Este artigo intenciona apresentar e discutir atos de currículo (agenciamentos) com os quais uma turma de estudantes, praticantes culturais - diante do “sistema-mundo moderno capitalista, colonial/patriarcal”, na atual versão neoliberal - aliouse à luta antirracista a partir de práticas pedagógicas formativas nas aulas de língua inglesa. O estudo adotou o método da ciberpesquisa-formação com acolhimento da bricolagem dos cotidianos ciberculturais, e assumiu um rigor outro no “fazerpensar” a pesquisa em Educação. Esse direcionamento teórico-metodológico possibilitou diálogos entre a linguística aplicada, transgressiva, indisciplinar e a insurgência Sul Global. A investigação ocorreu durante aulas de língua inglesa em um Instituto Tecnológico do Pará com o uso das tecnologias digitais e acionamento do modo inventivo da interface do Padlet (dispositivo cibercultural), que permitiu forjar o processo formativo potencialmente autoral e transgressor, propiciando a emergência de narrativas autorizantes, vozes insurgentes dos praticantes culturais: sujeitos da pesquisa. Desse modo, os atos de currículo mediados pelas tecnologias digitais apontaram práticas transgressoras de aprendizagens, enredadas ao uso social político-pedagógico e indisciplinar da língua inglesa.
Palavras-chave:
praticantes culturais; língua inglesa; educação; sul global; interface
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Fonte: acervo pessoal (2022).
Fonte: Delloite UK (
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Fonte: acervo pessoal (2022).
Fonte: acervo pessoal (2022).
Fonte: acervo pessoal (2022).
Fonte: acervo pessoal (2022).
Fonte: acervo pessoal (2022).
Fonte: acervo pessoal (2022).
Fonte: Memórias da Plantaçăo, Grada
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