O objetivo do presente artigo consiste na realização de um estudo sobre a produção da cartunista Mariza Dias Costa a partir de uma perspectiva genealógica feminista. Por entender que a memória das mulheres é fragmentada e mediada por estruturas patriarcais, portanto desiguais e injustas, proponho lançar um olhar histórico para o trabalho de Mariza, sistematizando sua obra gráfica publicada em jornais e revistas, bem como realizando extensa revisão bibliográfica em busca de vestígios documentais. Por meio desta investigação, procuro lançar luz sobre outras histórias do humor gráfico e dos quadrinhos no Brasil, passíveis de reconhecimento quando gênero emerge como categoria analítica.
Palavras-chave:
artistas mulheres; genealogia feminista; humor gráfico; quadrinhos; gênero