O capitalismo, fundado na exploração humana e da natureza, intensifica desigualdades e a crise ambiental. Este artigo é resultado de pesquisa bibliográfica e de reflexões sobre branquitude, racismo ambiental e o seu debate nos dois últimos governos. Constata-se que esse fenômeno beneficia a burguesia e a branquitude, enquanto povos e comunidades tradicionais sofrem impactos ambientais mais graves.
Palavras-chave:
Racismo ambiental; Capitalismo; Branquitude; Povos e comunidades tradicionais