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Mohan S, et al28 2021 NE:6 RM: Nível A |
- Explorar as atitudes em relação à vacinação contra a COVID-19 entre mulheres no período perinatal. - Amostra de 341 gestantes e lactantes. |
A desconfiança com os futuros problemas das vacinas (70,6%) foi um o motivo principal para a hesitação vacinal. Fatores que aumentariam a confiança em aceitar a vacina foram a leitura sobre a eficácia (33,8%) ou o feedback positivo da família ou de amigos (8,1%). |
| Gencer H, et al45 2021 NE:6 RM: Nível A |
- Determinar as opiniões das mulheres grávidas sobre as vacinas durante a gravidez e na infância e o efeito da pandemia da COVID-19 sobre essas opiniões. - Amostra de 152 gestantes. |
As razões para a hesitação vacinal foram: ouvir ou ler notícias negativas na mídia (21,7%) e acreditar que as vacinas não eram seguras ou tinham preocupação sobre os efeitos colaterais (21,7%). |
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Goncu Ayhan S, et al51 2021 NE:6 RM: Nível A |
- Definir a aceitação da vacina contra a COVID-19 e o estado de hesitação em uma amostra de mulheres grávidas em Ancara, Turquia. - Amostra de 300 gestantes. |
63% das gestantes recusariam a vacina contra a COVID-19 mesmo se recomendada. Dessas, 65,6% declararam preocupação com a falta de dados sobre a segurança da vacina na população grávida e 41,7%, a possibilidade de dano ao feto. |
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Stuckelberger S, et al30 2021 NE:6 RM: Nível A |
- Investigar a disposição da vacina contra a COVID-19 entre mulheres suíças grávidas e lactantes se a vacina estivesse disponível, bem como os fatores que contribuíram para sua aceitação ou hesitação. - Amostra de 1551 mulheres suíças (515 grávidas e 1036 lactantes até 90 dias). |
29,7% das grávidas e 38,6% das mulheres que amamentam estavam dispostas a serem vacinadas contra a SARS-CoV-2. Entre os participantes, 10,5% mencionaram medo de potenciais consequências para o feto/bebê. Mulheres no terceiro trimestre de gestação e que tinham recebido a vacinação contra influenza no ano anterior eram mais propensas a receber a vacina. |
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Tao L, et al53 2021 NE:6 RM: Nível A |
- Explorar a aceitação de uma vacina contra a COVID-19 e os fatores relacionados à aceitação da vacina com base no modelo de crença em saúde. - Amostra de 1.392 gestantes. |
Entre as 315 gestantes que responderam “não” ou “não tem a certeza” da intenção de ser vacinada com uma vacina COVID-19”, 54% recusam qualquer vacinação durante a gravidez devido à preocupação com efeitos colaterais; 47,0% estavam preocupadas com a segurança e 44,1%, preocupadas com a eficácia da vacina. |
| Im JH, et al 48 2020 NE:6 RM: Nível A |
- Avaliar as mudanças nas taxas de cobertura de vacinação contra influenza e os fatores relacionados que as influenciam em mulheres grávidas. - Amostra de 550 gestantes. |
Os motivos comuns para receber a vacina foram a prevenção da gripe (49,7%) e a garantia da saúde fetal (46,3%). O motivo mais comum para a não vacinação foi a falta de informações suficientes sobre a vacinação (36,9%). |
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Bettinger JA, et al39 2016 NE:6 RM: Nível A |
- Investigar as atitudes e os comportamentos das gestantes e de novas mães em relação à vacinação sazonal e pandêmica da gripe. - Amostra 26 grávidas e oito puérperas no grupo focal (GF), dessas, 22 compuseram a pesquisa online. |
67,6% das participantes do GF concordaram “um pouco” sobre a segurança das vacinas na gestação e, para a maioria, os riscos desconhecidos da vacina não superam os benefícios e estavam preocupadas com efeitos adversos da vacinação. Na pesquisa online, 42% das não vacinadas não se sentiram informadas o suficiente para tomar a decisão de receber a vacina; 42% estavam preocupadas com a segurança e 50% não discutiram a vacinação com o profissional de saúde. |
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Jung EJ, et al29 2016 NE:6 RM: Nível A |
- Avaliar a taxa de cobertura e as percepções das mulheres coreanas, em idade reprodutiva, sobre a vacina contra influenza durante a gravidez e conduzir uma intervenção virtual para aumentar sua intenção de receber a vacinação. - Amostra de 500 gestantes e 500 mulheres em idade reprodutiva. |
Entre 764 participantes, 62,7% não receberam a vacina durante a gravidez e os motivos para a não vacinação foram preocupações sobre efeitos nocivos no feto (29,6%) e falta de recomendação de vacina por parte dos profissionais de saúde (12,9%). Das que receberam a vacina, os motivos para a vacinação foram: percepção do risco de infecção por influenza em bebês (22,8%); recomendação de profissionais de saúde (26,7%) e crença na eficácia da vacina (15,8%). |
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Mccarthy EA, et al38 2015 NE:6 RM: Nível A |
- Revisar os fatores facilitadores e obstrutivos na promoção da vacinação contra influenza durante a gravidez para informar futuros esforços educacionais leigos e profissionais. - Amostra final de 1086 puérperas. |
65,0% das participantes que se lembraram da vacinação sendo discutida ou recomendada por um profissional de saúde foram, subsequentemente, vacinadas. O principal motivo para a vacinação foi o desejo de proteger o bebê, que apresentou aumento de 66,7%, em 2010, para 89,2%, em 2014, enquanto 47,1% optaram pela não vacinação durante a gravidez porque não costumam ser vacinadas no período gestacional. |
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Halperin BA, et al49. 2014 NE:6 RM: Nível A |
- Explorar e comparar conhecimentos pré e pós-pandemia, atitudes, crenças e comportamentos pretendidos de mulheres grávidas em relação à vacinação contra influenza (sazonal e/ou pandêmica) durante a gravidez a fim de determinar os principais fatores que influenciam sua decisão de aderir às recomendações da vacina contra influenza. - Amostra de 662 grávidas na pré-pandemia (2005-2006) e 159 na pós-pandemia (2011). |
Os motivos para vacinação da gripe sazonal foram a proteção contra a doença para si e para a família (44% pré e 45% pós-pandemia) e a recomendação dos profissionais de saúde (19% pré e 38% pós), motivos para vacinação H1N1 (48% e 20%, respectivamente). Os motivos da não vacinação da gripe sazonal: não precisava receber a imunização (36% pré e 70% pós) e preocupação com os efeitos colaterais (5% e 26%), motivos também citados pelas mulheres que não receberam a vacina contra a pandemia de H1N1 (26% e 14%, respectivamente). |
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Lohiniva AL, et al34 2014 NE:6 RM: Nível A |
- Descrever as percepções de mulheres grávidas relacionadas à influenza H1N1, para identificar os fatores que as encorajam ou as desencorajam a tomar a vacina monovalente pdm09 (H1N1) durante resposta à pandemia (2009-2010), e as fontes de informação que influenciaram seu processo de tomada de decisão. - Amostra de 123 gestantes. |
As mulheres temiam que a vacina pudesse afetar, negativamente, sua saúde e a de seus bebês e as análises dos discursos identificaram a interferência da rede social na tomada de decisão para receber a vacina: discussões com os profissionais de saúde foram um fator positivo para a tomada de decisão para vacinação, enquanto as discussões baseadas em rumores sobre complicações e efeitos colaterais com vizinhos e amigos, frequentemente, alimentam a decisão de não vacinar. |
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Ahluwalia IB, et al37 2014 NE:6 RM: Nível A |
- Examinar as disparidades na cobertura de vacinação entre as mulheres que deram à luz durante a temporada de influenza de 2009-2010, quando duas vacinações separadas contra influenza foram recomendadas. - Amostra de puérperas e lactantes, sendo 27.153 p/Influenza sazonal e 27.372 p/H1N1. |
As razões citadas para o não recebimento da vacinação incluem: falta de recomendação pelo profissional de saúde sobre uma vacina contra a gripe durante a gravidez; preocupação com os efeitos colaterais da vacina; preocupação de prejuízos para o feto; hábito de não receber a vacina contra a gripe. |
| Kfouri RA, Richtmann R46 2013 NE:6 RM: Nível B |
- Descrever a cobertura vacinal de gestantes para influenza e os fatores associados à recusa ou à aceitação da vacina. - Amostra de 300 puérperas. |
95,7% receberam a vacina contra influenza na gestação e, dessas, 73,2% sabiam que a vacina protegeria o filho. Entre as que não receberam, todas desconheciam o fato de que a vacina protegeria o RN e 69,2% teriam sido vacinadas caso fossem informadas da proteção neonatal. |
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Tarrant M, et al41 2013 NE:6 RM: Nível A |
- Examinar os fatores associados à adoção da vacina contra influenza A/H1N1, de 2009, entre mulheres grávidas em Hong Kong. - Amostra de 549 puérperas. |
91,1% não receberam nenhuma das vacinas contra influenza A (H1N1) e/ou sazonal durante a gravidez e o motivo citado foi o medo de que a vacina causasse efeitos colaterais a si própria ou ao feto (69,7% e 75,7%, respectivamente); relataram que a vacinação deveria ser evitada durante a gravidez (78,8%). |
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Kouassi DP, et al52 2012 NE:6 RM: Nível A |
- Avaliar o conhecimento da pandemia e o conhecimento e a aceitação da vacina A (H1N1) pdm09, em fevereiro de 2010, antes da disponibilidade local da vacina. - Amostra de 411 gestantes. |
Das 80 mulheres que disseram que não aceitariam ser vacinadas, 45% relataram a falta de informações sobre a vacina como o motivo para a não vacinação. As mulheres que têm conhecimento sobre a pandemia e acreditavam ser suscetíveis à gripe H1N1 eram mais propensas a aceitar a vacinação (75,4%). |
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Honarvar B, et al32 2012 NE:6 RM: Nível A |
- Determinar a taxa de aceitação da vacinação contra a gripe, incluindo a pandemia de gripe H1N1, de 2009, e a vacinação contra a gripe sazonal e as razões para aceitação ou rejeição entre mulheres grávidas. - Amostra de 416 gestantes. |
De 92,06% de gestantes que recusaram a vacina contra influenza H1N1, 30,28% relataram a falta de informação sobre a vacinação como o principal motivo de recusa. Das 25 gestantes vacinadas, 60% relataram ter sido vacinadas por conselho de outra pessoa que não um profissional de saúde. |
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Schindler M, et al33 2012 NE:6 RM: Nível A |
- Examinar as representações de mulheres grávidas suíças sobre os riscos associados à gripe sazonal e sua vacinação na primeira onda. - Amostra de 29 puérperas. |
A falta de recomendação, pelos profissionais de saúde, sobre a periculosidade da gripe sazonal e da proteção conferida pelas vacinas pode ter deixado mulheres grávidas em um estado de indecisão para a vacinação. |
| Moukarram H, et al50 2012 NE:6 RM: Nível B |
- Avaliar a conscientização e a adoção da vacina entre mulheres grávidas na comunidade local. - Amostra de 200 gestantes. |
42,5% das gestantes afirmaram que tomariam a vacina. Em relação aos principais motivos de recusa, 43,5% relataram preocupação com eventuais riscos para o feto e 40,9%, risco para si própria. |
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Bhaskar E, et al42 2012 NE:6 RM: Nível A |
- Identificar as taxas de vacinação para a pandemia de influenza entre mulheres grávidas em Chennai durante os primeiros dois meses após o lançamento da vacina contra influenza e para analisar os fatores associados à vacinação. - Amostra de 140 gestantes. |
A taxa de vacinação contra influenza foi de 12,8%. Os motivos de recusa foram o medo de complicações (28,5%), o desconhecimento do local de disponibilidade da vacina (28,5%) e o desconhecimento do benefício da vacinação (28,5%). |
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Kay WK, et al36 2012 NE:6 RM: Nível A |
- Estimar a cobertura vacinal de pH1N1 entre mulheres em KC durante o terceiro trimestre da gravidez e identificar fatores sociodemográficos, crenças e práticas associadas à vacinação. - Amostra de 4.205 puérperas. |
As razões citadas pelas mulheres não vacinadas contra H1N1: não conseguir encontrar um provedor de vacinação (20,6%) e a percepção de que não estavam sob risco de adoecimento grave (26,1%). Os motivos relatados pelas não vacinadas contra a gripe foram questões de segurança (58%) relacionadas aos efeitos da vacina na saúde da mãe ou no feto. |
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Steelfisher GK, et al35 2011 NE:6 RM: Nível B |
Examinar os motivadores e as barreiras contra as mulheres grávidas que recebem a vacina H1N1 por meio de uma pesquisa nacional realizada durante a pandemia. Amostra de 514 gestantes. |
A principal razão para a negação do recebimento da vacina foi a preocupação sobre os riscos de segurança para o feto (62%) e para si mesma (59%). Mulheres grávidas que sabiam que a vacina H1N1 fornece proteção contra a gripe H1N1 para seus bebês eram mais prováveis para receber a vacina. |
| Dlugacz Y, et al 54 2011 NE:6 RM: Nível A |
- Identificar os fatores associados à aceitação ou à recusa da vacinação H1N1, de 2009, durante a gravidez. - Amostra de 1.325 puérperas. |
34,2% receberam a vacina H1N1 de 2009 durante a gravidez; 54% das mulheres não vacinadas indicaram, como motivo de recusa, a preocupação com a segurança da vacina para o feto. A recomendação dos profissionais da saúde foi uma das razões para a aceitação da vacina H1N1. Das que receberam a recomendação, 56% foram vacinadas. |
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Goldfarb I, et al31 2011 NE:6 RM: Nível A |
- Definir a absorção da vacinação contra o H1N1 e contra a gripe sazonal entre as mulheres que deram à luz em um hospital universitário urbano durante a pandemia de H1N1, de 2009 a 2010, e explorar as barreiras à vacinação de mulheres grávidas. - Amostra de 366 puérperas. |
81% receberam vacinas contra a gripe H1N1 e sazonal. Fatores para a adesão foram o desejo de proteger a si mesma (>60%) e a seus bebês (>80%) e recomendação de seu provedor de saúde (>60%), enquanto a recusa foi motivada pela atenção da mídia e pela recomendação das agências governamentais (<20%). |
| Fisher BM, et al 402011 NE:6 RM: Nível A |
Determinar as taxas de vacinação contra a gripe, tanto sazonal quanto pandêmica H1N1, na gravidez, durante a temporada de gripe de 2009 a 2010 e para aquelas mulheres não vacinadas durante a gravidez, para determinar as razões para a não adesão. Amostra de 813 puérperas. |
64% das participantes receberam a vacinação contra gripe sazonal e 54% contra a gripe H1N1 durante a gravidez. Das mulheres que não receberam as duas vacinas, 25% relataram não ter sido bem-informadas sobre a importância da vacina, 18% relataram preocupação com os efeitos da vacina sobre a saúde do feto e 9%, sobre a saúde materna. |
| Sakaguchi S, et al 43 2010 NE:6 RM: Nível A |
Determinar quantas mulheres grávidas receberam a vacina H1N1 após sua chamada para Motherisk e explorar as percepções das mulheres grávidas sobre a vacina H1N1 e os fatores que cercam a decisão de receber a vacinação. Amostra de 130 gestantes. |
Entre as gestantes que receberam a vacina, 73,1% relataram a preocupação com o risco de infecção por H1N1 no feto e/ou em si mesmas como motivo para sua decisão; 34,6% citaram recomendações de incentivo à vacinação e 3,8%, a história prévia de complicação ou doença por influenza. Das que não receberam a vacina, 42,3% relataram preocupação com a segurança para si e/ou para o feto e 23,1% não acharam a vacina necessária. |
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Ozer A, et al46 2010 NE:6 RM: Nível A |
Determinar os fatores que afetam as decisões de mulheres grávidas na Turquia de serem vacinadas ou não contra a gripe H1N1 de 2009. Amostra de 314 gestantes. |
A taxa de vacinação contra o H1N1 foi de 8,9%. 75,5% das não vacinadas achavam que a vacina era prejudicial em longo prazo; 70,1% acreditavam que poderia causar aborto espontâneo, 74,2%, deformação em seus filhos e 72,3%, infertilidade. |
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White SW, et al44 2010 NE:6 RM: Nível A |
Auditar a aceitação da vacina contra influenza pandêmica (H1N1) de 2009 em mulheres grávidas que entram na temporada de influenza de 2010 na Austrália Ocidental e identificar por que algumas mulheres não receberam a vacina. Amostra de 479 grávidas. |
A taxa de vacinação contra o H1N1 foi de 6,9%. Razões para a não vacinação: falta de discussão ou diálogo sobre a vacina com os profissionais de saúde durante o pré-natal (63,9%); preocupação com a segurança da vacinação pelas gestantes (61,6%) e desencorajamento ativo da vacinação no pré-natal (19.6%). |