O artigo reflete sobre os campos da antropologia da educação socioambiental e climática e da antropologia da religião e sua relação com o espaço público. Apresenta um histórico do movimento ambientalista no Brasil nos últimos 20 anos e, como estudo de caso, aborda uma iniciativa da sociedade civil brasileira que fomenta o envolvimento de comunidades religiosas como agentes políticos na arena das mudanças climáticas. O texto destaca o papel das religiões e dos conhecimentos tradicionais no surgimento de epistemologias que inspiram novos debates na esfera pública. Além disso, dialoga com o campo da antropologia do desenvolvimento, discutindo o ofício antropológico por meio da interseção entre etnografia, ativismo, policrise, sistemas complexos e políticas públicas.
Palavras-chave:
Fé no Clima; Antropologia; Mudanças Climáticas; Educação Socioambiental; Epistemologia.
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Brasília, de 31 de outubro de 2015. Fonte: Acervo Fé no Clima
Vaticano, 7 de abril de 2016. Fonte: Acervo Fé no Clima.