No Brasil, permanece ainda bastante desconhecida a história dos pelourinhos coloniais. As menções feitas a eles, geralmente em monografias locais ou em manuais de História Urbana, costumam basear-se em generalizações imprudentes de alguns poucos exemplos mais bem conhecidos ou em meras pressuposições. Diante da impossibilidade de traçar um panorama geral da história dos pelourinhos brasileiros, o presente artigo pretende estabelecer uma linha interpretativa sobre o seu significado no âmbito da cultura urbanística luso-brasileira e sobre os contextos que influíram na sua destr uição ao longo do século X IX. Em seguida, busca-se analisar como a sua transformação em relíquias históricas, preservadas in situ ou em museus, contribuiu para o apagamento da memória da escravidão.
Palavras-chave
Pelourinhos; Patrimônio Histórico; História Urbana; Museus; Escravidão
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Fonte: Acervo Itaú Cultural.Nota: Johann Moritz Rugendas, c. 1830, litografia, 22,5 x 30,5 cm.
Fonte: Acervo da Câmara Municipal de São Paulo.Nota: Antônio Parreiras, 1915, óleo sobre tela, 180 x 280 cm.
Fonte: Acervo do Arquivo Central do IPHAN.Nota: Marcel Gautherot, 1949, fotografia.
Fonte: Acervo da Biblioteca do IBGE.Nota: Tibor Jablonsky, 1957, fotografia.
Fonte: Acervo do Arquivo Central do IPHAN.Nota: Autor desconhecido, s.d., fotografia, 12 x 18,2 cm.