A semiótica marxista oferece uma estrutura abrangente e crítica, para compreender e desafiar a dinâmica socioeconômica da sociedade da informação contemporânea. Ao integrar a teoria marxista e a semiótica, este artigo examina como as mercadorias funcionam como objetos materiais e portadores de significado, e como os avanços digitais intensificaram certos fenômenos, como o trabalho alienado e o consumo simbólico. Fontes de dados secundários, incluindo estudos de caso e análises teóricas, são utilizadas para explorar contextos do mundo real que demonstram as funções materiais e simbólicas das mercadorias digitais. A moeda, como um metassigno, interpreta os signos das mercadorias e molda os valores e as relações sociais. O estudo aborda a sociedade da informação, na qual a produção, a circulação, a troca e o consumo de informações formam uma trindade coesa de mídia, inteligência e consumo. Os argumentos fundamentais incluem a transformação da sobrevivência humana na era digital e a necessidade de novas interpretações acadêmicas, o que contribui para as discussões políticas e teóricas, ao preencher a lacuna entre a produção econômica e o consumo simbólico. O artigo conclui com recomendações para pesquisas futuras sobre as implicações socioeconômicas das tecnologias digitais.
Palavras-chave:
Semiótica marxista; Comodidade; Moeda; Sociedade da informação