| Akyol et al.10
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Avaliação: WOMAC, EAV, dinamometria isocinética, SF-36, TC6, Inventário de |
A DOC não teve um efeito adicional significativo na dor ou em outras variáveis (funcionalidade, rigidez, depressão, velocidade da marcha, força muscular e qualidade de vida). |
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Beck. |
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Intervenção: |
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G1 (n=20): cinesioterapia (fortalecimento muscular no dinamômetro isocinético) |
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+ DOC (frequência 27,12 MHz, intensidade de acordo com a sensibilidade do |
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paciente, tempo de 20 minutos); |
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G2 (n=20): cinesioterapia (mesmo protocolo do G1); |
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TI: 12 sessões, 3x/semana, 4 semanas. |
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| Rabini et al.13
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Avaliação: WOMAC, BMRC, EAV. |
MO reduziu a dor e melhorou outras variáveis (força muscular e função física), com benefícios em longo prazo. |
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Intervenção: |
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G1 (n=27): MO (potência de 40W, temperatura de 38°C, tempo de 30 minutos). |
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G2 (n=27): compressas quentes (temperatura de 38°C, tempo de 30 minutos). |
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TI: 12 sessões, 3x/semana, 4 semanas. |
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| Jan et al.14
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Avaliação: ultrassonografia, EAV. |
A DOC reduziu significativamente a dor e a espessura sinovial. |
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Intervenção: |
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G1 (n=11): DOC (intensidade tolerada pelo indivíduo, tempo de 20 minutos); |
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G2 (n=10): DOC (mesmo protocolo do G1) + fármacos (anti-inflamatórios não |
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esteroides); |
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G3 (n=9): controle. |
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TI: 30 sessões, 3x a 5x/ semana, num prazo de até 8 semanas. |
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| Silva, Imoto e Croci15
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Avaliação: esfigmomanômetro, EAV, goniometria, Índice Lequesne. |
O protocolo mais adequado para redução da dor foi o de G2. Ambos os protocolos foram eficazes na melhora da funcionalidade, da amplitude de movimento articular e da flexibilidade, enquanto apenas o do G3 melhorou a força muscular. |
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Intervenção: |
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G1(n=9): DOC (20 minutos, sem especificar parâmetros) + cinesioterapia (sem |
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especificação); |
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G2(n=6): crioterapia (20 minutos) + cinesioterapia (sem especificação); |
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G3(n=9): cinesioterapia (sem especificação); |
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TI: 10 sessões, 2x/semana. |
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| Fukuda et al.16
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Avaliação: questionário KOOS; |
A DOC pulsada é um método eficaz para a redução da dor e melhora de outras variáveis (funcionalidade e qualidade de vida) em curto prazo. |
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Intervenção: |
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G1 (n=35): controle. |
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G2 (n=23): placebo (19 minutos). |
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G3 (n=32): DOC pulsadas em baixa dose (potência de 14,5W, tempo de 19 minu- |
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tos; energia total de 17 kJ); |
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G4 (n=31): DOC pulsadas em alta dose (potência de 14,5W, tempo de 38 minu- |
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tos; energia total de 33kJ). |
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TI: 9 sessões, 3x/semana. |
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| Carlos, Belli e Alfredo17
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Avaliação: WOMAC, Índice Lequesne, EAV, goniometria, dinamometria portátil |
O USC associado à cinesioterapia foi o protocolo mais efetivo na redução da dor e melhora de outras variáveis (mobilidade articular, funcionalidade e qualidade de vida). |
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e TGUG. |
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Intervenção: |
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G1(n=10): USC (intensidade de 1,5 W/cm2, modo contínuo – 100%) + cinesiote- |
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rapia (aquecimento, fortalecimento muscular, alongamento muscular, tempo de |
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45 minutos); |
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G2(n=10): USP (intensidade de 2,5 W/cm2, modo pulsado 20% – frequência de |
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repetição de pulso a 100 Hz) + cinesioterapia (mesmo protocolo do G1); |
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G3(n=10): cinesioterapia (mesmo protocolo do G1). |
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TI: G1 e G2: 24 sessões (12 primeiras; uso da US e nos demais exercícios). |
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TI G3: 24 sessões (apenas cinesioterapia). |
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Avaliação: EAV, WOMAC, TC15, goniometria, ingestão de fármacos. |
Os grupos que usaram agentes físicos reduziram a dor e a ingestão de fármacos de forma mais significativa, embora todos os grupos tenham apresentado melhoras. |
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Intervenção: |
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| Atamaz et al.18
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G1 (n=37): TENS sham e cinesioterapia*; |
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G2 (n=37): TENS (frequência de 80Hz, intensidade de 10 a 30 mA, tempo de 20 |
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minutos) + cinesioterapia*; |
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G3 (n=35): CI sham + cinesioterapia*; |
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G4 (n=31): CI (frequência de modulação em amplitude de 100 Hz, tempo de 20 |
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minutos) + cinesioterapia*; |
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G5 (n=32): US sham + cinesioterapia*; |
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G6 (n=31): US (frequência de 27.12MHz e intensidade de3,2 W/cm2, tempo de 20 |
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minutos) + cinesioterapia*; |
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TI dos agentes físicos: 15 sessões, 5x/semana. |
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TI dos exercícios de cinesioterapia: 09 sessões, 3x/semana. |
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| Mascarin et al.19
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Avaliação: WOMAC, EAV, goniometria, TC6. |
Ambos os grupos foram eficazes na redução da dor e na melhora das variáveis do |
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Intervenção: |
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G1 (n=16): cinesioterapia (alongamento muscular e fortalecimento muscular, tem- |
WOMAC. Contudo, apenas o G2 e G3 melhoraram a distância percorrida no TC6. |
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po de 20 minutos); |
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G2 (n=12): TENS (frequência de 100 Hz, largura de pulso de 50 mS, intensidade |
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de acordo com a sensibilidade do indivíduo, modo de 50% de frequência, pulso |
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simétrica bifásica quadrática, durante 20 minutos) + cinesioterapia (mesmo pro- |
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tocolo do G1); |
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G3 (n=12): US (frequência de 01 MHz e intensidade a 0,8 W/cm2, tempo de 25 |
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minutos) + cinesioterapia (mesmo protocolo do G1); |
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TI: 24 sessões, 2x/semana. |
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| Chen et al.20
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Avaliação: goniometria, EAV, Índice Lequesne, dinamometria isocinética. |
A terapia por ondas de choque foi superior ao USP na redução da dor e nas demais variáveis (amplitude de movimento articular, funcionalidade, força muscular). |
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Intervenção: |
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G1 (n=30): reforço muscular isocinético (alongamento muscular, aplicação de |
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compressas quentes no local acometido, aquecimento, fortalecimento muscular |
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de extensores e flexores de joelho). |
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G2 (n=30): USP (frequência de 1 MHz, intensidade de 2,5 W/cm2, pulso de 25%, |
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tempo de 10 minutos). |
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G3 (n=30): ondas de choque (densidade de 0,03-0,4 mJ/mm2, frequência de 1-8 |
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Hz e uma faixa de pressão de 11-82 MPa). |
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G4 (n=30): controle. |
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TI: 24 sessões (3x/semana), exceto o G3 (18 sessões). |
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