| Modelo Biomédico |
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População |
Intervenção/comparação |
Medidas de acompanhamento |
Resultados |
| Udermann et al.32
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Indivíduos com lombalgia crônica |
Receberam uma cópia de um livro educativo, exame escrito de seu conteúdo, e duas entrevistas por telefone. |
Intensidade da dor, episódios de dor, comportamentos de autocuidado, conhecimento e opinião sobre o livro. |
Melhora na dor, na compreensão do conteúdo e opiniões sobre o texto geralmente positivas. Em 9 meses de follow-up: melhora significativa na dor, número de episódios e benefício percebido. Aos 18 meses de follow-up, esses ganhos ou foram mantidos ou houve ainda mais melhorias. |
| Garcia et al.33
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Indivíduos com lombalgia crônicainespecífica |
Back school em grupo / McKenzie individual. Ambos realizaram um conjunto diário de exercícios em casa. |
Intensidade da dor (escala analógica visual (EAV)), incapacidade (Roland-Morris), movimento de flexão do tronco, Qualidade de vida (BREF) |
O método McKenzie foi ligeiramente mais eficaz do que o método back school para a deficiência, mas não para a intensidade da dor, imediatamente após o tratamento.Não houve grupo contole não tratado. |
| Hodselmans, Jaegers e Göeken34
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Indivíduos com lombalgia crônica |
GI(grupo intervenção): Programa Back school - cognitivo somáticoGC (grupo controle): lista de espera |
Função física e incapacidade física (RAND-36), ADM da região lombar, |
O GI melhorou significativamente o estado funcional e a deficiência percebida, provavelmente atribuível a percepções apropriadas de sintomas físicos. |
| Shirado et al.35
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Indivíduos com lombalgia crônica |
Fase 1. Programa gerido por equipe interdisciplinar realizado em grupos com duração de 3h. . |
Intensidade da dor (EAV), flexibilidade do tronco e isquiotibiais (distância dedo-chão, elevação da perna), força muscular e resistência de tronco e satisfação do paciente. |
O resultado foi considerado satisfatório para o tratamento de pacientes com dor lombar crônica. Ensinar a mecânica do corpo e realizar os exercícios terapêuticos, por meio da abordagem de equipe multidisciplinar é essencial para a gestão da lombalgia crônica em um cenário geral |
| Tavafian et al.36
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Mulheres com lombalgia crônica |
Os grupos 1 e 2 foram avaliados e receberam tratamento. O Grupo 1 parcipou do Programa Back school
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Short Form Health Survey (SF-36) |
O "Programa Back School" foi eficaz na melhora da qualidade de vida das pacientes. No G2 a melhora foi observada em três domínios (dor, vitalidade e saúde mental), mas essas melhoras foram menores do que no G1. |
| Gaskell, Enright e Tyson37
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Indivíduos com lombalgia crônica inespecífica. |
Nove sessões de grupo de 2 h executados ao longo de 5 semanas |
Dor (EAV), incapacidade (Roland Morris), ansiedade e depressão (HADS), percepção de controle sobre dores, testes de Fitness e teste de caminhada de 5 minutos |
Níveis de dor, incapacidade, ansiedade e depressão foram significativamente reduzidos. Níveis de aptidão e controle percebido melhoraram significativamente, sugerindo que os participantes eram mais capazes de gerir a sua dor lombar. Limitações: Não houve grupo controle e houve alta taxa de abandono durante o estudo. |
| Cecchi et al.41
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Mulheres com lombalgia crônica inespecífica |
Back school, fisioterapia indivídual e manipulação. Todos recebram uma cartilha com informações sobre anatomia e biomecânica da coluna, orientações posturais e ergonomia. |
Incapacidade (Roland Morris Disability Questionnaire) e dor (Pain Rating Scale). |
A manipulação da coluna foi associada à melhora funcional e alivio da dor de longo prazo do que a back school ou fisioterapia individual, mas recebeu mais tratamento adicional no follow-up. Recorrências de dor e consumo de fármacos também foram reduzidos em comparação com back school ou fisioterapia individual. |
| Sahinet al.38
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Indivíduos com lombalgia crônica |
GI:realizou exercícios, modalidades de tratamento físico e um programa back schoolGC: realizou exercícios e recebeu modalidades de tratamento físicos. |
Intensidade da dor (EAV) e funcionalidade (Oswestry Low Back Pain Disability Questionnaire) |
Melhora da dor e da funcionalidade em ambos os grupos, mas a diferença entre os escores no final do tratamento e 3 meses após o tratamento não foi significativa. |
| Sadeghi-Abdollahi et al.39
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Trabalhadores com lombalgia crônica |
Programa Back school
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Intensidade da dor (EAV); qualidade de vida (Short Form inquérito (SF-36). |
Melhora, mas não significativa, da intensidade da dor. Três meses após o final das sessões a melhora se tornou significativa. Não foi observada melhora na qualidade de vida. |
| Andrade et al.40
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Indivíduos com lombalgia crônica |
GI: Programa de Escola de coluna teórico prático.GC: lista de espera. |
Intensidade da dor (EAV), capacidade funcional (Roland-Morris) e mobilidade da coluna lombar (Índice de Schöber). |
Melhora estatisticamente significativa da intensidade da dor, capacidade funcional e mobilidade da coluna lombar no GI. Foi observada diferença estatisticamente significativa intragrupo na segunda e terceira avaliações nas variáveis capacidade funcional e mobilidade da coluna lombar. |
| Abourazzak et al.42
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Indivíduos comartrite reumatoide |
Programa de educação teórico prático |
Conhecimento da AR (auto-questionário), atividade da doença (DAS 28), capacidade funcional (HAQ) e qualidade de vida |
O conhecimento do paciente 3 anos após o programa educativo, melhorou significativamente. A atividade da doença foi significativamente menor no grupo de educação após 3 anos, do que no início do estudo. |
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Modelo Biopsicossocial
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População |
Intervenção/comparação |
Medidas de acompanhamento |
Resultados |
| Pieber et al.49
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Programa: 40 sessões que incluíam treino de resistência, intervenções psicológicas e sessões de ergonomia e alimentação saudável. |
ADM indolor, força dos músculos extensores lombares, dor (EAV), incapacidade (Roland-Morris) e qualidade de vida (SF-36). |
Todas as mensurações melhoraram significativamente na avaliação pós-reabilitação e se mantiveram 18 meses após cessar a intervenção.Não houve grupo controle. |
| Buchner et al.56
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Indivíduos com cervicalgia ou lombalgia crônica. |
Terapia biopsicossocial multidisciplinar durante 3 semanas de internamento e 6 meses de follow-up . |
Retorno ao trabalho, Qualidade de vida(SF-36), intensidade da dor (EAV), capacidade funcional (Hannover back capacity score), e satisfação com a terapia. |
Ambos os grupos de tratamento melhoraram significativamente em todos os critérios. Ao final do seguimento não houve diferenças significativas entre o grupo com cervicalgia crônica e o grupo com lombalgia crônica nos critérios de retorno ao trabalho, melhoria da qualidade de vida, capacidade funcional, satisfação com a terapia e redução da dor . |
| Morone et al.46
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Pacientes com lombalgia crônica |
GI: Back school: Educação breve e exercícios ativos para a coluna.GC: assistência médica. O fármaco foi o mesmo em ambos os grupos. |
Intensidade da dor (EAV) Qualidade de vida (SF36) e incapacidade (Oswestry Disability Index). |
A qualidade de vida e a incapacidade melhoraram significativamente ao longo do tempo no GI. O resultado de percepção de dor mostrou uma redução em ambos os grupos, mas foi significativamente menor no GI no final do tratamento e nos dois acompanhamentos. |
| Sorensen et al.52
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Indivíduos com lombalgia crônica |
Programa educacional/ Programa individual de treinamento físico baseado nos sintomas. |
Dor (Numerical Rating Scale), incapacidade (Roland Morris), atitudes frente a dor (Fear-Avoidance Beliefs Questionnaire e Back Beliefs Questionnaire), qualidade de vida, licença médica, uso de serviços médicos. |
Houve melhora da incapacidade e também nas crenças de medo e evitação no grupo da educação. Todas as outras variáveis foram quase igualmente influenciadas pelos dois tratamentos |
| Rundelle Davenport57
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Mulher de 70 anos de idade lombalgia crônica. |
Educação da paciente com base na teoria cognitivo-comportamental. |
Incapacidade (Oswestry Disability Questionnaire), crenças sobre dor (Fear-Avoidance Belief Questionnaire), sintomas depressivos (Beck Depression Index) e autoeficácia (The Low Back Activity Confidence Scale). |
Melhora da incapacidade, dos comportamentos de medo-evitação, dos sintomas depressivos e da autoeficácia. |
| Coudeyre et al.58
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Pacientes com dor lombar subaguda ou crônica |
GI: Back book e fisioterapia habitual.GC: fisioterapia habitual juntamente com informações orais despadronizada (se restringiam às perguntas realizadas pelos pacientes) |
Satisfação, capacidade funcional; intensidade da dor (EAV), crenças de medo e evitação (Fear-Avoidance Questionnaire) e conhecimento. |
Receber o "back book" teve um impacto significativo sobre a incapacidade em 3 meses, e também teve um impacto significativo sobre o conhecimento dos pacientes e satisfação, mas pouco efeito sobre a crenças de medo e evitação. |
| Wu et al.53
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Indivíduos com osteoartrite de joelho |
O programa ofereceu Informações sobre e habilidades de enfrentamento para a osteoartrite. |
Arthritis Self-efficacy Scale (ASE); The Survey of Pain Attitudes (SOPA-35), consultas a profissionais de saúde, numero de dias com dor e incapacidade. |
Diferenças significativas foram encontradas nas crenças da dor e dias de dor após a intervenção. Após 8 semanas, houve melhoria significativa na autoeficácia, episódios de dor e número de consultas médicas não planejadas. |
| Coleman et al.48
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Pacientes com osteoartrite |
Programa educativo específico de autogestão juntamente com material escrito. |
Dor, função física e escalas de saúde mental (WOMAC e SF-36) |
Houve melhora nos índices de dor, função e saúde mental. |
| Goeppinger et al.50
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Pacientes com osteoartrite |
Intervenção específica para pessoas com artrite (Arthritis Self-Help Course - ASHC) e outragenérica, o Chronic Disease Self-Management Program (CDSMP). |
Qualidadede vida, comportamentos de autogestão e autoeficácia para a artrite. |
O grupo ASHC apresentou melhora significativa na auto-eficácia, alongamento e fortalecimento muscular e saúde geral. O Grupo CDSMP: apresentou melhora significativa na autoeficácia, incapacidade, dor e estado geral de saúde. O CDSMP produziu melhores resultados. |
| Watson, Cosioe Lin47
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Veteranos com dor crônica idiopática. |
Classes Back School + apostilas |
Pesquisa de opinião e satisfação, eficácia global do programa. |
Os participantes relataram aprendizagem de informações "novas e úteis", consideraram o programa "fácil de entender", usaram a informação aprendida, e recomendaram o programa para outros. |
| Salvetti et al.51
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Indivíduos com dor crônica por diferentes doenças |
Programa que incluía prática de exercícios, grupo psicoeducativo, sessões com terapeuta ocupacional e uma sessão com nutricionista. |
Dor (EAV), incapacidade (Oswestry Disability Index)e Inventário de Depressão de Beck. |
Observou-se redução significativa na intensidade da dor, incapacidade e sintomas depressivos. Esses efeitos se mantiveram em um período de 6 meses. |
| Steihaug, Ahlsene Malterud54
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Mulheres com dor muscular crônica |
Da educação à interação: Oito grupos de tratamento,cada um com duraçãode 12 semanas, e três grupos com duração de 10 meses. |
Análise de dados qualitativos a partir de notas de campo, grupos focais, vídeos de treinamento e grupos de discussão. |
O programa de treinamento está agora concentrado em alguns exercícios simples, e é caracterizado pela consciência da relação entre respiração e tensão muscular. Os grupos se tornaram o principal pilar do programa,caracterizado por segurança e um sentimento de pertencimento, reflexão e desenvolvimento. |
| Man et al.45
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Pacientes com dor crônica |
Programa que inclui a educação em dor, treinamento em habilidades de comunicação e estratégias de enfrentamento, exercícios físicos e atividades funcionais. |
Dor, catastrofismo, autoeficácia, capacidade funcional e uso de fármacos. |
Melhora da dor, qualidade de vida, catastrofização, autoeficácia, capacidade funcional e melhora da taxa de emprego. |
| Thorn et al.44
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Grupo heterogêneo com dor crônica.Área rural |
Terapia cognitivo-comportamental (TCC): abordou pensamentos e sentimentos em resposta à dor e estresse. Educação (EDU): abordou fatos sobre o corpo e dor e aprendizagem. |
Intensidade de dor (Wisconsin Brief Pain Inventory), incapacidade (Roland-Morris),catastrofismo, depressão, satisfação e qualidade de vida. |
Pacientes em ambas as condições relataram uma melhora significativa em todos resultados relacionados à dor. Uma tendência não significativa foi encontrada para o humor deprimido em melhorar mais na TCC do que EDU. Ganhos do tratamento foram mantidos a 6 meses de follow-up. |
| Quintneret al.55
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Pessoas com dor persistente. |
Oficinas educativas Self-Training (STEPS): programa de educação em grupo oito horas por dois dias, seguido de consultas médicas opcionais iniciadas pelo paciente. |
Número de pacientes que concluiu, custos por novo paciente, utilizacao de cuidados de saúde, mudanças percebidas e estratégias de gestão de dor. |
A introdução de STEPS foi associada a redução dos custos dos serviços de saúde pública, aumento do uso de estratégias de gestão da dor e satisfação do paciente. |
| Modelo misto - Neurofisiologia |
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População |
Intervenção/comparação |
Medidas de acompanhamento |
Resultados |
| Moseley59
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Pacientes com lombalgia crônica |
Cada paciente recebeu semanalmente dois atendimentos de fisioterapia e uma sessão individual de educação em neurofisiologia da dor durante quatro semanas. |
Dor e incapacidade (Escala numérica da dor e Roland Morris Questionnaire) |
O programa de fisioterapia reduziu a dor e incapacidade e o efeito do tratamento foi mantido por um ano. |
| Moseley16
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Pacientes com lombalgia crônica |
Uma sessão de educação individual sobre coluna lombar e fisiologia da dor. |
Atitudes frente a dor (SOPA), catastrofismo (PCS) e desempenho físico. |
Houve uma forte relação entre mudança cognitiva e mudança no desempeno físico, principalmente explicado pela mudança na convicção catastrófica de que dor significa dano tecidual. |
| Van Oosterwijcket al.66
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Pacientes com doenças crônicas associadas a whiplash. |
Duas sessões educacionais de 30 minutos e um folheto informativo sobre a neurofisiologia da dor. |
Dor, cinesiofobia, atitudes frente à dor, teste de extensão cervical e teste de provocação do plexo braquial. |
Diminuição significativa na cinesiofobia a nas estratégias de enfrentamento passivo. |
| Van Oosterwijck et al.60
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Pacientes com fibromialgia |
GI: Educação em fisiologia da dor GC: auto-gestão |
Eficácia do mecanismo inibitório da dor, limiar de dor a pressão e questionários que avaliam cognições de dor, comportamento e estado de saúde. |
GI: melhora o conhecimento da neurofisiologiada dor, menor preocupação com a sua dor a curto prazo. Foram observadas melhorias a longo prazo no funcionamento físico, vitalidade, saúde mental e estado geral de saúde. Além disso, o GI relatou menor índices de dor e apresentou melhora da inibição da dor endógena em comparação com o grupo controle. |
| Ryan et al.62
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Indivíduos com lombalgia crônica |
Educação em biologia da dor e aulas de ginástica em grupo (EDEX) e ensino de biologia da dor em único grupo (ED) |
Dor (escala numérica) e incapacidade (Roland Morris), auto-eficácia, testes de desempenho físico e monitoramento de atividades de vida diária. |
Resultados mais favoráveis para o grupo ED. A curto prazo, o ensino da biologia da dor foi mais eficaz do que uma combinação de ensino da biologia da dor e aulas de ginástica em grupo. |
| Louw, Puentedura e Mintken61
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Indivíduos com lombalgia crônica |
Eduação em neurociência; educação antes e reforço durante a realização de exercícios e terapia aquática. |
Dor (EAV), crenças e medos frente à dor (Fear Avoidance); depressão (Zung Depression Scale) e incapacitade (Oswestry Disability Index)
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A paciente relatou melhora nas quatro medidas de resultado, principalmente nas crenças e comportamentos frente à dor. Num seguimento de sete meses, todas as medidas continuaram a ser melhoradas. |
| Moseley, Nicholas e Hodges63
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Indivíduos com lombalgia crônica. |
GI: uma sessão individual sobre neurofisiologia da dor.GC: aula sobre anatomia e fisiologia da coluna vertebral.No final da sessão, cada participante foi dado um caderno de exercícios com 10 seções. |
Atitudes frente à dor (SOPA); catastrofismo (Pain Catastrophizing Scale); incapacidade (Roland Morris); tarefas de desempenho físico. |
No GI foi observado normalização das atitudes e crenças sobre a dor, redução do catastrofismo e uma melhora no desempenho físico. Os pacientes foram menos propensos a procurar cuidados de outras pessoas, mais propensos a acreditar que poderiam controlar a própria dor, que dor é influenciada por estados emocionais, menos propensos a acreditar que a dor seja um indicativo de dano tecidual, e se perceberam como menos incapacitados. |
| Moseley64
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Estudo de caso. Mulher, 36 anos com lombalgia crônica. |
Educação em fisiologia da dor : A sessão de fisioterapia inicial envolvia ensinar o paciente como executar uma tarefa. Diário da prática |
Questionário de Dor McGill, Roland Morris Questionnaire, Fear Avoidance Questionnaire e dor autoeficácia questionário. |
Redução acentuada da ativação cortical em áreas normalmente envolvidas na dor. A educação em fisiologiada dor pode ser uma estratégia eficaz para a superação das barreiras à aquisição do controle muscular de tronco normal, em pacientes com dor lombar |
| Gallagher, McAuleye Moseley65
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Indivíduos com dor crônica |
Protocolo: Duas intervenções, ambas usando um livreto.Bookled 1 (GI): Metáforas e histórias para ajudar a entender a biologia da dor e conceitos sobre gestão da dor. Booklet 2 (GC): Conselhos sobre manuseio da dor. |
Questionário sobre biologia da dor, catastrofismo, dor e incapacidade. |
Aumento do conhecimento sobre a biologia da dor no G1, mas não no GC. Maior redução dos pensamentos catastróficos relacionados a dor no GI do que no GC.Embora ambos os grupos melhoraram ao longo do tempo, não houve efeito diferencial na dor e na deficiência. |