O artigo investiga a relação entre o mercado ilegal de drogas e a reprodução social da força de trabalho e da vida, no Brasil e na Colômbia, pela lente da Teoria da Reprodução Social. Por meio de entrevistas e observação participante, a pesquisa revelou que o mercado ilegal sustenta sua acumulação de capital pela expropriação de territórios e pela superexploração bélica da força de trabalho, principalmente de mulheres negras, indígenas e campesinas.
Palavras-chaves:
Teoria da Reprodução Social; Mercado ilegal; Mulheres; Resistências