| 1. A profundidade da sedação durante a anestesia é monitorada subjetiva ou objetivamente. |
• Auditoria de base: 10 observações de anestesiologistas durante o procedimento com pacientes com fatores de risco para DPO. • Auditoria de seguimento: 10 observações de anestesiologistas durante o procedimento com pacientes com fatores de risco para DPO. |
• Observação direta do anestesiologista durante o procedimento em pacientes com fatores de risco para DPO para verificar se a profundidade da sedação foi monitorada por meio de medida subjetiva ou objetiva. Medida subjetiva: “Sim” − aplicação da escala de sedação; “Não” − sem registro. Medida objetiva: “Sim” − uso de equipamento para guiar a anestesia (ex: Bispectral Index Monitoring - BIS); “Não” − não usado. |
| 2. A avaliação de risco pré-operatório para DPO é realizada. |
• Auditoria de base: 10 registros de enfermagem de pacientes com fatores de risco para DPO. • Auditoria de seguimento: 10 registros de enfermagem de pacientes com fatores de risco para DPO. |
• Revisão dos registros de enfermagem para verificar se havia o diagnóstico de enfermagem “Risco de confusão aguda”. “Sim” − presença do diagnóstico de enfermagem “Risco de confusão aguda”; “Não” − ausência do diagnóstico de enfermagem “Risco de confusão aguda”. |
| 3. A triagem para DPO é realizada o mais precocemente possível na SRPA. |
• Auditoria de base: número de pacientes com triagem positiva para DPO em 10 registros em sistemas eletrônicos de enfermagem de pacientes com risco de DPO. • Auditoria de seguimento: número de pacientes com triagem positiva para DPO em 10 registros em sistemas eletrônicos de enfermagem de pacientes com risco de DPO. |
• Revisão dos sistemas eletrônicos de registro de enfermagem de pacientes com risco para DPO. “Sim” − se houver pontuação CAM-ICU; “Não” − se não houver pontuação CAM-ICU. |
| 4. As ferramentas Nursing Delirium Screening Scale (Nu-DESC) ou Confusion Assessment Method (CAM-ICU) são usadas para triagem. |
• Auditoria de base: número de pacientes rastreados para DPO usando a ferramenta CAM-ICU em 10 observações de pacientes. • Auditoria de seguimento: número de pacientes rastreados para DPO usando a ferramenta CAM-ICU em 10 observações de pacientes. |
• Documentação de enfermagem no prontuário do paciente. “Sim” − presença de escore CAM-ICU registrado no sistema eletrônico de registro de enfermagem; “Não” − ausência do escore CAM-ICU registrado no sistema eletrônico de registro de enfermagem. |
| 5. A ferramenta de triagem é facilmente acessível na SRPA. |
• Auditoria de base: presença de instrumento impresso do CAM-ICU disponível na SRPA em 10 oportunidades. • Auditoria de seguimento: presença de instrumento impresso do CAM-ICU disponível na SRPA em 10 oportunidades. |
• Presença de cópias do instrumento CAM-ICU na SRPA. “Sim” − Cópia do instrumento CAM-ICU disponível na SRPA para avaliar paciente com fator de risco para DPO; “Não” − Cópia do instrumento CAM-ICU não disponível na SRPA para avaliar paciente com fator de risco para DPO. |
| 6. Os clínicos recebem treinamento para o uso de Nu-DESC e/ou CAM-ICU. |
• Auditoria de base: 10 enfermeiros. • Auditoria de seguimento: 10 enfermeiros. |
• Entrevista com 10 enfermeiros usando formulário estruturado para verificar se o profissional recebeu treinamento para uso de CAM-ICU no último ano. “Sim” − se o profissional recebeu treinamento; “Não” − se o profissional não recebeu treinamento. |
| 7. Os médicos recebem treinamento sobre os padrões de referência DSM-5 e/ou CID-10. |
• Auditoria de base: 10 anestesiologistas. • Auditoria de seguimento: 10 anestesiologistas. |
• Entrevista com 10 anestesiologistas utilizando um formulário estruturado. “Sim” − se o profissional recebeu treinamento sobre o DSM-5 e/ou CID-10 no último ano. “Não” − se o profissional não recebeu treinamento sobre o DSM-5 e/ou CID-10 no último ano. |
| 8. O controle multimodal da dor pós-operatória é administrado. |
• Auditoria de base: 10 prescrições médicas pós-operatórias acompanhadas da respectiva prescrição anestésica. • Auditoria de seguimento: 10 prescrições médicas pós-operatórias acompanhadas da respectiva prescrição anestésica. |
• Revisão de 10 prescrições médicas pós-operatórias para pacientes com risco de DPO que relataram dor durante a internação na SRPA. “Sim” − se o paciente recebeu analgésico opioide combinado com não opioide; “Não” − se o paciente não recebeu analgésico opioide combinado com não opioide. |
| 9. Quando necessário, haloperidol em baixa dosagem ou neurolépticos atípicos em baixa dose são administrados para tratar a DPO. |
• Auditoria de base: 10 prescrições médicas pós-operatórias de pacientes com DPO que receberam haloperidol ou neurolépticos atípicos na SRA. • Auditoria de seguimento: 10 prescrições médicas pós-operatórias de pacientes com DPO que receberam haloperidol ou neurolépticos atípicos na SRA. |
• Revisão de 10 prescrições médicas pós-operatórias de pacientes com DPO que receberam haloperidol ou neurolépticos atípicos na SRA. “Sim” − se o paciente recebeu haloperidol ou neurolépticos atípicos em baixa dosagem; “Não” − se o paciente não recebeu haloperidol ou neurolépticos atípicos em baixa dosagem. |