RESUMO
Objetivo: identificar e descrever dificuldades observadas no aleitamento materno em mulheres submetidas à cirurgia de mamoplastia de aumento.
Métodos: trata-se de uma revisão de escopo, com a pergunta norteadora: “Quais as possíveis dificuldades na amamentação observadas em mulheres que realizaram a mamoplastia de aumento descritas na literatura?”. A estratégia de busca foi realizada com combinações de descritores para a busca nas bases Lilacs, SciELO, Cochrane CENTRAL, BIREME, Pubmed, ADOLEC, BDENF, MedCarib e literatura cinzenta, sendo 12 de outubro de 2023 a data da última busca. Foram incluídos artigos completos, sem restrição de idioma e tempo de publicação, delineamento observacional, e que analisaram mulheres com histórico de mamoplastia de aumento e possíveis dificuldades na amamentação.
Revisão da Literatura: foram incluídos sete artigos. Os estudos identificaram como possíveis dificuldades no aleitamento materno em mulheres submetidas à cirurgia de mamoplastia de aumento: a presença de ingurgitamento mamário, mastite, dor, lesões mamilares e alterações de lactação e de sensibilidade envolvidas no aleitamento materno.
Conclusão: espera-se que os resultados apresentados nesta revisão de escopo estimulem o desenvolvimento de evidências mais vigorosas sobre a relação entre estes achados.
Descritores:
Aleitamento Materno; Implante Mamário; Mamoplastia; Relações Mãe-Filho; Lactação
ABSTRACT
Purpose: to identify and describe difficulties observed in breastfeeding in women who underwent breast augmentation surgery.
Methods: a scoping review, with the guiding question: "What are the possible difficulties in breastfeeding observed in women who have undergone breast augmentation, as described in the literature?". The search strategy was carried out with combinations of descriptors for searching the Lilacs, SciELO, Cochrane CENTRAL, BIREME, Pubmed, ADOLEC, BDENF, MedCarib, and gray literature databases, October 12, 2023 being the date of the last search. Complete articles, without restrictions on language and publication time, observational design, and that analyzed women with a history of breast augmentation and possible difficulties in breastfeeding, were included.
Literature Review: seven research articles were included with studies identifying the following as possible difficulties in breastfeeding in women undergoing breast augmentation surgery: the presence of breast engorgement, mastitis, pain, nipple lesions, and changes in lactation and sensitivity involved in breastfeeding.
Conclusion: it is expected that the results presented in this scoping review will stimulate the development of more robust evidence on the relationship between these findings.
Keywords:
Breastfeeding; Breast Implant; Mammoplasty; Mother-Child Relations; Lactation
INTRODUÇÃO
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo (AME) até os seis meses de vida e complementar até os dois anos da criança, tornando-se uma medida de saúde pública global, adotada até hoje1 , 2. Entre os inúmeros benefícios do AME para o recém-nascido, observa-se a diminuição do risco de alergias3, de mortalidade infantil4, de diarreia2 e de infecções respiratórias5, assim como reduz a chance de obesidade6, possui efeito positivo na inteligência7 e proporciona um desenvolvimento craniofacial adequado8. Ademais, também possui benefícios para mãe, como diminuição da hemorragia pós-parto9, diminuição de riscos de hipertensão9, diabetes6 e das chances de uma nova gravidez10, protege contra câncer de mama11 e de ovários12, assim como promove o vínculo afetivo entre mãe e bebê13.
A prevalência do AME no Brasil em menores de seis meses aumentou, entre 1986 e 2020, de 2,9% para 45,7%14. Contudo, observa-se baixo percentual de AME na população brasileira. Acredita-se que substancial percentual esteja associado à baixa adesão ao AME decorrente de situações resultantes à baixa produção láctea, dificuldade no manejo, falta de conhecimento e insegurança materna, intercorrências na mama, interferência familiar, volta ao trabalho, falta de resiliência e despreparo de profissionais da saúde, indicação de complementação com fórmula15 - 17 e uso de chupetas18.
Paralelo a isso, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial dos países que realizam procedimentos cirúrgicos estéticos. Dados de 2020 da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) mostram que houve, aproximadamente, 10,1 milhões de procedimentos cirúrgicos no mundo, sendo 1,6 milhão de cirurgias de mamoplastia de aumento e, destes, 57,3% em mulheres entre 19 e 34 anos19.
A mamoplastia de aumento é capaz de causar danos aos ductos lactíferos, tecido glandular ou inervação mamária e, o implante, por sua vez, exerce pressão sobre o tecido mamário20. Dentre as complicações anatômicas, é possível apresentar retração capsular com endurecimento da mama, rompimento da prótese, dor crônica e desconforto e alteração da sensibilidade do complexo aréolo-mamilar21 - 23. Dada a problemática de um crescente número de cirurgias de mamoplastia de aumento e que esta pode estar associada a dificuldades no AME19 - 23, é de importância que existam estudos que evidenciem as possíveis alterações decorrentes deste procedimento cirúrgico. Assim, devem existir meios para guiar a prática clínica específica visando diminuir o índice de desmame em mulheres com histórico cirúrgico e permitir que as mulheres possam ter conhecimento dos riscos e benefícios antes de tomar a decisão de realizar a cirurgia.
Uma revisão sistemática concluiu que mulheres com implantes mamários eram menos propensas a amamentar seus bebês exclusivamente em comparação com mulheres sem implantes mamários20. Outra revisão ratificou que mulheres com implantes mamários são menos propensas a estabelecer o aleitamento materno, especialmente o AME24. Entretanto, os estudos existentes não verificaram os aspectos relacionados às dificuldades encontradas para amamentar em consequência do procedimento cirúrgico.
Diante disso, o objetivo desta revisão foi identificar e descrever as dificuldades no aleitamento materno observadas em mulheres submetidas à cirurgia de mamoplastia de aumento apontadas pela literatura.
MÉTODOS
Estratégia de pesquisa
Esta revisão de escopo foi conduzida com base nas diretrizes Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses for Scoping Reviews 25 , 26. Para a construção da questão de pesquisa foi utilizado o acrônimo PCC considerando o “P” as mulheres que amamentam ou amamentaram, “C” realização da cirurgia de mamoplastia de aumento e “C” possíveis dificuldades na amamentação, resultando na seguinte questão norteadora desta revisão: Quais as possíveis dificuldades na amamentação observadas em mulheres que realizaram a mamoplastia de aumento descritas na literatura?
As buscas de dados incluíram artigos publicados nas bases de dados eletrônicas Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs), Scientific Electronic Library Online (SciELO), The Cochrane Central Register of Controlled Trials (Cochrane CENTRAL), Embase, Biblioteca Virtual em Saúde (BIREME), PubMed (acessada via MEDLINE), ADOLEC, BDENF (Base de dados em Enfermagem), MedCarib e artigos encontrados na literatura cinzenta e nas referências dos artigos selecionados, conforme descrito na Tabela 1.
A seleção dos descritores utilizados na construção da estratégia de busca foi efetuada mediante consulta ao Medical Subject Headings (MeSH), Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e Embase Subject headings (Emtree) relacionados à população e exposição.
Critérios de seleção
Das referências encontradas, foram considerados elegíveis os artigos disponíveis na íntegra, com delineamento transversal e de coorte, publicados em qualquer idioma, sem restrições do período de publicação e que estudaram mulheres com histórico prévio de mamoplastia de aumento apresentando ou não dificuldades na amamentação. Foram incluídos, também, artigos que citam como objetivo secundário a relação entre a cirurgia de mamoplastia de aumento e a amamentação. Foram excluídos revisões de literatura, séries de casos e artigos que abordam cirurgia de mamoplastia de redução, cirurgia de mastopexia, procedimentos cirúrgicos de mamoplastia, doenças ou infecções decorrentes da cirurgia, histórico prévio de síndromes ou câncer, alterações hormonais, uso de contraceptivos no período da lactação, cirurgias de transplantes e artigos que abordavam amamentação e desenvolvimento do bebê.
Análise de dados
Os artigos identificados a partir das estratégias de busca iniciais foram avaliados de forma independente, por dois revisores (RRP e LBS), por meio do gerenciador de referências Mendeley, com o objetivo de determinar a elegibilidade para inclusão dos estudos, discriminando os estudos como "excluído", "incluído" e "dúvida". Em situações em que os revisores não determinaram como incluído com base no título e resumo, o artigo foi incluído para ser lido na íntegra. E, em casos de desacordo no processo de seleção, foram resolvidos por uma terceira pessoa (RSR) de forma independente.
A extração de dados dos estudos incluídos foi realizada de maneira padronizada, a partir de registros em uma planilha do Microsoft Excel®, realizada de forma independente por dois revisores (RRP e LBS) e posterior análise consensual para maior precisão nos dados coletados. A análise de dados ocorreu de maneira quantitativa e qualitativa após treinamento de conceitos, realizada pelas revisoras. Foi desenvolvido um formulário de extração de dados, previsto no projeto deste estudo, com as seguintes informações: autores e ano de publicação, delineamento do estudo, idade da amostra, tempo de cirurgia, tipo de incisão, material e volume do implante, número de gestações, tipo e tempo de aleitamento materno e tipo mamilar, conforme apresentado no Quadro 1.
REVISÃO DA LITERATURA
No total foram encontrados 758 estudos. Após a remoção das 51 duplicatas, 707 foram triados a partir da leitura dos títulos e resumos. Na sequência, foram selecionados 60 artigos, os quais foram lidos na íntegra com o objetivo de verificar se o estudo era elegível quanto aos critérios estabelecidos nesta revisão. Assim, a amostra final foi composta por sete artigos, conforme apresentado na Figura 1.
Destes artigos, o ano de publicação variou entre 1996 e 2021, sendo quatro (57,1%) dos últimos cinco anos27 - 29 , 31. A maioria (n=5) foi realizada no continente americano27 , 28 , 30 , 31 , 33 e o idioma predominante foi o inglês28 - 33. Em relação ao delineamento dos artigos selecionados, verificou-se que quatro (57,1%) eram de coorte27 , 28 , 32 , 33 e três (42,85%) transversais29 - 31.
Os estudos incluídos buscaram analisar as associações entre as características cirúrgicas da mamoplastia de aumento com diferentes materiais de implante e aspectos relacionados ao aleitamento materno. Referente às características da amostra dos estudos, a média de idade mínima foi de 23 e máxima de 38 anos, sendo, majoritariamente, mulheres brancas, com índice de massa corporal (IMC) normal, multíparas, com ensino superior e casadas. Apenas dois (28,57%) dos artigos trouxeram informações sobre o parto e dados do recém-nascido27 , 33.
As incisões inframamárias27 , 28 , 31 - 33 e periareolares27 , 28 , 31 - 33 foram as mais frequentes, seguida de incisões mastopexiais31 e transaxilares31. Quanto ao local de implantação, foi encontrada maior ocorrência de implantações submusculares27 , 28 , 31 , 32, seguida das subglandulares28 , 31 e subcutâneas27 , 28. Os intervalos de tempo entre a amamentação e o procedimento cirúrgico foram descritos em períodos menores de dez anos, exceto por um artigo que estudou por mais de dez anos27. Informações acerca do volume do implante foram relatadas em dois (33,33%) artigos, com médias próximas a 300 ml27 , 32. Foi observado em um estudo, o uso da injeção de Hidrogel de Poliacrilamida30 e, nos demais, uso de silicone28 , 31 e salino31 , 32.
Quanto ao desfecho principal analisado nesta revisão, observou-se a presença de ingurgitamento mamário27, mastite28 , 29 , 31, dor27 , 31, lesões mamilares27, lactação insuficiente28 , 31 - 33 ou excessiva31, mudança de sensibilidade mamilar28 , 32 ou de sensibilidade cutânea28 (Quadro 2).
De acordo com os artigos analisados, observa-se a tendência de que mulheres com mamoplastia de aumento apresentem maiores dificuldades para amamentar quando comparadas a mulheres sem cirurgia, independente do tipo de incisão e de material do implante. As dificuldades descritas referem-se à presença de ingurgitamento mamário27, mastite28 , 29 , 31, dor27 , 31, lesões mamilares27, lactação insuficiente28 , 31 - 33 ou excessiva31, mudança de sensibilidade mamilar28 , 32 ou de sensibilidade cutânea28. No entanto, vale ressaltar que essas dificuldades também podem ser identificadas em mulheres sem implante mamilar, mostrando a importância de uma avaliação e manejo adequado da amamentação29.
No cenário do atual estudo, observou-se que a prevalência de AME no primeiro mês de vida dos bebês de mulheres com implante é menor quando comparada à prevalência de AME daquelas sem implante12 , 34.
Em situações de ingurgitamento mamário e mastite, há a possibilidade de ocorrer aumento no volume da mama para além do normal devido à localização da prótese, proporcionando desconforto na lactante e pega incorreta35. O ingurgitamento e a dor também devem estar associados à possível obstrução e lesão de ductos no procedimento cirúrgico, uma vez que o dano nesta estrutura impossibilita o leite fluir do tecido glandular até o mamilo35. Já as lesões mamilares podem ter como causa uma série de fatores, como a alteração da sensibilidade e dificuldades do bebê para abocanhar o complexo areolomamilar35, relacionados, diretamente ou não, à mamoplastia de aumento.
Quanto à lactação insuficiente, a literatura descreveu maior ocorrência entre mulheres com aumento mamário que passaram, mais frequentemente, pelas abordagens periareolar33 e a inframamária28, sendo justificado pelo fato de as incisões resultarem em perturbação dos neurônios aferentes e na perda da sensação cutânea no mamilo, em consequência das alterações sensoriais pós-operatórias da mama28 , 33. A alteração de sensibilidade pode comprometer a produção de leite, visto que são necessárias estimulações nas terminações nervosas da papila mamária durante a sucção para que impulsos sensitivos somáticos sejam produzidos e conduzidos ao hipotálamo para que o hormônio ocitocina seja liberado, responsável esse pela ejeção de leite35. Também para evitar complicações na produção láctea, não se recomenda o uso da injeção de hidrogel de poliacrilamida (HP) pelo risco de infecção, atrofia dos tecidos e ressecção dos seios, o que é capaz de impossibilitar a produção em razão da falta de tecido glandular saudável30. Por outro lado, a lactação excessiva não necessariamente significa aumento na produção de leite, mas uma possível compressão dos ductos pela prótese, causando ejeção de maior volume de leite que pode levar a desconforto e engasgos no bebê36.
O volume da prótese não apresentou consenso na literatura referente ao tamanho que manifeste risco de interferência na lactação de mulheres implantadas. Isso se deve ao fato de que cada mulher possui características anatômicas próprias20. Foi evidenciado, apenas, que a prótese não deve ultrapassar o diâmetro da base parenquimatosa da mama, pensando tanto em questões estéticas quanto nas alterações de lactação que podem ser causadas pela compressão das glândulas mamárias e pela diminuição da elasticidade da mama20. Os achados da presente revisão demonstram que a literatura ainda não aponta impactos diretos no bebê, apenas de forma indireta conforme descrito ao longo da discussão.
Sabe-se que a sociedade impõe padrões que afetam diretamente a vida de milhares de pessoas37. A estética é importante e necessária para a elevação da autoestima, no entanto, a saúde também deve ser considerada prioridade. Assim, o direito de refletir sobre as possíveis consequências de realizar a cirurgia de mamoplastia de aumento deve ser respeitado, sem que haja interferência de terceiros37. Para este fim, a informação deve ser passada de forma clara e completa por meio de profissionais da saúde para que seus pacientes estejam cientes do possível impacto na amamentação quando decidirem realizar a mamoplastia de aumento caso queiram amamentar.
Ressalta-se a importância do fonoaudiólogo dentro da equipe multidisciplinar que atua na promoção da saúde materno-infantil. O profissional tem o objetivo de orientar, esclarecer e estimular a continuidade da lactação desde a assistência pré-natal, puerpério e puericultura38. É necessária ênfase na amamentação com vistas à saúde da comunicação, especificamente, no crescimento e desenvolvimento craniofacial, no plano ósseo, muscular e funcional, bem como na aquisição e no desenvolvimento da linguagem38.
Apesar de não ter sido realizada a análise da qualidade dos estudos encontrados27 - 33, a partir de um instrumento pré-estabelecido e validado, a leitura na íntegra e crítica dos estudos revela a heterogeneidade metodológica e clínica, assim como o baixo nível da evidência. Estudos futuros, probabilísticos, longitudinais, com maior rigor metodológico, detalhada descrição da amostra (mãe e bebê) e que controlem possíveis fatores de confusão são essenciais para a compreensão desse fenômeno. Essa é uma temática emergente e que carece de evidências científicas, dada a complexidade da amamentação, assim como da garantia ao cuidado ético e ao bem-estar das mulheres.
A principal limitação deste trabalho é a escassez de pesquisas que abordam a relação entre as dificuldades no aleitamento materno e a cirurgia de mamoplastia de aumento, o que impossibilitou a realização de uma revisão sistemática e metanálise. Os resultados apontaram que, mesmo com tamanha relevância, o assunto é explorado como um desfecho secundário, de maneira incipiente e inconsistente na literatura. Além disso, a falta de padronização entre a metodologia dos artigos, impossibilitou a análise da qualidade dos dados. Contudo, esta revisão de escopo é pioneira na área, revelando que a mamoplastia de aumento é uma causa contribuinte para dificuldades no aleitamento materno, ou seja, quando presente aumenta a probabilidade de complicações.
CONCLUSÃO
Os estudos identificaram como possíveis dificuldades no aleitamento materno de mulheres submetidas à cirurgia de mamoplastia de aumento a presença de ingurgitamento mamário, mastite, dor, lesões mamilares, alterações de lactação e de sensibilidade envolvidas no aleitamento materno. As principais variáveis relacionadas ao desfecho do estudo apresentaram-se como fatores de risco. Espera-se que os resultados apresentados nesta revisão de escopo estimulem o desenvolvimento de evidências mais vigorosas sobre a relação entre estes achados, com o intuito de conscientizar as mulheres em idade fértil que pretendem se submeter à cirurgia de aumento de mamas sobre as possíveis interferências na amamentação caso desejem engravidar.
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Fonte de financiamento: Nada a declarar
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Declaração de compartilhamento de dados: Todos os dados individuais dos participantes estarão disponíveis (incluindo dicionários de dados), bem como o protocolo de estudo, plano de análise estatística e o relatório de estudo clínico. Ficarão disponíveis imediatamente após a publicação e sem data de término para qualquer pessoa que deseje acessar os dados e para qualquer propósito.
Declaração de compartilhamento de dados: Todos os dados individuais dos participantes estarão disponíveis (incluindo dicionários de dados), bem como o protocolo de estudo, plano de análise estatística e o relatório de estudo clínico. Ficarão disponíveis imediatamente após a publicação e sem data de término para qualquer pessoa que deseje acessar os dados e para qualquer propósito.


