Este trabalho analisa o cenário editorial da literatura infantil e juvenil brasileira nas décadas de 1980 e 1990, explorando como a inserção dessa literatura no ambiente escolar influenciou a produção editorial e a construção narrativa. Examinam-se as relações entre editoras, escolas e autores, destacando o desenvolvimento do mercado livreiro e seu impacto na criação das obras. Revela-se como as editoras se especializaram em livros infantojuvenis, consolidando categorias específicas, como paradidáticos, literários e de entretenimento. Com base na historiografia do livro e em abordagem interdisciplinar, o trabalho conecta as escolhas estéticas dos autores às dinâmicas do mercado, propondo uma leitura crítica que vincula a produção das obras ao sistema editorial que as moldou.
PALAVRAS-CHAVE:
Literatura juvenil brasileira; mercado editorial; historiografia do livro
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