O artigo procura contemplar dentro das questões de política e gênero o mosaico de posições da Igreja Católica no Brasil: ultraconservadoras, moderadas e progressistas em uma dinâmica de correlação de forças. Como recorte temporal, escolhe o período de 2018 até o presente ano. Também elege a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como o foro privilegiado dos embates e acordos envolvendo essas forças. Procura, ainda, enfocar a realidade do Vaticano e o pontificado do Papa Francisco e seus reflexos no catolicismo brasileiro. Por fim, busca detectar que, dependendo das questões sociais ou morais e de costumes, arranjos distintos podem ser estabelecidos entre as forças que compõem o catolicismo brasileiro.
Palavras-chave:
Igreja Católica; Brasil; conservadores; progressistas; CNBB.