| Fallah M et al.17 |
Explorar o uso de avatar virtual via smartphone para ajudar pacientes com fibrilação atrial no gerenciamento da saúde, incentivando o uso de um sensor de ritmo cardíaco integrado. |
Os participantes do grupo de intervenção avaliaram positivamente o coach virtual quanto à confiança, simpatia e conhecimento. O número de sessões (média de 76,7 em 4 meses) foi relacionado com atitudes mais positivas. Houve sensação de proximidade com o avatar e desejo de incluí-lo na rotina de cuidados. |
| Zhu Y et al.18 |
(1) Explorar atitudes sobre pistas visuais para o autogerenciamento de pacientes hipertensos; (2) Investigar associação entre aparência do avatar e comportamento saudável; (3) Propor diretrizes para o design. |
Após duas semanas de uso, os participantes relataram compreender a relação entre a aparência do avatar e o seu próprio estado de saúde, o que os motivou a adotar hábitos saudáveis e modificar a aparência do avatar. Diretrizes para o design foram descritas, destacando que a delimitação de tarefas com metas específicas facilitou o engajamento, com interesse em expandir metas, como incluir sono e emoções no autogerenciamento. |
| Gingele AJ et al.19 |
Esclarecer o papel do avatar na telemedicina e no cuidado de insuficiência cardíaca. |
A maioria dos pacientes considerou a comunicação com o avatar (semelhante a uma enfermeira) de telemedicina como satisfatória e fácil. Sugestões de melhorias, como preferência por contatos semanais, reconhecimento de voz e a necessidade de que o avatar evite ler sinais de pontuação em sua fala. |
| Gallagher R et al.20 |
Avaliar o impacto do aplicativo gamificado MyHeartMate na mudança de estilo de vida em pacientes com risco cardiovascular e doença arterial coronariana (DAC). |
O uso do aplicativo por seis meses não resultou em mudanças significativas no estilo de vida ou na redução de fatores de risco, embora tenha contribuído para a redução dos níveis de triglicerídeos e o aumento da atividade física. A ferramenta foi considerada útil, com alta aceitabilidade para o rastreamento de comportamentos e incentivo ao autocuidado, porém com efeitos limitados para mudanças de estilo de vida duradouras. |
| Hickman RL, Clochesy JM, Alaamri M.21 |
(1) Examinar os efeitos da intervenção eletrônica de autogerenciamento da hipertensão (eSMART-HTN) e controle da atenção na interação paciente-profissional ao longo do tempo; (2) Avaliar os efeitos na alfabetização funcional em saúde em adultos com hipertensão. |
Os participantes interagiram com um avatar em simulações de comunicação (transmissão das necessidades e preferências) e educação sobre autogestão em hipertensão. Após três meses, houve melhora na comunicação com profissionais e aumento modesto do letramento em saúde em comparação com o grupo controle. |
| Zisis G et al.22 |
Determinar se um aplicativo com avatar pode melhorar resultados em insuficiência cardíaca, promovendo conhecimento, qualidade de vida e comportamento de autocuidado. |
Dos 36 participantes, apenas 10 utilizaram o aplicativo e apenas dois se engajaram por oito semanas. Esses apresentaram melhora no autocuidado, com adesão maior entre os mais jovens e com maior nível de escolaridade. Em contrapartida, pessoas idosas e indivíduos sem experiência tecnológica descontinuaram o uso após a primeira sessão. Nenhum dos usuários engajados foi readmitido, sugerindo possíveis benefícios do aplicativo, enquanto seis dos não engajados foram hospitalizados novamente. |
| Du H et al.23 |
(1) Desenvolver um aplicativo avatar com especialistas, desenvolvedores e pacientes com insuficiência cardíaca; (2) Avaliar a viabilidade do aplicativo para melhorar o conhecimento e os comportamentos de autocuidado; (3) Avaliar a satisfação dos pacientes. |
A intervenção foi dividida em seções, compostas por oito a 10 minutos para revisão dos conteúdos educativos (tempo total médio de 50 a 60 minutos) por meio de testes de viabilidade e aceitabilidade. Houve melhoria significativa no conhecimento e na manutenção e confiança no autocuidado, mas não na autogestão. A satisfação foi alta (89,2%), com elogios à facilidade de uso, clareza, tamanho da fonte, linguagem acessível e usabilidade. O aplicativo ajudou na compreensão da saúde, no aprendizado sobre nutrição e no monitoramento do peso. |
| Guhl E et al.24 |
Avaliar aceitabilidade, adesão e eficácia de um aplicativo com avatar para pacientes com fibrilação atrial. |
Houve uma adesão moderada à intervenção, com 61 participantes alocados no grupo de intervenção. Após 30 dias de uso, houve melhora na qualidade de vida e adesão à medicação. O avatar foi considerado útil, confiável e informativo. |
| Wonggom P et al.25 |
Avaliar a eficácia de um aplicativo educativo com avatar para melhorar o conhecimento e os comportamentos de autocuidado em pacientes com insuficiência cardíaca. |
Após 90 dias de uso, houve melhora significativa no conhecimento e manejo do autocuidado no grupo de intervenção, mas sem aumento na confiança entre os grupos. Os participantes destacaram alta satisfação com o aplicativo, destacando clareza e adequação das informações. |
| Zisis G et al.26 |
Avaliar a viabilidade de um programa de gerenciamento liderado por enfermeiros com pacientes com insuficiência cardíaca selecionados com alto risco de readmissão hospitalar de curto prazo, utilizando manejo diurético guiado por ultrassom e inteligência artificial, para melhorar o conhecimento em insuficiência cardíaca em um ambiente ambulatorial. |
Estudo de viabilidade com 21 pacientes maiores de 75 anos, hospitalizados devido à insuficiência cardíaca descompensada. Após 52 dias de uso, houve melhorias na qualidade de vida, comportamentos de autocuidado e conhecimento específico sobre insuficiência cardíaca. |
| Tongpeth J, et al.27 |
Avaliar a eficácia de um aplicativo com avatar para educação de pessoas com síndrome coronariana aguda. |
Houve melhoras significativas no grupo de intervenção e mudanças de atitudes, crenças e intenções de ação frente a um infarto, após um e seis meses. |
| Tongpeth J, Du HY, Clark R28 |
Desenvolver e avaliar um aplicativo educativo interativo baseado em avatar para melhorar o conhecimento e a resposta dos pacientes aos sintomas da síndrome coronariana aguda. |
O aplicativo educacional com avatar, voltado para os sintomas de infarto, foi apresentado a 10 pacientes que realizaram um pré e pós-teste. Os resultados indicaram um aumento no conhecimento sobre os sintomas de infarto, além de uma alta taxa de satisfação e engajamento relatada pelos usuários. |
| Magnani JW et al.29 |
Testar um avatar em aplicativo de smartphone como preparação para um ensaio clínico randomizado, o Atrial Fibrillation Health Literacy Information Technology Trial (AF-LITT). |
Após 30 dias de uso e contatos telefônicos nos primeiros sete, 14 e 21 dias para discutir eventuais dificuldades, 31 participantes relataram melhora significativa na qualidade de vida e leve aumento na adesão à medicação. O avatar foi considerado útil e confiável. |
| Athilingam P et al.30 |
Projetar módulos educacionais interativos em uma plataforma de smartphone específica para pacientes com insuficiência cardíaca congestiva. |
A partir do uso livre por até duas horas ou até que se sentissem prontos para oferecer feedback, a maioria dos participantes confiou no uso do aplicativo para insuficiência cardíaca, elogiando seu design intuitivo e conteúdo relevante. Os participantes relataram que aprenderam novas informações e consideraram útil para pacientes recém-diagnosticados. |