Esse artigo analisa a taxa de juros real do Brasil. Em primeiro lugar, definimos financeirização como a maior influência do sistema financeiro sobre a política doméstica. Utilizamos a proxy proporção do estoque da dívida pública federal detida por agentes do mercado financeiro para representar a financeirização. Posteriormente, e investigando o período compreendido entre os anos 2007 e 2017, adotamos a metodologia VEC, realizando análises por meio da cointegração e de funções impulso resposta. Os resultados sugerem que a financeirização exerce um efeito positivo sobre o patamar da taxa de juros real.
PALAVRAS-CHAVE:
taxa de juros real; setor financeiro; financeirização
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Fonte: Elaboração própria com dados do Banco Central do Brasil e do IBGE (IPEADATA, 2017a, 2017b).
Nota: Risco-país é o índice EMBI+Brasil.Fonte: Elaboração própria com dados do Banco Central do Brasil e do JP Morgan (IPEADATA, 2017a, 2017c).
Fonte: Elaboração própria com dados do Banco Central do Brasil (BCB, 2017a; IPEADATA, 2017a) e do Tesouro (BRASIL, 2017).
Fonte: Elaboração própria com dados do Banco Central do Brasil (BCB, 2017b, 2017c; IPEADATA, 2017a).
Fonte: Elaboração própria com dados do Banco Central do Brasil (BCB, 2017d; IPEADATA, 2017a).
Nota: Fluxo bruto é a soma da entrada e saída de capital. Optou-se por essa medida uma vez que o fluxo líquido não retrata o volume de capital transacionado, mas apenas a diferença da entrada com a saída. Procedimento similar é adotado em
Fonte: Elaboração própria com dados da pesquisa.