Objetivo: sintetizar as principais evidências científicas disponíveis sobre os fatores associados ao workaholism na saúde mental de enfermeiros.
Método: revisão integrativa realizada em sete bases de dados. A amostra foi composta por 11 estudos. A classificação do Nível de Evidência seguiu o modelo descrito por Melnyk e Fineout-Overholt. A qualidade metodológica foi avaliada por meio do Checklist for Analytical Cross-Sectional Studies . A análise e síntese dos dados foram realizadas de maneira qualitativa e descritiva, respectivamente.
Resultados: os fatores associados ao workaholism foram burnout , estresse, ansiedade, depressão, problemas relacionados ao sono, baixa capacidade de concentração e incidentes negativos no trabalho, os quais afetaram a saúde mental dos enfermeiros.
Conclusão: a síntese revelou que o workaholism apresentou relação com o estresse percebido no trabalho, exaustão emocional, despersonalização e sintomas ansiosos e depressivos, o que resultou em baixa eficácia profissional e má qualidade no sono entre os profissionais viciados no trabalho.
Descritores:
Enfermeiros e Enfermeiras; Comportamento Aditivo; Trabalho; Condições de Trabalho; Saúde Mental; Saúde Ocupacional
(1) Estresse e esgotamento profissional foram relacionados ao workaholism .
(2) Sintomas de ansiedade e depressão podem ser desencadeados devido ao workaholism .
(3) O workaholism contribui para problemas de sono e incidentes negativos no trabalho.
(4)Workaholism interfere na qualidade da assistência de enfermagem.
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