Esta nota traz reflexões iniciais sobre o desenvolvimento da pequena produção familiar no setor agrícola na economia brasileira desde a década de 1950, com foco na composição orgânica do capital no conjunto da economia e qual o capital mínimo necessário para cada setor e o processo de valorização da terra. A hipótese principal é que o aumento das exigências para operar como produtor capitalista abre espaço para a produção familiar.
PALAVRAS-CHAVE:
Agricultura; produção familiar; capitalismo; marxismo