RESUMO
Foram comparadas vinte e três linhagens e dois cultivares de trigo quanto a produção de grãos, componentes da produção e resistência às doenças. Os ensaios foram instalados em Tietê (1986-87) e em Cruzália (1986-88). Em condições de laboratório estudaram-se as tolerâncias às toxicidades de alumínio e ferro, em soluções nutritivas. As linhagens 1 e 19 (CNT 6 x Jupateco), 9 (Jupateco x IAC 5), 13 (Siete Cerros x BH 1146), 15 (Alondra-S-46 x Desconhecido) e 16 (IAC 18 x Precoz Parana INTA) foram aquelas que apresentaram a maior produção de grãos nos três ensaios de Cruzália. A linhagem 15 destacou-se pela produtividade considerando os experimentos de Tietê e Cruzália em conjunto. Em condições naturais de infecção mostraram resistência à ferrugem-da-folha (Puccinia recondita) as linhagens 4, 6 e 8 (Alondra-S- 46 x BH 1146), 9, 13, 16, 19 e 23 (CNT 6 x Jupateco), ao oídio (Erysiphe gramini trifiei) as linhagens 2 e 3 (CNT 9 x Alondra-S-46), 6 e 7 (Alondra-S-46 x BH 1146), 9 e 1O (Jupateco x IAC 5), 12 (CNT 9 x IRN 33-70), 16, 18 [CNT 9 x [(Sonora-63 x IAS 20) x IAC 2]) e 23 (CNT 6 x Jupateco) e a mancha foliar(Bipolaris sorokiniana) a linhagem 18. As linhagens 2, 6, 7, 11 (CNT 9 x IRN 33-70) apresentaram porte baixo. As linhagens 4, 5 (Alondra-S-46 x BH 1146), 6, 8, 13, 14 (Alondra-S-46 x Desconhecido), 15, 16, 17 (IAC 18 x Precoz Parana INTA), 19, 20 e 22 (CNT 6 x Jupateco) e os cultivares BH 1146 e IAC 24 foram os mais tolerantes à toxicidade de Al3+. Em relação a toxicidade de ferro os genótipos que exibiram maiores tolerâncias foram: as linhagens 1, 10, 19 e 21 (CNT 6 x Jupateco) e o cultivar Siete Cerras (incluído nesses testes como controle).
PALAVRAS-CHAVE:
Trigo; melhoramento genético; cultivares; produção de grãos;
Puccinia recondita
;
Erysiphe graminis tritici
;
Bipolaris sorokiniana
; toxicidade de alumínio e ferro
ABSTRACT
Twenty three inbred lines and two cultivars (BH 1146 and IAC 24) were evaluated in experiments carried out at Tietê (1986/87) and Cruzália (1986/88) taking into account grain yield, yield componentes and disease resistance. ln laboratory, the genotypes were evaluated for AI and Fe toxicities using nutrient solutions. The lines 1 and 19 (CNT 6 x Jupateco), 9 (Jupateco x IAC 5), 13 (Siete Cerras x BH 1146), 15 (Alondra-S-46 x Unknown) and 16 (IAC 18, Precoz Parana INTA) exhibited high yield in the three experiments carried out at Cruzália. The line 15 presented high productivity considering the five experiments. Under natural conditions of infection, showed resistance to leaf rust ( Puccinia recondita) the lines 4, 6 and 8 (Alondra-S-46 x BH 1146), 9, 13, 16, 19 and 23 (CNT 6 x Jupateco) to powdery mildew (Erysiphe graminis tritici) the lines 2 and 3 (CNT 9 - Alondra-S-46), 6 and 7 (Alondra-S-46 x BH 1146) 9 and 10 (Jupateco x IAC 5), 12 (CNT 9 x IRN 33-70), 16, 18 (CNT 9 [(Sonora 63 x IAS 20) x IAC 2)] and 23 (CNT 6 x Jupateco) and to leaf spot (Bipolaris sorokiniana) the line 18. The lines 2, 6, 7, 11 (CNT 9 x IRN 33-70) showed semidwarftype. The inbred lines 4, 5 (Alondra-S-46 e BH 1146), 6, 8, 13, 14 (Alondra-S-46 x Unknown), 15, 16, 17 (IAC-18 x Precoz Paran B INTA), 19, 20 and 22 (CNT-6 x Jupateco) and the cultivars BH 1146 and IAC 24 were the most tolerant in relation to Al3+ toxicity. ln relation to Fe toxicity the most tolerant genotypes were: 1, 10, 19 and 21 (CNT-6 x Jupateco) and the cultivar Siete Cerras (included in these tests as control)
KEY WORDS:
Wheat; plant breding; grain yield;
Puccinia recondita
;
Erysiphe graminis tritici
;
Bipolaris sorokiniana
; aluminum and iron toxicities.
INTRODUÇÃO
O aumento da área cultivada e da produtividade do trigo no Estado de São Paulo devem-se entre outras causas, ao lançamento de novos cultivares adaptados à diferentes regiões tritícolas nos últimos vinte anos.
No início da década de 70, o "IAC-5", proveniente do cruzamento (Frontana x Kenya 58) x PG 1, foi colocado à disposição dos agricultores. Esse cultivar foi de grande importância à triticultura nacional, em virtude de ser o mais plantado nas diferentes regiões tritícolas no final da década de 70 e início dos anos 80, pela alta produtividade e amplitude de adaptação (ALCOVER, 1969(2), 1971(1); CAMARGO, 1972(3); CAMARGO et al., 1974(5) e CAMARGO & VEIGA, 1975)(11). Apesar do porte alto e suscetibilidade ao acamamento e à degrana, tem sido empregado em cruzamentos nos programas de melhoramento genético do trigo por várias instituições no Brasil e mesmo em outros países, como o México (LAGOS, 1983)(14), principalmente pela tolerância à toxicidade do AP+ e pelo ciclo precoce.
Cultivares de origem mexicana foram selecionados a partir de 1970 (CAMARGO, 1972(3); CA- MARGO et al., 1974(4); FELÍCIO et al., 1976(13) e CAMARGO & FELÍCIO, 1988)(6) por apresentarem alto potencial produtivo, porte baixo e resistência ao acamamento e às ferrugens. Porém somente foram recomendados para solos corrigidos, devido à elevada suscetibilidade desses cultivares ao Al3 +. prese nte no solo. Mesmo em solos corrigidos, em anos secos, os cultivares mexicanos não têm mostrado bom comportamento, em vista da restrição do crescimento de suas raízes no subsolo pela presença do Al3+. (SILVA, 1976(19), CAMARGO & OLIVEIRA, 1981(10); CAMARGO & FELÍCIO, 1988)(6).
No final da década de 70 e nos anos 80, novos cultivares de trigo foram lançados para o Estado de SãoPaulo(IAC 13,IAC 17,IAC 18,IAC21,IAC22, IAC 23, IAC 24, IAC 25, IAC 27, IAC 28, IAC 60, IAC74, IAC 161, IAC 162, IAC 287 e IAC227) com base em ensaios de competição de cultivares plantados nas diferentes regiões tritícolas, em solos com e sem alumínio (FELÍCIO et al., 1983(12), SÃO PAULO, 1985-90).
O presente trabalho teve por objetivo avaliar 23 linhagens .de trigo, recém-obtidas no programa de melhoramento genético, e dois cultivares atualmente em cultivo, quanto à produção de grãos, características agronômicas, resistência às doenças e tolerância às toxicidades de Al3+ e Fe 2 +, que são parâmetros relevantes para o sucesso da triticultura no Estado de São Paulo.
MATERIAL E MÉTODOS
A origem e a genealogia das linhagens e cultivares estudados encontram-se relacionados na Tabela 1.
1. Experimentos de campo - Foi utilizado o delineamento estatístico de blocos ao acaso com três repetições por local. Cada ensaio foi constituído de 75 parcelas, cada uma formada de seis linhas de 3m de comprimento, espaçadas de 0,20m. Deixou-se uma separação lateral de 0,60m entre as parcelas. Adensidade de semeadura foi de 80 sementes viáveis por metro de sulco, com uma área útil de colheita de 3,6m2 •
Em 1986 e 1987 foram instalados dois experimentos nos seguintes locais: Estação Experimental de Tietê e Fazenda Santa Lúcia, município de Cruzália. Em 1988, realizou-se um ensaio na Fazenda Santa Lúcia, município de Cruzália.
Os cinco experimentos não foram irrigados sendo conduzidos em condições de sequeiro.
Coletaram-se os seguintes dados: ferrugem do colmo ( Puccinia graminis trifiei), ferrugem da folha (Puccinia recondita), mancha da folha (Bipolaris sorokiniana), oídio ( Erysiphe graminis trifiei), ciclo da emergência ao florescimento, acamamento, altura das plantas, comprimento da espiga, número de espiguetas por espiga, grãos por espiga e por espigueta, peso de 100 grãos e produção de grãos. A avaliação desses parâmetros foi efetuada conforme SCHRAMM etal. (1974)(18), MEHTA (1978)(15), CAMARGO (1989)(4) e CAMARGO et al. (1985)(7).
As características comprimento da espiga, número de espiguetas por espiga, e número de grãos por espiga e por espigueta foram avaliadas apenas nos ensaios de Tietê (1986) e de Cruzália (1986 e 1987), sendo o peso de cem grãos determinado somente no de Cruzália (1986).
As características produção de grãos, altura das plantas, ciclo da emergência ao florescimento, comprimento da espiga, número de espiguetas por espiga, número de grãos por espiga e por espigueta, e peso de cem grãos de cada experimento, foram submetidas à análise de variância, utilizando-se o teste F ao nível de 5% para detectar efeitos significativos de genótipos e repetições. Efetuaram-se análises de variância. conjuntas para os experimentos de Cruzália e Tietê para as mesmas características, visando detectar, pelo teste F, ao nível de 5%, as significâncias dos efeitos de experimentos, genótipos e interação x experimentos. A comparação das médias dos genótipos para as características estudadas nos experimentos ou nos grupos de experimentos foi feita pelo teste de Tukey ao nível de 5%.
2. Experimentos delaboratório - As plântulas das linhagens e dos cultivares BH 1146, IAC 24 e Siete Cerros foram testadas em condições de laboratório, para tolerância a O, 2, 4, 6, 8 e 10mg/ litro de Al3+ em soluções nutritivas, conforme CAMARGO & OLIVEIRA (1981)(10), CAMARGO et ai. (1980)(9) e MOORE et ai. (1976)(16) e para tolerância a 0,56; 5, 10 e 20mg/litro de Fe2+ em soluções nutritivas, conforme CAMARGO & FREITAS (1985)(8). Odelineamento estatístico empregado nos dois experimentos foi o de blocos ao acaso com parcelas subdivididas, sendo as parcelas compostas por seis concentrações de alumínio ou quatro concentrações de ferro e as subparcelas, pelos genótipos de trigo. Para a tolerância ao Al3+, os dados foram analisados, considerando-se a média de comprimento da raiz primária central das dez plântulas de cada genétipo em 72 horas de crescimento nas soluções nutritivas completas sem alumínio, que se seguiu a 48 horas de crescimento nas soluções de tratamento contando com seis diferentes concentrações de alumínio. Para a tolerância ao Fe2+, os dados foram analisados, considerando-se a média de comprimento da raiz primária central das dez plântulas de cada genótipo após dez dias de crescimento nas soluções de tratamento contendo quatro diferentes concentrações de ferro.
RESULTADOS
Os quadrados médios das análises da variância individuais das produções médias em quilograma/ hectare das linhagens e cultivares estudados no período 1986-88 mostraram efeitos significativos para genótipos, em todos os experimentos, com exceção do de 1986 em Tietê e do de 1987 em Cruzália, que foram não signifi ativos.
Os quadrados médios da análise da variância conjunta das produções médias de grãos dos genótipos nos experimentos de Tietê exibiram efeitos significativos para anos e interação genótipos x anos, porém os efeitos de genótipos foram não significativos.
Os quadrados médios da análise da variância conjunta das produções médias de grãos dos genótipos nos ensaios de Cruzália mostraram efeitos significativos para anos, genótipos e interação genótipos x anos.
Analisando-se em conjunto os cinco ensaios verificou-se efeito significativo ao nível de 5% para experimentos, genótipos e interação genótipos x experimentos.
As produções médias de grãos em kg/ha, das linhagens e dos cultivares de trigo nos ensaios instalados em Tietê e Cruzália, bem como as produções médias dos ensaios semeados no período 1986-88, encontram-se na Tabela 2.
Os graus médios de infecção de ferrugem-dafolha e do-colmo, oídio e mancha foliar nos genótipos, em cada experimento, em 1986-88, encontramse na Tabela 3.
Os quadrados médios das análises de variância conjuntas para a altura da planta, ciclo da emergência· ao florescimento, comprimento da espiga, número de espigueta por espiga, número de grãos por espiga e por espigueta dos genótipos estudados, em 1986-88, mostraram, para todas as características consideradas, efeitos significativos para genótipos, experimentos e interação genótipos x experimentos. Faz exceção o efeito da interação genótipo x experimento para altura da planta, que foi não significativo.
As alturas médias das plantas, as porcentagens de plantas acamadas e os ciclos médios; em dias, da emergência ao florescimento dos genótipos de trigo avaliados nos ensaios encontram-se na Tabela 4.
O comprimento das espigas, o número de espiguetas por espiga, o número de grãos por espiga e por espigueta e o peso de 100 grãos dos genótipos avaliados em Tietê e Cruzália, acham-se na Tabela 5. Os comprimentos médios das raízes das linhagens e dos cultivares de trigo medidos após tratamentos em soluções nutritivas contendo diferentes concentrações de alumínio e ferro, encontram-se nas Tabelas 6 e 7, respectivamente.
DISCUSSÃO E CONCLUSÕES
As linhagens 1, 9, 13, 15, 16 e 19 e o cultivar BH 1146 salientaram-se quanto à produção de grãos em condições de sequeiro nos ensaios instalados em Cruzália no período de 1986-88. Esses genótipos, com exceção da linhagem 16 deveriam ser trabalhados objetivando a incorporação de genes de nanismo visando a redução do porte.
A linhagem 15 destacou-se pela produtividade considerando os cinco experimentos em conjunto.
Destacaram-se quanto à resistência à ferrugem da folha em planta adulta, em condições naturais de infecção, as linhagens 4, 6, 8, 9, 13, 16, 19 e 23, com. reações variando de O a 5S. Nas mesmas condiç.ões, as linhagens 3, 11, 14, 20, 21 e 22 e o cultivar JAC 24 foram suscetíveis à ferrugem-da-folha, exibindo, em pelo menos um dos experimentos, um grau de infecção variando entre 30 e 40S.
No período estudado, não houve ocorrência de condições naturais favoráveis para infecção do agente causal da ferrugem-do-colmo. Somente nos ensaios de Tietê e Cruzália, no ano de 1986, houve pequena incidência dessa ferrugem. As linhagens 3, 4, 9, 13 e 14 exibiram reações variando entre O e 5S. O cultivar BH 1146 mostrou a maior reação (20S).
Em relação ao oídio, destacaram-se, quanto à resistência em planta adulta, as linhagens 2, 3, 6, 7, 9, 10, 12, 16, 18 e 23 que se mostraram imunes. As linhagens 11 e 19 foram as mais suscetíveis exibindo um grau de infecção de 30%.
A presença de manchas foliares foi bastante acentuada, principalmente nos ensaios de Cruzália e Tietê, no ano de 1987, devido às intensas precipitações pluviais durante o ciclo vegetativo do trigo. Como menos suscetível, aparece a linhagem 18 por apresentar um grau máximo de área foliar infectada entre 20 e 30%. Nas mesmas condições, as mais suscetíveis mostraram 80% e, as linhagens 10 e 11, 90%. Estas avaliações permitiram detectar fontes de resistência às doenças que poderão ser utilizadas no programa de melhoramento.
As linhagens 2, 6, 7 e 11 exibiram as plantas mais baixas, não diferindo, porém, do cultivar semi-anão IAC 24. Esses germoplasmas também apresentaram menor porcentagem de plantas acamadas, sendo, portanto, boas fontes de nanismo para utilizar em cruzamentos. As linhagens 1 e 13 e o cultivar BH 1146 apresentaram elevada porcentagem de plantas acamadas, sendo associados a um porte de planta de médio para alto. A linhagem 22 foi a mais tardia para florescer, diferindo significativamente das linhagens 2, 4, 5, 12, 13 e 16 que foram as mais precoces.
As linhagens 3, 7, 8 e 22 apresentaram as espigas mais compridas, diferindo dos cultivares BH 1146 e IAC 24 e dos demais com exceção das linhagens 2, 6, 18, 20 e 23. Em relação ao número de espiguetas por espiga, as linhagens 6 e 7 apresentaram os maiores valores. A linhagem 7 também apresentou o maior número de grãos por espiga. A linhagem 11 mostrou o maior número de grãos por espigueta, isto é, maior fertilidade da espiga, enquanto que a 22 ex biu os grãos mais pesados. Estas linhagens constitüem-se fontes genéticas de valor para aumentar estas características no programa de melhoramento.
As linhagens, 1, 10, 21 e 23 e o cultivar Siete Cerras foram sensíveis, isto é, apresentaram uma paralisação irreversível do crescimento do meristema apical de suas raízes_ mesmo com a presença de apenas 2mg/litro de Al3+ nas soluções. Tais genótipos somente deveriam ser cultivados em solos corrigidos.
As linhagens 2, 7, 9, 11 e 18 foram tolerantes a 8mg/litro de Al3+, porém demonstraram sensibilidade à presença de lümg/litro de Al3+ nas soluções de tratamento. Esses genótipos foram considerados como tolerantes à toxicidade de Al3+ o que certamente permite o seu culti_vo também em solos ácidos.
As linhagens 4, 5, 6, 8, 13, 14, 15, 16, 17, 19, 20, 22 e os cultivares BH 1146 e IAC 24 mostraram-se tolerantes mesmo quando se adicionaram lümg/litro de Al3+ nas soluções de tratamento, sendo os genótipos, classificados como muito tolerantes à toxicidade de Al3+ .
Considerando 5mg/litro de Fe2+ nas soluções, observa-se que todos os genótipos reduziram o crescimento radicular em relação ao das soluções contendo 0,56mg/litro. Nessas condições, as linhagens 1, 3, 5, 6, 14, 15 e 19 e o cultivar Siete Cerras exibiram as menores reduções sendo considerados como tolerantes à presença de 5mg/litro de Fe2+ nas soluções. Os cultivares BH 1146 e IAC 24 foram os que mostraram as maiores reduções nos crescimentos radiculares na presença dessa concentração de ferro nas soluções, sendo, portanto considerados como sensíveis. A sensibilidade do BH 1146 já havia sido verificada anteriormente (CAMARGO & FREITAS, 1985)(8).
Quando se adicionaram 20mg/litro de Fe2+ nas soluções, as linhagens 1, 10, 19 e 21 e o cultivar Siete Cerras foram considerados tolerantes, as linhagens 2, 5, 8, 11, 13, 14, 17, 18, 20, 22 e 23 e os cultivares BH 1146 e IAC 24 como sensíveis e os demais genótipos avaliados como de reação intermediária.
Relação e genealogia dos genótipos de trigo avaliados em condição de sequeiro, em Tietê e Cruzália, no período de 1986 a 1988.
Produção média (1) nos ensaios de grãos em kg/ha das linhagens e dos cultivares de trigo instalados em condições de sequeiro na Estação Experimental de Tietê e na Fazenda Santa Lúcia, município de Cruzália, no período de 1986 a 1988.
Graus deinfecção (porcentagem de área infectada e tipo de pústula) de ferrugem-do-colmo e. da-folha, oídio e mancha foliar nos ensaios de linhagens e cultivares de trigo instalados em condições de sequeiro na Estação Experimental de Tietê e na Fazenda Santa Lúcia, município de Cruzália, no período 1986-88
Alturamédia das plantas (cm); porcentagem média de plantas acamadas, ciclo médio da emergência ao florescimento (dias) das linhagens e cultivares de trigo nos ensaios instalados em condição de sequeiro na Estação Experimental de Tietê.e na Fazenda Santa Lúcia, município de C zália, no período de 1986-88.
Comprimento médio das espigas (cm), número médio de espiguetas por espiga, número médio de grãos por espiga e por espigueta e peso médio (g) de cem grãos das linhagens e cultivares de trigo nos ensaios instalados em condição de sequeiro na Estação Experimental de Tietê (1986) e na Fazenda Santa Lúcia, município de Cruzália (1986 e 1987).
Comprimento médio (cm) das raízes das linhagens e cultivares de trigo, medido após 72 horas de crescimento na solução nutritiva completa, que se seguiu de crescimento na solução de tratamento contendo seis concentrações de Al3+.
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