Este artigo analisa a (não) efetivação dos direitos humanos à água e ao saneamento básico nas esferas da vida para além do domicílio, focando os trabalhadores em situação de precarização, especialmente os vinculados a plataformas digitais. A partir de uma revisão bibliográfica pautada por uma perspectiva crítico-marxista, discutem-se a centralidade do trabalho, o conteúdo normativo desses direitos e as contradições entre seu reconhecimento formal e sua efetivação material nos espaços urbanos.
Palavras-chave:
Trabalho precarizado; Direitos humanos; Água e saneamento; Reprodução social