Com base nos dados qualitativos de programa do bolsas em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) implementado em uma universidade pública estadunidense, defendo uma abordagem interseccional específica do contexto cultural na avaliação de programas de apoio aos/às estudantes. Embora as mulheres sejam quase universalmente sub-representadas em STEM, viso interrogar de que maneira o gênero interage juntamente a outros sistemas de privilégio e opressão. A partir dos dados que apresento, destaco de que modo as desigualdades interseccionais baseadas em gênero, raça e classe social moldam as experiências de alunos/as nos cursos STEM. Após a análise, discuto recomendações para uma abordagem interseccional nas avaliações de programas STEM.
Palavras-chave:
STEM; interseccionalidade; ensino superior; mulher; avaliação de programa