| 1940 |
Começaram as construções para abrigar o Museu Botânico “Dr. João Barbosa Rodrigues” e o Departamento de Botânica. |
O objetivo era educar os visitantes do Jardim Botânico de São Paulo e promover o interesse pela pesquisa em botânica. Hoehne buscava despertar o interesse do público pela vegetação, valorizar a flora nacional e incentivar a apreciação estética da natureza, abordando temas como proteção e conservação ambiental. |
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| 1942 |
As obras do museu foram concluídas e o edifício adotou um projeto peculiar, permitindo a instalação de vitrines com 1330 quadros nas paredes para exposição de exsicatas e outros materiais botânicos que pertenciam ao acervo do Instituto Butantã. |
Divulgação científica, preservação da flora e valorização do conhecimento botânico nacional. |
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| 1991 |
Desde sua inauguração, o acervo esteve ordenado para ilustrar a evolução das plantas, com foco em exsicatas e diversas espécies. Em 1991, iniciou-se uma reestruturação voltada ao despertar de uma consciência ecológica de seus visitantes, integrando o museu ao ambiente e reformulando as exposições permanentes em que o quantitativo de exsicatas outrora expostas foi reduzido. |
Conscientização ambiental, educação botânica e integração com o ambiente. |
Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92). |
| 2006 |
O acervo se dedicava à apresentação dos cinco ecossistemas paulistas: Mata Atlântica, Cerrado, Mata Ciliar, Manguezal e Vegetação Litorânea. Contava ainda com algumas exsicatas, fotografias, mostras de frutos e sementes desses ecossistemas, algas, fungos, madeira, fibras e óleos essenciais de importância econômica. |
Aconteciam as discussões e iniciativas globais sobre conservação da biodiversidade e manejo sustentável dos ecossistemas, promovidas por convenções como a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) e o Fórum Econômico Mundial. |
Eventos como a Conferência Nacional do Meio Ambiente e a implantação das políticas de conservação ambiental desenvolvidas pelo governo brasileiro. |
| 2011 |
O museu sediou a exposição “Atlântica, dos índios a nós”, destacando a flora da região e promovendo a conscientização ambiental. |
Conscientização ambiental, valorização da flora local e divulgação científica. |
Ano Internacional das Florestas. |
| 2015 |
O edifício foi renovado para atualizar suas instalações e torná-las mais acessíveis aos visitantes. Além disso, novas exposições foram lançadas para aprimorar a experiência do público e proporcionar uma compreensão mais profunda da história e da biodiversidade da botânica brasileira. |
Educação botânica, divulgação científica e acessibilidade cultural. |
Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21). |
| 2017 |
O museu aderiu ao projeto internacional chamado “Museum Selfie day” que visava promover museus por meio de autorretratos de seus visitantes. A iniciativa mostrava que os museus são lugares amigáveis, interessantes e conectados com as tecnologias modernas. |
Interação com o público jovem, divulgação cultural e modernização do museu. |
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| 2019-atual |
Fechou suas portas para reforma e reabriu em 2020, oferecendo sua exposição permanente com uma imersão na história do Instituto de Botânica e da botânica brasileira, abrangendo do século XVI ao século XXI. Contextualiza de maneira lúdico-interativa a historicidade, relatando expedições científicas importantes, oferecendo textos descritivos, narrativos e dissertativos que enriquecem a experiência. Adição de quatro salas temáticas proporcionam uma imersão na biodiversidade do Cerrado e da Mata Atlântica, contribuindo para a memória botânica local e regional. |
Educação botânica, preservação da memória botânica e divulgação cultural. |
Década da Biodiversidade (2011-2020). |