45 no LILACS, totalizando 84 artigos (Tabela 1). Para realizar o processo de seleção, os artigos foram importados para a plataforma RAYYAN®, na qual foram realizadas a leitura e a análise dos resumos, com base nos critérios de inclusão e exclusão já mencionados, resultando no total de 15 artigos (Fig. 1). A qualidade metodológica dos artigos foi averiguada utilizando a ferramenta do Joanna Briggs Institute (JBI), sendo o nível de evidência avaliado conforme a Classificação de Oxford (2011).
RESULTADOS
Efetuada a escolha dos 15 artigos para uma análise mais detalhada dentre os 84 obtidos preliminarmente, seguindo os critérios supracitados, fez-se a leitura completa deles com base nos critérios de inclusão e exclusão presentes nas bases de dados, e encontraram-se as informações mostradas na Tabela 2. Os artigos foram agrupados da seguinte forma: sete relatos de caso1,6-11 e oito estudos de coorte ou séries de casos retrospectivos1-5,12-14, refletindo o nível de evidência atual sobre a aplicação da EAE em pacientes submetidos ao transplante hepático. A análise dos artigos permitiu a síntese dos dados em três categorias temáticas centrais: as indicações do procedimento, as técnicas empregadas e os desfechos clínicos, incluindo as complicações.
Dentre as indicações mais debatidas (Fig. 2), destaca-se a SRAE. Nesses casos, a EAE demonstrou-se uma estratégia eficaz em melhorar a perfusão arterial do enxerto hepático4,7,11-14, pois pode ser concluída simultaneamente à angiografia diagnóstica, com mínima invasão, simplicidade e menos complicações. Dentre os meios diagnósticos, a ultrassonografia com Doppler demonstrou-se ser um método bastante eficaz, devido à ampla disponibilidade e ao baixo custo4,7,12. Contudo, a angiografia é considerada o exame padrão-ouro para o diagnóstico de SRAE, sendo a tomografia computadorizada um meio alternativo, principalmente quando a ultrassonografia Doppler for inconclusiva4,12,13.
As complicações da hipertensão portal persistente, como AR e hidrotórax refratário (HR), apresentam-se como o segundo maior grupo de indicações da EAE. Esse método demonstrou ser uma estratégia eficiente na redução do volume de ascite1,2,5,8, na redução do hiperfluxo da veia porta e na melhora do fluxo de entrada na artéria hepática2. Em DuBois et al.4, 80% dos pacientes submetidos à EAE tiveram resolução da AR e/ou HR, sendo que seis pacientes necessitaram de alguma intervenção adicional para a resolução do quadro, entre essas o uso de diuréticos em altas doses, paracentese, hemodiálise e derivação portossistêmica intra-hepática transjugular. Alguns fatores mostraram-se preditores positivos para a resolução de AR e HR, sendo eles a alta velocidade da veia porta pré-EAE, o fluxo portal intraoperatório elevado e a melhor função renal5. Okabe et al.9 relatam um caso em que foi necessária a EAE para o manejo da síndrome small for size após o transplante hepático com doador vivo, em que o enxerto era pequeno e apresentava hiperfluxo portal importante. Nesse contexto, após a embolização, o paciente apresentou redução do fluxo portal e reverteu uma possível evolução para insuficiência hepática fulminante8.
Em um menor número de artigos1,2,4,11, a EAE foi utilizada no manejo do hiperesplenismo no pré- e pós-transplante hepático, sendo as principais indicações a correção de citopenias2,4 e a terapêutica da encefalopatia hepática refratária11. A manutenção do hiperesplenismo após o transplante hepático é um achado comum, o que pode dificultar o uso de medicações imunossupressoras4. A realização da EAE não se mostrou eficaz para gerar aumento dos níveis de hemoglobina; no entanto, ocorreu melhora dos níveis de plaquetas e células brancas nos 2 anos de seguimento após a realização do procedimento4. Em Maki et al.11, uma paciente pós-transplante hepático, apresentando rejeição celular, já com cirrose hepática estabelecida, obteve benefício no controle da encefalopatia e do hiperesplenismo após a EAE. Houve ainda a utilização da EAE para o tratamento de aneurisma de artéria esplênica, ocasião em que a paciente apresentou complicação com infarto esplênico, trombose da veia porta principal, direita e esquerda, da veia mesentérica superior e da veia esplênica6.
Com relação às técnicas, os estudos divergem sobre a abordagem ideal. Há debates sobre a superioridade da embolização proximal em comparação à distal na SRAE3, bem como comparações entre o uso de plugs vasculares Amplatzer e molas2. Fleckenstein et al.3, em estudo retrospectivo com 75 pacientes, evidenciaram que não houve diferenças significativas entre os grupos da embolização esplênica proximal e distal nos pacientes com SRAE, principalmente após 30 dias. No que tange ao uso de plugs vasculares, Lee et al.2 destacaram em seu estudo que o plug vascular Amplatzer pode ser mais eficaz quando comparado com as molas, devido à redução mais rápida do volume de ascite, ao menor tempo de procedimento e à melhora da pancitopenia.
Com relação aos desfechos e à segurança, a EAE foi unanimemente descrita como um procedimento seguro e eficaz. A complicação mais comumente descrita foi a síndrome pós-embolização (febre e dor abdominal), geralmente autolimitada1,2,5. Outras complicações, embora mais raras, foram descritas, entre elas o infarto esplênico5, o abscesso esplênico6, a trombose da veia porta6 e as complicações vasculares5.
A amostra final foi constituída por 15 estudos, caracterizados predominantemente por delineamentos observacionais retrospectivos, incluindo relatos de casos6,7,9,10-12,14,15, séries de casos1,5,8,13 e coortes comparativas2-4. De acordo com a classificação do Oxford Centre for Evidence-Based Medicine (2011), a maioria dos estudos situou-se no nível de evidência 4, refletindo a natureza da intervenção em complicações raras; contudo, alguns estudos2-4 diferenciaram-se ao atingir o nível de evidência 3, por estruturarem análises comparativas entre grupos de tratamento ou momentos clínicos distintos. A aplicação dos checklists do JBI demonstrou alta qualidade metodológica geral: relatos e séries evidenciaram rigor na definição de critérios e clareza nos protocolos (embolização proximal, distal ou total), enquanto as coortes apresentaram estratégias válidas de mensuração de desfechos e seguimento (follow-up), com ressalvas apenas para o estudo2, cujo tamanho amostral reduzido limitou o controle de fatores de confusão, além de possuir grupos desbalanceados.
DISCUSSÃO
Esta revisão integrativa consolida a EAE como uma ferramenta terapêutica versátil e minimamente invasiva no arsenal de manejo das complicações pós-transplante hepático. Ainda, atua na modulação da hemodinâmica do eixo esplênico, portal e hepático, promovendo melhor perfusão do enxerto, por meio do aumento do fluxo da artéria hepática e da redução da hipertensão portal.
A SRAE pode ser uma das indicações da EAE e é a mais debatida nos estudos analisados. Tal complicação vascular costuma ocorrer 30 dias após o transplante e consiste em um desvio do fluxo arterial da artéria hepática para a artéria esplênica12. De acordo com Jiang7, a incidência da SRAE, após o transplante hepático, pode variar bastante, em torno de 0,6 a 10,1%. Existem algumas teorias que justificam a essa fisiopatologia, como a dilatação da artéria esplênica, comum em pacientes portadores de doença hepática crônica, o aumento da resistência hepática devido ao edema celular e a redução da concentração de adenosina na artéria hepática, ocasionando vasoconstrição arteriolar12. Pacientes com essa síndrome podem apresentar aumento de enzimas hepáticas, síndrome colestática e até insuficiência hepática aguda. O diagnóstico pode ser realizado por meio da ultrassonografia Doppler, através da avaliação da velocidade da artéria hepática, das formas das ondas e do índice de resistência vascular; no entanto, o método padrão-ouro é a angiografia.13 O tratamento visa à devolução do fluxo arterial para o enxerto hepático, podendo ser realizado por meio da esplenectomia, ligadura da artéria esplênica e a da EAE, tendo a embolização um papel importante devido à menor invasividade.7
O manejo da hipertensão portal refratária é uma aplicação mais complexa. A AR é uma complicação incomum e potencialmente grave que pode se desenvolver no pós-operatório de transplante hepático e está associada a uma redução da sobrevida no primeiro ano de transplante. Segundo D’Amico et al.5, a incidência estimada de AR nesses pacientes é de 5 a 7% e pode elevar em até 8,6 vezes a mortalidade do receptor. O hiperfluxo portal contínuo, precipitado pela circulação esplênica, leva à diminuição do fluxo arterial hepático por meio da chamada resposta tampão arterial hepática. Esse sistema promove a liberação de adenosina, importante vasodilatador, no sistema porta no contexto de baixo fluxo. Todavia, no contexto da hipertensão portal persistente, esse sistema se inverte, levando à vasoconstrição da artéria hepática e, mais tardiamente, à ascite e ao HR14. Nesse sentido, interromper parcialmente o fluxo arterial esplênico promove a redução da circulação venosa e, consequentemente, do fluxo sobre a veia porta8,9. Os estudos mostram resultados positivos tanto com embolização parcial quanto total para pacientes com AR, embora a embolização parcial pareça oferecer um perfil de segurança melhor3. Isso ocorre porque a EAE, especialmente se realizada na porção proximal, tem um maior risco de evoluir para abscesso esplênico, sepse, infarto esplênico e trombose da veia porta10.
O hiperesplenismo é relatado com menor frequência na literatura. No entanto, a EAE mostrou-se útil no manejo de citopenias persistentes que dificultavam o manejo da imunossupressão2,4. Após a realização do procedimento, houve elevação sustentada da contagem leucocitária e plaquetária; apesar disso, não se demonstrou impacto significativo nos níveis de hemoglobina4. De forma isolada, em Maki et al.11, a EAE foi utilizada como tratamento da encefalopatia refratária em uma paciente pós-transplante hepático tardio, implicando em melhora clínica e laboratorial.
Em relação à segurança, a EAE demonstrou ser um procedimento bem tolerado, com baixo índice de eventos adversos graves. A complicação mais frequente foi a síndrome pós-embolização, caracterizada por dor abdominal e febre, sendo autolimitada2,5,14. Complicações mais severas, como abscesso esplênico, trombose portal e infarto esplênico, ocorreram de maneira esporádica e estavam geralmente associadas a fatores predisponentes ou à embolização extensa5,6,10. Em alguns casos selecionados serão necessárias abordagens alternativas à EAE para a preservação do enxerto transplantado15.
É importante distinguir o conhecimento teórico prévio das evidências clínicas trazidas por esta revisão. Embora a relação entre a redução do hiperfluxo portal e a melhora da perfusão hepática seja um conceito estabelecido, os dados atuais validam a EAE como uma ferramenta terapêutica concreta. O procedimento demonstrou ser superior ao manejo conservador, garantindo a viabilidade do enxerto em cenários críticos. Entretanto, a interpretação dessa eficácia deve ser cautelosa, devido às limitações intrínsecas dos estudos primários. A predominância de relatos de caso e séries retrospectivas introduz um viés de publicação considerável, no qual desfechos favoráveis tendem a ser mais reportados do que falhas terapêuticas. Ademais, observa-se heterogeneidade metodológica significativa, com variações importantes nos critérios de indicação, nos materiais utilizados (molas versus plugs vasculares) e na técnica (embolização proximal versus distal), o que dificulta a criação de protocolos padronizados. Essas lacunas evidenciam que, embora a intervenção seja promissora, carece-se ainda de estudos prospectivos multicêntricos que definam preditores claros de sucesso e avaliem o impacto real na sobrevida do enxerto a longo prazo.
CONCLUSÃO
A EAE é uma estratégia terapêutica minimamente invasiva, segura e eficaz para o manejo de complicações selecionadas após o transplante hepático. As evidências analisadas revelam uma alternativa viável à reintervenção cirúrgica para o manejo da SRAE, além de ser uma opção viável para o tratamento de manifestações persistentes da hipertensão portal, notadamente a AR, o HR e o hiperesplenismo. No entanto, o nível de evidência atual requer cautela, uma vez que a literatura analisada é composta majoritariamente por relatos e séries de casos, tendo sido identificadas apenas três coortes retrospectivas. Essa predominância de estudos descritivos, somada à heterogeneidade técnica, limita a generalização dos achados. Portanto, embora os resultados imediatos sejam promissores, a validação de protocolos clínicos robustos depende imperativamente da realização de futuros estudos prospectivos e multicêntricos para padronizar as indicações, otimizar as técnicas de embolização e definir os desfechos a longo prazo desse procedimento no complexo cenário do pós-transplante hepático.
AGRADECIMENTOS
Não se aplica.
-
FINANCIAMENTO
Não se aplica.
-
DECLARAÇÃO DE USO DE FERRAMENTAS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Os autores declaram que nenhuma ferramenta de inteligência artificial foi usada na preparação, redação, análise de dados ou revisão deste manuscrito.
DISPONIBILIDADE DE DADOS DE PESQUISA
Todos os dados foram gerados ou analisados no presente estudo.
REFERÊNCIAS
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Editado por
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Editora de Seção:
Ilka de Fátima Santana F. Boin https://orcid.org/0000-0002-1165-2149



Fonte: Elaborada pelos autores.
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