Este artigo pretende corroborar o argumento defendido por economistas heterodoxos como Akyüz, Chang e Furtado de que a regulação estatal é fundamental para extrair eventuais benefícios dos investimentos diretos no país (IDP). Fazemos isso analisando as políticas usadas pela China desde sua abertura para este tipo de investimento em 1979. O artigo inova ao examinar as principais leis, regulamentos e catálogos de orientação do IDP na China que forneceram a estrutura formal sob a qual empresas estrangeiras operaram no país por quase 40 anos. Em seguida, confrontamos a visão tradicional de que a China se desenvolveu simplesmente porque abriu cada vez mais seu mercado e adotou um modelo de crescimento puxado pelo investimento estrangeiro. E argumentamos que foi por causa da forte regulação que o IDP teve de fato um efeito positivo, contribuindo para a transferência de tecnologia e a expansão do comércio - sem, no entanto, definir a taxa de acumulação de capital.
PALAVRAS-CHAVE:
Investimento direto no país; regulação; China
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Source: UNCTAD.
Source: UNCTAD and World Bank.
Source: UNCTAD and World Bank.