Buscamos analizar la evolución de la producción académica brasileña sobre feminismo negro e interseccionalidad desde 1992 hasta 2020, a través de un análisis bibliométrico y raspado de datos de artículos publicados en revistas de las áreas de ciencias sociales y humanidades (A1, A2 y B1). Destacamos el impacto de los flujos internacionales en la difusión y profundización de las agendas de investigación sobre mujeres negras a partir de la década de 2000 y la importancia de los dossieres temáticos sobre género y raza en revistas calificadas como mecanismo inductor para la expansión de la producción científica sobre las temáticas. Ha habido un aumento continuo de textos sobre estos temas desde la década de 2010, lo que sugiere que un mayor acceso de los estudiantes negros a la educación superior y la expansión del debate público sobre la interseccionalidad fuera de la academia pueden estar generando retroalimentación sobre el interés y la relevancia del tema.
Palabras clave:
mujeres negras; feminismo negro; interseccionalidad; análisis bibliométrico
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#PraTodoMundoVer O gráfico de linhas representa a evolução temporal da publicação de artigos sobre feminismo negro em revistas qualificadas, entre os anos de 1992 e 2020. Acima, estão os dados referentes aos anos de 1992 a 2000, apenas da REF (vermelho) e Cadernos Pagu (azul), sendo que ambas as publicações apresentam o ápice nos anos de 1995 (REF) e 1996 (Pagu). Abaixo, além das duas anteriores nas mesmas cores, estão representadas as revistas Saúde e Sociedade (verde), Psicologia &Sociedade (cinza) e Direito e Práxis (lilás), no período de 2002 a 2020. A REF tem os pontos mais altos do gráfico
#PraTodoMundoVer O gráfico de colunas horizontais na cor lilás apresenta a proporção de artigos sobre feminismo negro publicados pelos periódicos disponíveis no Scielo, de 2002 a 2020, nesta sequência: Revista Estudos Feministas (36,59%); Outras (20,98%); Cadernos Pagu (15,61); Saúde e Sociedade (5,85%); Psicologia & Sociedade (3,41%); Revista Direito e Práxis (2,44%); Tempo Social (1,95%); e com 1,46% as demais - Sexualidad, Salud y Sociedade; Revista Brasileira de Ciência Política; Physis: Revista de Saúde Coletiva; Novos Estudos CEBRAP; Estudos Históricos; Estudos Avançados; Cadernos de Saúde Pública e Cadernos de Pesquisa
#PraTodoMundoVer O gráfico de linhas apresenta a proporção de primeira autoria do gênero feminino (cor vermelha, 81,46%) e masculino (cor azul, 18,54%), no período de 1992 a 2020
#PraTodoMundoVer O gráfico de linhas apresenta a proporção de primeira autoria por cor/raça e gênero, no período de 1992 a 2020. A seção superior refere-se à primeira autoria feminina. A seção inferior apresenta os dados sobre primeira autoria masculina
#PraTodoMundoVer O gráfico, de colunas verticais, na cor lilás, apresenta a proporção de primeira autoria por região, no momento da publicação do artigo: Norte (0,5%); Centro-oeste (6,03%); Nordeste (6,53%); Sul (12,06%); outros países (17,59%); Sudeste (57,29%)
#PraTodoMundoVer O gráfico, de colunas horizontais, na cor lilás, apresenta a proporção de primeira autoria por área de atuação, no momento da publicação do artigo: Sociologia (21,46%); Antropologia (12,68%); História (11,71%); Saúde Coletiva/Pública (9,76%); Psicologia (9,27%); Sem informação (5,85%); Educação (5,85%); Serviço Social (4,39%); Direito (4,39%); Letras (2,93%); Economia (2,93%); Ciência Política e Relações Internacionais (2,93%); Outras (2,44%); Comunicação (1,95%); Demografia (1,46%)
#PraTodoMundoVer O gráfico, de colunas horizontais, na cor lilás, apresenta a proporção de primeira autoria por vínculo institucional, no momento da publicação do artigo: Outras (36,59%); Unicamp (6,83%); USP (6,34%); UnB (5,85%); UFRJ (5,37%); Não identificada (4,39%); UERJ (3,9%); Unisinos (3,41%); UFRGS (3,41%); UFMG (3,41%); UFBA (2,93%); Unesp (1,95%); UFF (1,95%); PUC-Rio (1,95%); UFSC (1,46%); UFJF (1,46%); UFSCar (0,98%); UFPE (0,98%); UFMA (0,98%); UEFS (0,98%); Sempreviva Organização Feminista (0,98%); PUC-SP (0,98%); PUC-RS (0,98%); Geledés - Instituto da Mulher Negra (0,98%); Fiocruz (0,98%)
#PraTodoMundoVer O gráfico de linhas apresenta a evolução de como o feminismo negro e temas correlatos foram abordados pelas revistas analisadas, no período de 1992 a 2020. As “mulheres negras” (linha azul) aparecem desde 1996, com picos em 2006 e 2008, terminando em ascendência em 2020. Já “interseccionalidade” (linha vermelha) é sinalizada com as primeiras publicações, em 2005, com auge entre 2013 e 2014 e posterior decréscimo entre 2014 e 2016, quando volta a apresentar crescimento que se mantém até 2020. Por último, “feminismo negro” (linha verde) tem as primeiras publicações em 2012, com pico em 2016 e em 2019-2020 apresenta novo crescimento