A capacidade do setor agroexportador de transferir valor para o setor industrial, especialmente durante a fase inicial de expansão, tem sido normalmente atribuída ao seu poder de gerar renda diferenciada. Porém, no nível de abstração em que é tratado, o problema não foi resolvido. Este artigo tenta desenvolver uma teoria da renda da terra em um nível específico de concretude que permitirá seu uso adequado. Depois de refinar o conceito de renda diferencial, são abandonadas as suposições da inexistência de formas pré-capitalistas e de fronteiras nacionais. Com isso, novas categorias são descobertas: renda diferencial geral, renda diferencial nacional e renda monopolista nacional absoluta.
PALAVRAS-CHAVE:
Agricultura; renda diferencial; monopólio